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sexta-feira, 7 de outubro de 2016

O céu mais bonito de que há memória

Não considero que ande por este mundo há muito tempo mas a verdade é que não tenho memória de nenhum ano que tivesse céus tão bonitos quando o sol se põe como este. Já perdi a conta às cores de encantar que vi no céu nos últimos meses. Por norma regresso do trabalho ao final da tarde e venho em direcção a Lisboa deslumbrada com as cores com que o céu se pinta quando o sol se esconde. Ao atravessar a ponte, tenho à minha frente um céu raiado ora de amarelo-avermelhado, ora de rosa-algodão-doce, enquanto deixo para trás um lilás que parece irreal no horizonte. Sempre com um belíssimo fundo azul, umas vezes mais vivo, outras mais mais suave e com o astro maior que ora é de uma amarelo tão quente que me remete para a cor do fogo, ora é alaranjado. Por vezes, além de todo este espectáculo que se apresenta diante dos meus olhos, há algumas nuvens que parecem algodão, de tão alvas, perfeitinhas e cuidadosamente espalhadas que estão.
As imagens com que vos deixo foram retiradas da web (sim, porque eu sou incapaz de conseguir tirar fotos, limito-me a ficar espantada e a conduzir) e não sei se têm ou não edição de imagem mas garanto-vos que o que tenho visto ao vivo, bem parece ter sido tratado em um qualquer programa de tratamento de imagens de topo...só que é bem real!






Só assim vale a pena voltar mais tarde para casa.

Sou só eu que tenho visto, em 2016, os céus mais bonitos no pôr-do-sol?

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Sexta-feira

(Para terem ideia do estado em que estou, em vez de "sexta-feira", escrevi "quinta-feira" no título! Sinto que fui atropelada por um camião TIR)


Nos últimos dias sinto que tenho andado em piloto automático, a tentar recuperar das últimas semanas, cheias de gente e de coisas boas mas num verdadeiro frenesim que nos impede de ter tempo para o que quer que seja, nem mesmo pensar. Só desempenho tarefas que sei que têm de ser feitas, umas atrás das outras, umas melhor que outras, umas são deixadas para trás e continuam pendentes... Não tem sido fácil agarrar as rédeas e retomar o controlo dos meus dias. Quando a nossa rotina (por muito pouca que ela seja) é alterada, acho que é normal isto acontecer. Eu tenho-me tentado aguentar à bronca. Recebemos imensas visitas no último mês e meio, mais do que no ano passado inteiro e receber amigos implica recebê-los bem, ter a casa apresentável, ter atenção a algumas coisas que normalmente não temos de ter e adaptar-mo-nos a uma situação diferente. Nós adoramos mas tantas em tão pouco tempo, é exigente! Afinal o homem ajuda-me como pode mas ele trabalha mais do que a conta e eu sozinha tenho de dar conta de um T4 com dois gatos peludos.

Não tarda também estaremos finalmente de férias, longe de tudo e todos. Mas até lá há muito que sprintar porque há muito a fazer e tratar entretanto. Tenho de ganhar força para pôr tudo em ordem, o mais depressa possível e poder respirar de alívio com a sensação de dever cumprido. Ânimo, já não falta tudo. Quanto mais depressa terminar, mais cedo estarei livre!

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Campeões da Europa!

Eu tinha um pressentimento e a alegria foi tanta que tivemos de ir ao Marquês!!! Ainda que só os dois, ainda que sem saber o que esperar. Encontrámos um mar de gente e uma euforia enorme! Lisboa estava em festa, acho que todo o país estava em festa e isso é lindo de se ver. Já merecíamos uma vitória assim. Foi mais do que merecido, por tudo. Mesmo pelo percurso, mesmo pelas críticas, mesmo pelos contratempos e pelos "azares". Isto é Portugal! E somos campeões para calar muita gente!


Parabéns Selecção, honraram a Nação!

segunda-feira, 4 de julho de 2016

Sábado que enche o coração

Fui finalmente, ao final da manhã de sábado, ao dentista, fazer uma limpeza e os moldes para uma placa que espero resolva o meu problema e diminua os efeitos que dali advêm.
Permiti-mo-nos almoçar fora, na nossa esplanada de eleição, que ficava ali perto. Este ano temos tentado ser muito rigorosos connosco mesmos no sentido de não gastarmos ao máximo, afinal temos um objectivo exigente este ano. Mas não fizemos nada pelo nosso aniversário, nem de namoro, nem de nos conhecermos, nem nada, então, achámos que merecíamos um momento diferente, só nosso.


