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quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Flores de casamento


Apesar de não fazer ideia do que queria em relação às flores, sempre soube que queria algo muito simples em relação a elas para o casamento. Que não queria demasiada flor nem demasiadas cores, nem nada muito elaborado. Tal como tudo o resto, achamos que o simples é mais bonito e que o que tiver mais significado para nós, é o que faz sentido escolhermos, pois será especial. Pedimos ajuda a alguém muito querido quanto às flores, porque eu confio plenamente no seu bom gosto e sabia que iria entender o que eu queria (nem sempre é fácil nos explicarmos quando não temos ideias muito fixas ou definidas em relação ao assunto, como era o nosso caso em relação às flores). Procurámos opções, informá-mo-nos e ontem fomos resolver o assunto. Apesar de só termos apalavrado, acho que este assunto está arrumado, está em boas mãos e podemos ficar descansados. E isso é uma grande ajuda e um grande alívio.

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

O melhor lugar do mundo


és tu.

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Querido verão,


Este ano decidi-me aproveitar-te ao máximo. Com muita pena minha, nem sempre consigo ir à praia tanto quanto gostaria e, por consequência, conseguir o bronzeado com o qual durante anos me habituei (trabalhava na praia). Ainda não considero que o verão tenha terminado mas felizmente (e finalmente!) este ano ganhei cor como já não me lembrava de ter há que tempos!

Este ano temos ido à praia sempre que podemos, temos aproveitado o sol, os mergulhos, as águas maravilhosas e as paisagens de cortar a respiração que tanta paz e tranquilidade nos trazem.

Este ano fomos ver o nascer do sol. Madrugámos, rumámos ao ponto mais alto da ilha, caminhámos quase 3km às escuras e esperámos pelo sol. Em família, com muita conversa e partilha. Foi uma experiência única!

E o que o verão tem de mau é, na verdade, o calor excessivo, aquele sol que não se consegue suportar quando temos de trabalhar, quando não podemos rumar ao mar, quando temos horários para cumprir e responsabilidades sob as quais regemos os nossos dias.

Então, muito obrigada Verão deste ano, já tinha saudades tuas.

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Queridos convidados


Se há coisa que não conseguimos evitar que nos dê calafrios e dores de cabeça na organização de um casamento é a lista de convidados. Eu já previa que não fosse assim tão fácil limitar-mo-nos às pessoas que queremos mesmo convidar (é muito mais complexo do que isso).
Isto para dizer que temos andado às voltas com os convites e a lista das pessoas que queremos que estejam presentes e vimo-nos "obrigados" a incluir umas pessoas que inicialmente não seriam escolhas. Mas quando se trata de família, muitas vezes é complicado não convidar, pelo menos nós entendemos isso, em relação a pessoas muito específicas e casos particulares.
Agora há que entregar todos os convites que faltam...

domingo, 21 de agosto de 2016

Quando estás a uma semana de te ires embora...

E ainda há tanta coisa para tratar e resolver. Dá para não panicar?! Não está a ser fácil evitá-lo...
Afinal, o que parecia "tanto" tempo de "férias", são só três semanas e têm passado a voar!!!


Desde que cá chegámos... já procurámos soluções para as flores, decoração, já gravámos um vídeo, já entregámos convites, já nos informámos sobre o colete do noivo, já comprei uns sapatos, já encomendei o saiote, já fizemos algumas bricolages para a decoração do casamento, já entregámos a documentação necessária na câmara eclesiástica, já decidimos o bolo e os doces que teremos, conseguimos alguém que nos irá filmar algumas coisas no casamento (e gravámos um vídeo para passarmos durante a festa), comprámos o laço do noivo e já arranjámos um carro diferente no qual iremos. 
Temos andado às voltas com as músicas para que nos ajudem com a coreografia da nossa "primeira dança", com a escolha das flores, com a entrega de todos os convites e com a decoração. São muitas coisas para decidir e resolver mas ao mesmo tempo algumas já estão arrumadas. Deus nos dê coragem, paciência e força para fazermos tudo o que temos de fazer.

sábado, 20 de agosto de 2016

Late report (12/08/2016)

Ainda não cá estamos há muito tempo, mas já contamos com algumas coisas na lista do que não podemos deixar de fazer por cá.
  • Já fui ao dentista, como é da praxe e o homem já foi ao médico para tratar uma dermatite que resolveu aparecer. 
  • No fim-de-semana aproveitámos para estar com pessoas que já não víamos há meses, para desfrutar da nossa festa de eleição e ainda assistimos a um concerto em tributo aos Coldplay (muito bom!).
  • Temos estado com a minha avó e as minhas primas, temos revisto várias pessoas queridas.
  • Já comemos algumas das coisas de que mais gostamos cá (espetada, aquela pizza, maçarocas, lasanha, arepas, etc.). 
  • Tenho andado em pequenas escolhas de roupa, acessórios e tudo o resto que já não se use, para dar a quem possa precisar. Já ganhei algumas coisas novas porque as minhas primas também têm andado em arrumações/escolhas dessas. 
  • Levámos as roupas que precisavam de arranjo à tia que faz os melhores consertos. 
  • Já entregámos convites, embora ainda faltem muitos...
  • Na terça-feira, depois de várias tentativas falhadas (por imprevistos que o impediram) conhecemos pessoalmente o nosso fotografo e fizemos a nossa sessão fotográfica antes do casamento.
  • Também na terça fomos ao local onde será a nossa festa de casamento e não nos arrependemos nada da nossa decisão. Conversámos com a responsável, que nos esclareceu todas as dúvidas e mostrou-se muito disponível, o que é um alívio.
  • Conhecemos o local onde faremos as fotos do nosso casamento, com todos os convidados se tudo correr bem e ficámos muito bem impressionados.

