Pesquisar neste blogue

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Amor e Paixão

Distinção amor e paixão com os respectivos calma e furacão. O amor é tranquilo, tenho-me vindo a convencer disso. E a paixão, para que o seja verdadeiramente tem de ser arrebatadora, fazer tremer todo o nosso mundo, deixar-nos baralhados e sem chão como se atingidos por um tornado. Vira tudo do avesso, é vivida à flor da pele, a sangue quente, sempre. Em contraposição, o amor quer-se estável, seguro, sereno. Sem sobressaltos, ainda que com contratempos.

Para mim esta distinção, em teoria, parece-me fácil de compreender e não discordo, de todo. E também sei que o segredo está, como em tudo, num equilíbrio de dois "opostos" (que neste caso não considero opostos), num balancear que enriquece e fortalece o resultado final.
Pois mas, na prática, esta distinção, além de pouco clara, vezes e vezes sem conta, não é exequível. Para mim é difícil compreender que só se tenha um ou outro. E mais complicado de alcançar é um equilíbrio entre os dois. Normalmente não se consegue encontrar ambas num mesmo momento e, principalmente, na mesma pessoa!

4 comentários:

  1. Tenho andado a ler o que escreves e, sinceramente, acho que a tua cabeça está um caos xD Tentas descobrir o que sentes, tentas justificar os teus actos. Dá-te um tempo. Há quem diga que a distância intensifica/diminui o sentimento, eu sou apologista de que pode deturpá-lo! Espera até regressares ;)

    ResponderEliminar
  2. Este texto era generalizado, não se refere a uma situação específica ou sentimento meu. Era uma das minhas (tantas) divagações xD.

    É verdade que já há muito estou um verdadeiro caos a nível emocional mas, se me lês, também já deves ter percebido que existem mil e um motivos para tal.

    Está a passar-se muita coisa na minha vida (têm-se passado desde há uns meses/ano para cá)!

    E tenho-me dado tempo! UM ANO E MEIO já lá vai desde o namoro que me "destruiu"... E o tempo cura tudo.

    Quanto à distância, tens razão e eu mesma já o disse (escrevi) mais que uma vez, que só depois de voltar e conseguir perceber como funciona a "normalidade quotidiana" lá é que poderei compreender (ou decidir) o que quer que seja!

    ResponderEliminar
  3. O perfeito seria poder usufruir dos dois ao mesmo tempo, mas já reparei que isso é um pouco utópico... Tem de se admitir e aceitar que mais cedo ou mais tarde, conforme os casos, se as duas pessoas continuarem juntas o amor acaba por suceder á paixão, o que embora seja bem menos efusivo e arrebatador, também é igualmente bom de se sentir*

    ResponderEliminar

Muito obrigada pelas tuas palavras!