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sexta-feira, 24 de março de 2017

Consegui! Consegui! Consegui!!!


Confesso que ainda não estou em mim. Ter sido aprovada na derradeira prova final fez-me sentir que tinha cumprido o meu dever (não é um dever para com mais ninguém senão para comigo mesma, acima de tudo!). É como ter conseguido chegar ao cimo da montanha mais alta do mundo, como ter atingido a meta em primeiro lugar, depois de uma maratona de esforço, como ter terminado uma jornada em que esforçámos o nosso corpo até ao limite das nossas forças e capacidades. É um alívio e uma sensação de superação indescritíveis. Eu consegui! Sim, eu consegui! É mesmo verdade, aconteceu! É real e mal consigo, ainda que já passados alguns dias, acreditar! 

Pode não ser uma grande coisa mas era o meu grande objectivo, um desafio e uma meta muito importante. Passaram-se muitos anos desde o início da minha formação superior, passaram muitas pessoas pela minha vida, muita coisa aconteceu, muita coisa mudou. Chegaram ao fim cerca de sete anos e cinco meses! Foram anos muito enriquecedores mas sem dúvida os que mais me testaram, aos mais variados níveis. Passaram por mim muitas pessoas especiais, umas ficaram, muitas saíram da minha vida. Muita coisa aconteceu, muitos desafios mas também muitas conquistas. Ganhei pessoas, perdi pessoas... Cresci, envelheci, aprendi. Foram anos de muita mudança, de muito crescimento e evolução pessoal, acima de tudo. Terão sido, com certeza, anos cruciais da minha vida, que ditarão muito do rumo que ela seguiu ou seguirá.


Chorei muito, ri muito, vivi muito. Dei tanto e recebi mais ainda. Fui muito feliz e muito infeliz. Posso dizer que provei um pouco de tudo o que havia no meu caminho. Durante todo este tempo, o blogue acompanhou os meus passos e foi muito importante para grande parte do meu percurso. Sem ele (e sem vocês aí do outro lado!), não teria sido a mesma coisa. Através dele, pude partilhar o que não me atrevia a dizer, o que não me arriscava demonstrar. E isso terá sido fundamental para manter a minha sanidade mental... e para crescer. 

Sinto-me muito agradecida e verdadeiramente abençoada por tudo o que tenho tido oportunidade de viver. O bom e o menos bom. Porque tudo faz parte do caminho e porque tudo, em conjunto, permitiu-me chegar onde estou hoje e caminhar para onde estarei daqui em diante. Por tudo isso, OBRIGADA, de todo o meu coração.

segunda-feira, 13 de março de 2017

A ferro e fogo

Consegui!
Aquilo por que me tenho debatido, pelo qual tenho sacrificado tanto de mim, pelo qual tenho esperado, àquilo a que tanto tenho dedicado. Chegou. Chegou para mim, mesmo depois deste tempo todo. Mesmo depois de toda a luta, todas as dificuldades, os esforços que isso implicou e a gestão a que obrigou.
Hoje terminei um ciclo determinante para mim em termos profissionais. Mais do que o mero "título", passou a mais do que objectivo, qual desafio e prova a todas as minhas capacidades. Sangue, suor e lágrimas mas consegui. Todo o percurso agora faz um pouco mais sentido. Finalmente!


E assim nos temos de lembrar, sempre que a vida nos estiver a dar luta e a testar as nossas forças até ao limite que não conhecemos, que tudo chega ao fim. E por isso, não deixem de ir à luta se algo vos desafiar a isso.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Data de prova


Chegou ontem a carta que marca a data da temível prova que terei de fazer. Já são poucos dias que me separam dela e se me demorar muito em pensamentos sobre isso sou capaz de começar a hiperventilar tal é a tensão que isso me causa.
Apesar de ser assustador já saber quando tenho exame e pensar que falta pouco tempo e tenho tanto que fazer, pelo menos já estou informada. Pior é estar na expectativa, sem saber quando.
Tenho de tentar manter a calma e a tranquilidade por mais difícil que seja. Apesar de estar muita (mas mesmo muita) coisa em jogo com esta prova, não é uma questão de vida ou morte e há-de correr bem.
Tenho de me concentrar nisso e na organização pessoal que tenho de ter para conseguir estudar tanto em tão pouco tempo. É que a data já está estipulada mas a matéria sobre a qual versa não tem limites!

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

É sexta-feira!


E por isso, nem o frio nem a chuva são capazes de me tirar o bom humor.
Esta semana foi tramada...tal como as últimas. Já nem me lembro da última em que estivemos mais descansados e o cansaço já se reflecte na nossa falta de paciência, motivação e capacidade de reacção.

