Mostrar mensagens com a etiqueta GT. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta GT. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Um aniversário memorável #2

Apesar de já terem sido surpresas suficientes as que partilhei aqui, o meu marido este ano não deixou por menos e esmerou-se. Foi um fim-de-semana de mimos e surpresas muito boas, umas atrás das outras.

O marido reservou para o deitar a entrega das prendas materiais: um relógio e uma mala. O que mais pode uma mulher desejar? Eram duas coisas que me estavam a fazer falta e que estavam na calha para serem compradas. O relógio ele já sabia qual era o que eu queria e a mala também tinha de cumprir alguns requisitos mas ele teve bom gosto e eu adorei as prendas. 

Passámos o dia seguinte ao do meu aniversário (que coincidentemente era um sábado) no Porto, a passear e a tentar aproveitar ao máximo o tempo que nos restava. "Restava" porque o homem disse que era melhor regressarmos a casa a seguir ao almoço. Eu não percebi muito bem porquê mas não fiz muitas perguntas e limitei-me a obedecer. Quer dizer, não fomos logo a seguir ao almoço. Ainda estivemos a passear por ali e só saímos da Invicta quando o sol se pôs (+/- 18h).

Os meus padrinhos não foram connosco. Quando chegámos a casa eu confesso que estava meio desconfiada e quando abri a porta espreitei lá para dentro e dei um pulo com o "surpresa/parabéns" que recebi dos amigos que ali se tinham juntado secretamente. Bem que eu suspeitava. Abracei cada um, vi a minha sala com uma mesa farta e cheia de balões e recebi outros amigos que só se conseguiram juntar a nós mais tarde. 


Então o homem tinha deixado a comida preparada desde o dia seguinte escondida e os nossos amigos só puseram no forno e fizeram os petiscos, decoraram tudo e esperaram que nós chegássemos. Bem que eu sentia o moço inquieto! Eu tenho um faro daqueles mas nem que me esforçasse podia imaginar tanta coisa incrível. Aquilo é que foi uma maratona de surpresas que ele engendrou! E embora possa ter desconfiado, a maioria passou-me completamente ao lado. Foram três dias esgotantes por tanta coisa que fizemos e tanto que quisemos aproveitar (afinal o meu pai só ficou até segunda de madrugada) mas o meu coração transbordava de felicidade e gratidão. Nunca tinha tido tanta surpresa maravilhosa junta!

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Um aniversário memorável #1

Tenho tido a sorte de, nos últimos anos, ter tido dias de aniversário especiais porque tenho recebido visitas surpresa muito especiais (dos que me são mais queridos e estão longe, o meu pai e a minha irmã) mas como isso aconteceu nos dois últimos anos, já me tinha convencido que desta vez teria de ser diferente. Então, não sei por que carga d'água meti na cabeça que este ano o marido me ia preparar um jantar de aniversário surpresa, com os meus amigos. Não estive assim tão enganada mas estive longe de imaginar o que ele me reservara para aquele dia.


Se no ano passado tinha acabado de entrar no trabalho onde estou e não tinha como não trabalhar no dia do meu aniversário, este ano era diferente e até ponderei pôr o dia de férias para poder ficar sossegada mas depois pensei que seria melhor aproveitar o dia de férias para quando o homem também pudesse estar comigo porque ele não escolhe as férias dele, são fixas, de acordo com calendário anual de actividade do seu trabalho. Assim sendo, fui trabalhar no dia do meu aniversário.

O homem disse-me para reservar a noite para ele. E foi assim que eu me convenci que ele me prepararia um jantar de aniversário surpresa, com os meus amigos. Mais, eu tinha tentado organizar um jantar de aniversário mas curiosa e misteriosamente ninguém podia ir. Não é estranho de todo porque já várias vezes me aconteceu, dada a época do ano, muita gente do meu círculo de amizades próximas, não estar disponível para comparecer à comemoração do meu aniversário. Por um lado desconfiei mas por outro também achei que podia somente estar a acontecer novamente o que já em outros anos aconteceu de ninguém poder mesmo. Lá me deixei ficar com os meus pensamentos e teorias, tentando não dar muita importância à coisa.

