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sábado, 1 de outubro de 2016

Outubro


Como é que já estamos em Outubro??? No final deste mês espera-me mais uma grande prova de fogo. Por isso, terei de me dedicar intensamente ao que tenho pela frente, por mais que isso custe. Que Outubro seja meigo e doce. E que seja abençoado, que bem precisarei. Bom dia! Bom mês!

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Um dia novo, a cada dia!

Nada como uma dor de cabeça terrível na noite anterior e um amanhecer completamente fresco depois de uma noite de descanso (que bem precisava) para que tenhamos consciência de como tudo é tão relativo e como a vida muda, constantemente e a cada minuto. 
Ontem quando cheguei a casa estava esganada de fome, consequentemente, com péssimo humor e com uma dor de cabeça que fazia com que parecesse pesar toneladas (como há já muito tempo não sentia). Ainda resisti durante algum tempo mas acabei por me resignar e tomar um comprimido antes de me ir deitar. Doía-me tudo. Já não era só a cabeça que pesava toneladas, era também a barriga que chateava e sei lá mais o quê. 
Hoje, depois de uma noite de descanso, um novo acordar e um novo dia, aquilo que ontem senti, quase parece irreal, de tão diferente que me parece. Não posso dizer que hoje é um dia maravilhoso ou que estou aqui "no melhor do meu melhor" mas dei-me conta de como é rica e próspera a vida ao perceber que aquilo que tanta dor me causara há tão pouco tempo, agora é quase uma miragem. E afinal, não é assim mesmo a nossa vida!?! 


Boa sexta-feira!

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

O que estou a adorar esta música!


Que swagg, que ritmo, composição, melodia! Adoro!

Mais uma prova de fogo em agenda


Dentro de menos de um mês. Ainda não comecei a estudar, tenho andado a procrastinar e isto não pode ser. No final do mês que está aí a chegar esperam-me mais testes, mais provas de fogo, às quais tenho de me agarrar com unhas e dentes, porque não me posso permitir ficar para trás. Deus me ajude, dê forças e muita motivação!

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Estranhos como antes


Houve um tempo em que eu achei, nem que tenha sido por um segundo, que uma relação poderia ser sempre tranquila, sempre de felicidade, no fundo, achei que era possível ser tudo um mar de rosas constante. Não é bem assim, acho que só se percebe isso quando se vivem as coisas na pele.
Com o meu noivo descobri que o amor é tranquilo e aprendi que existem pessoas realmente boas, de coração, que são capazes de amar sem reservas. Com ele já aprendi e conheci muita coisa nova, aceitei na minha vida coisas nas quais não acreditava e passei a saber muito mais de mim do que sabia antes.
Quando se vive junto e quando se decide partilhar a nossa vida com outra pessoa, muita coisa muda, tem de mudar, senão não faria sentido, em meu entender. A verdade é que quando nos entregamos a outra pessoa, de alma e coração (como não podia deixar de ser quando se ama), levamos também para a vida do outro algumas coisas que não são o melhor de nós, aquelas partes menos boas que todos temos, aqueles dias difíceis, aquelas manhãs complicadas e aquelas noites perdidas. Isto tudo para dizer que é mais que certo que toda a relação (seja ela familiar, de amizade ou de amor) exige muito de nós e por isso também passa por "crises", momentos mais delicados, em que questionamos muita coisa, a maioria das vezes em que nos questionamos a nós mesmos e isso só pode acarretar grandes conflitos, quanto mais não sejam internos, connosco mesmos. 
Não é fácil gerir tudo o que uma relação de entrega, amor e dedicação implica, todos os dias da nossa vida, todas as horas e todas as coisas. Não é sempre um mar de rosas. Nem faria sentido que o fosse, porque as adversidades, o superar obstáculos juntos, o reformular, o voltar atrás, repensar e melhorar torna-nos mais fortes, mais unidos e mais sábios. O decorrer dos dias traz-nos auto-conhecimento, experiência e muitas vezes mostra-nos naturalmente o que devemos fazer, o caminho a tomar, o rumo a seguir.
As "crises", os momentos mais exigentes ou desafiantes no percurso de um casal, além de fazerem parte e serem mais do que naturais, muitas vezes trazem-nos aquilo que precisamos, mesmo que naquela altura não o consigamos ver. Por ter aprendido, no meu caminho, tudo isto, eu sei que muitas vezes as relações são postas à prova mas sobretudo nós mesmos o somos. E também já percebi que o caminho faz-se percorrendo, que não deve nunca faltar o diálogo, que o respeito tem de ser sempre um pilar sedimentar e que a construção e o crescimento têm de fazer parte de todos os nossos dias numa relação que queiramos fazer durar.
Todas as vezes que passamos por uma discussão ou por um período difícil, em que pomos tudo em causa, quase sempre porque estamos assustados, cansados e desanimados com o que a vida nos dá, todas as vezes em que eu não o compreendo, que o magoo ou que ele me magoa, eu sei que tudo isso acontece porque há algo que temos de trabalhar, que nos falta limar e que precisamos de moldar. Nós temos muitos dias maus, temos discussões feias e muitas vezes magoa-mo-nos um ao outro muito mais do que o amor que sentimos deveria permitir. Somos reais, somos humanos e imperfeitos. Mas também sei que juntos somos melhores, que juntos somos mais capazes e que juntos podemos tudo, se quisermos e se para isso trabalharmos. Essa certeza sossega-me o coração e os medos. E é por isso que sempre que alguma coisa não está bem eu prefiro discuti-la e esmiuçá-la do que fingir que não se passa nada, que não me incomoda. Mesmo que isso implique nos cansarmos e discordarmos. Porque para mim, não o fazer implica de alguma forma desistir ou desinvestir em nós. E isso é que eu não quero que aconteça, porque isso significaria deitarmos fora tudo o que até hoje construímos, que é bem mais fácil e rápido do que possa parecer.

