Os meus desejos seriam outros mas os meus planos têm de passar pelo estudo. E não me posso queixar de falta de trabalho!
sábado, 11 de janeiro de 2014
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
Em véspera de exame: Produtividade culinária
Ontem não saí de casa porque tinha de estudar. Mas como vontade para isso era a última coisa que descia sobre mim, vai de inventar de fazer tudo e mais alguma coisa ...para acabar por não estudar. Então dediquei-me (como já vem sendo costume nestas alturas) à culinária. Fui para a cozinha e pus pão a fazer: procura receita, vê medidas, arranja ingredientes, mede passo a passo, põe tudo lá para dentro e toca de ligar a máquina. Já que ia embalada, lembrei-me de pôr sopa a fazer e lá meti no fogão a maior panela da casa, descasquei mistura, meti tudo ao lume e deixei estar, mais o feijão verde à parte para juntar ao creme de legumes a que iria reduzir a sopa. Deixei lá ficar e foi estando. Mais umas horas passaram, para a frente e para trás, entre TV, net, sofá e gatos, lá fui novamente para a cozinha e comecei a descascar e cortar em pequenos pedaços maçãs para as aproveitar (que tinham sido dadas) que já quase não cabiam no frigorífico. Por pouco a maior terrina de ir ao forno não chegava. E o crumble ficou a meio porque tinha tirado bifanas do congelador e era melhor tratar delas para ter jantar pronto quando ele chegasse. Assim, fui à procura de uma receita com molho de mostarda e cogumelos (que nos tinham dado e também se tinham de usar rapidamente e ainda eram alguns) e inventei o resto. Alho, vinho branco, sal, (pouca) água, louro, alecrim, mostarda e bifes mergulhados, siga para o forno. Depois de algum tempo juntei os cogumelos laminados e queijo da serra ralado e lá ficou mais um bocado. Quando ele chegou estava pronto a comer, aprovou a invenção e as repetições e eu feliz da vida. Tirou ele o tabuleiro com a carne e substituiu-o o do crumble. Entretanto foi a uma aula e eu fiquei a estudar. Quando voltou a sobremesa estava pronta ...e deliciosa.
Foi muito menos tempo que estive enfiada nos livros mas a verdade é que só assim sou capaz de funcionar (de forma saudável). Pelo menos deu para descontrair e não pensar muito no que me esperava. O pior é que, depois, tive de estudar madrugada fora. Fazer o quê? Não há volta a dar, sou mesmo assim. E podia-me ter dado para pior, verdade seja dita. Saiu tudo tão bem!!! Oxalá o exame fosse igual ahahahah.
2013: o ano em revista
Para 2013 pedi força, saúde e amor. Não posso deixar de estar grata por tanta coisa importante e boa. Para 2014 peço (só) o mesmo em dobro. Conquistas e desejos realizados, ousadia e atrevimento, oportunidades e... o que quiser vir que seja bom! Que eu seja capaz.
- Consegui pôr dinheiro de parte;
- Fui ao circo pela primeira vez na vida;
- Experimentei comida nepalesa, a adorei;
- Ele fez-me uma mini serenata de aniversário;
- Fui pela primeira vez às Serenatas à Primavera;
- Passámos um fim-de-semana fora (Nazaré);
- Comemorei o São Valentim;
- Descobrimos a nossa esplanada de eleição;
- O Patanico caiu da varanda pela segunda vez, ficou internado vários dias, teve de ser operado e andou com a pata engessada;
- Experimentei comida indiana;
- Ele teve um acidente com o carro;
- Disfarcei-me a valer, encarnei uma personagem à séria, gravei um vídeo publicado no YOUTUBE, no Carnaval, pela primeira vez;
- Viajei com amigas, de carro, fui a Espanha (tudo pela primeira vez);
- Passei a Páscoa em casa mas sem a minha mãe;
- Passei a Páscoa em casa mas sem a minha mãe;
- Perdi o meu único tio materno;
- A minha bênção das fitas aconteceu;
- Conseguimos finalmente vender o carro que estava em nome dele;
- Terceira NTO e primeira foto juntos, finalmente (tirada por um invisual, espantem-se!);
- Afastei-e (inconsciente e não intencionalmente) das minhas amigas mais próximas - o grupo afastou-se;
- Fui mandada parar, pela primeira vez, no dia da mulher e correu tudo bem;
- Arranjámos uma amiga para o Patanico (ele adoptou uma gatinha);
- Completámos um ano de namoro;
- Fomos ao concerto dos UB40;
- Descobri a paixão pela culinária e experimentei muitas receitas;
- Fomos aos Santos mesmo ele tendo o pé muito inchado;
- Passei cada vez mais tempo em casa dele;
- Foi a minha última serenata como finalista;
- Comprámos bicicletas;
- Ele foi comigo a uma gala da faculdade;
- Fiz uma maratona de exames e cheguei ao fim com um para trás, um só, que me obrigou a ir a época especial para o passar, e consegui, contra todas as probabilidades;
- Licenciei-me;
- Fomos a um casamento (tendo sido convidados para dois);
- Voltei ao zoo, 14 anos depois da primeira vez;
- Passei mais um verão (curtíssimo) a trabalhar para juntar dinheiro, promotora e empregada de mesa;
- Fiz novos (bons) amigos;
- Ele pôs o carro em seu nome;
- Pelo terceiro ano consecutivo ele foi comigo de férias, à terrinha;
- Revi uns tios emigrantes que não via há anos;
- Entrei no mestrado e paguei a propina anual, duma só vez;
- Completei dois anos de carta;
- Comprei uma máquina de fazer pão;
- Conheci a Figueira da Foz, Mangualde, o Castelo de Leiria, Óbidos,...