Nessa mesma tarde consegui finalmente encontrar-me com algumas (nem todas puderam) das minhas amigas do coração, legado da faculdade. Todas temos as nossas vidas, todas têm rotinas diferentes e torna-se complicado encontrarmos um consenso num encontro com todas (ou pelo menos com mais do que duas, somos seis).
Depois de mil e trezentas tentativas de encontro, conseguimos marcar para a tarde deste sábado e lá nos encontrámos quatro. Desta vez, uma dupla estreia, os nossos moços acompanharam-nos e conhecemos o mais recente membro - o novo namorado de uma de nós. Costumamos ser só meninas quando nos encontramos mas como uma delas queria apresentar-nos o rapaz, levamos os respectivos. Éramos três casais e mais uma. A solteira esteve connosco pouco tempo, tinha outros compromissos mas ainda nos vimos, que é o mais importante. Os três casais fizeram algo inédito: encontrámo-nos para lanchar, à tarde mas ainda cedo, e só nos despedimos já no dia seguinte! 
Pois é, depois de alguma conversa na esplanada, de algumas passagens por miradouros da bela capital, resolvemos jantar ali perto, todos juntos. Depois de jantar, fomos comer um gelado, passeámos mais um pouco e fomos a um pub. Mais umas horas de conversa mas a determinada altura o volume da música já não nos deixava conversar civilizadamente e abandonámos aquele sítio para nos irmos sentar noutro ali perto, para mais um copo e (mais) uns dedos de conversa.


Já a noite ia longa e já era madrugada de domingo quando nos despedimos, de coração cheio e com boas notícias. Convites entregues e viagens marcadas, em Dezembro podemos contar com eles.

Aguenta coração!

Visita da prima.
Início do processo civil para casamento.
Compra da lingerie para o casamento.
Vestir o vestido de noiva com a lingerie.
Reunir todas as intervenções que precisava para me poder candidatar a exame.
Ir ao dentista tratar de algumas coisas que me estavam a chatear há vários meses.
Imprimir (finalmente) fotos nossas.
Fazer as primeiras compras dos saldos.
Jantar com família.
Faltar cerca de um mês para irmos de férias.
Enviar mais coisas para o casamento para casa.
Substituir liquidificadora que se tinha estragado.
Celebrar quatro anos de namoro.
Contar menos de cinco meses para o nosso casamento.
Portugal nas meias finais do Euro.
Estar (finalmente) com as minhas amigas do coração e conhecer o namorado de uma delas!


Em poucos dias (numa semana!), tanta coisa!

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Envelhecer


O único consolo que retiro de estar a envelhecer é ter companhia. Afinal ninguém vai para novo, caminha tudo para mais velho.

sexta-feira, 24 de junho de 2016

NIB para prendas de casamento

Há uns dias fomos surpreendidos por um dos nossos convidados, disparou "Então como é que vão fazer, vão dar-nos o vosso NIB para fazermos a transferência da prenda?". Nós olhámos um para o outro sem saber o que responder e foi isso mesmo que dissemos - que não tínhamos pensado nisso e não sabíamos se isso seria boa ideia.
A pessoa explicou-nos que era assim que tinha feito em outros casamentos, que é muito prático e a melhor forma e incentivou-nos vivamente a fazê-lo. Disse-nos ainda que esta seria até uma boa altura para isso, que lhe dava inclusive jeito dar a prenda já, uma vez que receberia subsídio e tudo mais. "É que as pessoas agora até têm mais dinheiro e se calhar preferem tratar já disso".