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Daqui a dois meses...


De hoje a dois meses estamos em contagem decrescente (derradeira!) para o nosso casamento. De hoje a dois meses já teremos chegado à terra onde nasci e cresci e onde nos iremos casar. De hoje a dois meses já posso imaginar o friozinho na barriga com o facto de se aproximar o dia, com tudo o que isso implica e exige. Só peço a Deus que nos mantenha juntos, fortes e unidos, cada dia mais um pouco, pois só assim faz sentido esta caminhada. Como o tempo voa!!!

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Sessão de namoro

Pois é, nós fizemos uma sessão fotográfica com aquele que será o fotógrafo do nosso casamento em Agosto, portanto, antes do casamento. Inicialmente não tínhamos esta questão definida. Pensámos em fazer uma pós-casamento mas quanto à anterior não tínhamos decidido. No entanto, rapidamente nos apercebemos de que fazia todo o sentido fazer uma sessão antes do casamento, principalmente para conhecermos melhor o fotógrafo e nos podermos sentir mais à vontade no dia do casamento mas também para termos um momento de "namoro" registado, pelo simbolismo que ele poderá encerrar. 

Adorámos! Marcámos para quando estávamos de férias e estivemos pessoalmente pela primeira vez com o fotógrafo, conversámos muito, ele esteve connosco, quer no local onde será a festa, quer nas casas onde nos vestiremos (cada um numa) e quis saber o que faríamos, como seria, quem seria... Só não fomos à igreja porque ele já a conhecia. Ele fez questão de se inteirar de tudo, interessou-se pelos pormenores, por nos conhecer melhor e isso deixou-nos muito satisfeitos. Passámos a tarde toda com ele e apesar de só nos termos conhecido ali, no final do dia já conversávamos muito bem e estávamos bem à vontade com ele. E não podíamos estar em melhor sintonia com ele porque o que nos disse quando começou a fotografar-nos foi: "namorem como se eu não estivesse aqui. Namorem, tão simplesmente".


Ainda assim, confesso que estava um pouco céptica quanto ao resultado final das fotos porque o dia estava estranho, meio nublado, muito quente e nós estávamos um pouco envergonhados ao início, muito pouco à vontade, afinal era a primeira vez que fazíamos algo assim e tínhamos receio que tudo estivesse muito semelhante, muito banal, eu sei lá. Certo é que fiquei radiante quando vi as fotos porque afastaram os meus receios. É verdade que se nota alguma rigidez nas primeiras mas depois foi sempre a melhorar, notando-se bem que a coisa foi bem natural para nós e ele conseguiu captar momentos tão bonitos, especiais e característicos nossos que eu fiquei mesmo contente.

Para nós foi muito importante termos este momento nosso e com ele antes de nós casarmos. Acredito que fará toda a diferença na hora de tirar as cinquenta mil fotos do dia do casamento e por isso valeu muito a pena para nós. Recomendo a que pensem em fazer algo do género sempre que pretendam contratar um profissional deste tipo para um evento importante.

Uma questão de perspectiva


Existem pessoas tão especiais, que enfrentam tanta coisa, que são capazes de tanto, que se mantêm apesar de tudo, com uma postura irrepreensível e com uma humildade tão desconcertante que nos fazem sentir pequeninos. E aí as nossas preocupações e angústias tornam-se quase insignificantes diante de tudo o que é verdadeiramente importante, grave ou difícil.