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Este blog não foi abandonado...

Mas estamos de férias e por isso, por favor, dêem-nos um desconto. Estamos por casa desde sexta-feira e tem sido tão bom! Já conseguimos tratar de algumas coisas relacionadas com o casamento mas ainda nos faltam muitas outras que estão pendentes. 


Desejo-vos umas óptimas férias se for caso disso e muita força para enfrentar os dias de trabalho, se for esse o caso (o fim-de-semana está próximo!).

domingo, 31 de julho de 2016

Fim-de-semana

Ontem começámos o dia em conversa com os nossos queridos futuros padrinhos emigrantes, que nso ligaram para matarmos saudades. Que bela maneira de começar o fim-de-semana!
Esteve um dia tão bom que aproveitámos para ir passear na baixa de Lisboa. Claro que estivemos a tratar de coisas que estavam pendentes e tínhamos de resolver antes de ir de férias mas não deixou de ser um passeio muito bom, com direito a ver os saldos e almoçar fora. Ainda comprámos mais uns adereços para a decoração do casamento e resolvemos uma questão que nos preocupa sempre quanto aos gatos quando vamos de férias (que alívio!).
O tempo ontem e hoje tem estado óptimo. Está sol e calor mas sem exagero que se torne desconfortável e os dias têm estado lindos, com sol a brilhar e céu limpo, que até dá gosto. Se pudesse escolher, todo o Verão seria assim!
Hoje temos mais coisas para resolver - já fomos ao cartório da igreja buscar o documento que nos faltava, cortei o cabelo ao homem e vamos dar um jeito à casa - mas também vamos tentar aproveitar para passear e estar com amigos, já que este fim-de-semana não há praia para ninguém.


E já começámos a contagem decrescente para as férias!

quinta-feira, 28 de julho de 2016

quarta-feira, 27 de julho de 2016

terça-feira, 26 de julho de 2016

Relativizar, Mudar e Melhorar

Estou cansada. Este calor faz com que eu tenha de fazer um grande esforço para me manter activa e motivada. Acho que o cansaço já está estampado na minha cara. Têm sido dias, semanas, meses, difíceis  e o acumular disto tudo já se faz notar.
Tenho tentado mudar a minha postura há já algum tempo, para conseguir ver o lado bom das coisas, encarar positivamente aquilo que acontece na nossa vida e ser mais agradecida por tudo o que tenho. No fundo trata-se de um trabalho interior, demorado e que só depende de mim por isso faz com este seja um processo em desenvolvimento ou construção (como lhe queiram chamar) para mim. Acredito mesmo que esta mudança de atitude tem tornado a minha vida melhor mas ainda estou no início e ainda existe muita coisa que me afecta mais do que deveria.
Tenho ainda muito trabalho pela frente em relação à paciência, à compreensão e ao não ter pavio curto com pequenas coisas insignificantes mas que me irritam solenemente. Não posso deixar que isso aconteça. Afinal, trata-se tudo de uma questão de perspectiva e relativismo. Mas é difícil mudar de um dia para o outro, são coisas que nos estão entranhadas e por isso têm de se transformar gradualmente, aos poucos e com algum esforço.
Ainda que já note melhorias no meu comportamento e na minha atitude, há dias em que só me apetece fugir para o meu canto e chorar desalmadamente. Porque não compreendo o porquê das coisas, porque não sei o que fazer e porque me sinto só nessa minha aflição. Não é verdade que eu esteja só nem é verdade que o que se passa na minha vida seja horrível. Considero-me abençoada por tudo o que tenho a honra de ter nos meus dias, pelas coisas boas, pelas pessoas especiais, pelos dias que vivo, pelas rotinas, pelo que é diferente,... há muito mais coisas boas e pelas quais devo agradecer do que aquelas que me atormentam e preocupam. Mas ainda sou muito assim: dou ainda muito valor às coisas que não são do meu agrado, às adversidades, aos obstáculos e às provações. No fundo, às "pequenas coisas" às quais só devemos dar a importância que merecem. E eu dou-lhes muito mais do que elas merecem, na verdade. Aflijo-me, choro, sofro, preocupo-me, questiono-me e sinto-me completamente perdida. E isso é uma bola de neve às vezes.