Os primeiros dias no trabalho têm corrido bem e já falei com o meu patrono sobre a possibilidade de continuar a ter o seu apoio no meu percurso formativo por isso foi uma semana produtiva ...mas com muitas coisas a acontecer pelo meio, ao mesmo tempo, que exigem muito de nós. E toda uma nova rotina à qual temos obrigatoriamente de nos adaptar. Leva tempo mas chegaremos lá!

Não posso deixar de pensar em como o encadeamento das coisas faz todo o sentido e permitiu-me fazer as várias coisas que precisei, no tempo que tinham de acontecer. Primeiro tive exames, casámos, chumbei nos exames, a minha sogra adoeceu, encontrei trabalho. Se não tivesse acontecido exactamente a coisa anterior, provavelmente a seguinte não se daria. E não deixa de ser curioso como tudo acontece de forma tão perfeitamente programada... E por mais que nós não a compreendamos no momento, as coisas acontecem de determinada forma porque têm de acontecer assim.

Boa sexta-feira!

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Estou empregada!

Voltei, voltei, voltei de lá...!

Há precisamente uma semana atrás, estava eu, por esta hora a caminho de uma entrevista. A proposta não era fantástica mas era a melhor que já tinha recebido ultimamente. Tive uma conversa simpática com a responsável pelos recursos humanos de uma multinacional prestadora de serviços de consultadoria. Trabalharia por objectivos e portanto, ganharia à comissão, consoante aquilo que conseguisse produzir. Seria prestadora de serviços para a empresa e nos três primeiros meses teria uma bolsa de formação de 700€ para garantir o período inicial de formação com algum rendimento (já que a produção reduzida por estar em formação. Tem piada como tudo é relativo. Quando sai de lá com a indicação de que seria contactada para uma segunda entrevista com o responsável de departamento, dadas as condições que me adiantaram, era uma proposta a considerar por se tratar da melhor que tinha recebido em tempos (ainda que não fosse, nem de perto nem de longe, francamente, para mim, uma boa proposta tendo em conta as condições oferecidas).
Pois que todo o universo conspira em nosso favor quando alguma coisa não tem de acontecer. 
Poucas horas depois disso, estava eu no supermercado, recebi uma chamada para uma outra entrevista. Pouco mais de meia hora depois do telefonema, já eu estava nas instalações da entidade que me queria entrevistar. Tinham urgência e pediram-me que fosse assim que possível. 
Fui recebida por três pessoas, que me questionaram sobre o meu percurso e as minhas circunstâncias actuais, explicaram o que pretendiam de um novo funcionário e... cerca de meia hora depois, estava contratada para começar no dia seguinte às 9h (era final de tarde). Parece mentira mas aconteceu. 
Não sabia muito bem se tinha tomado a decisão certa, se aquilo seria boa ideia e nem muito bem o que fazer mas, apresentadas as condições que tinham para me oferecer, aceitei sem muita hesitação.
Muito a medo mas sem saber muito bem no que me estava a meter, lá fui ter com o meu homem sem ter a certeza se devia celebrar ou desistir logo daquela ideia peregrina.
No dia seguinte, lá fui eu e por cá tenho estado desde então. Ainda estou muito no início mas estou a gostar. É desafiante mas também tenho uma boa motivação. Desejem-me sorte! Realmente, por vezes não entendemos o nosso caminho, o que nos acontece, como e porquê mas, cada vez acredito mais que tudo acontece por uma razão porque há um plano superior para nós cheio de mistérios incríveis.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Combinação perfeita de condições (des)favoráveis


Tenho tido dias difíceis. Em que mal me consigo suportar. Há alturas em que, do nada, sem mais nem menos, só tenho vontade de chorar, sem filtros, sem vergonha, desalmadamente. Não sei porquê ou talvez saiba...são muitas coisas a acontecer à minha volta e eu pareço estar sempre no mesmo sítio, imóvel, a nível profissional. Isso está a consumir-me. Porque não sei o que fazer, porque não posso dizer que saiba o que quero e por isso me sinto meio perdida no meio de toda uma dimensão desconhecida e inócua.