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Ninguém o pode negar


Por mais que hajam obstáculos, por mais que possamos, pelo caminho, ter um furo, acertar num buraco inesperadamente ou derrapar e sair do nosso percurso, a verdade é que a vida ensina-nos a lidar com ela, com o que ela nos dá e dá-nos, afinal, quase sempre, exactamente aquilo de que precisamos - mesmo que não o saibamos naquele momento. Por tudo isso, esta só pode ser uma bela viagem. Ou não fosse a única que temos. Boa quinta-feira!

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Desabafo


Têm sido meses difíceis. Mas tudo se há-de compor.

Hoje é um dia muito especial


A minha menina faz anos. Já é mais que uma mulher feita, maior que eu, mas será sempre a minha menina, por mais anos que passem. E eu só peço a Deus e ao universo que me ajudem e conspirem para que eu possa sempre acompanhá-la de alguma maneira (ainda que à distância), ajudando-a em tudo o que estiver ao meu alcance e que a vida lhe dê todas as forças que ela precise para chegar onde ela mais desejar e ser o que ela quiser. Eu serei sempre aquela que tenta olhar por ela, que se preocupa sempre, que se angustia e que lhe ralha mas também que tem muito orgulho nela e a admira por se ter tornado no que é hoje, apesar de tudo. Parabéns C*****!

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Dia de oficina


Literalmente. O meu carro hoje passou o dia inteiro na oficina. E custou muito mas tinha de ser: lá deixei 350€ ao final da tarde. Foi mudado o kit de distribuição, velas e mais umas coisas. Já andávamos para o fazer há algum tempo e como alguma vez teria de ser, foi desta... Agora é fazer o resto aos poucos.
Já me convenci que nisto dos carros, o segredo é a manutenção, o ir fazendo o que se pode, sempre que possível. É verdade que nem sempre (nunca!) dá jeito gastar o dinheiro que nos pedem pelas coisas mas a verdade é que é esse dinheiro ou arriscarmos o funcionamento dele, o que, feitas bem as contas, nos há-de sempre custar mais caro. Assim sendo, por mais que me custe, quando tenho de fazer alguma coisa ao carro, procuro informar-me, peço orçamentos, organizo-me no que for possível e...gasto dinheiro no que tem de ser feito.

terça-feira, 20 de setembro de 2016

As nossas alianças

Desde cedo soubemos o que queríamos usar no dedo anelar da mão esquerda a partir do dia do nosso casamento. Não foi preciso discutirmos muito para sabermos quais seriam as nossas alianças ideais. Seriam em ouro amarelo, não muito finas e roliças, meia-cana ou amendoadas (com tanta denominação até já nem sei o termo certo). Estão a ver as alianças mais tradicionais de que se conseguem lembrar? São essas mesmo. 
Tal como a do homem na imagem.
Já desde o início do ano que, depois de pedirmos alguns orçamentos e de experimentarmos meia dúzia, tínhamos encontrado o modelo que nos enchia as medidas e, por isso, estavam reservadas e sinalizadas há meses. Na semana passada fomos à loja fazer a encomenda. Escolhemos os tamanhos e a gravação (que é com a própria letra de cada um de nós, o que achei engraçado). Marcámos o dia e, se tudo correr bem, em Novembro iremos buscá-las com os nossos padrinhos. Só sei que saímos de lá cheios de vontade de trazê-las logo connosco, de já as termos prontas e podermos usá-las. Estamos mesmo contentes com a nossa escolha e desejosos de as ter.

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Grata!



Porque começamos mais uma semana recheada de desafios mas com muita coisa resolvida para trás. E sabe tão bem quando conseguimos eliminar itens da nossa lista de tarefas! Como foi o vosso fim-de-semana?

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Os problemas que encontram solução