Na noite antes, vi, sem querer uma conversa de whatsapp do telemóvel do G. que tinha o título de "Jantar de anos da V". Bem, nem sabia bem o que fazer mas disse-lho, convencida que tinha arruinado a surpresa mas, simultaneamente, que não podia fingir não ter visto. Ele disse-me que realmente tinha tentado organizar um jantar e reverter a questão de a maioria não poder ir mas que não tinha conseguido. Ainda assim, admirei o seu esforço na tentativa de me iludir mas continuei a achar que era só uma manobra e que me esperava um jantar surpresa no dia seguinte.

Passei o dia a trabalhar mas fui mimada pelos meus colegas de trabalho que, sendo eu a benjamim da empresa me trataram muito bem. Fomos almoçar fora todos, ali perto e depois partimos o bolo que eu levei. Até tive direito a prenda de uma das colegas.

O G. pediu-me para sair mais cedo e eu até estava para o fazer mas acabou por surgir algo urgente para resolver e só sai pouco antes da hora normal, já ele estava em casa à minha espera. Por isso, passei a apanhá-lo e nem subi, seguimos logo. Eu ia a guiar mas ele era quem indicava para onde ir.
Conforme nos fomos afastando cada vez mais da capital, fui-me apercebendo de que me tinha enganado quanto aos planos surpresa do marido. E aí pensei "pronto, vamos passar o fim-de-semana fora" e isso deixou-me mais que satisfeita.

Foram quase três horas de viagem até que avistámos o Douro e a Ponte Dom Luís I e aí soube que o nosso destino era a Invicta. Fiquei muito contente porque apesar de já conhecer a cidade, ainda não conseguimos lá passar algum tempo, para conhecê-la melhor e a aproveitarmos tranquilamente. Ali estava a nossa oportunidade, pensei!


Estacionámos num parque e subimos para um hotel onde jantaríamos, disse-me ele. Eu, como lhe tinha feito algo do género no aniversário dele, não me atrevi a questionar ou indagar, então nem fazia perguntas, só magicava internamente. Entrámos no restaurante quase vazio e quem é que lá estava para jantar connosco? O meu pai e a namorada!!!

Ela tinha-me confidenciado no Natal que lá iriam passar uns dias mas tinha-me dito que seria em Março. Tanto que quando chegámos ao Porto eu comentei isso com o G. e o dissimulado ainda me disse algo como "pois, eu lembrei-me disso, é chato virmos duas vezes com tão pouca distância uma da outra mas olha, achei que devíamos vir na mesma".
Sentá-mo-nos e pedimos uma bebida para brindar o aniversário e, de repente, aparecem sabe-se lá de onde, os meus padrinhos de baptismo! Eu nem queria acreditar!

(Continua...)

O meu relógio - objecto de desejo

NIXON TIME TELLER


Eu nem sou muito de relógios e muito menos me achava fã da conjugação prata e dourado no dito objecto...até experimentar este relógio. Gostei muito do modelo assim que o vi numa publicação (de há séculos!) da Xanalicious e nunca mais o tirei da cabeça. No ano passado talvez, encontrei-o numa loja e decidi experimentar o rose gold porque achei o mais bonito mas não gostei nada no pulso. Pedi para ver o dourado mas também não me agradou e depois vi este e pensei "já agora vejo como fica também, de certeza que acho horroroso" mas enganei-me redondamente. Assim que o vi no pulso foi amor. E mais nenhum outro relógio me convenceu desde então. Fosse qual fosse o relógio que eu experimentasse, nenhum superava o que eu tinha gostado daquele. 


Passou-se mais de um ano seguramente, desde que percebi qual era a cor que queria...mas não estava preparada para investir num relógio e fui adiando... O marido fê-lo por mim e ofereceu-mo no aniversário. E eu não podia ficar mais contente com ele. Adoro-o!

terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

Primeiro aniversário de casamento

(Já passou imenso tempo mas venho agora partilhar o nosso primeiro aniversário de casamento...)

