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domingo, 4 de dezembro de 2016

Para sempre nos nossos corações


Somos marido e mulher.

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

O lado mau de organizar um casamento

Nos últimos tempos têm surgido alguns percalços relacionados com a organização do casamento que nos têm deixado de cabelos em pé. Na verdade não nos podemos queixar, graças a Deus tudo tem corrido bem em geral, estes são afinal pormenores e "problemas" menores. Não nos tem acontecido nada de grave ou de muito preocupante. E considero que temos sido uns noivos tranquilos com o decorrer do tempo. Mas há coisas que nos tiram a paciência. 
Primeiro foi a música da cerimónia que tivemos de procurar e contratar à última hora porque as pessoas que iam tratar disso afinal não podiam e avisaram-nos a menos de um mês do casamento. Além disso, as coisas que mais nos preocupam ultimamente são os convidados que não se dão ao trabalho de nos confirmar presenças e indicar quem vai. Isso é que nos tem chateado porque a nós parece-nos falta de consideração inaceitável. Nós entregámos o convite há muito tempo, lá indica a data até a qual pedimos confirmações mas algumas pessoas pura e simplesmente ignoraram isso tudo.
Na semana passada, quando estava a organizar mesas lembrei-me de confirmar com determinada pessoa que não me disse nada se ia ela e a restante família. Nós estávamos a contar com o casal mas afinal vai esse casal e mais quatro pessoas (filhos, respectivos companheiros e netos!). Ainda tive de andar atrás deles para que me indicassem nomes. São pessoas com as quais mal falamos e com as quais o meu homem nem teve contacto. Não faziam parte da nossa lista de casamento tendo em conta que só convidámos as pessoas "essenciais" para nós e temos uma lista "apertada" de convidados. Mas também não entregámos o convite a uma família dizendo-lhes que só o casal está convidado. Acho que isso já deve partir de cada um decidir se vai ou não. O resultado é que teremos no dia mais importante da nossa vida, pessoas que não nos dizem nada porque mal convivemos com elas enquanto que outras, que gostaríamos de convidar, ficaram de fora por limitações orçamentais e de princípio. Mas a questão não é ir X ou Y, a questão é que, indo, não se deram ao trabalho de nos dizer alguma coisa. 
Além desta, outras histórias temos para contar relativas a convidados. Os companheiros de algumas pessoas que não sabem, até à última se vão ou não (implicando o nosso casamento uma viagem acho que é fácil darem-nos uma resposta), os que se acham mais importantes do que os outros e querem um convite específico para si não lhe bastando o que demos à pessoa que vão acompanhar, os que não dizem absolutamente nada, com os quais não conseguimos comunicar porque só eles têm o nosso contacto (que demos para efeito de confirmação ou não) e outros que tais.
Isto tudo interfere no número de mesas que temos de decorar e indicar à florista, no número de lembranças, nas cadeiras e pratos que têm de estar nas mesas e na distribuição das pessoas pelas mesas. Em relação a isso, temos planos de mesas, organização de sala e impressões para fazer. Mas ninguém quer saber, as pessoas não têm consciência do que implicam as suas atitudes (ou a falta delas).


Nem tudo é um mar de rosas, há coisas que eram perfeitamente dispensáveis e que se podiam evitar com um mínimo de consideração e sensibilidade por parte de todos mas ainda assim, e aconteça o que acontecer, eu vou-me casar com o homem que escolhi para partilhar a minha vida e nada nem ninguém é mais importante que isso.

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

"Estamos quase..!"


É das coisas que mais tenho ouvido do meu homem. Parece uma criança que se deu conta agora que um dia muito especial e aguardado está para chegar. Porque já sabemos que está perto mas agora faltam tão poucos dias que custa a crer! É uma sensação incrível de excitação e emoção. Com as coisas que têm acontecido ultimamente típicas das "vésperas" de um casamento parece que nos apertam o coração e dão um friozinho (bom) na barriga, como se nos estivesse a "cair a ficha"! É tão especial...não consigo descrever. E tem sido incrível perceber que estamos os dois no mesmo pé.

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Voltei!!!