Frequentemente me angustio, me preocupo e entristeço porque me deparo com dificuldades que não sei como contornar, porque as injustiças às vezes são tão grandes que não as podemos compreender e porque nem sempre somos tão capazes como gostaríamos. Sei que sofro muito por antecipação e que muitas vezes é inútil martirizar-me interiormente mas é inevitável e torna-se uma constante preocupação com a qual tenho de lidar diariamente. Passo alturas péssimas nesse sentido, em que me sinto tão triste por vezes que a minha única reacção é chorar de angústia. Mas tenho de admitir também que não raras vezes, me apercebo de como o mundo é perfeito e tem de haver um universo que nós desconhecemos que opera muito para além de nós. Porque quase sempre depois de uma angústia chega um afago, quase sempre depois de um tormento conseguimos uma solução e tudo se ameniza. É verdade que a luta é constante, que os desafios e as provações se sucedem, uns atrás dos outros. Mas se estivermos atentos também percebemos que não são só preocupações, que as nossas angústias acalmam e que as nossas preces muitas vezes são ouvidas pois tudo acaba por se compor de uma forma ou de outra, mais tarde ou mais cedo. Na nossa vida tem sido assim, acaba sempre por surgir uma solução para um grande problema (afinal todos se agigantam, ainda mais quando se acumulam e nos sentimos impotentes perante eles). Nem sempre é fácil mas é real: acreditar que as coisas irão mudar, que tudo se resolverá da melhor forma e aguardar pelo melhor, é o que devemos fazer. Afinal, a fé pode mudar a nossa vida. Por isso: acreditemos!


Por tudo isto, eu só posso, apesar de tudo, estar muito grata.

Suricate, um beijinho!


Há pessoas que, ainda que virtualmente, sem nunca nos termos cruzado ou olhado pessoalmente, deixam marca no nosso coração. Ontem, esta casa esteve em festa porque passou por cá alguém muito especial, que já não "via" há muito tempo. Obrigada Suricate! Desejo que esteja tudo bem, que continues a passar por aqui e que, sempre que queiras, nos deixes mensagens de carinho ou partilhes connosco alguma coisa que te angustie (porque ajuda sempre a diminuir aquilo que carregamos quando dividimos com alguém). 
Desde que criei este blogue, já muita coisa aconteceu, já muito se passou e eu já cresci tanto que quase não me reconheço mas, olhando para o caminho que fiz, não posso dizer que não me alegre. Obrigada a cada um(a) que me lê e partilha comigo um bocadinho daquilo que vivo. 

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Obrigada.


Por tudo e por nada em especial. Por cada dia, por cada acordar, por cada dentada de comida, por cada passo, por cada paragem, por cada desafio, por cada lágrima, por cada sorriso. Obrigada por cada abraço, por cada carinho, por cada alegria, por cada dor. Obrigada pelo tecto e pelo chão que piso, pelo entendimento, pela incompreensão, pela curiosidade, pela descoberta, pela novidade e pela rotina. Obrigada!

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Dias cheios de gente


Os últimos dias têm sido cheios de gente. Vieram passar connosco o fim-de-semana uns amigos lá da terrinha - o nosso amigo e os pais. Na mesma altura veio a Portugal uma amiga minha italiana, que já não via há algum tempo (dois anos!?!) e casaram-se uns amigos nossos (tudo este fim-de-semana). No início da semana chegou uma amiga da minha família que veio pôr a filha (minha homónima), que começará agora a universidade e temos tentado dar-lhes algum apoio e a ajuda que nos é possível. Entretanto o homem não foi trabalhar segunda e terça mas todo este tempo tem sido ocupado com os outros e falta-nos tempo de qualidade juntos. Eu sei que isso não é o melhor, que precisamos do nosso espaço e de namorar mas também não consigo ser de outra forma. Eu sei, porque senti na pele, o que é chegar onde não se conhece, o que se sente quando não se sabe, o que é saber que vamos ficar por nossa conta, que aquele passo é maior do que julgámos. E por isso, irei sempre fazer de tudo para receber da melhor forma ao meu alcance, aqueles que venham pela primeira vez, seja em passeio ou em estudo. Porque sei que isso pode fazer toda a diferença. Porque esta é uma fase que irá mudar a vida de quem vem por uma temporada, com um propósito e carregado de esperança e expectativa.

E nisto, a minha vez já foi há sete anos.

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

O que me angustia


Não é justo estar nesta situação. Sei que tenho de ter paciência e esperar. Essas têm de ser as palavras de ordem nesta fase da minha vida. Mas é muito duro aguentar as dificuldades inerentes a esta condição. Travo uma batalha diária comigo mesma para me manter motivada e positiva, para acreditar que as coisas vão melhorar, que o que for para mim há-de chegar. É que é um pau de dois gumes: por um lado sei que tenho de ser paciente mas por outro lado tenho medo de não estar a fazer tudo o que está ao meu alcance, de não estar a fazer o suficiente para mudar a minha condição. Afinal, para mudar a minha condição, o tempo tem de passar, existem períodos e formalidades que têm de ser respeitados por isso não depende assim tanto de mim. É muito difícil não me sentir uma inútil e dar sentido aos meus dias. Eu sempre trabalhei e há já muitos anos que tinha o meu próprio rendimento, resultasse ele de trabalhos temporários/sazonais ou da bolsa que recebia quando estudava. Ver-me tão limitada ao ponto de não ter qualquer rendimento há já tanto tempo é tão mas tão difícil!

terça-feira, 6 de setembro de 2016

Lua-de-mel?