No nosso primeiro aniversário de casamento quisemos fugir. Tivemos a sorte de ter um feriado a prolongar-nos esse fim-de-semana e por isso pudemos ir passá-lo fora. Não queríamos que fosse um sítio que já conhecêssemos, nem que fosse muito longe para não perdermos imenso tempo na viagem, queríamos algo especial e com SPA mas não muito caro. Depois de alguma pesquisa decidimos conhecer a terra mais massacrada deste verão com a tragédia dos incêndios.
Saímos de manhã cedo de casa, deixámos os gatos ao cuidado da minha mãe e fizemo-nos à estrada. De caminho, saímos no Carregado e parámos no CAMPERA para as primeiras compras de Natal e conseguimos tratar de algumas prendas muito especiais a preços bem simpáticos. Já começava bem! Almoçámos por ali e chegámos ao nosso destino quando o sol estava prestes a pôr-se. Instalámo-nos e fomos ao SPA. O jantar foi num dos poucos restaurantes dali, a TABERNA DO FERRADOR, típico, acolhedor e uma agradável surpresa.
No dia seguinte saímos para passear pelos arredores depois do pequeno-almoço. Fomos visitar a Ponte Filipina e ficámos maravilhados. Tivemos sorte com o tempo, esteve sol e seco, apesar do frio. Almoçámos com vista privilegiada para o Mondego e passámos a tarde a passear pela zona sem horas nem obrigações, paciente e pacificamente - Praia do Mosteiro vale a pena visitar. 
Fizemos a sesta, acordámos só para comer, fomos para a água até ficarmos com a pele murcha e só mudaria o facto de não haver ninguém do hotel a controlar (embora isto devesse era partir da consciência e educação de cada um) a utilização do SPA porque eram só gritos e gargalhadas altas e atirar-se para a piscina e não respeitar regras nenhumas de utilização ou mínimo bom senso.
No último dia fomos ao mercado pela manhã e, depois, enchemo-nos de coragem e voltámos a vestir as roupas do casamento para tirarmos umas fotografias junto à piscina, com vista para o Rio (valeu-nos o calor do sol da hora de almoço porque estava um gelo!). E voltámos para casa com tempo para fazer a viagem com calma e regressar calmamente à rotina. 


Aqueles dias foram uma lufada de ar fresco, um balão de oxigénio de que precisávamos imenso. Fomos para longe de tudo e todos e conseguimos encontrar paz e sossego. Voltámos a casa verdadeiramente revigorados.
Assim foram as nossas bodas de papel!

P.s. Perdi a cabeça e consegui oferecer um relógio ao homem. Já tinha oferecido relógios antes mas este foi "o" relógio. Andei que tempos à procura do "tal", fiz pesquisa de mercado, encomendei com semanas de antecedência e andei a escondê-lo até chegar o dia de lho entregar. A cara dele valeu tudo, ficou maravilhado com o que lhe passei para as mãos e parecia um rapazito que nem conseguia acreditar no que os olhos viam. Felizmente ele adorou! E nada me podia ter deixado mais feliz que isso. Além dessa, a outra prenda que consegui preparar foi uma série de testemunhos de amigos que estiveram presentes no nosso dia sobre o mesmo e acabou por resultar numa recordação especial, que guardaremos com todo o carinho.

domingo, 11 de fevereiro de 2018

Filhos


Sempre disse que não queria ter filhos. Mais que isso, sempre achei que não tinha capacidade para ser mãe, nem condições, por isso não queria ter filhos. Não sei são coisas da minha cabeça... Tive conversas infindáveis com o meu marido quando ainda éramos namorados sobre isso. Sempre fomos muito honestos em relação a tudo e muito francos um com o outro, sem reservas, sem segredos ou omissões em relação a nada. Mais que isso, partilhamos opiniões e estamos de acordo, caso contrário nada faria sentido estarmos juntos. 


Mas eu sinto que de há uns meses para cá me sinto diferente em relação a não querer ter filhos. Não sei se é o boom de grávidas e bebés por todo o lado que está a mexer comigo, se é por sempre ter tido como calcanhar de Aquiles nesta questão o facto de imaginar o homem da minha vida com um bebé e saber que ele se deliciaria porque tem uma ternura incrível por bebés ou se é por estar a ver os anos passar e saber que, sendo o meu marido mais velho que eu, não faz sentido para nós, a ter filhos, tê-los muito tarde (ser pais "velhos") ou se é saber que, a ter filhos, queremos ter mais que um e isso obriga a que tenhamos de começar a fazer por isso cedo...

