quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Michael Bublé 2 Fevereiro MEO ARENA


Foi F-A-N-T-Á-S-T-I-C-O! Foi realmente o máximo, um grande espectáculo, adorei e valeu taaaanto a pena!!!


Chegámos depois do concerto começar... Fomos a correr desalmadamente para o Pavilhão Atlântico porque estávamos atrasados e com receio de não podermos entrar por já ter começado - já íamos em cima da hora, apanhámos trânsito e estacionar foi cá um pincel!

A primeira parte esteve a cargo dos Naturally7, um grupo de "arquitectos vocais" que utilizam um único instrumento...a voz! Fazem eles mesmos todos os sons e enquadramentos da música, desde a batida à letra, simulando instrumentos,...enfim! Donos de um soul fascinante, fizeram furor e aqueceram o público desejoso de ver MB. Passou num instante a primeira actuação, depois foi aí uma meia hora até que o mister se dignasse a aparecer.

Posso dizer que me surpreendeu verdadeiramente. Pela positiva. Talvez derivado ao género musical, estava à espera de um bom cantor, charmoso e galante, capaz de roçar o arrogante (snob) e nada mais que isso. Pois não podia estar mais enganada em relação ao homem, coitado!

É super engraçado, muito bem humorado, só faz piadas, é bocado palhaço, muito divertido. Falou imenso com o público, apresentou a banda, um a um, elogiou o público português (diz que é o melhor do mundo), partilhou coisas mais íntimas e pessoais, cantou que se fartou. Deu um verdadeiro espectáculo e um artista do caraças, do princípio ao fim! Eu estava radiante e até o G. (que não é tão adepto dele como eu) ficou rendido.



No início, deu conta de uma senhora sentada a meio da zona VIP, com um chapéu em forma de bolo de aniversário gigante e perguntou-lhe o que era aquilo. Quando percebeu o que era e a mulher lhe disse que fazia anos ("É o teu aniversário e estás aqui, comigo?!"), chamou-a ao palco e ela correu para os braços dele - eu não pude deixar de me roer de inveja e lamentar-me porque podia bem ser eu no lugar dela. Ainda ponderei correr até o mais perto do palco que conseguisse mas estava no Balcão 2, à (extrema) esquerda do palco, havia vedação para a plateia e tinha pessoas sentadas pelas quais teria de passar para sair do meu lugar. E lá me conformei que não podia ser...

Era o último concerto da digressão e o MB fez questão de nos dizer que se ia divertir ao máximo e que era isso que queria e esperava que também nós fizéssemos. Começou com uma cortina de fogo ("Gastei todo o meu dinheiro naquele fogo de artifício do início, o resto do espectáculo não presta, podem ir embora. A sério"), no meio da qual surgiu a cantar, sozinho no palco principal. Só depois (talvez um ou duas músicas depois) a cortina se abriu e toda a banda ficou a descoberto, atrás dele, sendo ele o centro das atenções e o dono de quase todo o palco. Pouco durou. A banda aproximou-se dele, pouco depois, para a frente do palco. 


Foi sempre muito dinâmico, cantou e dançou, brincou com a equipa e com o público, via-se mesmo que estava a divertir-se.  A uma certa altura atravessou toda a zona VIP para ir até ao palco mais pequeno, do outro lado do pavilhão e cantar com o Grupo da primeira parte DAFT PUNK (Get Lucky) e depois ALL WE NEDD IS LOVE durante a qual foram lançados imensos papelinhos rosa e brancos por todo o espaço - o público estava ao rubro, que show!



Depois veio a parte mais romântica, com músicas lindas como a mai nova Close your eyes e a minha adorada Save the last dance for me. Teve direito a um conjunto de cordas a acompanhá-lo, só mulheres e portuguesas - facto que ele fez questão de sublinhar, reforçando que eram lindas. 


Despediu-se mas logo depois voltou, com um blazer brilhante, e terminou a cantar nas alturas, literalmente, tendo sido içado por uma plataforma no palco e aparecido no meio do escuro. Quando deu para o ver, já estava lá em cima.

Para terminar da melhor forma possível, na última música que cantou, dedicada especialmente aos fãs ali presentes, a certa altura tirou microfone e amplificador, pediu silêncio com um gesto e cantou a plenos pulmões, ao natural, para que todos o ouvissem, fazendo estremecer os que assistiam. 
Finalmente despediu-se, com um sorriso genuíno e sincero e os olhos rasos de emoção.
Foi lindo!

2 de Fevereiro de 2014

Pois é, voltei (agora) mais velha. 


O meu objectivo era fazer um jantar de aniversário no Sábado (sendo no Domingo que fazia anos) mas acabou por não acontecer. O pessoal cortou-se e nada feito, decidi que não valia a pena dar-me ao trabalho de um jantar para duas ou três pessoas. Então, contei comigo e com o G. apenas. A minha mãe depois acabou por vir também - foi um fim de tarde a cozinhar tudo e mais alguma coisa, à qual se seguiu um jantar a três. 