Custa muito ter de estar sempre e constantemente a fazer contas à vida a ter uma ginástica orçamental desmedida e ainda mais custa que mais ninguém o veja, ou melhor, sejamos francos, que as pessoas com as quais colaboro profissionalmente não o vejam. Eu sei que sou ainda estagiária, que não consegui passar aos exames e dependo de um recurso e só depois disso serei aceite à derradeira prova final. Também sei que ainda tenho muito que aprender, que ensinar dá trabalho e exige tempo e que não sou tão útil e produtiva quanto um profissional noutras condições (que não de formação ainda como eu). Mas é ou não é verdade que eu faço trabalho, por muito pouco que seja eu faço algum. Estou lá quando me querem, faço o que sou capaz e tento evoluir mas a motivação, confesso, é cada vez menor. Porquê? Porque não há qualquer incentivo. Porque eu faço cerca de 60km para lá ir, porque isso implica gastos e custos, porque não recebo um único cêntimo por ou para isso. Disponho do meu tempo, embora também saiba que consumo o tempo de alguém, tento mostrar-me sempre disponível e empenho-me. Faço o que sei e está ao meu alcance, tento fazer o melhor e há trabalho que efectivamente faço e do qual o responsável pela minha orientação/formação se livra por ser eu a fazê-lo. Por muito pouco que isso seja, sempre é alguma coisa que ele não tem de fazer. Mas, além da experiência e da aprendizagem que isso me traz - e que não quero, de todo, desvalorizar - nada mais recebo em troca. É muito desmotivante, é desanimador e frustra. Não é fácil manter-me motivada, interessada e esperançosa. Já não sei se é isto que quero para mim. Não estamos a falar de um, dois, três ou seis meses. Não estamos a falar de um ano, estamos a falar de mais de dois anos nesta situação. E eu pergunto-me: será que o meu patrono não para um segundo que seja para pensar que eu tenho de viver, de comer, vestir, calçar e deslocar-me para lá estar!? Será que isso não conta nada? Será que que não pesa?! E será que a vida dos outros é assim tão insignificante ou indiferente? Porque ele convive comigo. Será que nunca parou um segundo que seja e reparou no que esta condição implica para mim? Não quero ser ingrata pois sei o quanto já cresci, aprendi e evolui graças a lá estar mas também não consigo considerar justa esta forma de agir.

Com tudo isto e além disso, temos tido dias difíceis, sem tempo para nós, com muita pressão e exigência, capazes de nos levar ao limite das nossas forças, verdadeiramente desafiantes. Mais uma vez, sei como somos abençoados por tudo o que graças a Deus temos conseguido alcançar juntos e sei que há Alguém lá em cima a olhar por nós, caso contrário não teríamos conseguido chegar até aqui pois o nosso percurso, apesar de sinuoso, tem sido muito, muito abençoado. Mas há dias em que me sinto esgotada, em que não consigo entender como é que pode ser justa a nossa condição. Ele trabalha além do limite das suas forças e fá-lo sempre com todo o empenho e carinho - nem sou capaz de expressar como o admiro por isso e como me orgulho dele - mas acabo sempre por achar que não é justamente recompensado e eu sinto-me uma inútil, sem conseguir ajudá-lo de alguma forma. É muito complicado lidar comigo mesma diante destas condições.

Independentemente de tudo isto, sei que me tenho de recordar diária e constantemente que sou muito abençoada por estar onde estou e ter o que tenho e tenho muito que agradecer por isso mesmo. Sei que tenho de acreditar que tudo isto tem um propósito superior e manter a fé e a esperança em dias e condições melhores. Porque o bem mais precioso de todos foi-me concedido: o do amor.
E sim, é verdade que o ser humano, imperfeito como é sua tão vincada característica, só dá valor às coisas mais preciosas que tem na sua existência quando est

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Dor de alma - a prova de fogo

Sabem aquele exame? Pois que não me correu muito bem. E dele depende muita coisa na minha situação profissional e, por consequência, pessoal...
 

O mais estranho é que, apesar de toda a pressão que o exame trazia consigo, eu estava de alguma forma inexplicável, tranquila e confiante com o mesmo. Mas quando dei de caras com os exames atrapalhei-me, deixei coisas por responder, perdi-me no tempo disponível e não fiz tudo o que podia, não fui capaz. Sai de lá de rastos, aliás, ainda me custa falar do assunto porque me sinto uma inútil. Será que estava confiante demais!? Mas, no meu interior, eu não acho isso. Sabia perfeitamente a dificuldade do que me esperava mas também sei que me preparei como me foi possível. Senti-me muito perdida e não sei sequer o que pensar. Quando souber os resultados, o que farei!? Não sei o que esperar sequer, só queria passar àquilo, é tudo o que eu queria...
No final do dia senti-me arrasada e fiz o caminho para casa a chorar de cara lavada, como se o mundo estivesse a desabar em cima dos meus ombros. É difícil explicar mas custa tanto sentir que não somos capazes, que não fomos suficientemente bons, que não conseguimos chegar onde queremos... Eu sei que depende de nós mas por vezes parece que todo o esforço, empenho e trabalho se esfumam por entre os nossos dedos e as nossas mãos ficam despidas, agarradas ao vazio.
Deus queira que eu consiga superar isto porque eu não sei o que fazer, se estou no caminho certo, se este é um sinal para mudar o meu rumo, se é um castigo por não me aplicar mais, eu não sei...