Ainda não me casei, ainda não desapareci nem abandonei o blogue. Tive de estar ausente nos últimos dias porque estivemos a tratar de mais algumas coisas do casamento e recebemos pessoas muito queridas e especiais em casa. Alguns avanços e o tempo não pára. Já falta pouco, muito pouco e ainda há muita coisa a tratar por isso ultimamente temo-nos dividido entre o trabalho, a casa, o casamento, os afazeres extra, amigos e família. Que ginástica! Por aí, como vão? Já a pensar no Natal?

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Contando os dias

...para me tornar a esposa do homem da minha vida!


Faltam muitas coisas para preparar, ainda temos muito que fazer, os nervos não tarda estarão aí...mas sabem o que mais me alegra, sossega e enche o coração? A certeza de que, aconteça o que acontecer, nos tornaremos marido e mulher dentro de muito pouco tempo! É muita alegria e emoção! :D

terça-feira, 15 de novembro de 2016

A história repete-se

Já me tinha esquecido da vergonha que é a oferta de empregos na minha área.


Querem pessoas com todas as habilitações e mais algumas, com imenso sentido de responsabilidade, muito produtivas, com alguma experiência, que se revelem profissionais de excelência e rigorosos, que tratem de coisas que implicam esforço, dedicação, autonomia, independência e decisões importantes e oferecem-lhes 500€. Sim, quinhentos euros!
Eu continuo a achar isto vergonhoso e por mais que me custe, enquanto me for possível não me sujeitarei a isso. Para ganhar 500€ (que nem será 500€, serão no mínimo 530€, correspondente ao ordenado mínimo), prefiro ir para uma loja de roupa ou supermercado. Afinal, para quê esgotar-me, assumir responsabilidades que não me dizem respeito e ser sujeita a um ambiente duvidoso, só porque é na área de estudos que escolhi, por 500€?!?!

Há dias quando contei ao meu pai o que me ofereceram numa entrevista a que fui ele respondeu-me todo indignado "Mas isso é para trabalhar num supermercado ou quê!?!"

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

O carro "dos noivos"


Quando pensamos em carro "dos noivos", pensamos que, se pudéssemos, escolher teríamos um carro clássico, com pinta, a levar-nos na primeira viagem que partilharmos depois de casados.
Infelizmente não temos nenhum clássico na família e nem conhecemos ninguém com um por isso, primeiro vimos preços de carros para alugar para o dia do casamento. Até vimos preços em conta, mas pagar 100/200€ por um cerca de uma hora de utilização (se tanto!) de um carro não estava nos nossos planos. Temos muitas outras coisas nas quais nos faz muito mais sentido gastar aquele dinheiro. Essa opção ficou descartada.
Falámos ainda com um amigo meu cuja família tem um clássico, muito giro e super antigo. Mas o carro não está nas suas melhores condições e dado que teríamos de fazer ainda uma viagem considerável nele, também foi hipótese excluída.
Acabámos por decidir pedir emprestados dois carros iguais, a amigos nossos, que não eram clássicos mas que são uma versão engraçada de um determinado modelo. Seria um para o noivo e outro para a noiva, iguais mas de cores diferentes apenas. Pronto, a questão tinha ficado resolvida e estava tudo combinado desde Agosto.

Mas sabem quando alguma coisa não nos está a encaixar muito bem?! Era o que se passava connosco em relação a este assunto. Tínhamos resolvido, estava tratado e estávamos satisfeitos com isso mas não era bem aquilo que nos fazia sentido. Então, na semana passada pensei para mim: mas quantas portas tem aquele carro pelo qual nos tínhamos decidido?! Indaguei e só tem três. Não sendo um carro muito grande já comecei a não gostar da ideia. Afinal terei um vestido de noiva, terei de sair do carro em condições (haverá fotógrafos) e vou com o meu pai. Então achei que não era muito boa ideia. No mesmo momento surgiu-me a solução: o carro da minha irmã!!!

Não é um carro recente, muito pelo contrário, não é um carro particularmente bonito ou especial "à vista de todos". Mas é um carro com muito significado para nós. É um carro do meu pai, que está na família, foi o último a chegar mas é o mais velho e é usado pela benjamim da família, que é só uma das pessoas mais importantes da minha vida (a minha irmã). É um carro branco, por isso vamos decorá-lo especialmente para a ocasião. 
Mais uma decisão nossa que, quem está por fora, provavelmente acha descabida ou não compreende mas que para nós não podia ser mais acertada, por tudo o que representa e pelo significado que tem para nós dois.