Tudo isto para dizer que os últimos tempos, as dificuldades associadas ao estágio e ao meu quotidiano, a incerteza quanto ao futuro profissional, a falta de dinheiro porque não tenho qualquer remuneração ou rendimento, os problemas dos que me são queridos, o depender ainda da ajuda de terceiros, o tempo a passar, as pequenas coisas do dia-a-dia...têm-me consumido. E se há dias em que a minha postura é a de que isto é passageiro e tudo faz parte do meu /nosso caminho, há outros em que é demasiado frustrante, em que me sinto de impotente, de pés e mãos atados e nos quais não consigo ver além dos obstáculos.

Abençoados pelo amor

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Para começar a semana


Dor de alma


Há dias em que me é impossível aguentar, há dias em que não consigo de maneira nenhuma ser indiferente, em que questiono todo o meu comportamento e atitude, em que duvido se o que tenho feito é o correcto e em que os olhos se me enchem de lágrimas que me lavam o rosto. Há dias em que não sou capaz de ignorar que a minha mãe tenha para connosco (eu e minha irmã) uma postura tão altiva, tão indiferente, tão certa e cheia de si mesma. Como é possível que se passem dias, semanas e até meses sem que nos dirija uma única palavra, nem que fosse por uma mensagem de texto, para saber que é feito de nós?! Somos suas FILHAS, porra! Como é que se consegue, sendo mãe, passar tanto tempo sem que nos venha ao pensamento os filhos, sem que tenhamos vontade de saber, pelo menos, como estão, que é feito?! Eu, que sou filha, de quando em vez me lembro e quase sempre sou quem cede e pergunta por ela. Como é possível que se prefira utilizar uma rede social para partilhar com alguém tão próximo como um filho, essencialmente anúncios (de emprego, de casas, de vendas) e nada mais?! Nem uma pergunta, nem um interesse genuíno, nem uma palavra, além disso. Eu não compreendo, não sou capaz. E juro que me esforço, juro que já tentei muito e com muita vontade, fazer de outra forma. Mas nenhuma chegou, nenhuma foi suficiente ou bastou. Então acho que se pode dizer que desisti... E acho que o que mais me aflige é que ela não consiga ver que tanta gente já o fez. Que apesar de tudo o que já se passou e continua a passar ou da atitude que possa adoptar, eu estarei sempre disponível para ela. Porque ela é minha mãe. E porque eu sou sua filha. Mas é tão, tão triste dar-me conta de que a nossa relação será sempre tão superficial, porque não há como ser de outra maneira tendo em conta o que já se passou. Foram/são demasiadas falsas esperanças, demasiadas desilusões, demasiadas cobranças, demasiada dor, que toldam um relacionamento sem volta a dar. E isso só nos faz sofrer, só nos magoa, só nos faz mal. E pensar que ela me culpa por isso, tenho essa sensação...!

domingo, 24 de julho de 2016

Doce sábado

Acordar cedo para ir para a mais recente descoberta praia (pequeno cantinho do céu) com direito a um belo dia, muito calor, água bem fresca e pouco concorrida. Viemos cedo, pouco depois da hora de almoço porque o caminho de regresso ainda era longo e tínhamos outros compromissos.
Para o lanche meia melancia deliciosa, um banho fresco e sair de novo. Ele deixou-me numa festa do pôr do sol, num dos mil terraços de Lisboa, em óptima companhia e foi ter com o grupo para uma actuação. Várias horas de conversa, pessoas novas, partilha de experiências, música e uma noite fantástica. Jantar tardio, numa esplanada simpática e em bom ambiente. Ele voltou para me buscar já era madrugada, depois de tocar noite dentro entre amigos e colegas também. Ainda deu tempo para um passeio a pé entre amigos, junto ao rio e voltámos a casa estafados. Mas de coração cheio, por termos estado separados e por voltarmos a estar juntos. Obrigada Universo!


sexta-feira, 22 de julho de 2016

Desafios constantes

Sabem aqueles assuntos que temos de arrumar e estão pendentes a massacrar-nos os dias e o juízo e cuja resolução se vai arrastando porque não depende só de nós? Um dia falta uma coisa, noutro dia outra, depois falta uma assinatura, depois falta mais um documento e é uma tal dificuldade que uma pessoa às tantas já se sente assombrada por aquilo. E tem sido assim ultimamente. Aliás, sinto que os últimos anos da minha vida têm sido constantes lutas de gigantes, umas a seguir às outras (ainda que com algum período de descanso entre elas) mas que fazem com que haja sempre alguma coisa a preocupar-me constantemente.
Desta vez é a candidatura aos malfadados exames a que estou obrigada. Mas é com tanta complicação que nem vos conto. E o dinheirão que tenho de entregar à Ordem? Haja riqueza neste mundo! Meu rico pai que arranja sempre forma de operar uns milagres quando é preciso! Enfim. Já na semana passada queria ter entregue toda a documentação e formalizar a candidatura mas não foi possível. No fim-de-semana estabeleci o prazo de quarta-feira mas também não deu e adiei até ao final da semana, pensando que conseguiria hoje mas a cada dia surge uma nova exigência na qual ainda não tinha reparado, que ainda não tinha preparado ou que tem de ser elaborada do zero e/ou assinada por alguém ou falta um documento que não se encontra em lado nenhum...! Ainda não foi desta.