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Aqui vamos nós outra vez


  • Na semana passada fui, pela primeira vez, a um cartório, passar o dia com a responsável para poder ter contacto com o que lá se faz e para tentar aprender alguma coisa que me prepare melhor profissionalmente. À partida irei lá passar um dia por semana, acompanhando como se trabalha lá, o que se faz, como e o que se pode cruzar com as minhas funções. Foi ideia do meu patrono que sugeriu que o fizesse com uma amiga sua que é notária. Eu achei uma óptima ideia e fui muito bem recebida na semana passada, acompanhei várias coisas com as quais nunca tinha contactado e isso encheu-me o dia. 
  • Tenho ido ao escritório duas tardes por semana, o que já é um avanço em termos de regularidade. Não é que antes não fosse o mesmo número de vezes mas ultimamente isso tem acontecido todas as semanas, enquanto que há algum tempo atrás podia passar semanas em que só lá ia uma vez ou que ia três vezes mas que depois não era tão certo... ultimamente tenho ido sempre duas vezes por semana, ainda que nem sempre aos mesmos dias. E, mais importante que isso, tenho feito sempre alguma coisa. É-me dado algum trabalho ou acompanho alguma reunião. Apesar de não ser fácil a minha posição atual e de haver dias em que me sinto incapaz ou inútil porque ainda me falta estar à vontade em muita coisa e aprender muitas outras, tenho de reconhecer que a minha participação e envolvimento têm sido progressivos, ainda que muito lentamente...
  • No final do mês tenho exames da ordem e mais uma vez estou aterrorizada com o que pode vir daí mas sei que fazem parte e apesar de significarem mais uma grande prova de fogo, também sinalizam mais uma etapa que se conclui espero eu. Ainda assim, só no final da próxima semana saberei se a documentação que entreguei está bem e se estou admitida a exame (apesar de ter entregue tudo isso no final de Julho!).

Conclusão: tenho pela frente muito trabalho e pouca vontade de me atirar a ele, confesso. Só peço forças para fazer o que tenho que fazer e superar mais este desafio. Preciso de me motivar. Mas afinal, se não o fizer, o que ganho com isso estando já tão perto de concluir mais esta fase?! Vamos lá a isso!

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

O que me angustia


Não é justo estar nesta situação. Sei que tenho de ter paciência e esperar. Essas têm de ser as palavras de ordem nesta fase da minha vida. Mas é muito duro aguentar as dificuldades inerentes a esta condição. Travo uma batalha diária comigo mesma para me manter motivada e positiva, para acreditar que as coisas vão melhorar, que o que for para mim há-de chegar. É que é um pau de dois gumes: por um lado sei que tenho de ser paciente mas por outro lado tenho medo de não estar a fazer tudo o que está ao meu alcance, de não estar a fazer o suficiente para mudar a minha condição. Afinal, para mudar a minha condição, o tempo tem de passar, existem períodos e formalidades que têm de ser respeitados por isso não depende assim tanto de mim. É muito difícil não me sentir uma inútil e dar sentido aos meus dias. Eu sempre trabalhei e há já muitos anos que tinha o meu próprio rendimento, resultasse ele de trabalhos temporários/sazonais ou da bolsa que recebia quando estudava. Ver-me tão limitada ao ponto de não ter qualquer rendimento há já tanto tempo é tão mas tão difícil!

terça-feira, 26 de julho de 2016

Relativizar, Mudar e Melhorar

Estou cansada. Este calor faz com que eu tenha de fazer um grande esforço para me manter activa e motivada. Acho que o cansaço já está estampado na minha cara. Têm sido dias, semanas, meses, difíceis  e o acumular disto tudo já se faz notar.
Tenho tentado mudar a minha postura há já algum tempo, para conseguir ver o lado bom das coisas, encarar positivamente aquilo que acontece na nossa vida e ser mais agradecida por tudo o que tenho. No fundo trata-se de um trabalho interior, demorado e que só depende de mim por isso faz com este seja um processo em desenvolvimento ou construção (como lhe queiram chamar) para mim. Acredito mesmo que esta mudança de atitude tem tornado a minha vida melhor mas ainda estou no início e ainda existe muita coisa que me afecta mais do que deveria.
Tenho ainda muito trabalho pela frente em relação à paciência, à compreensão e ao não ter pavio curto com pequenas coisas insignificantes mas que me irritam solenemente. Não posso deixar que isso aconteça. Afinal, trata-se tudo de uma questão de perspectiva e relativismo. Mas é difícil mudar de um dia para o outro, são coisas que nos estão entranhadas e por isso têm de se transformar gradualmente, aos poucos e com algum esforço.
Ainda que já note melhorias no meu comportamento e na minha atitude, há dias em que só me apetece fugir para o meu canto e chorar desalmadamente. Porque não compreendo o porquê das coisas, porque não sei o que fazer e porque me sinto só nessa minha aflição. Não é verdade que eu esteja só nem é verdade que o que se passa na minha vida seja horrível. Considero-me abençoada por tudo o que tenho a honra de ter nos meus dias, pelas coisas boas, pelas pessoas especiais, pelos dias que vivo, pelas rotinas, pelo que é diferente,... há muito mais coisas boas e pelas quais devo agradecer do que aquelas que me atormentam e preocupam. Mas ainda sou muito assim: dou ainda muito valor às coisas que não são do meu agrado, às adversidades, aos obstáculos e às provações. No fundo, às "pequenas coisas" às quais só devemos dar a importância que merecem. E eu dou-lhes muito mais do que elas merecem, na verdade. Aflijo-me, choro, sofro, preocupo-me, questiono-me e sinto-me completamente perdida. E isso é uma bola de neve às vezes.