Boa segunda!


sábado, 12 de novembro de 2016

Contagens decrescentes boas


Este ano sinto que o Natal chega mais cedo. Como o que tanto ansiamos, que neste ano é o casamento, está a aproximar-se, sinto-me uma criança empolgada com a chegada do Natal. Deve ser mais ou menos a mesma coisa ahahah. É muita emoção! É que este ano teremos dois Natais!

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Sexta-feira - São Martinho

Passei a tarde a tratar da casa - aproveitei e já fiz de lavado a cama de hóspedes para quando os nossos amigos vierem na próxima semana. Agora, com sensação de dever cumprido e com jantar feito, vou esperar pelo meu homem para comermos e nos pormos n'alheta assim que possível. Ainda queria tentar tratar de alguns assuntos hoje e resolver o que fosse possível.


Quando a lista de coisas pendentes é grande, o que maior gozo dá é começar a riscar itens, por mais "pequenos" que sejam. Por isso, vamos tentar fazer o máximo que depende de nós. Além de querer tratar de alguns assuntos pendentes, ainda tenho planos para ir comprar castanhas!
Planos para o fim-de-semana? Namorar, estar com pessoas especiais, tratar de coisas relacionadas com o casamento e aproveitar o tempo mais livre.

Casamento e Preconceito


De entre as inúmeras coisas (absurdas) que ouvimos desde que ficámos noivos, esta é uma coisa que eu, pessoalmente, sinto quando partilho que me vou casar. Na maioria dos casos, o que acontece é que logo a seguir me perguntam a idade e, quando não dizem nada a seguir, não são precisas palavras para que eu sinta que há um certo julgamento por casar "cedo". Ainda há pouco tempo me disseram "ainda tens tanto para viver..." com ar de tristeza e descrença. E eu quase me sinto na obrigação de me justificar, que é ridículo!
É muito fácil julgarem as pessoas pelo que pensam que sabem sobre elas. Os comentários e os "conselhos" muitas vezes são-nos enfiados pelos ouvidos adentro sem termos pedido. Na maioria das vezes eu acolho com muito agrado os conselhos que me/nos dão mas há certas coisas que eu não consigo aceitar de coração aberto, porque me parecem demasiado carregadas de negativismo, de descrença e de mágoa até.
Eu vou casar, nesta altura da minha vida (tendo em conta idade, situação profissional e condição financeira) porque me faz sentido a mim e ao meu noivo. Nós, vamos casar-nos porque queremos ficar juntos. Não que o casamento signifique isso mesmo mas porque queremos investir na nossa relação desta forma. Não quer dizer que seja preciso casar para ficarmos juntos e muito menos para investirmos na relação. Esta é só a nossa forma de o fazermos e aquilo que para nós faz sentido.
E venham os argumentos da instabilidade, venham os da idade, venham os da oportunidade, venham os do que implica o casamento e todos mais. Para nós, isto é o que faz sentido, neste momento, por isso é o que queremos que aconteça nas nossas vidas. E se Deus nos ajudar há-de correr tudo bem.
É claro que nós não somos idealistas nem sem noção e sabemos que muita coisa pode acontecer. É claro que pensamos e tememos que um dia cheguemos à conclusão que não conseguimos ser felizes juntos mas isso deve impedir-nos de viver aquilo que neste momento o nosso coração nos diz?! O que tiver de acontecer, há-de acontecer. O medo do que virá não pode impedir-nos de viver.


Afinal, casar não muda em quase nada a minha vida nem a dele. Nós vamos casar-nos por motivos de crença, sentimentais, que só a nós fazem sentido, e só a nós dizem respeito, na verdade. Casar não nos impede de viver, casar não significa morrer, casar não exige uma casa ideal, o carro, o emprego de sonho e tudo mais. Não podemos construir o nosso "ideal" a dois? Afinal, para mim, relação é construção. Casar só exige amor, dedicação e respeito.

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

O que é que estamos a fazer à nossa Terra?



