quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Ainda há mais..


O fio que ele me deu há quase um ano, pelo Natal e que trazia quase sempre comigo desde então partiu-se na segunda-feira. Até me dói a alma ao lembrar-me disso.

E afinal ele não estava distraído com o rádio mas com o telemóvel a mandar-me mensagem!!! Fiquei possessa e ontem ao jantar ouviu o que eu tinha para dizer...

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Às escuras


Estou há mais de meia hora sem luz e não há prognóstico de quando possa voltar. Esta manhã a minha conta de email estava bloqueada porque alegadamente alguém tentou usá-la (ou está a usar). Continua bloqueada mesmo depois de já ter preenchido informações várias e submetido. Haja paciência!

Epá não faltava mais nada

Juro que às vezes me pareces um miúdo. Como é que é possível andares com a cabeça sempre na lua com uma vida como a que tens de levar, com mil uma coisas para fazer, mil e uma obrigações?! 

Ia com alguma velocidade e distrai-se a mudar o rádio. O condutor da frente pára e ele, não se dando conta, bate-lhe por trás. 

É realmente uma coisa que acontece e pode acontecer a qualquer um. Mas porra, tenho pena mas não consigo ser bondosa e compreensível. Quando estás sem dinheiro nenhum nem para as contas que tens e andas com um carro com alguns anos já, emprestado (pelos teus pais), que acabou de ser arranjado e do qual dependes diariamente para trabalhar, parece-me que o mínimo é teres atenção ao que andas a fazer e cuidado. Mas não. Agora tens o carro rebentado que, se já não era novo e ninguém dava nada por ele pelo estado em que os teus pais o deixaram, agora então! Nem sei que diga. Acho que é quase inconsequência e irresponsabilidade da tua parte (que é coisas que não és). Estou chateada, sim. Devia, pelo contrário, apoiar-te mais uma vez, porque podia ter-te acontecido alguma coisa, ter sido mais grave... tu mais do que ninguém és o prejudicado com tudo isto e estás chateado e aborrecido, mas não consigo. Acho que não podia ser mais irresponsável uma coisa destas num momento como o que estás a passar e mesmo não tendo sido da tua vontade, a culpa é tua e só tua! Podia acontecer a qualquer um menos a ti. Desculpa mas não te podias dar ao luxo de te acontecer (ainda) mais isto! Desta vez lavo as minhas mãos porque já começo a cansar-me de tanta porcaria a acontecer. É que é uma atrás da outra, não tem fim!?!
 

E pensei eu que podíamos, finalmente, depois de tanto tempo e no meio de tanta correria, ir passear esta noite já que não tínhamos (incrivelmente) nada marcado.

Valer a pena


Galochas JUMBO


As tão faladas galochas que estão cá por casa ainda em fase experimental (ainda com etiqueta a ponderar se fico ou não com elas), são as da segunda imagem, uma espécie de cor de vinho ou castanho, que não sou capaz de definir... Eu queria mesmo experimentar as azuis a ver se me decido de uma vez por todas, mas não encontro 37 em lado nenhum (pelo menos não que esteja em bom estado). Alguém me pode ajudar???

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Novembro começou atarefado



Logo o segundo dia do novo mês se previa atarefado. Estive o dia todo numa conferência mas estava em aulas ao mesmo tempo o que exigia um corre-corre de um lado para o outro. Pelas 9h tinha aula, hora a que se iniciava também a dita conferência. Fui para a aula mas o professor não apareceu, não pôde vir dar aula e nós pusemo-nos a andar para a conferência deviam passar das 9.30h, que estava atrasada, portanto, praticamente tinha acabado de começar. Ficámos lá até as 13h, hora a que saímos para almoçar e seguir para a aula às 13.30h. O G. veio ter comigo e almoçámos juntos, embora a correr. Depois foi ao JUMBO ver das galochas (e lá me trouxe umas em óptimo estado).

Eu tive aulas e assim que terminaram voltei à conferência, de onde saí só pelas 18.30h. O G. veio ter comigo, levámos a T. a casa e fomos os dois para o centro comercial. Eu fiquei a ver lojas e depois a estudar (ler) enquanto ele esteve a trabalhar. Quando saiu fomos os dois para sua casa, jantámos e deitámos.

Estava decidido que apesar do muito que tínhamos por fazer, a casa tinha de ser arrumada e limpa, mais organizada de uma vez por todas, aos poucos e poucos, uma vez que o essencial já está.

Sábado fui pô-lo ao trabalho, passei em casa e segui para o ensaio. Esperei que ele saísse no centro comercial, em busca de roupas para ele a preços baixos e almoçámos em casa. Depois de almoço saímos em busca de umas calças para ele (noutra loja igual) e comprámos finalmente uma luz para a cozinha de casa dele. Nessa noite, quando regressámos, deixámos de ter luz apenas da marquise na cozinha! Voltámos a casa já tarde mesmo tendo passado pouco tempo fora (porque tínhamos saído tarde) e pus-me a tentar uma receita de bolo enquanto ele tentava montar a luz na cozinha. Pus-me a fazer risotto para o jantar enquanto ele se dedicava às limpezas da casa. Ainda arrumámos o roupeiro, a casa de banho e o quarto ficaram logo com outro ar. Depois de jantar o bolo já estava pronto e desenformado. Ainda saímos, mesmo debaixo de chuva torrencial e depois da meia noite, para levar bolo à minha mãe que ia ter com a minha irmã, no Domingo bem cedo, para que ambas mas principalmente a mai nova se lambuzasse ao provar do bolo. Voltámos e fomos deitar.