Nós não temos lista de casamento, para nós não faz qualquer sentido. O que preferíamos era receber dinheiro como prenda mas só (reforço SÓ!) se as pessoas quiserem dar alguma coisa - afinal não é nenhuma espécie de obrigação. Não convidámos ninguém para ir ao casamento a pensar no dinheiro que nos poderiam dar, não fazemos contas ao que vamos gastar contando com o que eventualmente podemos vir a receber (é muita suposição para nosso gosto) e só contamos com o que temos. Nós vamos, conforme nos for possível, pagar o casamento e é segundo isso que o temos organizado desde o primeiro dia. Obviamente que se nos perguntarem: "O que querem como prenda?" a resposta será "dinheiro" porque temos sonhos e objectivos que só com a ajuda dele ($$$) se podem realizar. Mas se não nos derem prenda nenhuma, não recebermos dinheiro nenhum, não muda nada. Não vamos deixar de nos casar nem de pagar o casamento por isso.

Agora a pergunta, no contexto daquilo que nos sugeriu o nosso convidado: já vos aconteceu algo assim, irem a um casamento onde ofereceram dinheiro por transferência bancária? Eu, aos que fui, ofereci dinheiro (o que pude!) mas levei num envelope e entreguei aos noivos no dia. É verdade que é coisa pouco prática e não sei se toda a gente faz assim pois até se pode tornar perigoso mas é o que sempre fiz e vi fazer. E vocês?

Pequeno almoço

Em geral sempre fui aquela pessoa que não ligava nenhuma ao pequeno almoço, que até me fazia impressão comer de manhã porque fico meio enjoada ou mal disposta (apesar de adorar comer, durante o resto do dia, o meu estômago sempre teve manhãs complicadas). Nos últimos dias nem me reconheço, não pareço a mesma. 
Tenho (pela primeira vez na vida, desde que me lembro de existir) perdido algum tempo das minhas manhãs a preparar um pequeno-almoço que assim se possa chamar. Não é nada de especial mas, em comparação com os cereais mal amanhados que atirava para uma taça, regava com leite e empurrava goela abaixo, já é uma grande coisa. Pão tostado, manteiga, café com leite e fruta são a conjugação perfeita para um início de dia feliz. 
É claro que isto é possível porque tenho manhãs folgadas e acordo a horas decentes, se me levantasse cedo e tivesse de sair a correr, aposto que a coisa não se dava da mesma forma.
E confesso que tem razão quem diz que faz toda a diferença no nosso dia um bom pequeno-almoço. Porque uma pessoa fica melhor alimentada, não tem fome e tem mais energia (ou será só efeito psicológico?)!


Esta semana não falhei um dia. Vamos ver quanto tempo isto dura... Seja como for, achei melhor registar isto aqui porque já estou orgulhosa de mim mesma!

terça-feira, 14 de junho de 2016

Os primeiros cortinados da nossa casa!!!

Tardou mas aconteceu! Ontem, finalmente, quase dois anos depois de nos termos mudado para cá, pusemos os primeiros varões e cortinados cá em casa. Ainda foi só uma divisão que recebeu os cortinados e deu algum trabalho pôr a coisa apresentável mas faz toda a diferença.
Demorámos muito tempo a decidir comprar varões, fixadores, terminais e tudo o resto - talvez devido, em parte, ao receio de investirmos numa casa que esperamos que seja provisória e, obviamente, ao facto de termos muitas limitações orçamentais. A verdade é que achávamos sempre que os conjuntos ficavam muito caros e tendo em conta que temos uma casa com cinco assoalhadas, para compormos tudo, acabava por ainda significar algum investimento.
Há umas semanas encontrámos uns conjuntos muito em conta e assim que tive oportunidade fui buscar três inicialmente. Entretanto, acabaram por ficar à espera de um tempo livre do homem para que pudéssemos colocá-los. 
Ontem, que ele veio relativamente cedo do trabalho, desafiei-o a colocarmos o primeiro varão. Tínhamos guardados há quase um ano um par de cortinados, conjunto da colcha que temos no quarto de hóspedes (conjunto esse que nos foi oferecido pela nossa tia no verão passado), por isso, foi a primeira divisão a ficar mais composta. 


Agora que vejo o resultado final confesso que faz toda a diferença e valeu a pena o trabalho e esforço do meu homem (com a minha colaboração). Falta arranjar os cortinados para as restantes divisões e dar um ar diferente e melhor à casa, que afinal é o nosso lar, seja por que tempo for. Estou contente com a mudança, com o melhoramento!

