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segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Sementes de Esperança

A reitoria da Universidade de Lisboa (Clássica) recebeu de 22 a 28 de Outubro, a exposição "Sementes de Esperança: Visões de sustentabilidade, passos para a mudança" e ontem, no meio de tanta coisa, depois de ter ido apanhá-lo ao trabalho e termos almoçado, conseguimos lá passar mesmo quando estava prestes a fechar (fechava às 17h, nós chegámos deviam faltar 10/15min). Ainda bem que fomos e conseguimos visitá-la!


 Algumas informações:
Esta iniciativa conjunta da Soka Gakkai Internacional (SGI) e da Carta da Terra Internacional propõe uma visão positiva para uma vida sustentável, tal como expressa na Carta da Terra. “Sementes de Esperança” fornece exemplos de oito indivíduos e de grupos que foram bem-sucedidos ao agirem para criar mudança, da África ao Ártico, passando pela Europa de Le
ste.

Pela primeira vez em Portugal, a partir da iniciativa da SGI-Portugal e da ASPEA (Associação Portuguesa de Educação Ambiental), a exposição estará patente ao público de segunda a sexta, das 9h30 às 20h. Sábado e domingo, das 9h30 às 12h30 e das 13h30 às 17h, na Reitoria da Universidade de Lisboa (UL). A entrada para “Sementes de Esperança” é gratuita.

A exposição “Sementes de Esperança” insere-se no evento AmbientALL 2012, promovido pela UL.

“Sementes de Esperança” enfatiza a interligação dos seres vivos com o resto da comunidade, bem como a necessidade de alargar a esfera de compaixão e preocupação por aquilo que nos rodeia. Sustentabilidade, em “Sementes de Esperança, não tem apenas a ver com proteger o ambiente, mas com assegurar a justiça social e a paz.

Ao percorrerem os 24 painéis desta exposição, os visitantes são encorajados a vencer o sentimento de impotência. Dos primeiros painéis, onde se exibem citações inspiradoras baseadas em diversas tradições espirituais e religiosas, emerge a ideia de interligação. Finalmente, um dos painéis é deixado em branco, salvo o simples desenho de uma árvore, para que os visitantes possam acrescentar a sua própria decisão relativamente ao que irão fazer para contribuir para um mundo sustentável.

Em toda a exibição fica patente o facto de um único indivíduo poder iniciar uma mudança positiva.

“Começa com uma pessoa” – o leitmotif que a Carta da Terra Internacional escolheu para a sua campanha de 2010, “Carta da Terra + 10” – é a mensagem-chave proposta também pela exposição “Sementes de Esperança.”

"Sementes de Esperança” sucede à exposição “Sementes de Mudança” que foi criada para a Cimeira Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável que se realizou em Joanesburgo, África do Sul, em 2002. Esta primeira exposição foi vista por 1.500.000 pessoas de todo o mundo em 27 países e em 13 línguas.

A exposição “Sementes de Esperança” utiliza a fórmula “Aprendizagem, Reflexão, Capacitação” delineada na proposta de 2002 para a educação para o desenvolvimento sustentável do Presidente da SGI, Daisaku Ikeda, a qual é uma ferramenta para a Década da Educação para o Desenvolvimento Sustentável da ONU (que decorre desde 2005 até 2014).

A Soka Gakkai Internacional (SGI) é uma associação composta por 90 organizações com membros em 192 países e territórios. Baseados no princípio fundamental do respeito pela dignidade da vida defendido pelo Budismo de Nichiren Daishonin, os membros da SGI procuram desenvolver potencialidades humanas positivas da esperança, coragem e ação altruísta.

Enquanto organização não-governamental a trabalhar com as Nações Unidas, a SGI tem estado ativa na educação pública, com um especial enfoque na paz e no desarmamento, nos direitos humanos e no desenvolvimento sustentável, assim como no fornecimento de assistência humanitária e na promoção do diálogo e da cooperação inter-religiosos.

Na minha opinião, uma iniciativa louvável, verdadeiramente exemplar! Chama à atenção para atitudes que podem fazer a diferença, faz-nos reflectir, traz-nos uma visão particular daquilo que cada um de nós pode fazer (por pouco que seja) contribuindo assim para o global. 
Se cada um de nós fizer uma pequena coisa, na nossa casa ou comunidade, já alguma coisa mudará e podemos estar, com o nosso pequeno gesto, despoletar uma acção, um movimento ao nível global. Numa visão ideal: se cada pessoa à face da terra fizer a sua parte, todo o mundo terá feito algo. São as pessoas que fazem o mundo, se cada pessoa agir, o mundo estará a agir conjuntamente.

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