Sabem aquele assunto de que ninguém quer falar, com que ninguém se importa e que não interessa a ninguém? O argumento de "eu sozinho não faço a diferença/não mudo nada" não colhe, está bem? Porque se cada um fizer a sua parte, todos mudarão e o mundo avançará. Então, basta que cada um de nós faça o que lhe for possível e espalhe a palavra para que toda a gente possa mudar. O primeiro passo tem de vir de cada um. Podem ver o documentário impressionante (e interessante) do Leonardo DiCaprio aqui.

O jardim das delícias terrenas, Hieronymus Bosch.

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Manual infalível para estragar surpresas

O meu homem faz muitas coisas boas, que me surpreendem e fazem feliz mas tem um talento especial para ...estragar surpresas. É que é impressionante! Então não é que houve um dia em que fui ao outlet ver uns sapatos para o casamento e gostei mas não estava convencida. O que lhe disse foi que tinha gostado, que até davam para o casamento, estavam a um preço simpático mas nunca lhe disse que era mesmo aquilo que queria ou algo do género. Nesse mesmo dia, vim a saber mais tarde, ele correu e comprou os sapatos. Eu nem desconfiei de nada. Até que no Domingo de manhã ele diz-me que temos de ir a um sítio e faz segredo. Eu, que adoro surpresas, já fiquei contente e saímos de casa. Já me cheirou a esturro passarmos a ponte, sem perceber o propósito, a um Domingo, quando ele me tinha dito que não demoraríamos (ponderamos sempre as deslocações que fazemos para não dar banca-rota). No final da ponte ele teve de me contar, que tinha comprado os sapatos na quinta-feira e que a ideia era fazer-me surpresa e deixar-mos no dia seguinte com um bilhetinho. Mas como eu lhe tinha dito no dia seguinte a ele mos ter comprado que aquela cor não seria muito boa ideia (e a cor alternativa também não dava) e portanto o melhor seria não comprar, ou oferecer-mos na outra cor para o Natal (disse-lhe eu em jeito de brincadeira)...ele achou melhor ir trocar. E tinha de ser o quanto antes para não correr o risco de mais tarde não haver o meu número ou a cor que eu queria. E por isso me levou com ele. Eu nem sabia o que lhe fazer! Se o havia de esganar ou se havia de desatar à estalada no moço!!!


Conclusão: Ele não fez a surpresa de oferecer-me os sapatos para casar; ele não me fez a surpresa de me oferecer os ditos sapatos para o Natal; e ainda fomos para o outlet, num domingo, passando a ponte e tudo mais associado a isso, para nada
Sim, porque eu não troquei os sapatos. Chegámos a ir à loja, já que lá estávamos mas, lá chegados, eu não sabia o que fazer. Afinal, ou havia branco (que dá para o casamento mas talvez não dê para mais nada na vida) ou havia preto (que é cor óptima para tudo menos para (est)a noiva usar). Além disso, os sapatos são giros mas não são nada de especial, são bem simples e comuns, se virmos bem. POR ISSO EU NÃO TERIA COMPRADO! Mas o homem comprou! E eu, apesar de tudo, achei que o gesto valia a pena tentar cumprir o seu propósito - serem os sapatos com que me irei casar. Então ontem, na prova do vestido levei-os...só que ainda não estou convencida. E agora!?! Fico com os brancos/pérola e uso no casamento? Ou troco por preto e ficam como prenda de Natal? 
A questão é que eu tenho outros sapatos que já tinha comprado para o casamento...embora não sejam "os tais" (estes também não sei se são - a verdade é que muitas vezes as coisas não são as ideais mas tornam-se, dadas as circunstâncias e o contexto, as que mais se adequam e fazem sentido. Será que é o caso? Ou estarei só a tentar justificar a realidade do homem me ter oferecido uns sapatos pérola para o casamento?!).

terça-feira, 8 de novembro de 2016

Nervoso miudinho a menos de um mês

Têm-me perguntado se estou nervosa ou ansiosa e eu tenho respondido, porque é o que tenho sentido, que ainda não. Mas hoje acordei (antes da hora, sem despertador) com um frio na barriga. Não sei bem explicar mas é como que um nervoso miudinho. Não nos faltam muitas coisas e o essencial está tratado, pelo que acho que temos razões para estar tranquilos. Talvez seja porque há muita coisa para fazer nos próximos tempos, rever passo a passo do que foi tratado, reunir com todos os fornecedores e tentar organizar tudo para que não fuja muito do nosso controlo. Nós só temos alguns dias antes no local onde nos casamos e por isso, há muita coisa a fazer nas vésperas, em pouco tempo, por isso, para já só podemos ir adiantando trabalho - o que for possível à distância.  


