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domingo, 26 de agosto de 2012

Não tem preço


No primeiro dia de trabalho daqueles 10dias infernais, poder vir almoçar a casa, mesmo que por uma hora apertadinha e ter a mesa cheia. A casa da minha avó com o meu pai e minha irmã, G., minhas primas e tia à mesa, numa sexta feira sem trabalho para eles. Era eu quem tinha pressa e compromisso. Tinha de comer e sair de novo numa verdadeira correria. Mas tive quase uma hora na companhia dos que me são mais queridos, dos que me querem bem, numa mesa cheia (de gente e comida). A minha avó é que insistia há dias que se tinha de fazer um almoço ou jantar todos juntos, antes do G. se ir embora... o melhor dia foi aquele, que ainda estava a começar a semana, depois nem parei para respirar. Foram poucos minutos mas desfrutados. Não são a família ideal, não somos perfeitos, muito pelo contrário; não foi nada elaborado, antes simples mas delicioso; não foi demorado mas sim sempre a despachar; não estava toda a minha "família" mas estavam alguns dos mais importantes e isso, hoje em dia, é mais que ouro. Não tem preço!

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