Tudo isto para dizer que os últimos tempos, as dificuldades associadas ao estágio e ao meu quotidiano, a incerteza quanto ao futuro profissional, a falta de dinheiro porque não tenho qualquer remuneração ou rendimento, os problemas dos que me são queridos, o depender ainda da ajuda de terceiros, o tempo a passar, as pequenas coisas do dia-a-dia...têm-me consumido. E se há dias em que a minha postura é a de que isto é passageiro e tudo faz parte do meu /nosso caminho, há outros em que é demasiado frustrante, em que me sinto de impotente, de pés e mãos atados e nos quais não consigo ver além dos obstáculos.

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Desafios constantes

Sabem aqueles assuntos que temos de arrumar e estão pendentes a massacrar-nos os dias e o juízo e cuja resolução se vai arrastando porque não depende só de nós? Um dia falta uma coisa, noutro dia outra, depois falta uma assinatura, depois falta mais um documento e é uma tal dificuldade que uma pessoa às tantas já se sente assombrada por aquilo. E tem sido assim ultimamente. Aliás, sinto que os últimos anos da minha vida têm sido constantes lutas de gigantes, umas a seguir às outras (ainda que com algum período de descanso entre elas) mas que fazem com que haja sempre alguma coisa a preocupar-me constantemente.
Desta vez é a candidatura aos malfadados exames a que estou obrigada. Mas é com tanta complicação que nem vos conto. E o dinheirão que tenho de entregar à Ordem? Haja riqueza neste mundo! Meu rico pai que arranja sempre forma de operar uns milagres quando é preciso! Enfim. Já na semana passada queria ter entregue toda a documentação e formalizar a candidatura mas não foi possível. No fim-de-semana estabeleci o prazo de quarta-feira mas também não deu e adiei até ao final da semana, pensando que conseguiria hoje mas a cada dia surge uma nova exigência na qual ainda não tinha reparado, que ainda não tinha preparado ou que tem de ser elaborada do zero e/ou assinada por alguém ou falta um documento que não se encontra em lado nenhum...! Ainda não foi desta.


Tenho andado a prorrogar constantemente o prazo que eu mesma me imponho mas da próxima semana não pode mesmo passar!

terça-feira, 19 de julho de 2016

Início de semana

Como no fim-de-semana fizemos gazeta, o início da semana pautou-se por muito trabalho (que tinha de ser feito e não se faz sozinho). Mas eu acho que até funciono melhor assim. Os primeiros dias da semana custam mas como estamos entretidos ela passa por nós e quando dermos conta estamos de novo no fim (de semana)! Aguenta que já não falta tudo!


Boa terça-feira por aí!

domingo, 19 de junho de 2016

Vida de estagiária


Esta semana que (finalmente) terminou o meu patrono esteve de férias. Embora eu tenha estado ocupada (com as visitas que tive por casa nos últimos dias), já não vou ao escritório há mais de uma semana e isso já me faz muita diferença no dia-a-dia. Apesar de ainda não trabalhar a tempo inteiro, nos últimos tempos tenho ido muito mais regularmente ao escritório e têm-me sido destinadas mais tarefas. Por mais pequeno que seja o que faça, por mais pequena que seja a evolução, tem sido muito importante para mim e estas pequenas conquistas são grandes vitórias para mim, nos últimos tempos. Não é fácil manter a motivação em condições tão incertas ou inconstantes, por isso, por mais pequeno que seja o desenvolvimento, já significa muito para mim. Afinal, faz-me sentir útil, permite-me aprender, praticar e ficar mais perto do meu grande objectivo (e desafio).
Isto tudo só para dizer que estou desejosa de voltar ao escritório, por muito que não tenha passado assim tanto tempo afastada e por mais que não seja tão frequente quanto isso as minhas visitas e colaborações por lá. Ainda assim, apesar de tudo, já me fazem falta. Mal posso esperar para que tudo se torne mais "sério", mais consistente e mais certo. Façam figas por mim, que bem preciso.

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Isto é que têm sido dias!