Surgiu-nos no fim-de-semana uma pequena alteração de planos que nos tem preocupado. Quem ia tocar na cerimónia não pode e nós temos de contratar alguém a pouco tempo do casamento. Isso sim acho que nos tem deixado os nervos mais à flor da pele. Mas, como tudo, também isto se há-de arranjar. O que custa é a espera por respostas, porque não dependem só de nós. Mas é ter calma que tudo se compõe.

sábado, 5 de novembro de 2016

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

28


Como é possível amar-te cada dia mais, querer-te cada vez mais, desejar passar contigo o resto da minha vida cada dia um pouco mais?! Como, se hoje é já tanto o que te quero que nem as palavras podem expressar, posso ter a certeza que amanhã será um pouco mais ainda?! As certezas incongruentes e inexplicáveis do amor são qualquer coisa de mágico, que só vivendo se pode conhecer. Eu sinto-me muito abençoada por te ter na minha vida e só agradeço a Deus por te ter colocado no meu caminho, porque és o maior presente que Ele podia me dar. Só desejo ser capaz de te fazer tão bem como tu me fazes. Obrigada por seres o meu ...tudo.

Gratidão


Pelo chão que pisamos, pelo tecto que nos cobre, pelas paredes que nos acolhem, pela comida que podemos comer, pelo aconchego da nossa cama, pelo conforto dos braços de quem amamos, pela bênção de cada dia. Obrigada Deus, obrigada Universo! 

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

1ª prova do vestido de noiva

Hoje fiz a primeira prova do meu vestido. Tem de ser todo ajustado ao meu tamanho porque é muito grande. E fui hoje à loja, tirar medidas, sozinha. 
Ao longo dos últimos meses vesti-o algumas vezes, porque quis mostrar a uma pessoa e a outra, porque tinha de ver como ficava com este ou aquele acessório e muitas vezes as senhoras da loja me alertaram para evitar fazê-lo. "Olhe que ainda deixa de gostar do vestido", "olhe que se cansa dele", "olhe que o estraga, de tanto ser alfinetado"...
Hoje, como em todas as vezes que o vesti, senti que cada vez gosto mais dele, que é, sem dúvida, "o meu vestido" e que não poderia ser outro. Depois de toda a aventura que foi escolher o vestido, fico tão contente por sentir que fiz a escolha certa, que não podia ser outra e que estou descansada com ela, que só me posso convencer que tudo o resto também irá ser assim - cada vez termos mais certezas das nossas escolhas e nos darmos conta que as escolhas que fizemos nos tranquilizam porque foram conscientes, informadas e as que mais têm a ver connosco. E isto aplica-se a tudo o que tem envolvido a organização do casamento. Já temos tido muitas surpresas, tem sido uma verdadeira aventura e um desafio incrível porque implica muita, muita coisa. 


Isto tudo para dizer que hoje, com o meu vestido de noiva no corpo, mais uma vez, dei-me conta do quão perto está o dia do nosso casamento e de como as escolhas que temos feito, apesar de tudo (e ao contrário de outros assuntos da minha vida), tal como aquele vestido, me enchem o coração de alegria. E foi ver os meus olhos e ficarem vermelhos num ápice, sei lá o que me deu.

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Dor de alma - a prova de fogo

Sabem aquele exame? Pois que não me correu muito bem. E dele depende muita coisa na minha situação profissional e, por consequência, pessoal...
 