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Quando a nossa história é contada por outra pessoa


Eu já ouvi da boca de alguém muito especial e próximo a nossa história. Não foi bem a nossa história (minha e do meu homem) mas na verdade era a dela, com o homem dela mas tinha tanta semelhança e o que ela descrevia era tão parecido ao que eu senti também que me abanou por dentro, me chegou à espinha e relembrou sentimentos esquecidos, sensações já vividas. Foi tão intenso que não consegui evitar emocionar-me. Achei tão bonito e tão bom mais alguém poder sentir o que eu senti, alguém tão especial para mim estar a passar uma coisa que foi tão boa para mim que não me segurei e desatei a chorar. E num abraço apertado trocámos as maiores confidências entre nós duas. E assim se tem a prova do quão próximas somos, porque as nossas almas estão ligadas.

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Estado de alma

Maio começou e já falta pouco para chegarmos a meio do ano (é só a mim que me parece ter sido ontem a passagem de ano?). Hoje o dia não começou com o melhor espírito, tenho de confessar. O fim de semana foi ocupado com o que "tem de ser feito" e não houve tempo para descansar, mal dormimos e muito menos tivemos tempo para nós. Não me lembro de um momento em que tenhamos conseguido estar bem os dois, sem ninguém à nossa volta ou nada por fazer. Custa muito que estes dias sejam assim, porque são os únicos em que o tenho comigo, porque passo a semana toda à espera deles. Eu sei que pode ser até egoísta da minha parte mas não consigo sentir-me bem com um começo de semana assim, em que sinto mais a falta dele do que no início do fim de semana.


Na sexta ele foi ao futebol (inédito!) e por isso chegou mais tarde a casa, comemos à pressa e tivemos de sair depois das 23h para irmos a um compromisso seu. Voltámos a casa depois das 2h, mais mortos que vivos. Pior ainda foi sábado. Tivemos de ir trocar os pneus do carro de manhã e fazer umas compras, voltámos a casa, tomámos banho e voltámos a sair para uma aula de dança que ganhámos. Depois da aula fomos fazer mais compras e voltámos a casa para comer e saímos pela hora de jantar, para um outro compromisso dele, até depois das 4h da manhã. Eu sai de lá esganada de fome, tantas horas, atrasos e não havia NADA para comer. Só chegámos à cama por volta das 5h e ontem, como era dia da mãe, tivemos de nos levantar pelas 11h para ir almoçar a casa dos pais dele. Quando saímos de lá fomos ter com a minha mãe, aproveitar o sol de fim de tarde num passeio por um jardim e regressar a casa, cozinhar e jantar. Fomos pôr a minha mãe, voltámos a casa e já passava da meia noite quando nos fomos deitar.

O que mais me custa é não sentir estas coisas que carrego no peito. Porque eu sei que ele faz um esforço enorme para chegar a todo o lado que acha necessário e trabalha que se farta, não descansa o suficiente e tem uma vida exigente e ainda me tem a mim a "querer" atenção. Não acho justo da minha parte sentir-me assim, dizer-lho ou querer mais atenção. Sei que a situação em que estou também não abona ao facto de me sentir melhor e por isso não o posso culpar e fico sem saber o que fazer.
Além destes dias de fim de semana terem sido assim, no próximo ele sairá em retiro com o trabalho, o que fará com que não o tenha comigo novamente. Sinto-me só, não consigo evitá-lo. Há dias em que só me apetece, dada a falta de motivação, simplesmente não sair da cama. É uma sensação péssima e juro que me esforço (tenho esforçado) para a combater, mas é um trabalho diário e exigente, que nos põe realmente à prova porque lutamos contra nós mesmos. E é cansativo, verdadeiramente cansativo. É só um desabafo, se o dia, a semana e o mês começaram assim, só podem melhorar, e isso é uma boa notícia.
Boa semana!