Não sei, muito francamente, se será algo só passageiro, se é sugestão ou não. Mas ultimamente tenho pensado em ter filhos. E não sei a que conclusão chegar quanto a isso. Confio que se for para sermos pais e termos filhos como desejamos, eles virão. Mas já estou a escrever "termos filhos como desejamos" quando sempre disse que não teria filhos!!! 
Sendo franca comigo mesma, sempre disse que não sabia se queria ser mãe/ter filhos mas ao mesmo tempo sempre disse que não gostaria de ter só um (se tivesse) e outras coisas que tais, o que já dá a entender que ponderava isso. Nunca fui verdadeiramente radical quanto a isso...


Só não quero que "ter filhos" seja o "passo seguinte" e que venham porque sem eles não faria sentido para nós porque essa nunca foi a nossa linha de pensamento. A mim basta-me o meu marido, o homem que é o melhor presente que Deus me deu. Não nos casámos para ter filhos. Quando decidimos casar falámos tanto sobre isto! Porque eu nunca quis casar para que isso depois acontecesse, quisemos casar para viver a vida toda juntos, um com o outro, eu e ele. E isso basta-nos. Foi só por isso que casámos. Às vezes acho que esta ideia do "casar para ter filhos" não fazer sentido é só uma mania que eu própria criei dentro da minha cabeça e que por teimosia ou casmurrice quero defender quando não há necessidade nenhuma disso... Mas sempre me provocou alguma estranheza as pessoas que casavam e logo a seguir eram pais, depois de imenso tempo juntos (antes de casar), por exemplo. Acho que se deve também desfrutar do "casamento" se ele tiver acontecido, porque isso significa que tem significado para os dois.
Isto tudo para dizer que não quero que esta "vontade" de ter filhos seja consequência de ser "o passo seguinte" a conhecer-se, namorar e casar.

De cada vez que o imagino com um bebé, de cada vez que penso em mim grávida de um filho nosso, não sei...há algo que está diferente.

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

O regresso, desde 2017

Com as minhas dificuldades organizacionais para conseguir vir aqui com a frequência que gostava, pensei várias vezes em deixar este meu cantinho. Afinal, uma pessoa já tem tanta coisa para fazer durante o dia e parece que nunca há tempo para nada e se o blog é um extra e está ao abandono, qual é a lógica de o manter? 

Já me tenho lembrado disto em vários momentos, principalmente nos últimos tempos, em que não consigo vir cá durante semanas a fio… Hoje lembrei-me por que é que (ainda) faz, para mim, sentido manter o blog: pelo mesmo motivo que o criei! Há coisas, pensamentos, desabafos que não contamos a ninguém…que não são nada que não se possa partilhar mas que só fazem sentido serem "discutidos" para nós. Para mim isso é muito mais fácil de fazer escrevendo-os. Para mim, escrever é terapêutico! Verdadeiramente terapêutico. Porque há coisas que ficam melhores quando são transformadas em letras, palavras e frases. Porque é uma forma de vermos “de fora” certas situações, porque é um desabafo que, ao ser escrito sai do nosso pensamento mas que também assume outra dimensão porque o poderemos voltar a reavivar por isso mesmo, um dia mais tarde.


Peço desculpa pela ausência mas não tenho sido capaz de cá vir partilhar o que tenho vivido nos últimos tempos. Há muita coisa que se passou, que senti, que vi e vivi que não poderei descrever porque já passou mas posso dizer-vos que isso só é sinal de que verdadeiramente aproveitei ao máximo o tempo que pude despender nas coisas, nesses momentos e nessas vivências.

Conheci uma prima minha que tem menos dez anos que eu e nunca nos tínhamos visto (e apaixonei-me por ela, é uma miúda incrível, uma doçura, fiquei deliciada). Recebi primos e tios do outro lado do Atlântico na capital portuguesa e passei com eles o máximo tempo que pude, mostrando, passeando e matando saudades. É incrível como, apesar da distância podemos ser tão próximos de algumas pessoas.

Passei as festas na minha terra. Pude viver a consoada com a minha avó e família materna e o dia de Natal com a família paterna, com direito a almoço em casa do meu pai (pela primeira vez que me recordo foi lá em casa) rodeados de família e amigos queridos.

