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sexta-feira, 3 de junho de 2011

Ainda a [longa] noite de sábado

Dentro de meia hora ou mais (entre meia hora e uma hora, não sei ao certo), terminaram todas as actuações e o G. foi levar os pais e irmã, que se foram embora, ao carro... 
Veio ter comigo e com o Ms. já eu estava a sentir a falta dele, foi o máximo de tempo que ele nem esteve por perto ou apareceu por uns minutos.
O Ms. não ficou muito mais tempo connosco e acabámos por ficar, ele finalmente livre e descansado de organização e responsabilidades, só os dois apenas.
Estivemos a cantar e a comer e conviver com o resto do pessoal das tunas sempre acompanhados e muito divertidos e animados. Várias foram as vezes em que me deixou porque tinha de cumprimentar ou fazer conversa com alguém mas nunca por muito tempo e eu, sempre que ele me deixava, mantinha conversa com os colegas dele e com quem se metesse comigo em jeito de brincadeira... Tentei manter-me sociável para não me sentir desconfortável e à parte e foi algo que consegui facilmente, o que é sempre óptimo. Ao longo de toda a noite, várias vezes fomos "casados" enquanto casal de namorados e eu levei sempre na desportiva, brinquei com a situação, achei engraçado.

A certa altura já estava tudo a morrer (o espírito da festa e tudo mais) e nós decidimos ir embora, rondavam as 2/3h. Despedimo-nos, andámos por lá ainda para ir buscar instrumentos e não sei que mais...e finalmente chegámos ao carro. Estivemos a ver o reportório do GS do princípio ao fim e a cantarolar e ele contava-me o que achava de cada, alguma história a elas associada etc....
Saímos de Oeiras rumo a Lisboa. Ao chegarmos à minha rua, mesmo no semáforo da entrada para casa ele perguntou-me "Queres ir já para casa ou vamos até ao miradouro?". Eu não queria ir para casa mas depois da semana e da noite cansativas que ele tinha tido não queria ser eu a dizer-lhe que fossemos porque precisava de descansar e tudo mais, estava preocupada com ele.
Respondi-lhe "Tu é que sabes" (deve ser das respostas mais frustrantes de se ouvir mas era a que tinha, sabia que ele estava cansado e, apesar de querer muito estar mais tempo com ele, não queria "pedir-lhe" isso). 
Ele decidiu por si e assim que abriu o sinal virou no sentido contrário ao da entrada para minha casa.
Àquelas horas já nos chegava a fome então fomos à pastelaria do Bairro que àquela altura estava aberta. 
Um croissant de amêndoa e um pão com chouriço e rumámos ao banco que nos deu uma vista panorâmica sobre toda a baixa da cidade.

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