- Enchemos e decorámos a casa dele;
- Fiz uma nova afilhada muito especial;
- Voltei à natação embora só tenha ido efectivamente umas duas ou três vezes;
- Revi a D. e o namorado e foi tão bom, recebi-os em Lisboa;
- Fui a Leiria várias vezes;
- Saímos do coro da universidade;
- Pus dinheiro de parte a dois, num porquinho vermelho;
- Estive internada com amigdalite (primeira vez na vida);
- Fui ao Budha Eden Garden no Bombarral;
- Ele finalmente arranjou um trabalho (decente) na sua área e pôde sair da loja de roupa;
- Primeiro casal de amigos que serão pais;
- Nunca tive o cabelo tão comprido (como quero há anos);
- Trabalhei num restaurante típico a um ritmo alucinante;
- Recebi o diploma da licenciatura;
- A minha avó veio visitar-me (!);
- Visitámos Viseu e a minha querida MJ;
- Fui várias vezes ao cinema (adoro!);
- Aumentei a minha colecção de MELISSA a óptimos preços;
- Fui a Fátima duas vezes;
- Fiz e apresentei tantos trabalhos para a faculdade;
- O meu pai esteve três vezes na capital (completamente inédito!);
- Nunca passara tanto calor nem frio em Portugal;
- Passámos a arrastar-nos para fora da cama levantar-nos cedo;
- Ingressei um jornal académico;
- Fui juiz por um dia;
- Fomos juntos à Serra da Estrela;
- Vendi brigadeiros para fora/ por encomenda;
- Pela primeira vez na vida não passei o dia de Natal com o meu pai;
- Voltei a passar o Natal com a minha mãe, um ano depois;
- Pintei o cabelo e voltei a usar franja;
- Recebi dele um anel lindíssimo, muito especial;
- Passei o ano longe da terrinha, dos meus pais e da minha irmã, mas com ele, junto à praia, com direito a fogo de artifício.
Nem tudo é mau, nem tudo é um mar de rosas. A mistura equilibrada de ambos resultaria num equilíbrio perfeito mas talvez não tivesse metade da piada de viver. O saldo é mais que positivo: foram maiores as alegrias, foram superiores ao sofrimento e angústia pesados. Dei muito de mim e recebi tanto!!!
Que seja um ano mágico!
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Mais um, menos um
Mais um exame feito, o segundo apenas, de muitos...nem quero lembrar quantos. Mas é um a menos, o que sabe sempre bem e agora esperam-me mais de duas semanas sem exames mas a ter de preparar quatro que são uns atrás dos outros (dois no mesmo dia até!). No final de cada exame, é sempre um peso que tiro das costas e hoje é esse dia: o de me sentir um bocadinho mais leve. Mas a verdade é que 3h de sono não ajudam muito à celebração. Até já fui dar uma vista de olhos no que está em saldos pelas lojas da baixa mas estou tão cansada que, passado pouco tempo, só quis vir para casa.
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
A menos de um mês do meu aniversário
...já criei um evento no facebook para prevenir outras marcações na mesma noite. Quero fazer um jantar (ainda não decidi onde) no sábado, uma vez que faço anos num domingo, e convidei muita gente. Para marcar e decidir também queria saber com quantas pessoas posso contar. A ver vamos...já falta menos de um mês!
Um dia bom
- Como foi o seu dia?