O fim de ano lá na terra também foi, como sempre, incrível. Embora a minha irmã tenha demonstrado uma atitude que eu não consigo compreender…tudo está bem quando acaba bem. O primeiro dia do ano ainda foi por lá e tivemos a bênção de desfrutar de todas aquelas tradições e costumes tão únicos e especiais junto dos que nos são mais queridos e que estão longe de nós a maior parte do tempo.


Viemos com energias renovadas e com o coração cheio de coisas boas. Mas também foi ótimo regressar ao nosso espaço, à nossa rotina e um ao outro, enfim sós. 

terça-feira, 14 de novembro de 2017

Ainda falta...


...mas já não falta muito, para celebrarmos o primeiro ano de casados. Parece mentira!

Ainda não temos nada planeado nem programado mas o homem já está farto de me dizer que temos de fazer alguma coisa (e tem razão)... Ideias?

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

A mota veio mudar a nossa vida

O investimento que fizemos na mota foi muito pensado e ponderado. Tínhamos planeadas outras prioridades (casa) mas neste momento não são possíveis e temos de fazer um esforço para não nos esquecermos que nem tudo pode resumir-se a poupar/ter dinheiro.
A mota, para nós - para utilização pelo G. entre a casa e o trabalho - traz à nossa vida coisas que não têm preço. Por isso vale cada cêntimo, apesar de ser uma grande despesa, um investimento considerável para nós.
Mas nada paga:
a) o homem poder dormir mais;
b) o homem poder chegar mais cedo a casa;
c) o homem poder sair mais tarde de casa;
d) podermos ver-nos de manhã ♥ ;
e) podermos tomar o pequeno-almoço juntos.

Além de tudo isto, o facto de ele não ter de levar sempre imenso tempo a chegar a qualquer sítio, passar o dia a correr de um lado para o outro e estar constantemente arreliado com o estado (caótico) dos transportes, já faz valer a pena!


Admirável mundo novo!

Finalmente o Outono

Eu confesso que já tinha vontade de trocar os tecidos finos pelas malhas e as sandálias pelas botas. Foi no último fim-de-semana que trocámos as roupas mais frescas pelas mais quentes (não temos como ter tudo à disposição no espaço que há lá em casa). Mas pela primeira vez fiz uma transferência parcial. Ainda não consegui tirar as malhas mais grossas e quentes e há muita coisa que não consigo sequer pensar em usar ainda. Mas os dias mais frescos já pedem outro vestuário e eu estou radiante com os últimos porque têm sol mas estão mais frios.


O tempo assim e ausência de chuva têm contribuído para o homem poder ir de mota para o trabalho. Nos primeiros tempos, não estando completamente confiante e à vontade com ela, não se arrisca a levá-la quando chove. E por aí? Ainda resistem com as sandálias e as roupas mais frescas?

terça-feira, 24 de outubro de 2017

Somos os mais recentes proprietários...

...de uma motorizada!

O homem anda há uns tempos em estudos de mercado e possibilidades de melhorar a sua qualidade de vida. Trabalha a 30km de casa, o que faz com que tenha de fazer diariamente cerca de 60km. E como o que ganha não é ainda nada por aí além, faz o percurso diário de transportes. Não é comportável fazê-lo de carro porque o custo seria elevadíssimo e incerto (além disso, tem associados muitos outros custos de utilização e manutenção) daí que tenha surgido a hipótese de fazê-lo de mota por ser um meio de transporte quase tão cómodo e rápido mas muito mais económico. Contas e mais contas, opiniões e mais opiniões, estudámos as possibilidades todas. Fomos ver algumas, procurámos preços, críticas, modelos, alternativas...

Não vimos muitas pessoalmente, nem sabemos andar de mota, muito francamente. Vamos ter de aprender. Mas surgiu a oportunidade, de comprar a um stand, uma mota com pouco mais de dois anos, que não nos exige carta de mota (podemos conduzi-la com a carta de ligeiros pois não é superior a 125c), a um preço que podemos pagar, dando-nos algumas garantias de longevidade. Vem associada à mota uma série de custos extra, que nos obrigam a mexer nas poupanças muito sofridas. Mas o dinheiro não é tudo e pensar que ele pode levar menos de uma hora e meia na deslocação casa-trabalho ou trabalho-casa só me dá vontade de pular de alegria e achar que vale a pena pelo menos tentar. Não é que não se faça mas resulta numa perda de três horas diárias e desgaste físico que se reflecte na disponibilidade psicológica e emocional. Ainda mais quando já o faz há alguns anos.