  • Sexta foi dia de ir ao ginecologista. Mulher sofre, há lá coisa mais constrangedora?! Mas estava tudo bem e sai de lá depressa. Fui para o escritório à tarde, com uma peça pronta para ser enviada. O meu patrono reviu-a, indicou-me alterações a fazer e só não seguiu naquele dia porque faltava-nos um documento do cliente. Deu-me outra coisa para fazer, também para segunda e vim com trabalho de casa para o fim-de-semana. Terminámos o dia a lanchar bifanas num sítio ali perto, a seu convite, para um final de tarde feliz. Regressei a casa para uma noite sozinha.
  • No sábado fui ver o meu vestido novamente. É tão bonito que a minha vontade era ficar com ele vestido ou, sei lá, já ser dia de me casar. Ainda está enorme, só será apertado um mês antes do casamento e por isso nem dá para ver como fica verdadeiramente mas fui vesti-lo para o mostrar a uma amiga e confirmei o meu amor por ele. A minha amiga também saiu de lá com um vestido lindíssimo para levar ao meu casamento. Fomos para casa dela e estivemos a conversar durante horas, arrumando coisas para ela se mudar de vez para casa do namorado e deixar aquela casa. Fui para casa trabalhar. O homem chegou-me só pelas 19h a casa e fomos até casa de uns amigos nossos fazer serão até tarde, depois de jantar. Sabe sempre tão bem estarmos com pessoas que nos são queridas e por isso foi um belo serão de cartas e conversa.
  • No domingo estivemos por casa, fomos ao café com outro casal de amigos nossos à tarde e passámos a noite em festa, no aniversário de uns primos meus. Foi dois em um, um deles fazia anos no domingo e o outro na segunda, então esperámos pela meia noite e cantámos os parabéns ao segundo, depois de termos celebrado os dois em conjunto. Estávamos em família, fomos muito bem recebidos e aproveitámos para entregar alguns convites. Também sabe muito bem estar em família, sem pretensões, sem segundas intenções, é sempre tão bom podermos partilhar com aqueles que são família momentos de celebração.
  • Segunda fui para o escritório e foram enviadas duas peças feitas por mim. Claro que foram corrigidas e orientadas pelo meu patrono mas soube muito bem ter sido eu a responsável por aquele trabalho, ter-me sentido útil e ainda mais tendo um feedback positivo da parte dele. Foram as minhas segunda e terceiras peças, já falta pouco para Julho e por isso, tenho de me despachar com as que me faltam. 
  • Terça fui a uma nova agência de figuração tirar fotos para que ficassem comigo na base de dados deles e para ver se tenho mais trabalho. Fui a tribunal depois de almoço e acabei a tarde numa oficina! O meu carro precisava de trocar pneus, alinhar direção e calibrar as rodas. Foi um desgosto deixar lá tanto dinheiro (150€) mas se tinha de ser o que podia eu fazer? Fomos jantar a casa de uma amiga que fazia anos e foi mais um serão bem passado - mas desta vez era bem clara a diferença de condições a que estamos daquele grupo.
  • Hoje espero um dia mais calmo, a tratar de assuntos pendentes e relacionados com a gestão doméstica. Temos mais um aniversário esta noite, em casa dos nossos amigos, surpresa para o aniversariante.

Amanhã vou ao escritório e sexta tenho uma formação. Com uma semana preenchida (graças a Deus que assim é!!!) sabe bem ter um dia mais calmo a meio da semana para uma pessoa se conseguir organizar. Mas por mim podem ser todas as semanas assim cheias, que é o que eu preciso. De preferência com mais idas a tribunal e ao escritório que tão bem me sabem.
Este tempo é que já dava tréguas e se decidia o que quer para si. Ora dá calor e dias húmidos, ora dias cinzentos de chuva, ora dias ventosos e abafados! No mesmo dia é capaz de fazer todas as estações do ano e os diferentes climas. Não há paciência! Eu tenho estado desde a semana passada em que fiquei doente, ora sem voz, ora com tosse, sempre com pingo no nariz. E não há maneira disto passar senão com o tempo, pelo que só me resta esperar.

Boa quarta-feira e continuação de uma boa semana!

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Quando as pequenas coisas parecem gigantes

Nunca me considerei incapaz. Tenho, como qualquer ser humano, as minhas limitações e receios mas tento sempre acreditar que sou capaz, de fazer aquilo a que me proponho, de terminar o que comecei, de chegar onde desejo estar, de atingir o que almejo. Por mais que enfrente dificuldades e obstáculos, tento não desanimar e sou persistente. Ah isso sou! Por tudo isto já fiz muita coisa nos meus vinte e tal anos de existência. Não considero que sejam grandes coisas mas tenho consciência de que para mim, ter conseguido fazê-las, foi importante. Ou porque me superei, ou porque aprendi algo novo (quase sempre!) ou porque simplesmente ganhei uma experiência. Isto vai desde a mais insignificante tarefa de limpeza à mais complexa de escrever e defender uma tese. Tenho perfeita consciência de que nem sempre faço as coisas da melhor forma mas a verdade é que dou o melhor de mim, tudo o que me é possível, naquele momento da minha vida e faço-o, superando barreiras pessoais.