Tenho andado a prorrogar constantemente o prazo que eu mesma me imponho mas da próxima semana não pode mesmo passar!

terça-feira, 19 de julho de 2016

Início de semana

Como no fim-de-semana fizemos gazeta, o início da semana pautou-se por muito trabalho (que tinha de ser feito e não se faz sozinho). Mas eu acho que até funciono melhor assim. Os primeiros dias da semana custam mas como estamos entretidos ela passa por nós e quando dermos conta estamos de novo no fim (de semana)! Aguenta que já não falta tudo!


Boa terça-feira por aí!

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Fim de semana produtivo

Sexta: um irish novo, em óptima companhia, com amigos. Música típica ao vivo e fomos até de madrugada.
Sábado: passeio. A melhor praia. Cinema ao ar livre. Família reunida em nossa casa. Mais um convite entregue.
Domingo: praia (outra vez)!!! Comprámos o fato do noivo! Aleluia (não estava fácil)!


Cometemos uma loucura e, apesar de todo o trabalho que tínhamos para fazer, este fim-de-semana ignorá-mo-lo e fizemos o que nos apetecia mesmo: praia! Podia habituar-me a isto mas não dá. Ainda tenho muito para fazer pela frente para poder chegar às férias por que já sonhamos. Já faltou mais. Já faltou mais!

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Sexta-feira

(Para terem ideia do estado em que estou, em vez de "sexta-feira", escrevi "quinta-feira" no título! Sinto que fui atropelada por um camião TIR)


Nos últimos dias sinto que tenho andado em piloto automático, a tentar recuperar das últimas semanas, cheias de gente e de coisas boas mas num verdadeiro frenesim que nos impede de ter tempo para o que quer que seja, nem mesmo pensar. Só desempenho tarefas que sei que têm de ser feitas, umas atrás das outras, umas melhor que outras, umas são deixadas para trás e continuam pendentes... Não tem sido fácil agarrar as rédeas e retomar o controlo dos meus dias. Quando a nossa rotina (por muito pouca que ela seja) é alterada, acho que é normal isto acontecer. Eu tenho-me tentado aguentar à bronca. Recebemos imensas visitas no último mês e meio, mais do que no ano passado inteiro e receber amigos implica recebê-los bem, ter a casa apresentável, ter atenção a algumas coisas que normalmente não temos de ter e adaptar-mo-nos a uma situação diferente. Nós adoramos mas tantas em tão pouco tempo, é exigente! Afinal o homem ajuda-me como pode mas ele trabalha mais do que a conta e eu sozinha tenho de dar conta de um T4 com dois gatos peludos.

Não tarda também estaremos finalmente de férias, longe de tudo e todos. Mas até lá há muito que sprintar porque há muito a fazer e tratar entretanto. Tenho de ganhar força para pôr tudo em ordem, o mais depressa possível e poder respirar de alívio com a sensação de dever cumprido. Ânimo, já não falta tudo. Quanto mais depressa terminar, mais cedo estarei livre!

Visitas especiais

De quinta a domingo tivemos connosco um casal amigo nosso, cujo rapaz é um dos meus maiores amigos. Foi óptimo poder estar com eles e passar algum tempo de qualidade com pessoas que são especiais para nós mas implicou gastos extra (comer fora e deslocações) e que deixemos a nossa vida em suspenso para podermos aproveitar o tempo que temos com eles. Não é uma gestão fácil... pelo menos não o é para nós, que estamos numa situação mais difícil e complicada, que exige um jogo de cintura tremendo para que nos consigamos aguentar!


Fui ao oceanário (17 anos depois da primeira vez que lá tinha ido) e adorei, fiquei super contente, fizemos algumas compras, fizemos um roteiro pela zona do cais do Sodré (mercado da ribeira, pensão amor e irish pub). Voltámos às compras, fomos a Sintra e jantámos no Parque das Nações para celebrar o aniversário da FF. Voltámos às compras, almoçámos na nossa esplanada preferida, fomos aos croissants do careca, passámos em Belém e acabámos a tarde na Baixa (terreiro do paço, rua Augusta, Brasileira e miradouro do elevador de Santa Justa). Depois de os irmos deixar ao aeroporto ainda vimos a final do Euro e a nossa selecção a sagrar-se campeã. Enchemo-nos de coragem e fomos até ao Marquês celebrar. Assim se passou mais um fim-de-semana em cheio!

