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terça-feira, 24 de outubro de 2017

Somos os mais recentes proprietários...

...de uma motorizada!

O homem anda há uns tempos em estudos de mercado e possibilidades de melhorar a sua qualidade de vida. Trabalha a 30km de casa, o que faz com que tenha de fazer diariamente cerca de 60km. E como o que ganha não é ainda nada por aí além, faz o percurso diário de transportes. Não é comportável fazê-lo de carro porque o custo seria elevadíssimo e incerto (além disso, tem associados muitos outros custos de utilização e manutenção) daí que tenha surgido a hipótese de fazê-lo de mota por ser um meio de transporte quase tão cómodo e rápido mas muito mais económico. Contas e mais contas, opiniões e mais opiniões, estudámos as possibilidades todas. Fomos ver algumas, procurámos preços, críticas, modelos, alternativas...

Não vimos muitas pessoalmente, nem sabemos andar de mota, muito francamente. Vamos ter de aprender. Mas surgiu a oportunidade, de comprar a um stand, uma mota com pouco mais de dois anos, que não nos exige carta de mota (podemos conduzi-la com a carta de ligeiros pois não é superior a 125c), a um preço que podemos pagar, dando-nos algumas garantias de longevidade. Vem associada à mota uma série de custos extra, que nos obrigam a mexer nas poupanças muito sofridas. Mas o dinheiro não é tudo e pensar que ele pode levar menos de uma hora e meia na deslocação casa-trabalho ou trabalho-casa só me dá vontade de pular de alegria e achar que vale a pena pelo menos tentar. Não é que não se faça mas resulta numa perda de três horas diárias e desgaste físico que se reflecte na disponibilidade psicológica e emocional. Ainda mais quando já o faz há alguns anos.

Que Deus nos ajude nesta nova aventura e nos proteja! Torçam por nós. E eu que sempre sonhei ter uma mota desde os 14 anos e já tinha recalcado esse desejo?! Nem estou em mim.

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Respirar fundo


E ouvir esta música para tentar descomprimir um pouco da pressão que se me pesa nos ombros.
"Inspira, expira e não pira que o dia está quase a terminar!" é o espírito que me tem permitido enfrentar os dias. Não tem sido fácil manter-me motivada e entusiasmada. Tenho tido imenso trabalho e muita coisa em que pensar, a ocupar-me os dias e a encher-me de preocupação. 
Além do mais tenho andado particularmente angustiada com a minha perspectiva de futuro, o que tenho de fazer profissional e pessoalmente para conseguir atingir os meus objectivos. Não sei muito bem que rumo tomar para chegar onde quero e isso deixa-me desassossegada, talvez devesse estar a fazer outro caminho e não tenho mãos a medir... Relativizar é um exercício contínuo e constante. Respirar. Para tentar melhorar e ganhar novo fôlego. 

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Gratidão pelas oportunidades que nos são dadas

Sabem quando sentimos que nos estão a dar oportunidade, quando nos permitem, com isso, aprender, crescer? Sentir isso no trabalho deve ser das coisas mais gratificantes que pode existir, por mais pequeno que seja o gesto, por mais responsabilidades que possa acarretar e por mais exigente que seja. Sermos postos à prova é importante mas também é importante que nos dêem oportunidade. 


Por vezes pequenas coisas fazem-me sentir que estou a fazer o meu caminho, com passos pequeninos, alguns ainda inseguros mas estou a fazê-lo e isso é o principal. E certos pormenores fazem-me sentir que tenho valor e ganhar o dia.

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Férias!


Hoje entro de férias. São as minhas primeiras férias do trabalho! Estou em pulgas por fugir daqui e sair da rotina, evitar as obrigações e os horários... e claro, finalmente trabalhar para o bronze que ainda só fui UMA vez à praia este ano. Que seja sereno e que seja feliz, especial tem de ser, porque vamos matar saudades daqueles que nos são mais queridos e estão longe. 