Inicialmente concordámos que não teríamos lua de mel logo a seguir ao nosso casamento. Por vários motivos, principalmente porque não temos orçamento, depois também porque não teríamos muitos dias. O homem tem licença de casamento mas como vamos uma semana antes para o local onde iremos casar para preparar tudo, só restariam alguns dias, nem uma semana (também porque não regressamos logo no dia a seguir a casar!). Agora, refizemos as contas e como se metem dois feriados no meio, ele tem, afinal, mais uma semana a partir do dia em que regressamos a casa. Isto fez-nos reconsiderar e agora estamos a ponderar fazer alguma coisa. Mas a questão é: não temos assim tanto tempo, é dezembro por isso temos de ter atenção aos locais para onde vamos, e não temos muito dinheiro. E agora: para onde vamos?

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Bom dia!


A semana começa quente pela capital. Por cá, calma e cheia de planos por concretizar. Não posso dizer que esteja muito motivada mas tenho de fazer por isso, de me começar a mexer e entreter. Afinal, a situação do estágio continua em águas de bacalhau, eu tenho os exames à porta e o casamento aproxima-se a passos largos. Não estou propriamente muito ocupada mas também não posso dizer que não tenha nada para fazer (numa casa arranjamos sempre o que fazer). O que mais custa, na verdade, é o facto de não ter horários, rotinas certas, hábitos de trabalho, ocupação efectiva...sei lá.
Bem, hoje é só o primeiro dia da semana e por isso há que começar bem. Boa segunda-feira!

domingo, 4 de setembro de 2016

Modo calor abrasador

(sem se poder estar na praia)

Demasiado calor neste último andar, nenhuma vontade de fazer nada, que indisposição.
Ontem é que se esteve bem na praia quase o dia todo. E a noite quente que estava?! Lá fora estava-se tão bem que nem dava para acreditar, mesmo depois do sol se pôr. Já anunciava os 40º que estarão nos próximos dias... Só está bem na sombra, na praia ou ao fresco.

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

De volta ao trabalho


Regressámos a casa no domingo mas já estivemos em casa dos pais do meu noivo dois dias, resolvemos coisas pendentes, voltámos a casa, limpámos, arrumámos, matámos saudades dos nossos gatos e fomos à praia. Ele hoje voltou ao trabalho. O que vale é que é sexta-feira e amanhã já o tenho de novo só para mim. Fiquei mal habituada a tê-lo sempre comigo no último mês e custa sempre afastar-mo-nos. Regressar ao trabalho à sexta não é nada mau!

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Flores de casamento


Apesar de não fazer ideia do que queria em relação às flores, sempre soube que queria algo muito simples em relação a elas para o casamento. Que não queria demasiada flor nem demasiadas cores, nem nada muito elaborado. Tal como tudo o resto, achamos que o simples é mais bonito e que o que tiver mais significado para nós, é o que faz sentido escolhermos, pois será especial. Pedimos ajuda a alguém muito querido quanto às flores, porque eu confio plenamente no seu bom gosto e sabia que iria entender o que eu queria (nem sempre é fácil nos explicarmos quando não temos ideias muito fixas ou definidas em relação ao assunto, como era o nosso caso em relação às flores). Procurámos opções, informá-mo-nos e ontem fomos resolver o assunto. Apesar de só termos apalavrado, acho que este assunto está arrumado, está em boas mãos e podemos ficar descansados. E isso é uma grande ajuda e um grande alívio.

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Querido verão,


Este ano decidi-me aproveitar-te ao máximo. Com muita pena minha, nem sempre consigo ir à praia tanto quanto gostaria e, por consequência, conseguir o bronzeado com o qual durante anos me habituei (trabalhava na praia). Ainda não considero que o verão tenha terminado mas felizmente (e finalmente!) este ano ganhei cor como já não me lembrava de ter há que tempos!

Este ano temos ido à praia sempre que podemos, temos aproveitado o sol, os mergulhos, as águas maravilhosas e as paisagens de cortar a respiração que tanta paz e tranquilidade nos trazem.

Este ano fomos ver o nascer do sol. Madrugámos, rumámos ao ponto mais alto da ilha, caminhámos quase 3km às escuras e esperámos pelo sol. Em família, com muita conversa e partilha. Foi uma experiência única!

