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terça-feira, 15 de maio de 2018

Detox do roupeiro

Eu faço parte daquele conjunto de pessoas que tenta ter no roupeiro apenas a roupa que posso vir a usar durante uns quantos meses, a roupa da "estação", e que guarda/armazena a outra roupa durante alguns meses. Com a mudança da estação e consequentemente das roupas quentes para as mais frescas, há uma ou duas semanas, fiz uma revisão nas ditas. Quase sempre aproveito este momento para ver o que quero manter e o que não quero guardar sequer para a estação seguinte - e no último ano tenho intensificado esta prática que me esforço por aplicar.


Este ano tenho sentido uma especial vontade de me livrar da maioria da minha roupa porque já não me identifico muito ou porque são peças que mantenho há vários anos (e isto parecendo que não também tem peso na nossa decisão de se desfazer delas) porque sei que acabo por usar numa ou outra situação (uso mesmo) mas que não gosto assim tanto da peça, ou porque são peças com as quais já não me sinto assim tão confortável, ou porque são peças que mantenho na esperança de vir a encontrar-lhe um substituto ideal ou do qual goste mais (porque é uma peça versátil, o chamado "básico", seja pelo tipo ou pela cor).

Tenho escolhido, quase todos os dias durante as duas últimas semanas, peças do roupeiro. E tenho sentido que preciso de equilibrar a minha vontade de mandar mais de metade do que tenho para as urtigas e o receio de ficar com pouquíssima coisa para vestir. Eu sei que é ridículo mas é o que sinto. Serei a única ou esta é uma daquelas características tão típicas das mulheres?

A verdade é que a pessoa facilita a sua vida quando tem menos roupas mas ao mesmo tempo acho que tem de ir com calma para aprender a fazer as escolhas acertadas. Afinal uma pessoa arrecada as roupas durante anos e anos, se mandar uma grande parte fora de uma vez tem de ter possibilidade de comprar as substitutas e eu não tenho... afinal também constitui investimento o que temos dentro do armário, e isso também conta para a decisão de nos desfazermos ou não.

Existem algumas coisas que dificultam a minha tarefa de me livrar do que tenho "a mais" no guarda-fatos e assim de repente consigo identificar:
  1. O tempo a que temos as coisas;
  2. Servirem-nos e não ficarem mal;
  3. Ser fácil de usar aquela peça porque estou habituada a elas e são versáteis;
  4. O que custaram (tendo sido caras ou tendo sido umas pechinchas).

Quando uma peça reúne as características acima, apesar de não ser uma peça que eu adore, custa-me a desfazer-me dela.


Já passei a fase do que não serve ou do que está estragado, essas peças são escolhas fáceis para se irem embora do meu armário, mas por exemplo as peças que uso mas pouco nem sempre sei o que lhes fazer. Se tiver usado uma vez nos últimos meses, que é coisa para me acontecer com muitas roupas, é para ir ou para ficar? Afinal pode ser apenas o reflexo de ter muita roupa e demorar a dar a volta e repetir, ou isto é só uma desculpa e só devo manter aquilo que tenho vontade de usar sempre? É que depois corro o risco de me vestir sempre igual ou as mesmas coisas, não?! A mais alguém isto acontece? 

Sinto que é por estar a querer mudar a minha forma de vestir que tenho tido vontade de dar a volta ao roupeiro. Sei que o que visto também determina como me sinto bem no meu dia-a-dia e por isso tenho necessidade de escolher o que manter e o que preciso deixar ir embora. Além disso, obviamente que tendo menos roupas por onde escolher e sendo peças que gostamos, facilitamos a nossa escolha diária do que vestir e, tendo menos peças, o espaço (a mim não me sobra!) que temos para as arrecadar alivia e isso conta muito também para a minha vontade de desintoxicar o meu roupeiro. Afinal não consigo evitar sentir-me sufocada quando o espaço é pouco e as coisas parecem multiplicar-se!