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Egocentrismo e egoísmo


Há pessoas que não são capazes de ver mais nada além do seu próprio umbigo e estão completamente convencidas que tudo gira à sua volta. Encontrarmos alguém que não seja assim já começa a não ser muito fácil. Encontrar pessoas destas na nossa equipa de trabalho pode ser uma verdadeira pedra no sapato. Confesso que não consigo abstrair-me da atitude tão egoísta e egocentrista de algumas pessoas. Fico mesmo chocada com a habilidade que têm para olhar para o lado quando não lhes interesse ou quando acham que não é da sua responsabilidade alguma coisa. O espírito de equipa deve ser para elas uma coisa muito distorcida: só serve para o que lhes convenha, para o resto, principalmente quando implica dar a mão a um colega, pura e simplesmente não existe. Isto a mim causa-me uma grande estranheza. Não consigo lidar com gente assim. São gentinha, mesquinhas e aproveitadoras. São parasitas, sangue-sugas oportunistas. Dão-me nojo. É de uma falta de sensibilidade, consciência e consideração que não tem salvação possível. Estas pessoas deviam viver em ilhas, sozinhas consigo mesmo. Gostava de ver quanto tempo durariam.

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

A nossa casinha


Estou deliciada com o aspecto com que a nossa casinha está a ficar! Ainda só tem praticamente o útil, porque como nos faltam algumas coisas, ainda não nos dedicámos propriamente às decorações, aos téxteis que pretendemos e aos pormenores. Além disso, estamos com um restauro na calha e para isso precisamos de algum tempo mas a casa já nem parece a mesma desde que tirámos a tralha excedente (móveis). Está tudo muito simples, nada digno de capa de revista mas está muito ao nosso gosto!
Falta-nos encontrar umas coisas bonitas, de que gostemos, para conseguirmos criar o ambiente que temos em mente para ali. Nesta casa decidimos que, ao contrário do que vimos fazendo, só teríamos em casa coisas de que gostássemos, se dependesse das nossas escolhas. O facto de também eu estar a trabalhar tem permitido isso. Apesar da casa ser antiga e ter muita coisa que não está na melhor condição em termos de estrutura, foi-nos entregue pintada e com a cozinha e wc limpinhos, ou seja, com azulejos brancos e chão cinza, o que, pelo menos em comparação com a anterior, é uma grande diferença. Parece logo que a casa é mais limpa, mais fresca e moderna e nós gostamos disso. Acresce que estamos muito virados para o mobiliário branco, em contraste com a cor predominante da nossa antiga casa, o castanho - graças aos móveis reaproveitados que tínhamos. Ao nos mudarmos decidimos que só teríamos aquilo que precisássemos e que gostássemos mesmo. Isso tem feito toda a diferença e temos adorado o resultado.

Em resposta a algumas perguntas na publicação anterior: não, infelizmente aquele não é o meu tapete de entrada. Quem me dera! Se souberem onde há, digam por favor. Ainda não temos tapete de entrada nesta casa!

Faltam-nos colcha e tapetes com cor para o quarto (já que está todo muito claro), forrar assentos das cadeiras da sala com um tecido giro e colorido, que também pretendemos usar para as capas das almofadas de lá, pôr cortinados nos quartos, encontrar um móvel de televisão, um louceiro/aparador e resolver o que fazer quanto à estante. Além disso, precisamos decidir/ arranjar os quadros que queremos pendurar, comprar toalhas para a mesa da sala, uma manta para o sofá, uma máquina de lavar louça, adaptar o forno para gás de botija, trocar de tábua de engomar e restaurar o móvel da entrada. 

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Primeiro jantar na casa nova

 

Estava em pulgas para poder receber novamente os meus amigos lá em casa. O último jantar na nossa casa foi talvez em Abril e desde então, apesar de nos termos encontrado já várias vezes, tem sido sempre na casa deles porque nós com a mudança não tínhamos disposição e muito menos condições. Este estado de espírito - falta de vontade de receber alguém querido em minha casa - é-me muito estranha e por isso agora que a casa começa a parecer-se com isso (apesar de ainda ter muito trabalho por fazer), não consegui esperar mais e, também para assinalar o início das férias do homem, hoje faremos o primeiro jantar lá em casa, com os do costume. E apesar de amanhã trabalhar é tão bom! 

Querido Agosto

Há já alguns anos que o mês de Agosto tem para mim um significado especial. Desde que começámos a namorar, o G. passou a ir todos os anos por esta altura à minha terra. Se quando era miúda e adorava a escola Agosto era um mês de tédio total e quando vim para a faculdade equivalia a um qualquer retrocesso porque voltava para a casa dos meus pais e não tinha a liberdade que em época de aulas e a morar sozinha tinha, desde que começámos a namorar e dado que o homem abraçou a minha terra natal quase como se fosse sua, Agosto passou a ser muito especial.