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Mudanças de visual


Ando com vontade de cortar (ainda) mais o cabelo. Depois de anos e anos a deixá-lo crescer, a tentar mantê-lo comprido, não me reconheço. Talvez seja a necessidade de mudança, só espero não me arrepender!

sábado, 21 de novembro de 2015

Beleza - maquilhagem

2015 foi, sem dúvida, o ano em que mais me interessei por maquilhagem. A verdade é que a mim sempre me fez muita confusão tanta diversidade e a quantidade de coisas que podem (e devem, algumas) ser usadas no nosso rosto, quer como cuidados com a pele, quer para tirarmos maior partido dela, com maquilhagem. Por isso, nunca tive paciência para dedicar algum tempo à coisa e sempre que tentava perdia muito tempo, sem conseguir grande resultado. Para ser sincera, ainda é assim. Perco muito tempo a procurar produtos que sejam em conta, sejam úteis e que valham alguma coisa. A diferença é que agora me valho das blogers e youtubers que dão dicas jeitosas para o efeito.
Já há muitos anos que me maquilho - sempre com fases em que o fazia mais intercaladas com longos períodos de cansaço em que não fazia nada - e os produtos sempre fizeram parte da minha vida mas nunca criei rotinas nem percebi muito do assunto (nisso, continuo quase igual). Comecei no final do ano passado a ter mais vontade de mudar isso e tenho feito um esforço por tratar mais e melhor da minha pele e por aprimorar as maquilhagens que faço.


A verdade é que desde que estive em Itália adquiri o gosto pelo cuidado da nossa aparência por convivência com a minha querida D., minha colega de casa lá. Ela estava sempre impecável: cabelo, unhas, rosto. Embora não seja nenhuma top model nem perfeita, é uma rapariga bonita e interessante. Cuida de si, tem brio na forma como sai à rua e isso foi algo que eu adquiri dela.
"Nunca saio de casa sem estar maquilhada", dizia-me ela. Eu achava um pouco exagerado mas compreendo o que ela quer dizer. Há que ter gosto por estar apresentável, por nos sentirmos confortáveis em estar em público, por nós mesmas. A ela devo-lhe essa aprendizagem.
Em geral, as mulheres italianas tratam de si, têm mais cuidado com a apresentação, mesmo que não andem de saltos altos e vestido justo a toda a hora, essa foi outra das coisas que aprendi ao viver lá. Eu acho isso muito bem, não quer dizer que não possamos andar como nos apetecer ou que tenhamos de estar sempre arranjadas. Não. Temos é de nos sentir bem e confortáveis connosco mesmas. Se for com bom aspecto, melhor ainda.

Dá trabalho perceber minimamente que produtos preciso (são uns quantos) para ter um ar apresentável, como os devo utilizar e quais os que são adequados...e perde-se ainda algum tempo. É todo um mundo novo que se tem de descobrir e passar a conhecer por isso tenho de ir aos poucos.
Ainda estou no início mas as diferenças já são evidentes e cada vez gosto mais de perder algum tempo com cuidados de pele e maquilhagem. Por aí, qual é a vossa "posição"? Amigas, inimigas ou indiferentes à maquilhagem e cuidados de pele?

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Dói assistir

A minha mãe esteve de baixa durante 10 dias. Inicialmente porque estava adoentada mas na verdade aquilo tem outro fundo, o mesmo que ainda está por tratar. Ela já é, felizmente, acompanhada por uma psicóloga e médica de família há algum tempo mas não chega. É uma verdadeira montanha russa de emoções e tanto está tudo "bem" como parece estar no fundo de um poço escuro. Eu já tentei que entenda que não serve continuar assim e ao que parece ela mesma pensou que um psiquiatra (ou pelo menos outro especialista) será uma opção a considerar e pediu encaminhamento à médica de família para ir ao hospital, embora possa demorar. A psicóloga que a acompanha está de baixa e mesmo antes disso reduziu a periodicidade das consultas (de duas em duas semanas só, uma vez por mês), o que não parece, claramente, ajudar em muito.


Já não sou capaz de estar mais próxima, ela tem atitudes tão inconsequentes, infantis e descompensadas que não posso fazer outra coisa senão não as considerar. Tenho necessidade de me afastar dela para não afundar junto. Sei que provavelmente não é o mais acertado mas eu tento evitar aproximar-me muito para me proteger, para não me magoar ainda mais tudo o que ela faz, pelo que passa, as situações em que se mete. Só desejo que ela possa melhorar mas, o que me assusta é que não estou a ver como isso possa acontecer... Muita coisa ela teria de mudar para poder recuperar e ter uma vida da qual gostasse verdadeiramente. Uma limpeza ao passado, um escrutínio se preciso fosse, parecem-me fundamentais e ela ainda não foi capaz de arrumar as coisas. Sem que isso aconteça parece-me que nunca conseguirá verdadeiramente estabilizar e (re)equilibrar-se. Teria de acontecer na sua vida uma mudança de 180º e isso, como tudo o resto nesta altura, só depende dela. Dói assistir a tudo sem ser capaz de fazer mais nada.