- Foi bom. Estive vivo. Pude sentir a brisa na cara, os raios de sol na pele, apreciar uma comida que me satisfez a necessidade, caminhar, encontrar pessoas que me (re)conhecem, falar, trocar uns sorrisos simpáticos. Também pude estar sozinho, em paz com os outros e comigo mesmo, terminar o dia a descansar o corpo já pesado sobre um recanto confortável e acolhedor, não passei frio nem enfrentei monstros. Foi um dia bom.
São as pequenas coisas que fazem a diferença, que devemos apreciar e agradecer por as podermos gozar e que, no final das contas, tornam os dias bons - embora muitas vezes nem nos dêmos conta disso.
Moral do Fim-de-ano
Depois de já falarmos sobre o assunto concluímos que do fim-de-ano de 2013 podemos tirar uma lição importante para o ano novo.
Até bem pouco antes da data, não sabíamos o que fazer, não tínhamos nada combinado e, quando uns amigos dele nos disseram para irmos até a casa da praia dos pais dele com um grupo de amigos achámos que seria uma boa ideia e aceitámos. Pensámos que iriam também outros amigos nossos, daquele grupo e julgámos que fôssemos a algum sítio (levámos roupa pipi e tudo), contávamos, pelo menos, com uma foto para memória futura e animação noite dentro.
Não é que tenhamos algo contra ficar em casa e estar com amigos no sossego e àvontade do lar, adoramos, na verdade mas não naquela noite do ano. Saímos para o ver o fogo de artifício à meia noite (e vimo-lo por pouco, já que saímos mesmo em cima da hora) mas depois, como estava de chuva, mesmo tendo ponderado tomar um copo num bar qualquer ali perto, decidimos todos que era melhor (e mais seguro) ir para casa e lá fazer a festa. Só que são pessoas diferentes de nós, com gostos diferentes, que já foram muito próximas do G., com quem já não nos damos frequentemente, com quem não nos identificamos assim tanto (aliás, certas atitudes só nos distanciam ainda mais), a maior parte do grupo eram pessoas que não conhecíamos, as outras pessoas do grupo que conhecíamos acabaram por não ir e outros era a segunda vez que encontrávamos... e, por isso, acabámos por estar algum tempo a ouvir músicas que não apreciamos, que só nos dão vontade de rir e que tivemos de encarar assim mesmo: brincando com a situação e tentando dançá-las tão entusiasmados como todos os que nos rodeavam. Tentámos entrar na brincadeira mas passado pouco tempo perdeu a piada e estávamos ambos sentados e enfadados, a olhar para os outros. Pior, ainda nos chateámos um com o outro à custa daquela situação - e passámos muito tempo no quarto (com que, pela sorte de termos chegado cedo e esperado 1h30m por eles, ficámos) a discutir. E assim começámos o ano. Depois de muito tempo no quarto e de algumas pessoas nos terem ouvido discutir até, lá nos juntámos ao grupo que jogava animadamente Party & Co. (muito tempo depois deles terem começado). Ficámos até às 6h naquilo e, por consequência, só nos levantámos às 15h do primeiro dia do ano, logo, aproveitá-lo como deve ser era para esquecer. Ainda mais porque demorámos imenso com questões logísticas. Arrumar, guardar malas nos carros, vestir, limpar e finalmente sair, deu para o final da tarde e, em cima do joelho, decidiu-se comer fora. Estava tudo fechado e nada era muito em conta mas isso só a nós nos preocupava (o que já é um problema pois deviam ter isso em conta se são nossos amigos, mas, com o jeito deles, ainda fizeram troça disso) mas, depois de muito tempo, lá conseguimos um lugar, ao gosto deles, onde comemos todos. Depois disso é que fomos para casa e ficámos finalmente os dois: já a noite tinha chegado e o dia estava no fim. Assim passámos o último dia do ano antigo e o primeiro do novo.
Para nós não é nada de grave termos passado esta época desta maneira, estivemos juntos e isso é o mais importante, estivemos entre amigos, comemos, divertimo-nos, também é verdade...mas não era aquela a passagem de ano que tínhamos imaginado. E isso, por mais que olhemos ao lado bom, às coisas boas (que estiveram lá!!!), ficou-nos a sensação de que, se calhar, não devia ter sido assim. E isso só nos pode demonstrar que o que ambos queremos deve ser o mais importante. E devemos fazê-lo. Senão não será bom como queremos.
Pelos vistos, este ano, temos de dar mais atenção a isso, para aproveitarmos e nos sentirmos mais felizes no final de cada dia. Nas pequenas coisas e nos dias importantes. Somos nós dois que importamos, acima e muito mais que tudo o resto.
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