Ele tem há já alguns anos férias obrigatoriamente neste mês e por isso, como coincidia também com a minha pausa lectiva, passou a ser a altura em que lá vamos mais tempo. Por isso, porque as saudades são muitas, porque há aniversários muito especiais nessa altura, bem como outros festejos únicos por lá, ir a casa em Agosto tem um gostinho especial. E o melhor de tudo é que é partilhado por ambos. 
Agosto equivale, por isso, a família, pessoas muito especiais que normalmente estão longe de nós, lugares que nos são queridos, jantares, arraiais e um coração cheio. 
Este ano como estou a trabalhar só posso tirar quinze dias (já tenho muita sorte em poder tirar!) este mês. Nem de propósito, faço 6 meses de trabalho neste mês e por isso já posso tirar dias de férias. E o marido já está de férias, por isso já me sinto meio que em modo férias. Assim, entrámos oficialmente em contagem decrescente para a última quinzena, que será com certeza muito feliz.

sábado, 22 de julho de 2017

Eu, impaciente me confesso

Onde é que eu alguma vez poderia imaginar estar onde estou agora, há uns anos atrás?! É que nem de perto nem de longe eu achei que faria o percurso que acabei por dar à minha vida.


A verdade é que estou constantemente a achar que me falta alguma coisa, a querer mais e mais e mais e, muitas vezes, para ontem, a desesperar quando as coisas não tomam o rumo que eu gostava e a sofrer por antecipação porque penso sempre no que podia ter já feito e não fiz. Tenho feito um grande esforço para mudar esta minha forma de ser e noto grandes diferenças de há uns anos para cá - é um processo longo e que se quer gradual porque implica muita coisa e está-me na veia, pelo que, contrariá-lo não é pêra doce. Mas tenho plena consciência do progresso que já fiz (ainda que também saiba perfeitamente que ainda tenho muito caminho a fazer nesse sentido).
Hoje quero muito olhar para o que fiz e dar o devido valor ao meu percurso, ao que alcancei, àquilo por que já passei. Nem sempre é fácil vermos o nosso reflexo com lucidez. Eu sei que tendo a distorcer o meu. Mas todo o nosso caminho tem um valor inestimável e, mais importante do que isso, é o nosso percurso. É o que faz de nós o que somos, o que nos dá o que temos e aquilo com que podemos trabalhar de agora em diante. Não vale a pena tentarmos agarrar-nos a outras coisas, mais vale partirmos logo da realidade, do que somos, do que fizemos, do que temos, e fazer o nosso melhor. A ambição e o almejar mais e melhor são importantes mas também é fundamental termos consciência do que é efectivamente possível, que as circunstâncias, quase sempre alheias à nossa vontade ou alcance, nos conduzem a um caminho único, sem grandes alternativas. Isso é a vida. Se fosse só um projecto perfeitamente medido, não teria a mesma piada.

Hoje sou uma jovem casada, que terminou uma formação, está a trabalhar numa área que nunca imaginou e que tem aprendido a lidar com as adversidades a duras penas mas que tem crescido muito com isso. Sou muito abençoada por ter encontrado para a vida o homem que nunca imaginei exigir fora das histórias de encantar e por termos saúde, por termos a honra de podermos contar com pessoas verdadeiramente especiais na nossa vida, por termos saúde e capacidade para lutar pelo que mais desejamos - ser felizes. E eu não imaginei nunca poder ser tão feliz como já fui/sou.

sexta-feira, 21 de julho de 2017

O trabalho, a casa e a vida

Ultimamente não tem sido fácil conseguir vir aqui espairecer como tanto gosto. Os dias não esticam e entre o trabalho que nos consome a maior parte do dia e a casa que nos absorve toda a energia que nos possa restar, não sobra muito tempo para conseguir aqui vir. Ainda não me consegui organizar nesse sentido.

As coisas lá por casa ainda precisam de levar uma grande volta mas só conseguimos fazê-lo aos poucos - porque afinal, além de tempo e disponibilidade, exigem dinheiro. Temos de nos concentrar nos nossos objectivos e apesar de estarmos (felizmente!) ambos a trabalhar as despesas não param de surgir.


Temos sentido que faz muita diferença estarmos ambos a trabalhar e sinto-me muito abençoada por poder ter o meu ganha pão, como há muito já ansiava. Apesar de ter vindo a assumir novas responsabilidades na empresa, estou a gostar muito de lá estar e sinto-me lá bem. Tenho a sorte de ter um bom ambiente de trabalho, ser bem tratada e ter condições boas para os tempos que correm. Não é o meu emprego de sonho, tenho de confessar mas é um óptimo primeiro trabalho e tem sido muito enriquecedor para mim.

