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segunda-feira, 13 de abril de 2015

Beijos


Eu tenho de confessar ter uma relação peculiar com beijos.
Eu não gosto de dar beijos senão a pessoas de quem goste mesmo muito. Não posso considerar-me muito beijoqueira embora goste. Por norma, as pessoas "maltratam" o beijo. Dão-nos sem mais nem menos, mesmo a quem não conhecem bem, a quem acabaram de conhecer, a quem nem merece ou até mesmo a quem nem se gosta. Ora, isto, para mim, faz com que o beijo se tenha tornado banal e, como tal, se lhe retire importância. Por outro lado, há tendência a dar beijos "mal dados": em regra, são beijos babados (e o que eu detesto isto!), podem também ser beijos pedinchados ou "forçados" - uma pessoa não quer mesmo dar mas quase que nos obrigam (sejam as pessoas, sejam as situações) - ou então são beijos que, por alguma das razões acima, não são sentidos, logo, não deveriam acontecer.
O G. é a pessoa que mais beijos me arranca (e com toda a minha vontade, prazer e sentimento) mas farta-se de se queixar que eu sou esquisita e muitas vezes recuso beijos em demasia (ele é cá um beijoqueiro), quando me aperta e tenta encher de mimos por recurso aos beijos. Às vezes posso ser confundida com alguém muito comichosa por não apreciar lá muito toda a parafernália de demonstrações de carinho (beijos, abraços, apertos, amassos).
Então é assim, acho que a minha relação com beijos será a mesma que com as pessoas. Se gostar mesmo muito de alguém, terá de mim alguns beijinhos, que eu sou pessoa, já de mim, comedida. E só se eu tiver uma relação muito próxima com alguém é que lhe quererei dar beijos - ou seja, terei vontade e serão beijos sentidos
Bem sei que esta conversa não deve interessar muito mas sendo hoje o Dia do Beijo, decidi desabafar e partilhar a minha opinião sobre o assunto.
Para todos, beijoqueiros ou não, desejo que dêem todos os beijos que mais queiram, a quem mais desejarem, boa?!

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