Nada de dias de praia (que já me vão fazendo falta) mas já contamos com muitas tardes de passeio e esplanadas, muitas conversas serão adentro, sempre nas melhores companhias e isso enche-nos o coração.

quarta-feira, 13 de julho de 2016

terça-feira, 12 de julho de 2016

Inspirações para o meu penteado


















Acho que uma coisa é certa: não levarei o cabelo liso. Apesar de gostar de me ver com ele esticado, não é muito a minha cara, afinal o meu cabelo natural e aquele com que todos me conhecem é ondulado /encaracolado, com volume, rebelde e cheio de vontade própria. Não me faz muito sentido levar no dia do meu casamento algo demasiado diferente de mim mesma. Ainda nesse sentido, não me faz muito sentido levá-lo totalmente apanhado porque não é como eu gosto mais e se o tiver de fazer para que sobressaia o vestido ou algo assim, fa-lo-ei despretensioso, como nas imagens que partilho agora aqui. A minha ideia era levá-lo meio apanhado, para que me desse liberdade e fosse prático mas sem estar totalmente apanhado e diferente de mim.

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Campeões da Europa!

Eu tinha um pressentimento e a alegria foi tanta que tivemos de ir ao Marquês!!! Ainda que só os dois, ainda que sem saber o que esperar. Encontrámos um mar de gente e uma euforia enorme! Lisboa estava em festa, acho que todo o país estava em festa e isso é lindo de se ver. Já merecíamos uma vitória assim. Foi mais do que merecido, por tudo. Mesmo pelo percurso, mesmo pelas críticas, mesmo pelos contratempos e pelos "azares". Isto é Portugal! E somos campeões para calar muita gente!


Parabéns Selecção, honraram a Nação!

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Butterfly kisses


Não posso nem imaginar a dor que deve ser perder alguém importante próximo da nossa data de casamento. Só de pensar no vazio que isso causa, dá-me um aperto tão grande no coração!!!
Desfiz-me em lágrimas ao ver este vídeo mas tinha de partilhar. Porque é um gesto muito bonito e porque deve ser uma dor grande demais para caber no peito.

quarta-feira, 6 de julho de 2016

A meio da semana


Com muito por fazer!
Como vão esses dias? Já estão a fazer planos para o fim-de-semana? A mim parece-me tão distante ainda... O tempo que tenho parece que não chega para tudo o que tenho por fazer!

terça-feira, 5 de julho de 2016

Há lá melhor no mundo?


Do que poder, no final de um dia cansativo, chegar a casa e encontrar a pessoa que amamos? 
As coisas mais simples e banais do mundo como jantar, ver um filme ou aninhar-se no sofá, tornam-se verdadeiros pedacinhos de céu, pequenos tesouros que queremos agarrar e guardar para sempre bem junto a nós. Para que não nos permitamos esquecer o quão abençoados somos, nas mais pequenas coisas.

segunda-feira, 4 de julho de 2016

Sábado que enche o coração

Fui finalmente, ao final da manhã de sábado, ao dentista, fazer uma limpeza e os moldes para uma placa que espero resolva o meu problema e diminua os efeitos que dali advêm.
Permiti-mo-nos almoçar fora, na nossa esplanada de eleição, que ficava ali perto. Este ano temos tentado ser muito rigorosos connosco mesmos no sentido de não gastarmos ao máximo, afinal temos um objectivo exigente este ano. Mas não fizemos nada pelo nosso aniversário, nem de namoro, nem de nos conhecermos, nem nada, então, achámos que merecíamos um momento diferente, só nosso.


Nessa mesma tarde consegui finalmente encontrar-me com algumas (nem todas puderam) das minhas amigas do coração, legado da faculdade. Todas temos as nossas vidas, todas têm rotinas diferentes e torna-se complicado encontrarmos um consenso num encontro com todas (ou pelo menos com mais do que duas, somos seis).
Depois de mil e trezentas tentativas de encontro, conseguimos marcar para a tarde deste sábado e lá nos encontrámos quatro. Desta vez, uma dupla estreia, os nossos moços acompanharam-nos e conhecemos o mais recente membro - o novo namorado de uma de nós. Costumamos ser só meninas quando nos encontramos mas como uma delas queria apresentar-nos o rapaz, levamos os respectivos. Éramos três casais e mais uma. A solteira esteve connosco pouco tempo, tinha outros compromissos mas ainda nos vimos, que é o mais importante. Os três casais fizeram algo inédito: encontrámo-nos para lanchar, à tarde mas ainda cedo, e só nos despedimos já no dia seguinte! 
Pois é, depois de alguma conversa na esplanada, de algumas passagens por miradouros da bela capital, resolvemos jantar ali perto, todos juntos. Depois de jantar, fomos comer um gelado, passeámos mais um pouco e fomos a um pub. Mais umas horas de conversa mas a determinada altura o volume da música já não nos deixava conversar civilizadamente e abandonámos aquele sítio para nos irmos sentar noutro ali perto, para mais um copo e (mais) uns dedos de conversa.


Já a noite ia longa e já era madrugada de domingo quando nos despedimos, de coração cheio e com boas notícias. Convites entregues e viagens marcadas, em Dezembro podemos contar com eles.

Aguenta coração!