Por vezes sinto que por mais ginásticas que façamos, temos sempre de enfrentar obstáculos pelo nosso caminho. E eu sei que isso faz parte, que crescemos e aprendemos muito com as dificuldades - e agradeço aquelas porque já passei porque me trouxeram muito - mas também sei que há dias em que me sinto tão impotente e exausta que quase apetece desistir, baixar os braços e enfiar-me no canto mais próximo.

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Fim-de-semana num cantinho do céu


Esgotados como temos estado e com tanto para tratar dada a mudança de casa (as coisas que temos a mais e as que temos a menos, os pequenos detalhes, aquilo que falta comprar...), o nosso maior desejo era poder abstrair-nos um pouco do que nos preocupa e arejarmos as ideias, longe de tudo e todos.
Pelo aniversário do moço que quase coincidiu com os nossos primeiros seis meses como marido e mulher, quis fazer aquilo que já há muito queríamos e sonhávamos - passear, para longe de casa, sem horas, sem obrigações, só nós dois.
Estávamos mesmo, mesmo, mesmo a precisar. Estes primeiros meses têm sido muito exigentes para nós por uma série de coisas que têm acontecido, por isso precisávamos mesmo deste tempo para nós.
Foi tudo preparado algo em cima do joelho porque, lá está, tempo não me tem sobrado. Mas tinha de o fazer e assim foi. Talvez na quarta-feira reservei uma noite no alojamento local de uma Vila bem simpática que não conhecíamos, sem ser muito longe de casa mas não sendo, também, perto. E disse-lhe que no sábado tinha planos para nós. Era tudo surpresa para nós.
Pedi-lhe que não marcasse nada para o fim-de-semana "para descansarmos" e que confiasse em mim sem fazer demasiadas perguntas porque queria que fosse surpresa. Na sexta-feira antes de sair de casa preparei a "mala" e pus tudo o que precisávamos no carro, para que ele não o visse. E pedi ajuda à minha mãe para ir ver-nos os gatos enquanto estivéssemos fora (que também têm sentido muito as mudanças da família e estão carentes).
No sábado saímos de manhã e fomos andar a cavalo. Ele acha-os animais fascinantes e eu descobri um clube/ uma quinta, que tem muitos, que recebe provas e que permite aos "leigos" ter contacto com eles.
Passámos lá a manhã e almoçámos. O sítio é óptimo e o ambiente muito simpático, ficámos com vontade de voltar. Até têm piscina.
Depois de almoçar, fizemo-nos à estrada. Eu tinha um rumo, ele é que não sabia qual era. Fomos descendo, pela nacional, passando terras e terrinhas por onde nunca tinha passado e deixando para trás várias placas com palpites (achava que íamos a um sítio quando via a placa, perguntava e eu nada dizia, quando deixávamos a respectiva placa para trás, tirava dali a ideia). Até que, quando chegámos lhe disse que era ali que íamos. 
Fomos até à praia, demos uma volta no centro, mas eu tinha de dar entrada no hotel e por isso andava à procura do mesmo. Quando o encontrámos e ele percebeu que "tinha quartos" perguntou logo o que lá íamos fazer e se passávamos ali a noite estupefacto. A resposta era afirmativa e assim passámos umas horas longe de casa, num sítio que nos pareceu um cantinho do paraíso, só a passear e a tentar descansar. Andámos a pé, encontrámos um sítio onde se comia bem sem pagar muito por isso e delicia-mo-nos com a calmia daquele momento para nós. Foi tão mas tão simplesmente bom!
Apesar de não ter sido muito tempo, apesar de ainda nos sentirmos cansados e nos preocuparmos, sinto que o fim-de-semana foi o balão de ar de que precisávamos para não darmos em malucos. E foi mesmo no limite.
Sou muito feliz e grata por ter conseguido fazê-lo e oferecer-lho. Sou muito abençoada por ter, hoje, esta possibilidade e por poder ter na minha vida uma pessoa tão mas tão especial e feita para mim como ele é. Soube-nos pela vida!

quarta-feira, 7 de junho de 2017

O nosso IRS


É verdade, casados há poucos meses, este ano apresentámos pela primeira vez a declaração IRS em conjunto. Sendo referente ao ano passado, eu não tive rendimentos e como o homem é taxado à grande e tivemos despesas, felizmente o resultado foi positivo. Depois de um ano com orçamento muito apertado para nos conseguirmos aguentar, sabe mesmo bem não ter de pagar contribuições. E o que veio é sempre uma grande ajuda para as despesas que temos tido com a casa nova.