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Já o Natal?


Há meses (já lhes perdi a conta) que "penso" no Natal porque procuro reservar (e comprar) viagens para o passar em casa. Não está fácil. As viagens continuam, dia após dia, absurdamente caras e eu já nem sei o que fazer. Não dá para acreditar que me peçam mais de 500€ para passar fazer 1h30 de viagem de avião, nem 15 dias lá passando. Tendo em conta que somos dois, o preço duplica e com esse valor bem poderíamos ir para o outro lado do mundo. Se as novas regras de reembolso vieram para melhorar as coisas, também fizeram com que nas épocas altas as companhias peçam no mínimo o valor máximo reembolsável, sendo na maioria muito superior.
Não quero passar mais um Natal como o do ano passado, custou-me tanto estar longe dos meus, senti-me verdadeiramente miserável pela forma como as coisas se organizaram e aconteceram e já sofro com essa possibilidade. Não quero aquilo para mim, para nós, outra vez. 
Ele já me prometeu que se nos virmos obrigados a cá ficar não passaremos o Natal senão na nossa casa e quem quiser estar connosco é lá que terá de ir, não o contrário e assim não teremos de estar separados por caprichos alheios. É claro que isso melhora as coisas mas não me descansa nem apaga a memória do ano passado infeliz.
Deus nos ajude a encontrar forma de passar o Natal na minha terra, com os meus, este ano, por favor! Seria a melhor prenda de Natal do mundo.

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Novidades fresquinhas

Decidi levar o meu computador à limpeza para lhe melhorar a saúde porque já não era o mesmo desde a quebra que teve no verão. Os anos já pesam e eu não lhe dei a devida atenção por isso tive algum (ainda que pouco) tempo sem ele - e por isso não consegui cá vir - mas agora está de (muito, espero) boa saúde!

Quanto aos últimos dias...
Na sexta fui ao escritório e foi-me incumbida uma tarefa de responsabilidade. O meu patrono enviou-me a tribunal na segunda-feira sozinha. Ele não podia estar presente na última sessão do julgamento que tenho acompanhado e como era algo simples mandou-me a mim. Confesso que estava nervosa mas correu tudo bem e senti que foi um grande voto de confiança da sua parte embora tenha sido algo bem simples. Levava alegações preparadas mas acabei por não me pronunciar tendo a sessão sido muito rápida. Isso é que não sei se fiz bem - não me ter pronunciado, tendo levado aquilo preparado. Mas todas as outras partes dispensaram, o juiz quis acelerar as coisas e eu também prescindi. De qualquer maneira, na segunda-feira fui pela primeira vez sozinha a tribunal representar alguém (e isso deixa-me orgulhosa)!

Sexta depois do escritório fui apanhar o homem ao trabalho e trouxemos umas cadeiras que nos demos (as nossas foram atacadas pelo bicho e desde então que estamos com poucas).

No sábado fomos fazer algo que já andávamos para fazer há algum tempo. Dar sangue! O tempo voa e a última vez que lá tínhamos ido tinha sido em Dezembro. Parece mentira.
Também tratámos de pôr aquilo que temos a mais cá em casa à venda e agora é fazer figas para que consigamos vender o quanto antes.
Não foi um dia fácil porque nos aborrecemos um com o outro e, por isso, acabámos por não aproveitar como poderíamos, mas os ânimos estavam exaltados e há momentos em que acho que nunca nos entenderemos porque parecemos falar línguas completamente distintas - é uma aflição.

Domingo passou num ápice com um evento da irmã do G. e lanche com os pais dele cá em casa que nos ocuparam a tarde inteira. Não demos conta do tempo a passar mas isso é o costume dos fins-de-semana. São sempre curtos e sabem a pouco. Pelo menos a mim.