Visita da prima.
Início do processo civil para casamento.
Compra da lingerie para o casamento.
Vestir o vestido de noiva com a lingerie.
Reunir todas as intervenções que precisava para me poder candidatar a exame.
Ir ao dentista tratar de algumas coisas que me estavam a chatear há vários meses.
Imprimir (finalmente) fotos nossas.
Fazer as primeiras compras dos saldos.
Jantar com família.
Faltar cerca de um mês para irmos de férias.
Enviar mais coisas para o casamento para casa.
Substituir liquidificadora que se tinha estragado.
Celebrar quatro anos de namoro.
Contar menos de cinco meses para o nosso casamento.
Portugal nas meias finais do Euro.
Estar (finalmente) com as minhas amigas do coração e conhecer o namorado de uma delas!


Em poucos dias (numa semana!), tanta coisa!

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Resumo dos últimos dias:

As horas que o dia tem não chegam para os planos que faço para ele.

Estou cansada. As últimas semanas têm sido muito intensas e ocupadas mas recheadas de coisas boas, por isso só posso ir de fim-de-semana com o coração cheio.
Está quase! Boa sexta-feira!

terça-feira, 28 de junho de 2016

Quatro anos de nós


Hoje fazemos quatro anos de namoro. Ainda no sábado, a falar do assunto, fiquei quase convencida que faríamos cinco anos. Mas não são quatro. Apesar de nos conhecermos há mais de 5 anos, começámos a namorar somente há 4. 

Dia 28 de Junho será sempre uma data especial para nós. Ainda me lembro de tê-lo deixado ir, a medo, sozinho ao centro da cidade onde eu estava de Erasmus porque ele mo pediu. Sabe-se lá como, ele apareceu-me a meio da avenida principal daquela cidadezinha italiana que ficou no meu (nosso) coração, com uma rosa em punho, um coração de pano e a derradeira pergunta (pela qual eu, naquela altura, já ansiava): "aceitas namorar comigo?". Até hoje não sei como ele se conseguiu explicar à florista já que ele não falava italiano e essa é a única língua que aquela gente falava e entendia. Deve ter sido tudo à base de linguagem gestual, adorava ter visto.

A verdade é que hoje somos já muito diferentes daqueles dois que éramos há quatro anos atrás. Muita coisa aconteceu, muita coisa mudou, já aprendemos muito, já vivemos muito, já fizemos muitos planos e sofremos muitas desilusões mas, o mais incrível, é que ainda temos muito mais para viver, para gozar, para sofrer, aprender, rir, chorar e ganhar. A vida é uma caminhada, já me convenci disso, o que conta é o percurso que fazemos e o que aprendemos, perdemos e ganhamos com ele. Por isso é que acho tão importante, embora não seja fácil, nos lembrarmos do nosso caminho, termos sempre presente aquilo por que já passámos, por isso permite-nos relativizar o que não tem tanta importância e valorizar o que deve ser valorizado.

Quantas vezes ao olhar para trás não vejo a diferença abismal entre o meu eu de agora e o meu eu de há quatro anos? Quantas vezes não penso que não conseguirei superar alguma coisa do meu dia-a-dia e vou buscar forças para isso quando me lembro daquilo por que já passámos. Juntos é mais fácil no sentido em que temos alguém a quem recorrer, com quem partilhar, quer os nossos medos, quer as nossas angústias, quer as nossas conquistas, quer as nossas alegrias. Juntos é mais fácil chegarmos onde queremos porque são dois a trabalhar para o mesmo. Juntos torna-se mais fácil suportar as dificuldades porque há sempre outra pessoa que percebe o que sentimos, que nos conhece e faz um esforço por compensar o que naquele momento nós não conseguimos dar.

Construir uma relação não, contudo, coisa fácil. Se já é um desafio aturar-mo-nos a nós mesmos, como é que não será um desafio muito maior vivermos com outra pessoa? Tem de ser mais do que um desafio, é uma prova de constante superação! São dois feitios, duas cabeças, duas mentalidades, duas vontades e dois seres que se têm de alinhar para conviverem todos os dias. Não pode ser assim tão simples. Exige dedicação, empenho, alguma cedência de parte a parte, compreensão, respeito e muito amor. Não é por acaso que ponho o amor no fim da frase. Para estar com alguém, para construir um futuro ou uma vida com outra pessoa, não basta amá-la. É muito mais complexo do que isso. 
E se já é suficientemente difícil e raro encontrarmos alguém que nos ame como nós a amamos, então ainda mais é que ela queira o mesmo que nós, que tenha os mesmos princípios, valores e desejos. Só podemos sentir-nos muito abençoados por ter-mo-nos um ao outro nas nossas vidas, por podermos construir a nossa. E é disso que nos temos de lembrar, em cada dia difícil, em cada obstáculo, em cada problema e dificuldade. É por isso que temos de agradecer, cada dia, por nos termos um ao outro.
E assim o "tanto" e o "tão pouco" andam sempre de mãos dadas, como dois namorados. Daí se retira também a lição do relativizar e valorizar. Por vezes o tempo a que estamos juntos parece-me tanto e ao mesmo tempo tão pouco quantitativamente. Porque, apesar de serem apenas quatro anos, sinto que já vivemos e partilhámos, superámos e conquistámos tanto! E ao mesmo tempo, apesar de parecer tanto, se Deus quiser, ainda nos falta tanto por alcançar e viver lado a lado. E o que são quatro anos diante de uma vida inteira partilhada com quem amamos?