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Alimentar relações


Para contrariar a minha enorme tendência e vontade de não fazer absolutamente nada, de não ver nem estar com mais ninguém além de mim e ele, tenho sido obrigada, nos últimos meses, ainda que contra a minha real vontade, a estar com pessoas, a conviver e a recebê-las no meu seio mais pessoal. 
Não é que eu não goste de estar com pessoas, pelo contrário, eu adoro estar rodeada de pessoas especiais e sim, muitas daquelas com quem tenho estado são as minhas pessoas, pelo que seria natural eu achar esta condição maravilhosa. Mas não sinto isso. Pelo menos não sinto sempre. Isto dá que pensar. Afinal, se eu tenho a bênção de estar com as pessoas que são importantes e especiais para mim, como posso ousar queixar-me? Como posso querer ficar/estar sozinha?! Acho que este sentimento está relacionado com estado de esgotamento tal que não me permite equilibrar.
Apesar de tudo sei como sou abençoada por ter pessoas tão especiais na minha vida e gosto sempre de recebê-las da melhor forma que me é possível - talvez por ter vindo a acontecer frequentemente me sinta cansada, pela quantidade e regularidade com que temos recebido alguém em nossa casa, ou feito /ido a jantares de grupo.
É sempre tão bom estar com os amigos ou familiares queridos que a verdade é que estou sempre em conflito interior porque quero estar com eles mas também sinto imensa necessidade de não estar com ninguém. Talvez isso esteja relacionado com o facto de eu ter passado algum tempo em casa, sem trabalhar ou estudar, não estando com outras pessoas todos os dias e, como consequência, me ter habituado a estar só comigo mesma. Agora há alturas em que só tenho vontade de me estender na cama ao comprido, sem nada nem ninguém a interferir com aquele momento. Eu sei, que isto só parece uma autêntica esquizofrenia sentimental/emocional...mas é o reflexo do que tenho sido.
A verdade é que as relações têm de ser cultivadas e não há incentivo melhor do que o bem que as pessoas nos fazem, só pela forma como nos tratam, só pela sua presença, atenção e carinho. Por isso, esta noite temos jantarada de amigos, em nossa casa, para comemorar o mais importante da vida: o amor.

Motivação de segunda-feira

Amanhã é feriado! 


Hoje estou a trabalhar a custo, confesso. Mas tem de ser e o que me consola é que amanhã é feriado. E nos últimos dias veio alguém muito especial a visitar-nos, a tia. E por isso, temos andado em óptima companhia, com muito passeio e uma sensação muito boa de conforto por estarmos perto de pessoas especiais. 
Ainda assim, não tem sido fácil abstrair-me daquilo que teima em preocupar-me e ocupar-me o pensamento, levando-o para longe de quando em vez. E é ver-me com ar pesado, cara fechada e olhar distante porque há coisas com as quais não me conformo mas nada posso fazer, neste momento para as combater porque isso não está ao meu alcance.
Tem acontecido tudo ao mesmo tempo, uma coisa a seguir à outra, uma maior que a outra e parece que não conseguimos sequer dar-nos conta do que nos rodeia porque é demais para conseguirmos acompanhar o ritmo alucinante. A vida não para e muito menos o tempo.

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Arrendar casa #5


  • Não estamos a procurar casa no centro da cidade. Não é o que pretendemos, nem o que mais nos convém, nem o que podemos pagar. Os resultados da nossa procura são sempre zonas limítrofes da cidade.
  • O homem trabalha a quase 40km de onde moramos neste momento. leva 1h30 em cada sentido, para ir e para vir, todos os dias e vai de transportes. Está fora de questão outra solução, já analisámos e reanalisámos vezes e vezes sem conta as circunstâncias e ir de carro acarretaria um custo insuportável. Eu trabalho a 15km de onde moro e vou de carro porque são 20/30min e de transportes seria mais do dobro, não tendo custo com portagens nem nada do género.