Isto tudo para dizer que ontem, o facto de ter ido aos correios, fazer um favor, fora de horas, ao meu patrono, me fez sentir muito bem e deixou feliz. Mesmo depois de ter passado a tarde a corrigir um trabalho que fiz para o escritório e ele ter saído, sem grandes reparos do meu patrono, quase que senti como mais importante aquela missão tão simples de ir aos correios, despachar algo que era necessário e urgente naquele dia. Senti-me útil e saber que posso ajudar, que tenho feito de tudo para que possam contar comigo só me sossega um pouco pois tenho feito o que me é possível. Tudo o que está ao meu alcance eu tento fazer, por mais que em certos momentos sinta que não sei nada, que não estou preparada para grandes responsabilidades ou desafios profissionais, que me falta prática, à vontade, conhecimento e experiência, que não percebo nada de nada, só posso descansar quando sei que estou a fazer o meu melhor. Que estou disposta a aprender, que quero ver como se faz, estudar, praticar, tentar, errar e melhorar, crescer e evoluir. Estou nessa disposição, ou não estivesse há mais de um ano e meio numa situação tão delicada, desconfortável e complicada de não ter qualquer rendimento e manter-me totalmente disponível para o estágio que escolhi fazer. Sim, foi opção minha e por isso não posso senão queixar-me de mim mesma. Há dias, semanas e meses muito, muito duros. Porque não ter uma ocupação certa, horários, remuneração ou perspectivas seguras é uma situação complicada. Mas nestes momentos em que as pequenas vitórias, as coisas mais banais me parecem grandes conquistas, eu tenho a certeza de que estou a fazer o que me é possível, a dar o que posso de mim e a tentar. E isso ninguém me pode tirar, aconteça o que acontecer.
Por tudo isto eu dou graças pela vida que tenho, mesmo pelos dias difíceis, até mesmo aqueles insuportáveis, fazem parte da nossa caminhada e são fundamentais para nos construir enquanto ser humano. Que tenhamos sempre a força para acreditar e tentar, por mais que custe, que apeteça desistir e que pareça impossível.

domingo, 24 de abril de 2016

Sábado bom!



Passeio. Muito passeio. Campo. Serra, monte e ar puro. Verde. Paisagens a perder de vista. Feira, mercado e exposição automóvel. Descobrir novas terras, revisitar outras. Piquenique no prado. O nosso primeiro salame de chocolate. Ar livre, tempo bom, quente e tempo fresco. Carinho. A melhor companhia, a dele. E a mãe. Rios, lagoas e mar. 


Céu cor de rosa ao pôr do sol. Regresso a casa. Dia extraordinário sem ter sido planeado. 


Trabalho para o escritório para fechar o dia.

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Semana atípica

A semana começou com um trabalho inesperado. Fui sem estar a contar, tendo sido avisada no próprio dia mas é óptimo porque me permite ganhar algum.

Passei a terça-feira inteira em tribunal, desde manhã até às 16h, tendo acompanhado o meu patrono durante todo esse tempo. Ele deu-me essa oportunidade e eu só posso agradecer por isso. Em contrapartida não devo ir ao escritório dia nenhum porque ele tem coisas importantes para tratar com prazos a terminar esta semana e, por isso, está muito atarefado para me receber. Até que enfim nos foram ver o quarto por onde entra água em nossa casa quando chove muito - depois de semanas a chatear os responsáveis pela manutenção do prédio sem qualquer sucesso e com os dias de chuva que têm estado, andávamos prestes a arrancar cabelos. Agora é rezar para que o problema não se repita. Isto já nos tinha acontecido há um ano e voltou na semana passada, quando choveu muito. Felizmente estávamos em casa das duas vezes e foi no quarto dos gatos pelo que não houve problemas de maior, mas ainda assim, foi encher baldes e baldes de água, tendo mais de meio quarto inundado, um verdadeiro filme!


Quarta fui tratar do carro. Depois de muito adiar a mudança de óleo, filtro e a sua lavagem, finalmente consegui marcar e arrumar o assunto. Tive de esperar algum tempo mas o preço foi simpático e para o que paguei julgo que o trabalho foi bem feito. Deixaremos de ir mudar o óleo ao mecânico onde íamos porque nos apercebemos de que, apesar de não ser caro, não é o mais barato, não nos passava factura e já não temos muita confiança no trabalho do homem. Não porque nos tenha enganado mas porque já não vê muito bem e parece-nos que descura o trabalho - por exemplo, o carro na inspecção foi sinalizado como tendo o motor babado e isso só se deveu ao facto de ele derramar óleo quando o mudou porque não temos fugas no motor. Fui renovar o meu CC pela primeira vez e nunca vi coisa tão rápida. Nem deve ter demorado 20min desde ter tirado senha, ser chamada, ter sido atendida e estar despachada. O dia foi longo e depois de ter estado com uma amiga muito querida, com quem já não estava há algum tempo, fui apanhar o homem ao trabalho e fomos um casting de casal. A minha amiga jantou connosco lá em casa. O G. terá mais uma criança no partime.