Quatro anos de nós


Hoje fazemos quatro anos de namoro. Ainda no sábado, a falar do assunto, fiquei quase convencida que faríamos cinco anos. Mas não são quatro. Apesar de nos conhecermos há mais de 5 anos, começámos a namorar somente há 4. 

Dia 28 de Junho será sempre uma data especial para nós. Ainda me lembro de tê-lo deixado ir, a medo, sozinho ao centro da cidade onde eu estava de Erasmus porque ele mo pediu. Sabe-se lá como, ele apareceu-me a meio da avenida principal daquela cidadezinha italiana que ficou no meu (nosso) coração, com uma rosa em punho, um coração de pano e a derradeira pergunta (pela qual eu, naquela altura, já ansiava): "aceitas namorar comigo?". Até hoje não sei como ele se conseguiu explicar à florista já que ele não falava italiano e essa é a única língua que aquela gente falava e entendia. Deve ter sido tudo à base de linguagem gestual, adorava ter visto.

A verdade é que hoje somos já muito diferentes daqueles dois que éramos há quatro anos atrás. Muita coisa aconteceu, muita coisa mudou, já aprendemos muito, já vivemos muito, já fizemos muitos planos e sofremos muitas desilusões mas, o mais incrível, é que ainda temos muito mais para viver, para gozar, para sofrer, aprender, rir, chorar e ganhar. A vida é uma caminhada, já me convenci disso, o que conta é o percurso que fazemos e o que aprendemos, perdemos e ganhamos com ele. Por isso é que acho tão importante, embora não seja fácil, nos lembrarmos do nosso caminho, termos sempre presente aquilo por que já passámos, por isso permite-nos relativizar o que não tem tanta importância e valorizar o que deve ser valorizado.

Quantas vezes ao olhar para trás não vejo a diferença abismal entre o meu eu de agora e o meu eu de há quatro anos? Quantas vezes não penso que não conseguirei superar alguma coisa do meu dia-a-dia e vou buscar forças para isso quando me lembro daquilo por que já passámos. Juntos é mais fácil no sentido em que temos alguém a quem recorrer, com quem partilhar, quer os nossos medos, quer as nossas angústias, quer as nossas conquistas, quer as nossas alegrias. Juntos é mais fácil chegarmos onde queremos porque são dois a trabalhar para o mesmo. Juntos torna-se mais fácil suportar as dificuldades porque há sempre outra pessoa que percebe o que sentimos, que nos conhece e faz um esforço por compensar o que naquele momento nós não conseguimos dar.

Construir uma relação não, contudo, coisa fácil. Se já é um desafio aturar-mo-nos a nós mesmos, como é que não será um desafio muito maior vivermos com outra pessoa? Tem de ser mais do que um desafio, é uma prova de constante superação! São dois feitios, duas cabeças, duas mentalidades, duas vontades e dois seres que se têm de alinhar para conviverem todos os dias. Não pode ser assim tão simples. Exige dedicação, empenho, alguma cedência de parte a parte, compreensão, respeito e muito amor. Não é por acaso que ponho o amor no fim da frase. Para estar com alguém, para construir um futuro ou uma vida com outra pessoa, não basta amá-la. É muito mais complexo do que isso. 
E se já é suficientemente difícil e raro encontrarmos alguém que nos ame como nós a amamos, então ainda mais é que ela queira o mesmo que nós, que tenha os mesmos princípios, valores e desejos. Só podemos sentir-nos muito abençoados por ter-mo-nos um ao outro nas nossas vidas, por podermos construir a nossa. E é disso que nos temos de lembrar, em cada dia difícil, em cada obstáculo, em cada problema e dificuldade. É por isso que temos de agradecer, cada dia, por nos termos um ao outro.
E assim o "tanto" e o "tão pouco" andam sempre de mãos dadas, como dois namorados. Daí se retira também a lição do relativizar e valorizar. Por vezes o tempo a que estamos juntos parece-me tanto e ao mesmo tempo tão pouco quantitativamente. Porque, apesar de serem apenas quatro anos, sinto que já vivemos e partilhámos, superámos e conquistámos tanto! E ao mesmo tempo, apesar de parecer tanto, se Deus quiser, ainda nos falta tanto por alcançar e viver lado a lado. E o que são quatro anos diante de uma vida inteira partilhada com quem amamos?

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Envelhecer


O único consolo que retiro de estar a envelhecer é ter companhia. Afinal ninguém vai para novo, caminha tudo para mais velho.