E o que o verão tem de mau é, na verdade, o calor excessivo, aquele sol que não se consegue suportar quando temos de trabalhar, quando não podemos rumar ao mar, quando temos horários para cumprir e responsabilidades sob as quais regemos os nossos dias.

Então, muito obrigada Verão deste ano, já tinha saudades tuas.

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Queridos convidados


Se há coisa que não conseguimos evitar que nos dê calafrios e dores de cabeça na organização de um casamento é a lista de convidados. Eu já previa que não fosse assim tão fácil limitar-mo-nos às pessoas que queremos mesmo convidar (é muito mais complexo do que isso).
Isto para dizer que temos andado às voltas com os convites e a lista das pessoas que queremos que estejam presentes e vimo-nos "obrigados" a incluir umas pessoas que inicialmente não seriam escolhas. Mas quando se trata de família, muitas vezes é complicado não convidar, pelo menos nós entendemos isso, em relação a pessoas muito específicas e casos particulares.
Agora há que entregar todos os convites que faltam...

domingo, 21 de agosto de 2016

Quando estás a uma semana de te ires embora...

E ainda há tanta coisa para tratar e resolver. Dá para não panicar?! Não está a ser fácil evitá-lo...
Afinal, o que parecia "tanto" tempo de "férias", são só três semanas e têm passado a voar!!!


Desde que cá chegámos... já procurámos soluções para as flores, decoração, já gravámos um vídeo, já entregámos convites, já nos informámos sobre o colete do noivo, já comprei uns sapatos, já encomendei o saiote, já fizemos algumas bricolages para a decoração do casamento, já entregámos a documentação necessária na câmara eclesiástica, já decidimos o bolo e os doces que teremos, conseguimos alguém que nos irá filmar algumas coisas no casamento (e gravámos um vídeo para passarmos durante a festa), comprámos o laço do noivo e já arranjámos um carro diferente no qual iremos. 
Temos andado às voltas com as músicas para que nos ajudem com a coreografia da nossa "primeira dança", com a escolha das flores, com a entrega de todos os convites e com a decoração. São muitas coisas para decidir e resolver mas ao mesmo tempo algumas já estão arrumadas. Deus nos dê coragem, paciência e força para fazermos tudo o que temos de fazer.

sábado, 20 de agosto de 2016

Late report (12/08/2016)

Ainda não cá estamos há muito tempo, mas já contamos com algumas coisas na lista do que não podemos deixar de fazer por cá.
  • Já fui ao dentista, como é da praxe e o homem já foi ao médico para tratar uma dermatite que resolveu aparecer. 
  • No fim-de-semana aproveitámos para estar com pessoas que já não víamos há meses, para desfrutar da nossa festa de eleição e ainda assistimos a um concerto em tributo aos Coldplay (muito bom!).
  • Temos estado com a minha avó e as minhas primas, temos revisto várias pessoas queridas.
  • Já comemos algumas das coisas de que mais gostamos cá (espetada, aquela pizza, maçarocas, lasanha, arepas, etc.). 
  • Tenho andado em pequenas escolhas de roupa, acessórios e tudo o resto que já não se use, para dar a quem possa precisar. Já ganhei algumas coisas novas porque as minhas primas também têm andado em arrumações/escolhas dessas. 
  • Levámos as roupas que precisavam de arranjo à tia que faz os melhores consertos. 
  • Já entregámos convites, embora ainda faltem muitos...
  • Na terça-feira, depois de várias tentativas falhadas (por imprevistos que o impediram) conhecemos pessoalmente o nosso fotografo e fizemos a nossa sessão fotográfica antes do casamento.
  • Também na terça fomos ao local onde será a nossa festa de casamento e não nos arrependemos nada da nossa decisão. Conversámos com a responsável, que nos esclareceu todas as dúvidas e mostrou-se muito disponível, o que é um alívio.
  • Conhecemos o local onde faremos as fotos do nosso casamento, com todos os convidados se tudo correr bem e ficámos muito bem impressionados.

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Este blog não foi abandonado...

Mas estamos de férias e por isso, por favor, dêem-nos um desconto. Estamos por casa desde sexta-feira e tem sido tão bom! Já conseguimos tratar de algumas coisas relacionadas com o casamento mas ainda nos faltam muitas outras que estão pendentes. 


