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sábado, 25 de junho de 2011

A noite de sexta

Ontem fui a um concerto da cantora Pietra Montecorvino.
Num espaço fantástico como a Fábrica da Pólvora da Barcarena, numa verdadeira noite de Verão, muito agradável, sem frio nenhum, esteve-se mesmo bem. Não conhecia a cantora nem o seu trabalho mas gostei muito, tem muita garra, uma força diferente, uma banda que funciona muito bem...muito bom mesmo.
Fomos com mais dois casais amigos dele. Depois do concerto fomos namorar junto ao rio e só nos demos conta das horas às 4h da manhã.
Regressámos, depois de mais uma hora de conversa (estive a contar-lhe do fim do meu namoro pela primeira vez tentei contar a alguém o que se passou, muito resumidamente e explicando o essencial para a história ficar esclarecida), a casa rondavam portanto as 5h.


Tinha tantas saudades dele!
Faz-me mesmo imensa falta.
Já é parte do meu dia... faz falta mesmo.
Só estive dois dias sem o ver e já me parecia uma eternidade. 
Foi tão bom voltar a sentir aquele calor, o cheiro dele, sentí-lo perto, saber que está ao meu lado e que posso contar com ele. Sei que me apoia e isso é único. Não consigo explicar o que se passa connosco, só o posso sentir, explicar é-me impossível. Não dá para descrever o que sentimos um com o outro, como as coisas evoluíram, como é possível estarmos assim em tão pouco tempo, nunca tal me aconteceu...!
Só há pouco mais de um mês fomos apresentados e parece que ele faz parte de mim já há tanto, tanto tempo, desde sempre!

Quando ele chegou para me apanhar ainda não tinha comido e então liguei a pedir-lhe que esperasse (no carro ou então subisse), ele disse que esperava por mim no carro já que eu não demorava.
Passados muito poucos minutos recebi mensagem "Vou subir".
Quando me apareceu à porta, depois dum beijo, um sorriso e um abraço disse-me "Não deu para esperar, tive de subir logo". Gostei tanto deste gesto. Deixou-me mesmo feliz!
Saímos logo depois de comer duas sandes e fomos comer um gelado ao Ben & Jerry's, nunca tinha ido e comi o Caramel Chew Chew  se a memória não me falha. Adorei! E seguimos para o concerto.

Adoro a cumplicidade que temos tão natural e inexplicavelmente. É fantástico como estamos de acordo e como nos compreendemos um ao outro, isso não acontece todos os dias e com muito pouca gente encontramos algo parecido. 
Há coisas que não compreendemos e que não fazem sentido, outras fazem, simplesmente, sentido sem que as compreendamos, é o nosso caso. Não queremos explicar as coisas, sei que sentimos e isso é o que importa, às vezes as palavras só vêm, à força, dar nomes (geralmente errados) àquilo que se sente e não precisa de denominação!


Fazes-me mesmo feliz!

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