A banda sonora para


Fins de tarde quentes com ritmos latinos.

sexta-feira, 24 de junho de 2016

NIB para prendas de casamento

Há uns dias fomos surpreendidos por um dos nossos convidados, disparou "Então como é que vão fazer, vão dar-nos o vosso NIB para fazermos a transferência da prenda?". Nós olhámos um para o outro sem saber o que responder e foi isso mesmo que dissemos - que não tínhamos pensado nisso e não sabíamos se isso seria boa ideia.
A pessoa explicou-nos que era assim que tinha feito em outros casamentos, que é muito prático e a melhor forma e incentivou-nos vivamente a fazê-lo. Disse-nos ainda que esta seria até uma boa altura para isso, que lhe dava inclusive jeito dar a prenda já, uma vez que receberia subsídio e tudo mais. "É que as pessoas agora até têm mais dinheiro e se calhar preferem tratar já disso".


Nós não temos lista de casamento, para nós não faz qualquer sentido. O que preferíamos era receber dinheiro como prenda mas só (reforço SÓ!) se as pessoas quiserem dar alguma coisa - afinal não é nenhuma espécie de obrigação. Não convidámos ninguém para ir ao casamento a pensar no dinheiro que nos poderiam dar, não fazemos contas ao que vamos gastar contando com o que eventualmente podemos vir a receber (é muita suposição para nosso gosto) e só contamos com o que temos. Nós vamos, conforme nos for possível, pagar o casamento e é segundo isso que o temos organizado desde o primeiro dia. Obviamente que se nos perguntarem: "O que querem como prenda?" a resposta será "dinheiro" porque temos sonhos e objectivos que só com a ajuda dele ($$$) se podem realizar. Mas se não nos derem prenda nenhuma, não recebermos dinheiro nenhum, não muda nada. Não vamos deixar de nos casar nem de pagar o casamento por isso.

Agora a pergunta, no contexto daquilo que nos sugeriu o nosso convidado: já vos aconteceu algo assim, irem a um casamento onde ofereceram dinheiro por transferência bancária? Eu, aos que fui, ofereci dinheiro (o que pude!) mas levei num envelope e entreguei aos noivos no dia. É verdade que é coisa pouco prática e não sei se toda a gente faz assim pois até se pode tornar perigoso mas é o que sempre fiz e vi fazer. E vocês?

Pequeno almoço

Em geral sempre fui aquela pessoa que não ligava nenhuma ao pequeno almoço, que até me fazia impressão comer de manhã porque fico meio enjoada ou mal disposta (apesar de adorar comer, durante o resto do dia, o meu estômago sempre teve manhãs complicadas). Nos últimos dias nem me reconheço, não pareço a mesma. 
Tenho (pela primeira vez na vida, desde que me lembro de existir) perdido algum tempo das minhas manhãs a preparar um pequeno-almoço que assim se possa chamar. Não é nada de especial mas, em comparação com os cereais mal amanhados que atirava para uma taça, regava com leite e empurrava goela abaixo, já é uma grande coisa. Pão tostado, manteiga, café com leite e fruta são a conjugação perfeita para um início de dia feliz. 
É claro que isto é possível porque tenho manhãs folgadas e acordo a horas decentes, se me levantasse cedo e tivesse de sair a correr, aposto que a coisa não se dava da mesma forma.
E confesso que tem razão quem diz que faz toda a diferença no nosso dia um bom pequeno-almoço. Porque uma pessoa fica melhor alimentada, não tem fome e tem mais energia (ou será só efeito psicológico?)!


Esta semana não falhei um dia. Vamos ver quanto tempo isto dura... Seja como for, achei melhor registar isto aqui porque já estou orgulhosa de mim mesma!

Véspera de fim-de-semana


Em contraponto com as últimas (em geral com todo este ano que me tem parecido voar), esta semana custou mais a passar. Não sei se foi por ter ficado mal habituada (tive cá a minha irmã, depois uma prima e depois outra, estive muito bem acompanhada e, portanto, entretida) ou se foi por ter estado afastada das (poucas) rotinas normais que tento implementar na minha vida, ou se foi simplesmente por me sentir inexplicavelmente cansada ou por ter sido uma semana desafiante para o meu homem (e por consequência também acaba por o ser para mim), mas esta sexta-feira fez-se esperar. Oh semana longa esta. Quem dera que o fim-de-semana fosse como ela: looooooongo!
Para muito boa gente hoje é feriado por isso, sabem o que vos digo? Aproveitem bem o fim-de-semana (prolongado ou não)!

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Gestão diária


As últimas noites não têm sido fáceis. O pouco que tinha conseguido regular o meu sono há umas duas semanas atrás, consegui desregulá-lo completamente. Agora de manhã não consigo sair da cama muito cedo porque me tem custado ter sono à noite. As noites não são tranquilas e o sono nada descansado. Farto-me de sonhar e sonhar, acordo, viro e reviro... Uma odisseia. Espero que tenham sido só umas noites menos boas e que nos próximos dias consiga estabilizar, caso contrário a coisa fica difícil de gerir. 
Resta-me tentar regular horários de sono e dinamizar os meus dias que sofreram uma quebra de ritmo significativa. Não faltam coisas por fazer, o difícil é organizar-me e conseguir encaixá-las a todas, priorizando o que tem de ser feito e desvalorizando o que não importa tanto.
A gestão diária nem sempre é fácil para mim, nos últimos tempos tem sido um verdadeiro desafio.