Desejo-vos umas óptimas férias se for caso disso e muita força para enfrentar os dias de trabalho, se for esse o caso (o fim-de-semana está próximo!).

domingo, 31 de julho de 2016

Fim-de-semana

Ontem começámos o dia em conversa com os nossos queridos futuros padrinhos emigrantes, que nso ligaram para matarmos saudades. Que bela maneira de começar o fim-de-semana!
Esteve um dia tão bom que aproveitámos para ir passear na baixa de Lisboa. Claro que estivemos a tratar de coisas que estavam pendentes e tínhamos de resolver antes de ir de férias mas não deixou de ser um passeio muito bom, com direito a ver os saldos e almoçar fora. Ainda comprámos mais uns adereços para a decoração do casamento e resolvemos uma questão que nos preocupa sempre quanto aos gatos quando vamos de férias (que alívio!).
O tempo ontem e hoje tem estado óptimo. Está sol e calor mas sem exagero que se torne desconfortável e os dias têm estado lindos, com sol a brilhar e céu limpo, que até dá gosto. Se pudesse escolher, todo o Verão seria assim!
Hoje temos mais coisas para resolver - já fomos ao cartório da igreja buscar o documento que nos faltava, cortei o cabelo ao homem e vamos dar um jeito à casa - mas também vamos tentar aproveitar para passear e estar com amigos, já que este fim-de-semana não há praia para ninguém.


E já começámos a contagem decrescente para as férias!

quinta-feira, 28 de julho de 2016

quarta-feira, 27 de julho de 2016

terça-feira, 26 de julho de 2016

Relativizar, Mudar e Melhorar

Estou cansada. Este calor faz com que eu tenha de fazer um grande esforço para me manter activa e motivada. Acho que o cansaço já está estampado na minha cara. Têm sido dias, semanas, meses, difíceis  e o acumular disto tudo já se faz notar.
Tenho tentado mudar a minha postura há já algum tempo, para conseguir ver o lado bom das coisas, encarar positivamente aquilo que acontece na nossa vida e ser mais agradecida por tudo o que tenho. No fundo trata-se de um trabalho interior, demorado e que só depende de mim por isso faz com este seja um processo em desenvolvimento ou construção (como lhe queiram chamar) para mim. Acredito mesmo que esta mudança de atitude tem tornado a minha vida melhor mas ainda estou no início e ainda existe muita coisa que me afecta mais do que deveria.
Tenho ainda muito trabalho pela frente em relação à paciência, à compreensão e ao não ter pavio curto com pequenas coisas insignificantes mas que me irritam solenemente. Não posso deixar que isso aconteça. Afinal, trata-se tudo de uma questão de perspectiva e relativismo. Mas é difícil mudar de um dia para o outro, são coisas que nos estão entranhadas e por isso têm de se transformar gradualmente, aos poucos e com algum esforço.
Ainda que já note melhorias no meu comportamento e na minha atitude, há dias em que só me apetece fugir para o meu canto e chorar desalmadamente. Porque não compreendo o porquê das coisas, porque não sei o que fazer e porque me sinto só nessa minha aflição. Não é verdade que eu esteja só nem é verdade que o que se passa na minha vida seja horrível. Considero-me abençoada por tudo o que tenho a honra de ter nos meus dias, pelas coisas boas, pelas pessoas especiais, pelos dias que vivo, pelas rotinas, pelo que é diferente,... há muito mais coisas boas e pelas quais devo agradecer do que aquelas que me atormentam e preocupam. Mas ainda sou muito assim: dou ainda muito valor às coisas que não são do meu agrado, às adversidades, aos obstáculos e às provações. No fundo, às "pequenas coisas" às quais só devemos dar a importância que merecem. E eu dou-lhes muito mais do que elas merecem, na verdade. Aflijo-me, choro, sofro, preocupo-me, questiono-me e sinto-me completamente perdida. E isso é uma bola de neve às vezes.


Tudo isto para dizer que os últimos tempos, as dificuldades associadas ao estágio e ao meu quotidiano, a incerteza quanto ao futuro profissional, a falta de dinheiro porque não tenho qualquer remuneração ou rendimento, os problemas dos que me são queridos, o depender ainda da ajuda de terceiros, o tempo a passar, as pequenas coisas do dia-a-dia...têm-me consumido. E se há dias em que a minha postura é a de que isto é passageiro e tudo faz parte do meu /nosso caminho, há outros em que é demasiado frustrante, em que me sinto de impotente, de pés e mãos atados e nos quais não consigo ver além dos obstáculos.