Continuo à espera de novidades quanto ao meu estágio, da parte do meu patrono e do seu colega. Parece que tem sido complicado conciliar agendas para reunirem e falarem comigo os dois, sobre isso, determinando como será com maior precisão. Preciso mesmo de determinar como poderá ser para me organizar em função disso. Continuar pendente do que pode ser, sem nada certo está a ser muito difícil de gerir. Além disso estou a tentar começar a colaborar com outro advogado, numa nova área, para a qual tenho de estudar e aplicar-me e por isso precisava de saber que disponibilidade terei para isso para me organizar e decidir o que fazer, sendo a minha prioridade o estágio com o meu patrono, é claro.


Bom resto de semana, que já vai a meio!

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Fomos ver o Estagiário


No sábado à noite fomos ver o Estagiário. Que filme giro. Original, divertido, actual, comovente. Prestações exemplares de Anne Hathaway e Robert Deniro que desenvolvem uma ligação /relação incríveis - quer entre eles, quer com o público. Vale (muito) a pena ver!






Sem contador do gás

Lembram-se da conta de gás e electricidade de mais de 300€? Então, afinal o nosso contador do gás ...nunca contou. Nós de vez em quando davamos as leituras mas a verdade é que era sempre a mesma - e nós não demos conta, claro! E a EDP é claro que nunca nos avisou a não ser agora, depois de termos reclamado daquela estimativa absurda. 
Quando nos mudámos para esta casa e cá vieram abrir a electricidade verificaram que o contador estava danificado, alguém o adulterou e foi reportada a situação para que o anterior inquilino fosse responsabilizado. Pelos vistos o contador do gás também estava no mesmo estado embora o competentíssimo funcionário não o tenha verificado. Mais competente ainda é a EDP que perante as nossas contagens sempre iguais não nos alertaram para isso mesmo.
Já contactámos a distribuidora para nos virem analisar o contador (e trocá-lo!) mas temos de aguardar que nos contactem para isso. 


O que me tem andado a passar pela cabeça é: se nós não temos contador a funcionar eles cobraram por estimativa mais de UM ano de gás. Nós somos só dois cá em casa (os gatos não contam) e só usamos gás para tomar banho e cozinhar. Não há mais nada que gaste gás. Será que andámos a pagar mais do que devíamos ou até tivemos "sorte" e cobraram-nos menos? Isso só saberemos depois da primeira contagem de um contador bom, né!?! E depois disso eles fazem acertos, não fazem, só fazem se for superior, e se for inferior ao que pagámos estes meses todos? São as dúvidas que me atormentam.

P.s. Sempre pagámos, durante todo este tempo as contas que nos chegaram e sempre vieram nos tempos certos, só que por estimativa, que pode ser inferior ou superior.

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Do que já foi


Nunca se perguntaram se aquelas pessoas que já amámos se lembrarão de nós? Se ao ouvirem aquelas que foram as "nossas" músicas alguma coisa lhes passa no peito? Se existem memórias que não somos só nós a ter, se as recordações que hoje já não são tão dolorosas e se tornaram suportáveis serão partilhadas e consideradas como agradáveis por mais alguém? Não sei se é a palavra certa para o descrever mas a mais aproximada que me ocorre é ...nostalgia. Não é saudade, não é arrependimento nem tristeza, é pensarmos no que já foi e conseguirmos ver que houve algo bom, nos lembrarmos ainda que muito desfocadamente do que nos unia, daquele sentimento que nos moveu em tempos. Não resulta em mais do que um emaranhado de sensações e pensamentos mistos. Será que sou só eu? A verdade é que eu sinto que hoje consigo olhar finalmente para trás com outros olhos, sem mágoa e muito mais tranquilamente. Isso, para mim, já é uma grande vitória.

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Toranja


Tenho 24 anos e hoje, dia 2 de outubro de 2015 experimentei pela primeira vez uma toranja. Achei que devia partilhar a minha experiência. Estava confiante e com vontade de o fazer mas o raio do fruto amarga, é horrível! Ainda tentei pôr sal (li que ajudava) para ver se a coisa melhorava mas não deu nem assim. Terei tido azar ou a coisa é mesmo intragável? Eu até gosto de sabores ácidos mas aquele é demais para mim.

Mais um regresso e o Verão a chegar

Cá estou eu de volta passado quase um mês desde a última publicação. É o reflexo do que têm sido as minhas últimas semanas! Tive das semana...