Que Deus nos ajude nesta nova aventura e nos proteja! Torçam por nós. E eu que sempre sonhei ter uma mota desde os 14 anos e já tinha recalcado esse desejo?! Nem estou em mim.

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Música de sexta-feira

The Lumineers - Sleep On The Floor


Pack yourself a toothbrush dear
Pack yourself a favorite blouse
Take a withdrawal slip
Take all of your savings out
'Cause if we don't leave this town
We might never make it out
I was not born to drown
Baby come on
Forget what Father Brennan said
We were not born in sin
Leave a note on your bed
Let your mother know you're safe
And by the time she wakes
We'll have driven through the state
We'll have driven through the night
Baby come on
If the sun don't shine on me today
And if the subways flood and bridges break
Will you lay yourself down and dig your grave
Or will you rail against your dying day
And when we looked outside
Couldn't even see the sky
How do you pay the rent
Is it your parents
Or is hard work dear
Holding the atmosphere
I don't wanna live like that, yeah
If the sun don't shine on me today
If the subways flood and bridges break
Jesus Christ can't save me tonight
Put on your dress, yes wear something nice
Decide on me, yea decide on us
Oh, oh, oh, Illinois, Illinois
Pack yourself a toothbrush dear
Pack yourself a favorite blouse
Take a withdrawal slip
Take all of your savings out
'Cause if we don't leave this town
We might never make it out

Encontros felizes

Sabem aquelas coisas que nos acontecem inesperadamente mas que parece que as estamos a adivinhar mesmo antes de acontecerem?!
Uns dias antes da nossa última viagem, como tinha encontrado o meu anel "perdido" lembrei-me que, já tendo procurado o fio do conjunto nos mesmos moldes do anel (que vim a achar) mas não tendo encontrado, a única hipótese que teria, sendo um artigo exclusivo de uma colecção antiga, era encontra-lo num aeroporto porque é onde por vezes têm peças antigas, já extintas das lojas há anos. 
Quando recebi o anel, no longínquo ano de 2014, lembro-me de instintivamente ter pensado "podia bem ter sido o fio igual, em vez do anel. Eu nem sequer uso normalmente anéis" porque havia um fio da mesma linha, muito giro, do qual vi imagens mas que não existia nas lojas naquela altura. Ainda quando escrevi a publicação sobre o anel encontrei imagens do fio e por isso voltou-me à memória. A verdade é que na altura tinha um fio de prata, a primeira prenda do meu homem, que adorava...então pus de lado a ideia, já que nem o encontrava. Mas agora, que tinha recuperado o anel (e que tenho o fio de prata estragado há algum tempo) não pude deixar de pensar naquele fio especial.
No dia em que viajámos encontrei-o. À ida, dei com um expositor da marca e pus-me a procurar, não fosse dar-se o equilíbrio dos astros e estar ali precisamente o que eu queria. E não é que estava mesmo?! Não era único, havia mais do que um até.
Ainda hesitei, afinal era um pequeno luxo desnecessário, que nos faria gastar dinheiro. Cinco minutos de indecisão diluídos com o facto de ser uma peça especial, que fazia sentido ter, sendo única e tendo-a encontrado naquele momento (depois de recuperado o irmão anel) e o marido ofereceu-mo. 



Há coisas que não se explicam. Qual era a probabilidade? O mundo por vezes alinha-se para nos mostrar um pouco de magia e nos fazer sonhar com tudo ser possível.

sábado, 23 de setembro de 2017

Agora sim: o "meu" anel de volta

No já longínquo Natal de 2014 o homem ofereceu-me um anel, que for desse tempo e ainda estiver por aqui já é uma seguidora histórica!



