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sexta-feira, 3 de agosto de 2012

O constante despedir

 
Saber que daqui a pouco tempo já não poderei tê-lo nem vê-lo durante um mês. Apesar disso, não poder estar com ele como gostaria. Saber que lhe custa a ele também, tudo isto. Ver o tempo escapar por entre os dedos, escapulir-se, desaparecer sem sequer dar satisfações de nada a quem quer que seja. Parece sempre tão pouco tempo, o nosso.

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