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quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Another busy day

Hoje foi mais um dia a mil.
Só tive aulas na parte da manhã, à tarde não.
Quando saí, antes de almoçar tive de ir tratar de umas papeladas para a Bolsa e ao Banco, as coisas chatas que as pessoas têm de fazer.


Estava a sentir-me sem animo nenhum, sem vontade ou interesse em fazer o que quer que fosse. A manhã não foi fácil, ainda por cima porque a minha colega de quarto deste ano não está a colaborar nada e isto não anda fácil. Senti-me em baixo, sem muitas forças e cansada, confusa. 

Depois de falar com a T. decidi não dar a mesma importância às coisas, tenho de agir para os outros como agem para comigo senão quem se dá mal sou eu. Custa, não é nada fácil para mim, mas tem de ser e tenho de ter muito cuidado com o que permito que aconteça. Em relação ao G. que continua a tentar que as coisas entre nós se mantenham e se arrastem... 


Na segunda convidou-me para jantar com ele amanhã. Faria cinco meses que nos beijámos pela primeira vez. Entregou-me um envelope vermelho com o meu nome escrito, dentro um chocolate em coração e uma carta. Dizia que eu era quem ele queria, que não desiste de mim e que não está à minha espera mas que "espera" por mim porque não vai deixar "escapar" alguém como eu...que o seu coração me pertence...etc.
Eu fui ao café à noite nesse mesmo dia - fomos beber chá ao sítio que adoro em Sintra (na segunda).
Ontem veio ter comigo aqui a casa e esteve a ver-me cozinhar antes de ir para as aulas à noite, fez-me companhia a jantar...enfim. Hoje estivemos juntos para o voluntariado, ele apanhou-me e deu-me boleia para lá embora tenha ido embora mais cedo do que eu.
Disse-lhe que não íamos jantar. Ele insistiu, disse que o dia era significativo...não há nada para comemorar e tenho de fazê-lo ver isso. Não está a ser como tem que ser para que ele entenda que não vamos namorar...embora eu faça questão de lho dizer.


Hoje foi o meu segundo dia a ajudar no Banco Alimentar, foi a entrega às famílias daquilo que preparámos na segunda.Estive lá das 15h até às 18h...gostei muito. Falei com os voluntários, todos muito simpáticos e engraçados a meterem-se comigo que sou uma "bebé" ao pé deles. Foi ajudarmos as pessoas a carregarem e/ou arrumarem nos seus sacos as coisas a que tinham direito, algumas ainda levaram roupas e tudo mais. Tive boleia para casa de um dos senhores de lá que se ofereceu para se eu precisasse de alguma ajuda ou me sentisse sozinha, parece um avô (que eu nunca tive) e disse que me arranjava um estágio quando terminasse o meu curso. Fiquei mesmo contente!


Vim àquela hora porque o F. me ligou (várias vezes) a dizer que vinha para perto de minha casa, a saber onde é que eu estava. Não devia se calhar mas apeteceu-me estar com ele. Estivemos juntos desde pouco depois das 18h até às 20.45h aproximadamente. Tenho de confessar que tinha saudades dele, ou melhor, de estar com ele como estive e soube mesmo bem para dizer a verdade. Mas não lho disse nem direi. Ele também não me disse nada. Mas eu sinto... Não sei quando e se voltamos a ver-nos. Acho que sou alguém que o atrai fisicamente e não gosto dessa sensação. Nunca gostei. Se calhar devia afastá-lo já mas ele faz-me sentir como ninguém fez/ faz há já algum tempo quando me beija ou me toca o rosto. Ele sim mexe comigo talvez não como já mexeram antes mas o mais parecido com isso, até agora.


Foi mais um dia cheio e atarefado e, ainda assim, não consigo deixar de me sentir só ou de ser tomada por uma tristeza, aliada ao cansaço e desânimo, que me atormentam.
Pelo menos o dia passa mais depressa e não tenho tempo para pensar em muita coisa (estúpida e que me faz mal). Mesmo assim, tenho encontrado uma nova força nestas ocupações em que me tenho "metido" (voluntariado e coro) - embora muitas vezes (quase sempre) pense em não ir, acabo por me decidir e vou e, quando lá estou, dou graças por isso, faz-me bem e dá-me animo. Espero, ganhar, daí, forças para dar melhor rumo ao que se passa cá dentro.

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