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domingo, 23 de junho de 2013

A história da (2ª) bicicleta

(Comecei a escrever este post em Fevereiro, quando comprei a primeira bicicleta! Finalmente sai!)

Já antes de ir para Itália, em Fevereiro do ano passado, que sonhava com uma bicicleta como possível meio de transporte. Quando lá cheguei e descobri como era a pique o caminho do centro da cidade para a faculdade, a ideia caiu por terra. Só se fosse uma ciclista profissional é que me podia aventurar numa dessas. Mas bastou chegarem os dias mais estáveis, ou seja, sem chuva e tanto frio para as terras italianas por onde passei se encherem de veículos não motorizados de duas rodas. No entanto, tudo demasiado caro para o meu orçamento e o tempo passou a voar, num instante voltei. Meteu-se o Verão em casa e a ideia ficou esquecida. Mas quando regressei à capital o desejo voltou, aos poucos e poucos. Ponderei trazer a minha de casa mas, para além de me custar 35€, deixava de a ter lá para no Verão a usar como tanto gosto. Pois que se instalou o dilema e não sabia bem o que fazer.
Decidi que podia procurar por cá uma em segunda mão que custasse mais ou menos o valor que me custaria trazê-la e assim foi: andei por sites de compra e venda em segunda mão durante vários tempos em busca de algo que eu conseguisse pagar. Numa dessas incursões descobri um (verdadeiro) achado por 25€! Não é a pasteleira com que sonhei/sonho mas para o que eu queria acho que serve bem. Fui vê-la pessoalmente e ele experimentou-a (eu estava muito doente na altura). Trouxe-a comigo para casa. Nunca a cheguei a usar porque ainda era Inverno e prolongou-se.

Passaram-se uns tempos... até que, numa ida ao FREEPORT nos apaixonámos por duas bicicletas que estavam em promoção (50€ cada), lindas, ao estilo pasteleira mas modernas e com suspensão e essas coisas que só interessam a quem percebe mesmo das bichas. Giras e baratas que nos fizeram cometer a loucura de as trazer, depois de muito andarmos de volta delas, de pensarmos e repensarmos e de quase nos decidirmos a vir embora e deixá-las lá. Decidimo-nos, finalmente, a trazê-las e viemos com elas no carro (sabe Deus como) a explodir de entusiasmo e excitação quais crianças com os seus brinquedos novos.
Em pouco tempo já tinha comprado duas bicicletas!

Em casa, ainda tínhamos as nossas (a minha em segunda mão e a dele, já antiga), então decidimos pô-las à venda. Em dois ou três dias já as tínhamos vendido às duas: cada uma por 25€. A minha deu para recuperar o investimento (tinha pago 25€ por ela) e a dele foi um bom negócio porque acabou por ficar com uma bicicleta nova por 25€ (descontando aos 50€ pagos os 25€ por que vendeu a antiga). 


Confesso que desde que tenho a nova a minha vontade de utilizá-la como meio de transporte e passeio aumentou exponencialmente. É giiiiiiiiira e (segundo ele) faz-me jus. Assim, só temos de conseguir organizar-nos e planear passeios maiores e mais rotineiros.



A aquisição já foi há uns meses e até agora ainda só as usámos uma vez, fomos dar um passeio numa tarde de fim de semana, nos arredores de onde ele vive. A intenção é usarmos mais frequentemente mas tenho consciência que isso só com o tempo e com um uso cada vez mais regular, pouco a pouco - que aquilo exige esforço físico que não mata mas mói e eu estou mais do que fora de forma. 

A falta de tempo (seja para o que for) e o tempo menos agradável (meteorologia) não têm favorecido o uso mais frequente mas agora que parece ter chegado o Verão esperam-se dias mais felizes, sobre duas rodas, a pedalar!

1 comentário:

  1. A mim falta-me a companhia para utilizar a minha. O cromo do meu marido só gosta de desportos radicais :P

    Bjokas.

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Muito obrigada pelas tuas palavras!