Usei aquele anel durante algum tempo (mais de um ano) mas a determinada altura estragou-se e eu acabei por arrumá-lo. Passado algum tempo lembrei-me de o levar à marca uma vez que ainda estava abrangido pela garantia legal (2 anos). Em 2015, trocaram-mo mas já não havia igual, pelo que em abono da verdade não trouxe o meu anel, aquele que ele tinha escolhido para mim e me tinha oferecido. Aquele anel que tanto amor e significado para mim transportava provavelmente será destruído e isso dá-me pena. Afinal, foi um presente muito especial do meu amor.

Já há uns tempos me lembrei de procurar aquele primitivo anel de que tanto gostei, assim como ele, em segunda mão. Sendo um anel de uma determinada colecção, acaba por ser algo exclusivo, só naquela altura o teria conseguido encontrar nas lojas, fora disso, só mesmo alguém que o tivesse comprado naquele momento, não o quisesse e ainda o tivesse em bom estado poderia ser o vendedor que eu procurava. Além disso, tinha de ser no meu tamanho e estar perto de mim. Qual seria a probabilidade? Já tinha procurado antes mas não tinha tido sorte até que há umas semanas, numa nova pesquisa, o encontrei. Tal e qual procurava. Tinha sido oferecido mas nunca serviu por isso nunca foi utilizado pela antiga dona, estando intacto. Era precisamente o meu tamanho, estava perto de mim e por isso não pude sequer pensar muito. Era agora ou nunca. E foi. Comprei-o e agora sim, tenho o meu anel de volta. Valeu a pena, para ver o marido deliciado a olhar para o anel no meu dedo "é mesmo bonito".


Aquele que um dia "guardou" o lugar à minha aliança... ♥

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Férias!


Hoje entro de férias. São as minhas primeiras férias do trabalho! Estou em pulgas por fugir daqui e sair da rotina, evitar as obrigações e os horários... e claro, finalmente trabalhar para o bronze que ainda só fui UMA vez à praia este ano. Que seja sereno e que seja feliz, especial tem de ser, porque vamos matar saudades daqueles que nos são mais queridos e estão longe. 

Casei # entrada da noiva na igreja


Foi mais ou menos com este fundo que eu entrei na igreja e caminhei até ao altar para me casar.
Infelizmente não tenho a gravação do que foi tocado na nossa missa mas foi semelhante ao vídeo acima. E se alguma vez pudesse ter tido dúvidas, sempre que ouço o início tenho a certeza que foi a música perfeita para acompanhar os meus passos em direcção ao meu marido, naquele dia tão especial. 
Entrei na igreja de braço dado com o meu pai, com a minha irmã atrás, seguida dos nossos padrinhos. Percorrer aquele espaço entre a porta da igreja e o altar pareceu-me uma verdadeira jornada porque vivi tanta coisa tão bonita que as palavras não poderão nunca explicar.
Cheguei à porta feliz e serena mas entrei sorridente porque vi todas as pessoas que nos eram mais queridas e especiais naqueles bancos, a olhar para mim e para o meu pai, de um lado e de outro. Sorriam-me e diziam-me que estava linda, desejando-me felicidades e os seus olhos falavam mais do que era dito pelos seus lábios também eles sorridentes. O meu pai ia tão radiante que quase não se lhe viam os olhos de tanto sorriso e orgulho - não é presunção, sei-o bem.
O G. estava um pouco antes do altar à minha espera, de costas até eu ter chegado a meio da igreja. Quando aí cheguei o nosso fotógrafo deu sinal ao padrinho, que avisou o G. para se virar e olhar para a sua noiva pela primeira vez. Ele fitou-me e no mesmo instante baixou a cabeça levando a mão aos olhos. Quando me viu chorou. Eu aí tive de fazer um esforço para me conter. Vê-lo chorar não estava nos planos. Depois de ter segurado o choro durante o percurso até ele, porque vi muita gente querida emocionada por me ver prestes a casar, tão contentes e cheios de amor, foi a maior riqueza que experimentei naquele dia. Foi mágica aquela sensação, aquela felicidade tão plena por ser partilhada por tantos corações, foi mágico e ficará para sempre na minha memória. Quando vi que tinha emocionado o G., continuei a sorrir na sua direcção mas não contive uma lágrima que se me escapou do canto do olho. 
Ali me despedi do meu pai, pedindo-lhe um beijo que ele de tão nervoso e contente cumprimentou o G. mas não me soltava nem sabia muito bem se ia embora e fiz o restante caminho, depois de um beijo na bochecha, com o meu homem. "Estás linda!" sussurrou-me.