O mais estranho é que, apesar de toda a pressão que o exame trazia consigo, eu estava de alguma forma inexplicável, tranquila e confiante com o mesmo. Mas quando dei de caras com os exames atrapalhei-me, deixei coisas por responder, perdi-me no tempo disponível e não fiz tudo o que podia, não fui capaz. Sai de lá de rastos, aliás, ainda me custa falar do assunto porque me sinto uma inútil. Será que estava confiante demais!? Mas, no meu interior, eu não acho isso. Sabia perfeitamente a dificuldade do que me esperava mas também sei que me preparei como me foi possível. Senti-me muito perdida e não sei sequer o que pensar. Quando souber os resultados, o que farei!? Não sei o que esperar sequer, só queria passar àquilo, é tudo o que eu queria...
No final do dia senti-me arrasada e fiz o caminho para casa a chorar de cara lavada, como se o mundo estivesse a desabar em cima dos meus ombros. É difícil explicar mas custa tanto sentir que não somos capazes, que não fomos suficientemente bons, que não conseguimos chegar onde queremos... Eu sei que depende de nós mas por vezes parece que todo o esforço, empenho e trabalho se esfumam por entre os nossos dedos e as nossas mãos ficam despidas, agarradas ao vazio.
Deus queira que eu consiga superar isto porque eu não sei o que fazer, se estou no caminho certo, se este é um sinal para mudar o meu rumo, se é um castigo por não me aplicar mais, eu não sei...

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Coragem, foco e força


Foco, fé e força. E se der medo, vai mesmo com medo. Coragem!

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

O calmante do espírito


Por maiores que se possam afigurar os desafios, por mais difíceis de superar que se possam demonstrar os obstáculos, por maior que seja o receio que tenha de errar ou de falhar, há uma coisa que me sossega o coração. Até pode parecer ingénuo ou romântico inconsequente, mas saber que te terei a meu lado, aconteça o que acontecer, que nos tornaremos, seja como for, marido e mulher, tal como já nos sentimos, acalma-me, sossega-me o espírito e conforta-me a alma. E o mais importante de tudo, é que me faz-me relativizar as coisas. Os desafios já não parecem tão impossíveis, as barreiras tão intransponíveis e sei que os obstáculos não poderão ser infindáveis. Porque se estivermos juntos, havemos de arranjar uma maneira de contornar a situação que nos surja, porque se nos mantivermos unidos haverá sempre alguma solução possível, porque, afinal, o mais importante desta vida é sermos saudáveis, termos alguém especial ao nosso lado e acreditarmos ou termos fé. Estes três ingredientes conjugados são capazes das maiores grandezas nas nossas vidas.

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Comida para a alma


Ontem fui para a cozinha e recheei umas conchas (massa) com uma mistura de legumes na qual nos estreámos no domingo (e adorámos!), à qual juntei carne picada também. Fiz bechamel caseiro e levei ao forno. Que delícia, só vos digo! Que delícia. Sabem aquelas comidas que, por mais simples e banais que sejam, nos aquecem a alma?! Foi isso mesmo.

Para hoje quero:


Acreditar. Acreditar. Acreditar. Acreditar. Acreditar. Acreditar. Acreditar. Acreditar. Acreditar. Acreditar. Acreditar. Acreditar. Acreditar. Acreditar. Acreditar. Acreditar. Acreditar. Acreditar. Acreditar. Acreditar. Acreditar. Acreditar. Acreditar. Acreditar. Acreditar. Acreditar. Acreditar. 

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

A nossa Lua-de-mel

Apesar de inicialmente termos concordado não ter lua-de-mel depois de casarmos, quando nos demos conta de que o homem teria uma semana livre, além do tempo que dispenderemos no casamento, achámos que podíamos procurar uma viagem a uma qualquer capital europeia, que não nos custasse muito caro. Nós só estivemos juntos para fora do país quando eu estive em Erasmus e já se passaram tantos anos que gostávamos de sair de Portugal naquela altura, além disso há tanto sítio que queremos conhecer e ultimamente viajar não tem sido (de todo) possível.

A verdade é que, apesar de termos ponderado a questão, vimos algumas viagens mas, como também nunca o fizemos, não sabíamos muito bem como organizar toda a viagem, como encontrar os preços que podíamos pagar, onde ir, o que fazer. A juntar a isso, o nosso orçamento era muito limitado, que é como quem diz como não tínhamos orçamento, o que tínhamos para a lua-de-mel era "o mínimo dos mínimos que fosse possível". A ideia de gastarmos uma quantia considerável numa viagem de lazer, ainda que fosse especial (afinal era a nossa lua-de-mel, só acontece uma vez na vida, nestas condições), custava-nos a interiorizar. Afinal, é já tanto o investimento para organizar e fazer um casamento, nós temos um orçamento tão limitado e há tantas outras coisas que são prioridade na nossa vida que, apesar de termos procurado e tentado informar-nos, não sabíamos por onde começar, para onde nos virar e íamos adiando a decisão de ir ou não ir, para onde, como e quando.


