...de uma motorizada!
O homem anda há uns tempos em estudos de mercado e possibilidades de melhorar a sua qualidade de vida. Trabalha a 30km de casa, o que faz com que tenha de fazer diariamente cerca de 60km. E como o que ganha não é ainda nada por aí além, faz o percurso diário de transportes. Não é comportável fazê-lo de carro porque o custo seria elevadíssimo e incerto (além disso, tem associados muitos outros custos de utilização e manutenção) daí que tenha surgido a hipótese de fazê-lo de mota por ser um meio de transporte quase tão cómodo e rápido mas muito mais económico. Contas e mais contas, opiniões e mais opiniões, estudámos as possibilidades todas. Fomos ver algumas, procurámos preços, críticas, modelos, alternativas...
Não vimos muitas pessoalmente, nem sabemos andar de mota, muito francamente. Vamos ter de aprender. Mas surgiu a oportunidade, de comprar a um stand, uma mota com pouco mais de dois anos, que não nos exige carta de mota (podemos conduzi-la com a carta de ligeiros pois não é superior a 125c), a um preço que podemos pagar, dando-nos algumas garantias de longevidade. Vem associada à mota uma série de custos extra, que nos obrigam a mexer nas poupanças muito sofridas. Mas o dinheiro não é tudo e pensar que ele pode levar menos de uma hora e meia na deslocação casa-trabalho ou trabalho-casa só me dá vontade de pular de alegria e achar que vale a pena pelo menos tentar. Não é que não se faça mas resulta numa perda de três horas diárias e desgaste físico que se reflecte na disponibilidade psicológica e emocional. Ainda mais quando já o faz há alguns anos.
Que Deus nos ajude nesta nova aventura e nos proteja! Torçam por nós. E eu que sempre sonhei ter uma mota desde os 14 anos e já tinha recalcado esse desejo?! Nem estou em mim.



