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

1ª prova do vestido de noiva

Hoje fiz a primeira prova do meu vestido. Tem de ser todo ajustado ao meu tamanho porque é muito grande. E fui hoje à loja, tirar medidas, sozinha. 
Ao longo dos últimos meses vesti-o algumas vezes, porque quis mostrar a uma pessoa e a outra, porque tinha de ver como ficava com este ou aquele acessório e muitas vezes as senhoras da loja me alertaram para evitar fazê-lo. "Olhe que ainda deixa de gostar do vestido", "olhe que se cansa dele", "olhe que o estraga, de tanto ser alfinetado"...
Hoje, como em todas as vezes que o vesti, senti que cada vez gosto mais dele, que é, sem dúvida, "o meu vestido" e que não poderia ser outro. Depois de toda a aventura que foi escolher o vestido, fico tão contente por sentir que fiz a escolha certa, que não podia ser outra e que estou descansada com ela, que só me posso convencer que tudo o resto também irá ser assim - cada vez termos mais certezas das nossas escolhas e nos darmos conta que as escolhas que fizemos nos tranquilizam porque foram conscientes, informadas e as que mais têm a ver connosco. E isto aplica-se a tudo o que tem envolvido a organização do casamento. Já temos tido muitas surpresas, tem sido uma verdadeira aventura e um desafio incrível porque implica muita, muita coisa. 


Isto tudo para dizer que hoje, com o meu vestido de noiva no corpo, mais uma vez, dei-me conta do quão perto está o dia do nosso casamento e de como as escolhas que temos feito, apesar de tudo (e ao contrário de outros assuntos da minha vida), tal como aquele vestido, me enchem o coração de alegria. E foi ver os meus olhos e ficarem vermelhos num ápice, sei lá o que me deu.

sábado, 7 de maio de 2016

Irmãs de alma

Há ligações que não conseguimos explicar e coisas que só nos podemos permitir sentir. Não se conhecem palavras para descrever certas certezas que temos dentro de nós, algumas sensações, instintos ou sentimentos. É muito, muito raro encontrarmos quem nos compreenda para além daquilo que somos fisicamente, para além do que conseguimos mostrar, que consiga ver-nos a alma. E eu tenho uma bênção na minha vida porque tenho alguém assim com quem posso contar, que está ao meu lado naquilo que preciso, sempre que preciso e que me faz muito bem porque é um ser tão especial!
Tenho o privilégio de ter uma irmã de alma, um laço que não se consegue explicar nem reproduzir, que não se pode senão sentir, em pequenas demonstrações, em algumas atitudes, olhares e gestos. Tenho a sorte de ter uma pessoa tão única e próxima na minha vida que posso mesmo afirmar ser alguém a quem estou ligada muito além do que nesta vida que conhecemos, é muito mais profundo do que somos capazes de entender e isso enche-me a alma de tranquilidade e faz-me tão bem.
Hoje ela disse-me, como aliás acontece sempre, aquilo que eu nem sabia que precisava de ouvir (mas precisava!) e sossegou-me o espírito mesmo sem saber. Também eu lhe disse coisas que não previa nem imaginava ser capaz de saber ou achar certo dizer. Quando estamos juntas é sempre assim, não consigo explicar, nada se prevê, tudo acaba por acontecer e sair, ser partilhado e ajudado, natural e mutuamente, muito para além do que conseguimos a olho nu perceber.


Hoje fui ver o meu vestido com uma amiga muito especial e ela acabou por se apaixonar por um lá, para ela, que lhe assentou de uma maneira incrível, parecia feito para ela! Eu fiquei tão mas tão contente por ela escolher algo tão especial e ir tão bonita que quase me emocionei. Passámos algum tempo juntas, o que me traz sempre imensa paz e felicidade. Estivemos a tratar de umas coisas juntas, almoçámos e despedi-mo-nos de coração cheio.

