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quinta-feira, 18 de setembro de 2014

E, para não perder o ritmo...

Ontem foi dia de Harajuku.

Mas acabou por revelar-se um dia difícil. Fiquei sem bateria no telemóvel ainda o dia não ia a meio e tinha de, quando saísse do trabalho, ir a um CC. Como o G. normalmente (chegando a horas normais) está despachado antes, disse-lhe que se encontrasse comigo lá. Quando soube (isto tudo pela minha irmã, através do email) que ele estava atrasado e só chegava duas horas mais tarde que o normal, pedi-lhe que lhe dissesse que eu ia então ter com ele ao sítio do costume. Mas a minha irmã não me disse que lhe tinha dito isso, até à hora que eu sai do trabalho (que era onde podia aceder ao email). Então, eu parti do pressuposto que ele estaria no último sítio combinado, ou seja, no tal CC a apanhar-me. Quando percebi que alguma coisa estava errada porque já estava há tempo demais à espera, decidi ligar de um telefone público. Pois que ele atendeu mas o telemóvel teve um dos momentos maravilha em que bloqueia e se desliga. Portanto eu fiquei sem a moeda introduzida e sem conseguir falar-lhe. Ainda esperei junto à cabine telefónica na esperança que voltasse a ligar mas depois fui para a frente do CC procurando em cada carro o meu, em cada pessoa ele. Já escurecera, estava frio, eu de pé, doiam-me os pés e já começava a desesperar sem saber o que mais fazer. Pensei ir para o sítio do costume mas tive receio do desencontro. Pensei ir para casa de transportes mas não tinha como lhe ligar porque em casa não tenho carregador para o telemóvel (aliás, nem em casa nem em lado nenhum, não sei dele desde que voltei de férias). Só me apetecia falar com alguém e pedir o telemóvel emprestado mas tive receio e/ou vergonha a cada pessoa que passava por mim. Entrei no CC na tentativa de ver um polícia ou segurança a quem conseguisse pedir ajuda, vi indicação dos telefones e tentei segunda vez. ELE ATENDEU! E estava onde eu achava, porque a minha irmã avisou-o do meu último email mas esqueceu-se de mo dizer. Fui lá ter. Nisto tinha-se passado mais de uma hora e por muito pouco tempo que possa parecer, para mim foi uma eternidade. Uma eternidade mesmo! Claro que acabou em desentendimento. Afinal, que lhe custava ser mais perspicaz e perceber que o número fixo que lhe ligava àquela hora, estando ele à minha espera e sem saber de mim, só poderia ser eu? Como é que eu devia adivinhar que ele, uma hora depois da sua hora de saída não me atendesse o telefone, por estar em reunião? É que ele não atendeu nem voltou a ligar, mesmo eu estando sem telefone e tendo ligado do de uma colega, porque não se lembrou que podia ser eu, por ainda ser no horário de trabalho (claro, se fosse depois de sair como ia usar o telefone de alguém!?!)...enfim. Não foi um fim de dia fácil.


Claro que a culpa do que aconteceu não foi de ninguém mas que o problema podia ter sido amenizado, podia.

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