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sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Já em 2014, a falar do ano passado

Ao terceiro dia do ano, já fiz o primeiro exame da época e agora espera-me mais de um mês nesta vida. Mas a parte boa é não ter aulas porque assim tenho mais tempo para repôr energias e estar com ele (embora ele trabalhe o dia todo). 


O fim de ano foi passado entre amigos, em casa de um deles, longe de tudo...em Sesimbra. Só saímos para ver os fogos (e que giros!!!) pelas 00h. Foi a primeira vez que assistimos juntos a um espectáculo pirotécnico do género e o que eu já tinha pensado nisto (sim, sou da terra dum dos melhores do mundo inteiro, então é praxe no final do ano haver fogo de artifício)! Foi tão bom podermos passar o ano ao lado um do outro, bem juntinhos, com o coração quente, cheio de amor... só desejo que seja o segundo de muitos. Comemos 12 passas, duas vezes, a ver se corre melhor. Pedi desejos sentidos mas que já esqueci, não sou capaz de fazer uma lista de doze!

O melhor já tenho: saúde e ele a meu lado. E só posso agradecer por isso todos os dias! Os dias longe (que não foram muitos mas pareceram uma eternidade) só provaram a moça que a saudade faz. Ele faz-me tão bem e tanta falta, sem ele já não é a mesma coisa, já não sou a mesma. 

Depois do fogo voltámos a casa, comemos, dançámos...e acabámos a jogar Party & Co. e nos deitarmos às 6h. Claro que o primeiro dia do ano foi para não fazer nada: acordar às 15h, comer, conversar, vestir-se (11pessoas), arrumar tudo, limpar, sair só depois das18h. O objectivo era comer fora, lá perto mas estava tudo fechado e depois de muita indecisão lá decidimos onde jantar e fomos para a Costa. Já jantados, foi hora de voltar à capital, a casa finalmente.


Desde que voltei à capital ele esteve de férias (até hoje) e foi óptimo poder estar de novo dias inteirinhos ao lado um do outro. Foi para aproveitar e namorar muito e ainda será este fim-de-semana que os outros dias são para trabalhar e muito.

Viajei no dia 27, acordei de madrugada, despedi-me do meu pai que me foi levar e aterrei em Lisboa, ainda o sol não tinha aparecido. À hora marcada lá estava ele à minha espera, pronto para carregar o carro com as minhas malas pesadas, depois subir três andares, sem elevador, com elas em braços...descarregar tudo (todas as coisinhas que trazia - deliciosas e jeitosas /engenhosas) a quatro mãos, sob o olhar atento dos dois peludos lá de casa.

Quando finalmente abri a porta da sala tinha um corredor de velas que me conduzia a um embrulho artesanal, um saquinho pequeno de papel, decorado à mão, por ele, uns corações, umas árvores verdinhas e chocolates. Trocámos prendas fora d'horas mas um em frente ao outro. Quando abri o pequeno embrulho tive uma surpresa linda!!!! Um anel com dois corações entrelaçados tão simples como perfeito e elaborado. Lindo e cheio de significado. Foi uma surpresa maravilhosa.

Nesse mesmo dia fomos trocá-lo, que o tamanho era o acima do que devia e eu só queria pô-lo e não mais tirar. Acho-me sempre pequenina demais perante as prendas tão deliciosas com que me surpreende (adoro sempre o que me escolhe).




No dia seguinte era o jantar de aniversário do grupo e ele é que teve de tratar de muita coisa. Andámos a maior parte do tempo a correr de um lado para o outro mas lá conseguimos fazer tudo e correu muito bem, cheio de reencontros, muitas cantorias, sorrisos, abraços e partilhas. Foi um belo serão entre amigos, já fazia falta.

A má notícia do final do ano foi o gatinho lá da terrinha que morreu depois de ter ficado doente. Isso e termos começado o ano a discutir por uma idiotice (eu e o G.) mas já passou e não interessa nada!

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