Às vezes paro para pensar em como nos conhecemos, como nos tornámos próximas e como evoluiu a nossa amizade. Já passámos por muito juntas, apesar de não sermos as amigas mais comuns, que se vêem todos os dias, que estão sempre juntas e que contam tudo uma à outra, temos uma relação fora do normal, em que pouco precisamos de dizer ou estar juntas para nos compreendermos, para sabermos quando uma está bem ou mal. Na maioria das vezes, intuitivamente estamos presentes, sem nos darmos conta, nas alturas chave da vida uma da outra e isso não tem preço. É engraçado constatar como estava destinado sermos tão próximas e é algo superior a nós, tão especial e que nos faz tanto bem, por mais que eu não me tenha logo dado conta disso.

terça-feira, 26 de abril de 2016

terça-feira, 15 de março de 2016

Vestidos de noiva







Alguns dos vestidos de que gostei /gosto. Inspirações que serviram para formar uma opinião.

quinta-feira, 10 de março de 2016

O meu vestido de noiva

Eu experimentei muitos vestidos, tantos que até lhes perdi a conta mas seguramente mais de 30 e fui a muitas lojas, procurei em muitos sítios, vi diferentes géneros, vários preços... enfim, fiz uma busca e pesquisa que considero exaustiva. Tive muitas dúvidas mas finalmente me decidi.
Eu vesti-o pela primeira vez algures em Janeiro, na companhia daquela que será a nossa madrinha. Nesse dia o meu noivo estava num provador ao lado, na mesma loja, à procura, também ele, da roupa para o dia do nosso casamento. Mas nunca se aproximou do meu pequeno salão de provas (sim, aquela loja tem o maior provador que já vi para noivas).
O vestido é diferente de qualquer outro que já tenha visto e se isso, por um lado, foi o que mais me atraiu nele, por outro, também foi o que mais me suscitou dúvidas em relação a ele. É claro que serei eu a usá-lo e sou eu quem tem de sentir-se confortável, que é o nosso dia e tudo mais, mas se na verdade só importássemos nós (noivos) não faríamos a festa com mais ninguém. 


Apesar de ter gostado dele logo naquela primeira vez, a verdade é que acabei por "arrumá-lo" dado o preço, na esperança de encontrar algo de que gostasse tanto a um preço mais simpático. Com o passar do tempo e com a quantidade de vestidos que vesti fui-me esquecendo dele até que dei por mim a pensar no porquê de não gostar de nenhum dos tantos que vestia em especial. Parei e pensei: "Vou voltar a experimentar aqueles que me ficaram no pensamento". Era este em especial e mais dois, de uma outra loja, dos quais também tinha gostado. 
Assim fiz. Num sábado, acompanhada pela minha mãe, voltei à loja e experimentei aquele. Experimentei mais uns por via das dúvidas. Nenhum me enchia o coração como aquele. Havia algo nele que me "aconchegava" a alma, que me fazia sentir bem com ele, que me dava alegria. É estúpido verbalizar isto agora mas acho que na altura em que o vesti não me permiti sentir o que ele me fazia sentir. No fundo, agora, sinto que já tinha sido escolhido, só eu é que ainda não me deixava aperceber disso.
Na segunda-feira liguei a pedir que mo reservassem que eu iria fazer a transferência do sinal necessário para isso. Ainda assim, com medo de errar, fui nesse mesmo dia a mais três lojas, uma delas aquela onde tinha visto dois dos quais também tinha gostado, para os voltar a vestir. Já só havia um deles em prova, o outro já tinha sido vendido. Eu também gostei daquele que vesti mas não era a mesma coisa. 
Adiei a transferência, com medo de me precipitar, na ânsia de uma decisão vinda dos outros. Mas a decisão só dependia de mim. Uns dias acordava convencida que era aquele e ia dormir já a pensar que deveria desistir da ideia, noutros dias o inverso. Uma verdadeira montanha russa de decisões. Dava voltas e voltas à minha cabeça para tentar decifrar uma imagem de mim "noiva" que pudesse estar escondida dentro de mim mas acho que nunca idealizei o meu vestido de noiva, aliás, acho que nunca sequer pensei muito em como seria o meu casamento... Não cheguei a conclusão nenhuma senão ter de ser eu a criar essa minha "imagem" de noiva. 