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Viagem de Natal


Não se compreende os preços escandalosos que estão a ser praticados em viagens para a altura do Natal entre o continente e as ilhas. Estou a procurar viagem desde Dezembro!!! Tenho visto todas as companhias que operam e com muita frequência. Depois de mil e uma reservas, de mais de oito meses de pesquisa e de não ver a coisa a melhorar, comprámos a viagem. A viagem mais cara de que tenho memória! Quase 500€ para fazer uma viagem de 1:30/45h!? Nós somos dois, então fica-nos perto dos 1000€ ir passar o Natal com a família! Será que isto faz algum sentido? Estamos a falar do mesmo país, de cidadãos portugueses, não se trata de serem estrangeiros e este é o melhor preço que se consegue? Em low cost = sem bagagem nenhuma!?! Desculpem mas é inadmissível. Apesar de já a ter pago, por não ver melhor solução possível, não me consigo conformar com isto. É um absurdo! E quem pode, não faz nada.

Deixei o homem sozinho em casa um dia


E o resultado foi ele ter comprado uma máquina de lavar roupa nova e tê-la posto em casa. Fez um bom negócio e resolveu-nos o problema rapidamente. Além disso, ainda fez feijoada de lulas para o jantar e limpou a casa. Isso é que foi um dia produtivo! 

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Bênçãos humanas


As pessoas especiais são grandes bênçãos nas nossas vidas. Não posso dizer que tenha muitos amigos. Acho que as verdadeiras amizades se contam pelos dedos de uma mão e isso é bom. Já somos muito abençoados por poder ter uma pessoa com quem possamos verdadeiramente contar, quando temos mais do que uma somos uns verdadeiros sortudos. Além disso, acho difícil ter-se muitos bons amigos. De há algum tempo a esta parte temos tido oportunidade de criar momentos em que podemos estar juntos e é sempre tão mas tão bom! Um jantar ou um lanche em amigos, um encontro fugaz ou uma boa parte do dia com alguém especial, é terapêutico. Ainda mais especial se torna quando sabemos que é mútuo e que o nosso parceiro também se sente tão bem com aquelas pessoas que nos são queridas.

Sabemos que somos abençoados quando podemos contar com, ainda que poucas, pessoas muito queridas e especiais nas nossas vidas, que estão lá para o que der e vier, ao nosso lado para quando for preciso, seja para chorar no seu ombro ou festejar mais uma conquista.

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Detalhes da casa - neutros e cores quentes

Foi um fim-de-semana produtivo! No sábado fartámo-nos de trabalhar na procura pelas coisas que nos faltam lá para casa. Passámos o dia de loja em loja em busca do que pretendíamos. Não encontrámos tudo mas viemos com o protector de colchão que precisávamos, o tapete de entrada simples e giro (encontrei no Continente, tal como alguém tinha sugerido, obrigada!), os tapetes de wc (em promoção no IKEA) e a manta para o sofá. E ontem fomos buscar uma toalha para a mesa da sala. Estamos na onda das cores mais vivas para as decorações pois tudo o resto já é muito neutro e simples, então temos de dar cor à casa com os detalhes. E fica tão giro! Ontem, em contraste com sábado, ficámos quase o dia todo por casa, a gozar o nosso ninho...e sabe tão bem. Sentimo-nos cada vez mais em casa.






 

Para a sala, como o nosso sofá é branco e cinza e todo o restante mobiliário é branco, decidimos que o amarelo seria a cor quente. Comprámos a manta e a toalha de mesa nessa cor e gostámos muito do resultado. Agora pretendemos encontrar um tecido amarelo liso e outro com padrão nos tons de branco, cinza e amarelo para fazer fronhas para as almofadas e forrar os assentos das cadeiras. Andámos à procura de tecidos no sábado, dentro da nossa ideia mas ainda não encontrámos nada.

Mais um regresso e o Verão a chegar

Cá estou eu de volta passado quase um mês desde a última publicação. É o reflexo do que têm sido as minhas últimas semanas! Tive das semana...