Tenho de confessar que começo a não achar muita piada aos aniversários porque acabo sempre por sentir um vazio, uma qualquer falta estranha. Depois do jantar a minha mãe foi-se embora e ficámos só nós dois. Não fazia ideia do que fazer nem onde ir e estávamos sós. Se isso é algo que nunca nos atormenta, num dia diferente a coisa já não é bem assim e custou-me um bocadinho. Lá foram algumas lágrimas e uma horinha perdida porque não se sabia onde ir e, tendo vontade de ir, a força escapava-se (desânimo no poder/controlo). 
Acabámos por sair de carro, conduzi até Sintra, sempre sem sair ou parar, já era madrugada. Depois até a marginal e regresso a Lisboa. Tive direito a operação STOP e tudo, pela segunda vez mandada parar e pela primeira vez assoprei o balão - logo na noite em que bebera um copinho de sangria ao jantar - mas o resultado foi digno de aplausos e só faltou o prémio (0,0).

Fomos dormir já passavam das 3h do meu dia de anos.
Domingo foi para dormir até mais tarde e sair para passear - estava um frio de rachar mas lá ganhámos coragem e fomos até ao Cristo Rei, para ser diferente e porque nunca tínhamos ido (nenhum dos dois). Entre a subida ao miradouro, a passagem pelo Centro Comercial e as chamadas a desejar parabéns...foi uma correria (literal e) tremenda para conseguirmos partir o bolo (cheesecake feito na noite anterior a 6 mãos) com a minha mãe (encontrámo-nos em casa dele) e estar no concerto do Michael Bublé a tempo.

Acusem-se! Ainda está aí alguém?


Bem, quase um mês depois, cá estou eu de volta!
Pronta a contar as peripécias dos últimos tempos.
Ainda está aí alguém???

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Nem tudo é mau


Pois que ontem foi dia de vender o carro do G.
Já estava à venda há algum tempo porque era uma despesa que custava suportar e, com a notícia da prenda do meu pai, era a altura ideal. Porque desde que ele começou no novo trabalho o usa muito menos e um carro como aquele, quanto mais tempo ficar parado pior fica. Porque deixou de ser bom para nós e felizmente conseguimos dar um passo à frente no que aos carros diz respeito (graças à prenda que recebi)! 
Foi vendido a uma nova família, a quem fazia mesmo falta e que concerteza lhe dará o uso que merece e isso deixa-nos contentes! O negócio foi feito em 3/4 dias e isso foi muito bom para ele (que já tem destino para o dinheiro quase todo) e para nós porque ter dois carros é para gente muito rica. Agora o objectivo é conseguir deixar algum de parte. Eu acredito que ele vá conseguir e não podia estar mais feliz por ele, porque sei o que esta pequena (grande) mudança significa na sua vida!

Se calhar é melhor ir à bruxa


Ontem, depois do terceiro exame desta semana (em 3 dias!!!), bati com o carro. E foi só a coisa mais estúpida (mesmo ao pé de casa, ao arrancar para entrar numa rotunda, que estou farta de fazer, bati no carro da frente que não andou!) mas esmagou-me a (frente) lateral direita. Fiquei tão nervosa e triste comigo mesma... que nem tenho palavras para o descrever. Valeu-me a zona ser calma, ninguém se ter magoado nem ter sido nada de outro mundo, a pessoa não ser um atrasado mental como tantos que andam na estrada, ter ligado ao meu pai que não me deserdou logo, me acalmou e ajudou e, principalmente, o G. estar por perto e ter ido logo ter comigo (nem sei que faria sem ele)! Agora não há mais nada a fazer senão pagar o arranjo (o meu e o do outro) e conformar-me (mas isto não consigo).

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

A parte não bonita


Há três dias tive uma tremenda crise de choro. A pressão, a preocupação, o medo, os nervos, a ambição e o sentir-me perdida, impotente, incapaz culminaram num desabar emocional do qual ainda não fui capaz de me recompor. Chorei, chorei, solucei, a minha cabeça parecia rebentar, com toda a força da tristeza que me invadiu, chorei e chorei mais ainda até não poder mais. Desde que soube as notas dos dois primeiros exames que não pude deixar de sentir-me mal comigo mesma, desanimada e profundamente triste. Tenho tentado, talvez não tanto quanto devia, manter-me de pé mas sinto que já não tenho forças e que não sou mais capaz. A tristeza tomou conta de mim. Não consigo deixar de me sentir um zero, que não valho nada, não sei o que estou a fazer e que está tudo errado. A minha vontade é fechar-me e chorar até não ter mais forças.

Veio a boa nova!!!


Tenho um carro. O meu pai comprou-me um carro!
É algo muito especial para mim e uma prenda tão boa...!
Não é nada de outro mundo mas é meu e adoro.
Fiquei tão feliz por finalmente ver isto a acontecer - de há um ou dois meses que o assunto tinha vindo à baila, iniciativa (espantoooo!!!) do meu pai e confesso que só quando vi com os meus próprios olhos é que acreditei.
Na quinta feira, depois de semanas de negociação, fui buscá-lo, entrei e saí de lá rumo a casa, por minha conta, com ele (carro) só por minha conta. E agora, é a minha estrelinha! 
Das melhores prendas de sempre!

Mais um regresso e o Verão a chegar

Cá estou eu de volta passado quase um mês desde a última publicação. É o reflexo do que têm sido as minhas últimas semanas! Tive das semana...