Na última noite que dormimos separados, ambos tivemos sonhos menos bons, que nos deixaram em desassossego. Ele sonhou que tinha tido um acidente com o carro (e bateram-nos nesse dia) e sonhou mais coisas que não se lembra. Diz que acordou com a respiração ofegante sem saber o que se passava, sem entender, com um desconforto enorme. Eu sonhei que da minha cabeça jorrava sangue. Sempre que levava a mão ao coro cabeludo sentia o sangue na ponta dos dedos que me enchia a palma da mão.
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Dois anos volvidos
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