Abençoados pelo amor

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Para começar a semana


Dor de alma


Há dias em que me é impossível aguentar, há dias em que não consigo de maneira nenhuma ser indiferente, em que questiono todo o meu comportamento e atitude, em que duvido se o que tenho feito é o correcto e em que os olhos se me enchem de lágrimas que me lavam o rosto. Há dias em que não sou capaz de ignorar que a minha mãe tenha para connosco (eu e minha irmã) uma postura tão altiva, tão indiferente, tão certa e cheia de si mesma. Como é possível que se passem dias, semanas e até meses sem que nos dirija uma única palavra, nem que fosse por uma mensagem de texto, para saber que é feito de nós?! Somos suas FILHAS, porra! Como é que se consegue, sendo mãe, passar tanto tempo sem que nos venha ao pensamento os filhos, sem que tenhamos vontade de saber, pelo menos, como estão, que é feito?! Eu, que sou filha, de quando em vez me lembro e quase sempre sou quem cede e pergunta por ela. Como é possível que se prefira utilizar uma rede social para partilhar com alguém tão próximo como um filho, essencialmente anúncios (de emprego, de casas, de vendas) e nada mais?! Nem uma pergunta, nem um interesse genuíno, nem uma palavra, além disso. Eu não compreendo, não sou capaz. E juro que me esforço, juro que já tentei muito e com muita vontade, fazer de outra forma. Mas nenhuma chegou, nenhuma foi suficiente ou bastou. Então acho que se pode dizer que desisti... E acho que o que mais me aflige é que ela não consiga ver que tanta gente já o fez. Que apesar de tudo o que já se passou e continua a passar ou da atitude que possa adoptar, eu estarei sempre disponível para ela. Porque ela é minha mãe. E porque eu sou sua filha. Mas é tão, tão triste dar-me conta de que a nossa relação será sempre tão superficial, porque não há como ser de outra maneira tendo em conta o que já se passou. Foram/são demasiadas falsas esperanças, demasiadas desilusões, demasiadas cobranças, demasiada dor, que toldam um relacionamento sem volta a dar. E isso só nos faz sofrer, só nos magoa, só nos faz mal. E pensar que ela me culpa por isso, tenho essa sensação...!

domingo, 24 de julho de 2016

Doce sábado

Acordar cedo para ir para a mais recente descoberta praia (pequeno cantinho do céu) com direito a um belo dia, muito calor, água bem fresca e pouco concorrida. Viemos cedo, pouco depois da hora de almoço porque o caminho de regresso ainda era longo e tínhamos outros compromissos.
Para o lanche meia melancia deliciosa, um banho fresco e sair de novo. Ele deixou-me numa festa do pôr do sol, num dos mil terraços de Lisboa, em óptima companhia e foi ter com o grupo para uma actuação. Várias horas de conversa, pessoas novas, partilha de experiências, música e uma noite fantástica. Jantar tardio, numa esplanada simpática e em bom ambiente. Ele voltou para me buscar já era madrugada, depois de tocar noite dentro entre amigos e colegas também. Ainda deu tempo para um passeio a pé entre amigos, junto ao rio e voltámos a casa estafados. Mas de coração cheio, por termos estado separados e por voltarmos a estar juntos. Obrigada Universo!


sexta-feira, 22 de julho de 2016

Desafios constantes

Sabem aqueles assuntos que temos de arrumar e estão pendentes a massacrar-nos os dias e o juízo e cuja resolução se vai arrastando porque não depende só de nós? Um dia falta uma coisa, noutro dia outra, depois falta uma assinatura, depois falta mais um documento e é uma tal dificuldade que uma pessoa às tantas já se sente assombrada por aquilo. E tem sido assim ultimamente. Aliás, sinto que os últimos anos da minha vida têm sido constantes lutas de gigantes, umas a seguir às outras (ainda que com algum período de descanso entre elas) mas que fazem com que haja sempre alguma coisa a preocupar-me constantemente.
Desta vez é a candidatura aos malfadados exames a que estou obrigada. Mas é com tanta complicação que nem vos conto. E o dinheirão que tenho de entregar à Ordem? Haja riqueza neste mundo! Meu rico pai que arranja sempre forma de operar uns milagres quando é preciso! Enfim. Já na semana passada queria ter entregue toda a documentação e formalizar a candidatura mas não foi possível. No fim-de-semana estabeleci o prazo de quarta-feira mas também não deu e adiei até ao final da semana, pensando que conseguiria hoje mas a cada dia surge uma nova exigência na qual ainda não tinha reparado, que ainda não tinha preparado ou que tem de ser elaborada do zero e/ou assinada por alguém ou falta um documento que não se encontra em lado nenhum...! Ainda não foi desta.


Tenho andado a prorrogar constantemente o prazo que eu mesma me imponho mas da próxima semana não pode mesmo passar!