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quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Incógnita


Na segunda o F. perguntou-me se tinha alguma coisa combinada à tarde e eu disse-lhe que não. Ficou de ir ter comigo, disse que era sua intenção, mas acabou por não ir como eu já esperava.

Na terça não veio à faculdade e ontem quando estávamos no curso (última sessão) mandou-me mensagem a sugerir que faltássemos à segunda hora e estivéssemos juntos. Mas não estava só em casa e então acabámos por não vir para cá e estar a sós. Ficámos com o D. na brincadeira e a rir-mo-nos de parvoíces até que eles se tiveram de ir embora. 


Quando cheguei a minha colega saiu mas ele já estava longe dali. Mesmo assim, disse-lho. Ele ligou-me a perguntar-me se eu queria que ele cá viesse e voltou. Passados minutos estava à minha porta. 
Voltou como se fosse o FD daquela última noite em Mafra. Não esperava nada daquilo e já não tinha intenções ou expectativas nenhumas quanto a voltarmos a estar juntos desta maneira. Tão próximos. Ele tinha pouco tempo porque ia para casa do D. dormir portanto quando ele se despachasse seguiam para lá juntos. 


"Gosto de ti" segredou-me da mesma maneira que da primeira vez o dissera...
Não esteve ali a mesma pessoa que naquela quinta feira ou que foi capaz de agir como na quarta.
Espantada, cheguei a perguntar-lhe se "tinha voltado" aquele FD das noites de Mafra que eu descobrira diferente de qualquer (pré) concepção que eu pudesse ter feito antes - "Depende"... respondeu-me ele.
Mas sei que só voltará (se voltar sequer) a ser o mesmo de ontem e que me "prende" e faz até gostar dele se e quando estivermos os dois, frente a frente, dentro de quatro paredes, a "sós" (só de olhos postos/ centrados um no outro como acontece sempre que estamos os dois num ambiente "dual"). 
Tinha saudades daquele FD, confesso. Já fazia falta. Abraçou-me, quis olhar-me, deu-me a mão - fez-me sentir


Na minha cabeça não é claro nada do que ele faz, nenhuma das suas atitudes e o que lhe passa pela cabeça. Para ser sincera é uma verdadeira incógnita. Mas não espero nada, não acredito em nada, nem quero pensar sobre isso. Não vale a pena. 
Foi muito bom estar com ele ontem...


Tive de sair porque tinha combinado ir jantar com o meu padrinho que veio cá ontem a Lisboa e não podia deixar de estar com ele. Ele só desceu as escadas comigo, seguiu para casa e eu fui jantar com o B. Não voltei tarde, fomos até ao Centro Comercial mais próximo porque ele não tinha muito tempo - tinha jogo a seguir. Apesar de pouco tempo soube bem voltar a estar com ele, voltar a vê-lo, é uma pessoa que sinto que fará para sempre parte da minha história e isso é raro e único. Infelizmente, por agora, ele está longe e não sabe quando volta (se volta...) mas vai correr tudo bem, ele merece.

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