Na semana passada recebi um telefonema de uma grande amiga a contar-me que se tinha juntado às restantes do nosso círculo próximo e tinham decidido oferecer-nos a lua-de-mel como prenda de casamento. Estavam a contar-nos para que nós não reservássemos nem marcássemos nada como sabiam que estávamos a ver...mas não nos diriam para onde iríamos. Não pude decidir nada sem falar primeiro com o G. e por isso liguei-lhe deixando a minha amiga em suspenso por uns minutos. Ele respondeu-me precisamente aquilo que eu sentira. Por isso soubemos que felizmente estávamos de acordo no assunto e que a resposta era clara - isto porque a R. me deixou à vontade para dizer francamente se queríamos aquela prenda ou se preferíamos outra coisa. Liguei-lhe de volta depois de falar com o homem e dei-lhe a única resposta possível, que aquela prenda era óptima para nós!!! Nessa altura já toda eu tremia, não encontrava as palavras e mal podia acreditar.

A verdade é que a lua-de-mel não era uma coisa essencial para nós pois, caso fosse, teríamos tratado logo do assunto e no fundo, o que nos aconteceu é que não estávamos realmente decididos a fazê-la - atendendo às nossas circunstâncias e limitações actuais - e no nosso interior quase nos tínhamos conformado com não fazê-lo depois do casamento. Entre gastar 500€-1000€ numa viagem ou guardar esse mesmo valor, tendo em conta o que iremos gastar no casamento, a nossa opção é clara e simples neste momento. Mas também temos plena consciência de que, se não o fizéssemos depois de casar provavelmente não o faríamos e com certeza não seria a mesma coisa. Se podíamos viver com isso? Perfeitamente. Aliás, só assim fazia sentido que estivéssemos confortáveis e de acordo com não o fazermos de todo. E, francamente, acho que se não nos tivesse sido oferecida não a faríamos, acabaríamos por continuar a adiar indefinidamente a sua marcação (como aliás vínhamos fazendo há já algum tempo). Disse logo à minha amiga que nós não estávamos a contar com prenda nenhuma, mas também conheço bem o grupo que é e sei perfeitamente que fazem questão de nos oferecer algo especial e muito simbólico, daí a ideia de uma coisa que ficará para sempre nas nossas memórias e corações. Não podia ser uma prenda mais especial, ainda mais vinda de quem veio! Sem dúvida uma das melhores prendas de sempre, como, aliás, lhes faz jus.


Se podíamos dizer que, apesar de não esperarmos nada, se nos queriam dar alguma coisa preferíamos dinheiro? Claro, não somos hipócritas. Aquilo que é realmente essencial para nós está tratado desde o momento em que o decidimos e não contámos nem esperámos por ninguém para o fazermos. Por isso não esperamos nada dos convidados. Mas obviamente que se me perguntarem se prefiro uma prenda como um jarrão, uma máquina para casa, uma coisa de enfeite ou dinheiro, eu direi sem dúvida que a nós nos faz muito mais jeito o dinheiro. Afinal já moramos juntos à algum tempo, pelo que não nos faltam coisas importantes e necessárias em casa e o que nos pudessem oferecer podia servir nesta casa e não naquela que um dia queremos ter (moramos numa casa arrendada e o nosso maior sonho é ter a nossa própria casa). E apesar de não estarmos, naquele momento, juntos, quando soubemos da notícia, tanto eu como o homem ficámos radiantes e mal cabíamos em nós de felicidade.

Dito isto: TEMOS LUA-DE-MEL!!! E é a prenda mais maravilhosa que podíamos receber deste nosso grupo de amigos. Só demonstra o quão especiais são o facto de terem pensado nisto, de terem sido eles a tratar de tudo e fazerem segredo até à data. Só demonstra que são pessoas muito queridas e importantes nas nossas vidas, serem capazes de ver através de nós.