Aos poucos, com o passar do tempo, fui tranquilizando dentro de mim aquela ideia e aceitando que aquela era a minha decisão. Achei que podia seguir o meu instinto, que só dependia de mim escolher o que vou levar vestido e foi-se consolidando em mim a certeza daquela decisão. Ainda é um processo mas entretanto já fiz (finalmente) a transferência. Está resolvido: já tenho vestido de noiva. E é lindo!

terça-feira, 1 de março de 2016

Dramas de uma noiva #3

Que raio de indecisão quanto à porcaria do vestido de noiva!
Eu não me considero alguém muito indecisa e costumo ser prática mas não me reconheço na escolha do vestido com que irei subir ao altar.


Os últimos dias foram produtivos (indecisão em altas). Depois de ter visto, experimentado e procurado mais vestidos do que me consigo lembrar (já lhes perdi a conta), decidi voltar a experimentar um que me tinha ficado na memória e voltei à respectiva loja no sábado. Voltei a vesti-lo e a sentir-me especial, a adorar o vestido e quase saí de lá decida. Depois de muitas voltas à cabeça, de uma noite mal dormida à conta disso, achei que estava decidida no domingo. Ontem de manhã liguei para a loja a pedir que mo reservassem. É vestido único, já não existe nenhum nem se pode encomendar. Por um lado isso é bom mas por outro só coloca mais pressão na decisão.
Mas não contente, ontem também decidi, antes de fazer qualquer pagamento, ir experimentar mais dois que me tinham ficado debaixo de olho e entretanto até vesti mais do que isso pois fui a mais duas lojas. Nenhum outro me encheu as medidas mas já estava a indecisão instalada.
Na loja onde tinha experimentado os tais "dois" já só havia um. Voltei a vesti-lo e gostei muito...mas não sei se gostei tanto como do primeiro. Vim para casa com aquilo na cabeça, mais incerteza. Já os tentei comparar vezes sem conta, já os mostrei para me darem opinião mas uns vão para um lado e outros para outro. 
Esta manhã achei que já tinha tomado a decisão novamente mas agora tenho dúvidas...ou será que não?
Se pensar bem o que mais gosto é o primeiro, só tenho medo de ser uma escolha arriscada por ser invulgar (ainda que nada de extraordinário), pode não ficar muito bem com o que o meu noivo quer vestir e esse é outro senão e pode chocar quem espere algo muito convencional...mas na verdade se alguém preferir outro eu tento sempre puxar a brasa ao meu queridinho. Isso é um sinal, certo? Afinal não posso agradar toda a gente e o mais importante é como eu me sinto, não é? Mas isso também são balelas, se nos ficar mal ou nos fizer parecer umas pindéricas, não interessa se gostamos... (estão a ver a esquizofrenia?!)
Pois que sendo prática gosto mais daquele, é mais barato que o segundo e é único. Além disso já o reservei - mas não o irei escolher só por isso. Eu sei que ainda tenho tempo que eu só caso no fim do ano mas se arrumasse este assunto já ficava bem mais descansada. Será que depois me arrependo???
A verdade é que acho que mais nenhum me enche as medidas como aquele e não me senti com mais nenhum outro como com aquele. E ainda que falte algum tempo, já vesti e vi muita, muita coisa. Acho que não tenho de ver ou experimentar tudo, isso nem é possível. Só tenho de fazer a minha escolha, tal como com tudo o resto. Trata-se simplesmente de uma escolha.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Sábado e Domingo


Juntei amigas e fomos passar a manhã em provas de vestidos de noiva. Vi, escolhi e experimentei vários. Mas nenhum me arrebatou o coração. Sai das provas cansada...e confesso um pouco desapontada. Já me começa a cansar o veste e despe, as rendas, as aplicações, os detalhes e principalmente os preços absurdos. Mas serviu para juntar as miúdas e isso vale sempre a pena.
Apesar de não terem ido todas às provas (só três foram), conseguimos o feito incrível de juntar-mo-nos todas (éramos seis) para almoçar ainda que meio à pressa devido aos compromissos pessoais e variados de cada uma.
A tarde foi passada com o meu noivo, a passear por aí, como tanto gostámos. O pôr do sol na Várzea é sempre uma escolha acertada. O melhor? Terminar um dia cheio de coisas boas, no conforto da nossa cama dupla que nos serve de sofá, a ver um filme à luz das luzes, bem acompanhado com um chá quente e cheiroso.