Se nos mudarmos para perto do trabalho dele, serei eu a ter de fazer um percurso de mais de 40km, porque comparativamente, o meu trabalho é mais longe do que o sítio onde moramos agora. De qualquer forma, esta hipótese não foi descartada. Ainda a estamos a considerar. O ideal seria, à partida, um local que ficasse a meio caminho para ambos mas aí surgiam outras novas questões:
  1. Nem um nem outro estaria relativamente perto do trabalho;
  2. Os custos com transporte não mudariam muito, atendendo a que ambos teríamos de nos deslocar;
  3. Os locais seriam muito  distintos do que conhecemos e do que estamos habituados (isso até podia ser bom!);
  4. O arrendamento não está favorável em lugar nenhum - nem perto de onde estamos, nem perto de onde ele trabalha, nem em zonas intermédias para ambos.


Temos tentado ponderar todas as hipóteses e não excluímos muitas sem fazermos contas, pesquisa e análise. Temos tempo contado para sair de onde estamos mas não é assim tão pouco tempo e não queremos dar um passo em falso, por isso começámos a procurar imediatamente e temos visto o máximo que nos é possível.

Quinta-feira santa


Por aqui trabalha-se, ainda que a vontade fosse outra e por esse lado? Boa quinta-feira!

sexta-feira, 24 de março de 2017

Consegui! Consegui! Consegui!!!


Confesso que ainda não estou em mim. Ter sido aprovada na derradeira prova final fez-me sentir que tinha cumprido o meu dever (não é um dever para com mais ninguém senão para comigo mesma, acima de tudo!). É como ter conseguido chegar ao cimo da montanha mais alta do mundo, como ter atingido a meta em primeiro lugar, depois de uma maratona de esforço, como ter terminado uma jornada em que esforçámos o nosso corpo até ao limite das nossas forças e capacidades. É um alívio e uma sensação de superação indescritíveis. Eu consegui! Sim, eu consegui! É mesmo verdade, aconteceu! É real e mal consigo, ainda que já passados alguns dias, acreditar! 

Pode não ser uma grande coisa mas era o meu grande objectivo, um desafio e uma meta muito importante. Passaram-se muitos anos desde o início da minha formação superior, passaram muitas pessoas pela minha vida, muita coisa aconteceu, muita coisa mudou. Chegaram ao fim cerca de sete anos e cinco meses! Foram anos muito enriquecedores mas sem dúvida os que mais me testaram, aos mais variados níveis. Passaram por mim muitas pessoas especiais, umas ficaram, muitas saíram da minha vida. Muita coisa aconteceu, muitos desafios mas também muitas conquistas. Ganhei pessoas, perdi pessoas... Cresci, envelheci, aprendi. Foram anos de muita mudança, de muito crescimento e evolução pessoal, acima de tudo. Terão sido, com certeza, anos cruciais da minha vida, que ditarão muito do rumo que ela seguiu ou seguirá.


Chorei muito, ri muito, vivi muito. Dei tanto e recebi mais ainda. Fui muito feliz e muito infeliz. Posso dizer que provei um pouco de tudo o que havia no meu caminho. Durante todo este tempo, o blogue acompanhou os meus passos e foi muito importante para grande parte do meu percurso. Sem ele (e sem vocês aí do outro lado!), não teria sido a mesma coisa. Através dele, pude partilhar o que não me atrevia a dizer, o que não me arriscava demonstrar. E isso terá sido fundamental para manter a minha sanidade mental... e para crescer. 

Sinto-me muito agradecida e verdadeiramente abençoada por tudo o que tenho tido oportunidade de viver. O bom e o menos bom. Porque tudo faz parte do caminho e porque tudo, em conjunto, permitiu-me chegar onde estou hoje e caminhar para onde estarei daqui em diante. Por tudo isso, OBRIGADA, de todo o meu coração.

sexta-feira, 17 de março de 2017

As novas MELISSA cá de casa:

Melissa STAGE
O primeiro ordenado!


...com umas MELISSA novas em super promoção! Bem, na verdade, tenho de confessar que não foram só umas...foram dois pares.

Melissa HAPPY (não podia ser mais adequado)!

Tornei-me Advogada!

 Afinal, além do primeiro ordenado, deixei de ser estagiária! São dois acontecimentos que merecem ser condignamente assinalados, ou não!? :D

Como assinalar o primeiro ordenado?


Sou uma pessoa simples e fácil de satisfazer.

Mais um regresso e o Verão a chegar

Cá estou eu de volta passado quase um mês desde a última publicação. É o reflexo do que têm sido as minhas últimas semanas! Tive das semana...