Quinta comprámos finalmente as viagens do verão para irmos à minha terra, já há algum tempo que andávamos a reservá-las e no início da semana perdemos uma viagem mais em conta porque nos esquecemos de reservar novamente e não a comprámos, também por esquecimento. Depois desse dissabor decidimos que devíamos comprar o quanto antes, sob pena de pagarmos muito mais ou não podermos ir. Assim, hoje, por mais 40€ do que poderia ter sido mas ainda assim a um preço aceitável, comprei as viagens das nossas férias de verão. Há muita coisa para tratar nessa altura, relativamente ao casamento, por isso é muito importante lá irmos. Choveu o dia todo, o homem levou o carro para o trabalho (pela primeira vez em muito tempo). Fomos a mais um casting de casal! Super ousados (ahaha!), ainda que em dia de semana, fomos dar uma volta de carro depois do jantar. Abriram os voos da low cost para a data do nosso casamento e alguns dos nossos amigos puderam comprar as suas viagens.

Para terminar a semana em beleza, a minha prima veio ter comigo pois vai a casa e apesar de vir no dia em que viaja, passámos a manhã juntas - no shopping como tanto gostamos, a escolher coisas para as irmãs mais novas - almoçámos e fui levá-la. Toca a tratar da casa para estar descansada no fim de semana e poder namorar descansada.

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Dias preenchidos


Graças a Deus os últimos dias, as últimas semanas têm sido mais preenchidos. Tenho feito um pouco de tudo, desde a ocupação que mantenho pontualmente e me permite ganhar algum dinheiro, passando pela normal manutenção e cuidado da casa, pelo estágio e o seu decorrer mais regular (!) - duas vezes por semana, pelo menos - e terminando na organização e preparação do casamento.
Nos últimos tempos tenho a sensação de andar sempre a fazer alguma coisa, a tentar resolver algum assunto, por mais pequeno que seja. Às vezes são as pequenas coisas do quotidiano que nos consomem mais tempo e custam a dar-se por encerradas mas sabe tão bem arrumá-las. O corre-corre de todos os dias, os objectivos que me imponho a mim própria e as pequenas conquistas ajudam-me a manter-me saudável e, de alguma forma, positiva. Só posso agradecer por isso, sei que é uma bênção e espero que assim continue e encarrilhe em breve, da melhor forma.
Felizmente tenho estado ocupada, que o tempo pode nos ser favorável mas também nos pode provocar muita angústia, preocupação e noites mal dormidas. As últimas tenho-as de qualquer forma mas pelo menos os dias têm sido mais preenchidos e isso, apesar de se revelar cansativo, é tão bom e faz-me sentir útil.

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Considerações aleatórias

Os últimos dias têm sido preenchidos. Felizmente. Andamos entretidos com umas manualidades para o casamento e temos tratado de alguns assuntos pendentes como exames de rotina, organização cá em casa, etc. 
  • Continuo a dormir "bem" mas a sonhar imenso, o que faz com que não descanse efectivamente. Acordo sempre com a sensação de que não consegui repor energias e a prova disso são as olheiras que não me largam.
  • Tenho-me candidatado a alguns trabalhos mas cheguei à mesma conclusão de antes: não consigo conciliar nada com o estágio porque apesar de não ser a tempo inteiro, obriga-me a ter disponibilidade total para ele e por isso tenho recusado as poucas oportunidades de trabalho remunerado que tenho, em áreas que não são a da minha formação (porque não quero abandonar aquele escritório). Além disso, já falta pouco tempo para o prazo terminar pelo que não quero nada arriscar ter de prorrogá-lo mais tempo ainda. Tenho tido muita vontade de falar com o meu patrono sobre a possibilidade de me pagarem e de lá continuar após o estágio mas não ganho coragem para isso.
  • Mais uma semana que já vai a meio, o tempo tem passado de uma forma assustadora. Daqui a menos de OITO meses estarei casada!!! E parecia "tanto" tempo, mas ainda faltam tantas coisas por tratar. Quando conseguir venho partilhar os últimos avanços!

Mais um regresso e o Verão a chegar

Cá estou eu de volta passado quase um mês desde a última publicação. É o reflexo do que têm sido as minhas últimas semanas! Tive das semana...