Domingo pudemos mais uma vez dormir até mais tarde. Quando levantámos decidi por me a cozinhar o almoço, porque já eram horas disso mas também de voltar a tentar a receita do bolo de iogurte que tinha experimentado no dia anterior. Como me faltavam alguns ingredientes tive de sair para os comprar num instante e voltei a casa: dobrei a receita que tinha e fiz, desta vez, dois bolos (porque as formas que temos são pequenas). Cozinhei o almoço e o G. esteve a tratar da mesa de cabeceira (que ainda não tinha e na quarta tinha encontrado na rua). Está óptima ao lado da cama, mesmo à conta do espaço que lhe estava reservado e apesar de não se conjugar da melhor forma com o restante mobiliário (secretária, roupeiro e mesa de cabeceira todos de cores e feitios diferentes) enquadra-se muito bem no quarto, tem bom ar! 

Além disso, mudou-se finalmente a estante que estava na casa de banho para a marquise que, por sua vez, foi finalmente arrumada e parece outra. O edredon que tínhamos lavado na banheira, ficou muito bom depois de seco e já está na cama (junto com o outro que o G. já tinha). As coisas têm-se vindo a compor passo a passo, sem ele ter de gastar dinheiro a mobilar e equipar a casa, graças a Deus e todos os Santinhos! Fico tão feliz quando vejo como está a casa, a cada "conquista" que faz...é simplesmente delicioso!

Ele ainda esteve a trabalhar em alguns relatórios e enviou-os por email e depois saímos para o seu trabalho, ele fez noite. Eu resolvi passar em casa depois de o deixar, fui procurar galochas mais uma vez (porque estava/estou indecisa quanto à cor) e passei no supermercado a comprar folhas e canetas que estavam a acabar. Quando estava a caminho do local de trabalho dele, ele estava no intervalo e ainda consegui vê-lo por uns instantes. Lanchou comigo e fiquei a trabalhar até ele sair e voltarmos a casa. Ficou muita coisa por fazer, irrito-me comigo mesma porque não consigo fazer tudo e vejo o trabalho a acumular-se mas também sei que muito fizemos e isso é que importa. Tenho de me esforçar por fazer mais mas para já tenho feito bastante...já não é mau! Este fim de semana era importante ajudá-lo com a casa, porque sei que ele não se sentiria bem se assim não tivesse sido (porque já tinha adiado até agora e nunca tem tempo para nada, quanto mais para tudo!). O objectivo agora é aplicar-me mais e se o fizer sei que me conseguirei organizar e fazer tudo (ou quase tudo) o que preciso.


Esta semana começou a acordar de novo com ele e não poderia haver melhor que isso...! Almoçámos e ele foi trabalhar, deixando-me para as aulas. Estive com duas raparigas da minha faculdade que vão de ERASMUS para o mesmo sítio onde estive a ajudá-las com a língua. Estive numa conferência sobre uma matéria que desde as aulas de ERASMUS me apaixonou completamente e me motiva, entusiasma (internacional privado) e, depois, o curso jurídico estrangeiro que estou a fazer até depois das 21h.

Agora ele saiu do trabalho e vem buscar-me para jantarmos em sua casa. Até amanhã!

Perspectiva de Natal

Eu: Já pensaste no que vais pedir ao Pai Natal?
Ele: Ainda não sei bem...um aspirador, algumas coisas para a casa, umas botas, um casaco,... E tu, o que é que vais pedir este ano para o Natal?
Eu: Nada...
Ele: Nada? Mas porque não precisas de nada ou porque achas que tens tudo o que queres? 
Eu: Nada.
(...)

Deve ser o primeiro ano da minha vida em que, não quero nada. Embora quase nunca tenha pedido coisas pelo Natal (por mil e uma razões), muitos anos quis ou desejei alguma coisa, ou não queria mesmo a sério mas sonhava ou ansiava algo, ou queria/precisava de várias coisas embora não pedisse nenhuma...
 

Só ontem à noite, já na cama, no refúgio dos seus braços me dei conta e apercebi do quão diferente será o Natal deste ano. E não posso esconder que me fogem lágrimas quando penso que já nada será igual ao que sempre conheci, a minha vida inteira. Este ano, o Natal será sem a minha mãe. Serei só eu, a minha irmã e o meu pai. E não é porque aconteceu alguma coisa de mal à minha mãe mas porque ela abandonou a "família" que nos foi construída (a mim e à minha irmã) depois de 24anos de casamento, para seguir o desejo e vontade de ser feliz. Não posso negar o quão triste isto é para mim. E quase me sinto uma extrema egoísta por falar em mim no meio de uma situação que para os meus pais deve ser bem mais intensa, sentida e profunda. Mas é o que sinto...que esta é uma situação tão triste, o que aconteceu à minha família...

Mais um regresso e o Verão a chegar

Cá estou eu de volta passado quase um mês desde a última publicação. É o reflexo do que têm sido as minhas últimas semanas! Tive das semana...