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quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Num abrir e fechar de olhos

amanhã já é sexta feira. O tempo escorrega-me pelas mãos. 

Desde há algum tempo que passo as semanas a ansiar, como nunca antes, pelo fim de semana, a desejar que passem os dias depressa e a sonhar com sexta feira à tarde. No entanto, já sei que esse tempo voa e que, da mesma forma que chega a sexta, vem de novo a segunda e no final de contas passam-se semanas sem tempo para nada, com tanto por fazer... E mais, sei ainda que mesmo sendo sexta à tarde, no fim de semana não conseguirei fazer metade do que planeio e precisava e muito menos é sinónimo de descanso ou recuperação.

Temos pela frente um fim de semana de ensaios intensivo, do coro, perto da casa dos pais dele. Voltaremos a Sintra, de que tanto gosto e onde já não vamos há algum tempo. Domingo é o aniversário da irmã dele e ainda me lembro como se fosse ontem de, há um ano atrás, ele não ter estado comigo porque foi ter com ela e eu fiquei tão triste... às vezes pergunto-me se não estava, desde o início, apaixonada por ele. Eu acho que não mas, por vezes, quando me lembro de acções, emoções, pensamentos, partilhas fico na dúvida...


Este mês traz muito trabalho e exige muito empenho, paciência e dedicação da minha parte. Eu tenho andado com a cabeça na lua, sem vontade, com preguiça, desmotivada, triste... [especialmente esta semana, tenho dormido mais mas ando sempre cansada e com sono. Mesmo quando tenciono levantar mais cedo e trabalhar, meter mãos à obra e recuperar ou adiantar trabalho, acabo sempre por ficar na cama até mais tarde, com preguiça, sono e falta de vontade adiando ao máximo a obrigação de ter de levantar]. Não tem sido fácil chamar-me à razão e impor-me regras. Ao mesmo tempo tenho a cabeça cheia de ideias a fervilhar, de vontade de experimentar, de olhos postos em mudança. Tenho de me concentrar e organizar, orientar-me, porque está em jogo, precisamente, o meu futuro.

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