Não sei para onde vamos mas de uma coisa tenho a certeza: será inesquecível. E a notícia não nos podia encher mais o coração!

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Nada mais importa

Late report - Feriado no Alto Alentejo


No dia anterior, ao final do dia, rumámos ao Alto Alentejo. Fomos com uma prima nossa, que nos recebeu e nos mostrou sítios lindíssimos. Fizemos cerca de uma hora de viagem na véspera do feriado para lá chegarmos e no dia seguinte levantámos cedo (depois de termos passado o serão em conversa) para passearmos por Alqueva, Monsaraz, Reguengos de Monsaraz, Esporão e regressarmos com o coração cheio de beleza natural e deslumbrante. Apanhámos bom tempo e eu confesso que me surpreendi com as paisagens e encantos de cortar a respiração (aquele Monsaraz é qualquer coisa)! Apesar de ter sido intenso, e por isso cansativo, foi incrível e fez-nos mesmo muito bem à alma, deixando uma vontade incrível de voltar.

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Boa quinta-feira!


Quando o tempo escasseia, ser quinta-feira já não é assim tão bom como costumava ser. O aproximar do fim-de-semana traz um misto de sensações e se por um lado é bom por ter o homem mais tempo comigo, por outro sei que tenho muito que estudar e pouco tempo restante. Não adianta de nada lamentar-me por isso, as coisas são como são e há sempre duas formas de olhar para ela - a tal história do copo meio vazio e meio cheio, na qual tenho trabalhado. Por agora: mãos à obra e vamos lá!

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

40's left and countig


Mal dá para acreditar que estamos a pouco mais de um mês do nosso casamento! O tempo ao início parecia tanto e tudo parecia tão distante e indefinido que custa a crer que neste momento estejamos tão perto daquele dia tão especial. Ainda não posso dizer que estou nervosa ou preocupada com o aproximar da data. Neste momento o que mais me angustia e preocupa é o exame que tenho daqui a 8 dias por isso as atenções estão canalizadas para ele. E a verdade é que espero, depois do meu exame, só contar os dias até lá porque estou confiante de que temos tudo controlado, que só nos faltam algumas coisas e que conseguimos tratar delas em cerca de duas semanas do próximo mês. Deus queira que eu esteja certa! Seja como for, o mais importante já está tratado e aconteça o que acontecer, havemos de lá chegar e de nos casar, que é, afinal, o que realmente importa.

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Sabem...

Aqueles desafios cuja aplicação exigida não conseguimos canalizar? 
Aqueles desafios, mesmo "desafiantes", que não nos apetecem nada enfrentar?
Aquelas questões que nos angustiam só de pensar, que nos deixam aflitos e que nos tiram o sossego?
Pois é, acho que todos nós temos algum(s) mas o que tem de ser tem muita força e se tem de ser só nos resta dar o nosso melhor. Vamos lá!

sábado, 15 de outubro de 2016

O ramo da noiva

 Inicialmente pensei ter um ramo de pedraria ou bijutaria como o da imagem abaixo. Vi muita, muita coisa sobre isso e até me informei como poderia ser eu mesma a fazê-lo mas entretanto mudei de ideias. A ideia de ter algo muito especial que pudesse guardar durante muito tempo agradava-me, além de ser uma opção original (até porque não sou graaaande fã de flores)... mas já relativizei as coisas e a verdade é que as flores naturais são tão elegantes e bonitas que tudo o resto é capaz de ficar um pouco aquém da elegância, charme e simplicidade natural delas. Além disso, a verdade é que, para mim, o ramo da noiva não é uma das coisas mais importantes que a noiva tem no seu dia especial, por isso o facto de poder guarda-lo para sempre não é assim tão fulcral.


Quando pensei em flores pela primeira vez, pensei em hortênsias, mas já sei que não existem na altura em que caso e que são muito sensíveis, pelo que não serão as flores mais adequadas para trabalhar e aguentarem um dia inteiro. Mais uma opção descartada. Decidi que o meu ramo será de flores naturais mas ainda não me decidi quanto às flores que escolherei e ao género, por isso, ando a inspirar-me com estas imagens...




Adorei estas cores juntas!







Com as espigas de trigo e com estas cores, este ficou muito bonito!



Com flor de algodão ficou tão bonito!