O domingo foi passado mais em casa. Dormimos até tarde, deixá-mo-nos ficar no quentinho dos lençóis e fizemos gazeta à missa que há tanto estamos para ir. Ele fez o almoço. Eu experimentei mais dois vestidos, desta feita em segunda mão. Passeámos outra vez. E assim terminou, num instante, o fim-de-semana.

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Um dia de cada vez


Um dia de cada vez, um dia de cada vez! É no que tenho de me concentrar. Tenho a sensação de que se não fizer um esforço para me concentrar numa coisa de cada vez e pensar no dia que tenho pela frente me atrapalho e baralho com tanta coisa que tenho por tratar e fazer (isto não só quanto ao casamento mas em relação a todo o meu dia-a-dia). Há muita coisa que leva tempo e a espera é muitas vezes verdadeiramente dolorosa mas, por mais que custe, faz parte e tenho de me lembrar mais disso.

Obrigada pela vossa ajuda e presença por aqui, acreditem que é muito especial para mim estarem por perto, aconselharem e opinarem. Quanto ao meu vestido de noiva, tenho procurado tudo quanto é sítio, quer em segunda mão, lojas "lowcost", outlet, sites estrangeiros, etc. Só não vi ainda nas costureiras porque não conheço nenhuma aqui na zona da capital nem na minha terra, o que torna a coisa complicada.

Quanto aos locais para a festa, embora saiba que utilizar o factor da hora de término para excluir ou escolher os sítios possa ser ingrato pois não sabemos se os convidados ou mesmo nós quereremos naquele dia, com tanta coisa que irá acontecer, ficar até mais tarde. Mas mesmo que não queiramos ficar, ter aquele limite imposto obrigatoriamente chateia-me pois iremos pagar bastante e estamos demasiado limitados no que nos oferecem, a meu ver. Tenho pesquisado opiniões de outras pessoas que realizaram festas mas a questão é que na zona onde iremos casar a oferta é muito reduzida, tendo em conta o nosso orçamento por isso parece que o que procuramos pura e simplesmente não existe...

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Dramas de uma noiva #2

Pois que já andava a ficar preocupada porque não encontrava um vestido de noiva que me enchesse as medidas. Claro que é muito importante que não tenha um preço astronómico mas primeiro que tudo era necessário eu me sentir bem com ele. Eu achava muitos bem bonitos, até os experimentava, continuava a achar bonitos mas não tinham muito a ver comigo. Quando encontrava algo de que gostava, o que me faltava era o conjunto, ou seja, gostava de uma parte e não de outra, enfim...
Até sábado ter encontrado, na companhia da minha madrinha, um lindíssimo, que me encheu as medidas e pôs nos sonhos mas depressa me esvaziou as esperanças dado o preço. Além disso é único, não se pode mandar vir outro, tem uma característica diferente nos vestidos de noiva e teria de ser alterado. Apesar de ter um grande desconto por já ser único e não se fabricar mais, é caro, um exagero para mim, para se usar apenas por umas horas (mais de 900€) mas ainda não me saiu do pensamento.


Agora estou aqui em dilema, sem saber o que faça porque gostei mesmo dele. Com ele percebi que há mais uma característica pela qual tenho de procurar ou pelo menos que vai de encontro ao meu gosto e personalidade e para a qual ainda não estava alerta. Pelo menos isso!
A minha futura madrinha também encontrou um vestido lindíssimo, que lhe ficava a matar. Mas também não o trouxe, o preço é alto e não é fácil para nós, nos tempos que correm, decidirmos assim algo tão marcante sem ponderar bem tudo o resto.
Eu começo logo a fazer contas a tudo o que implica eu estar pronta além do vestido, como o véu, a lingerie, o saiote, os sapatos, cabelo e maquilhagem e já tenho um pequeno enfarte com os preços que se praticam. Isto sem falar em ramo e tudo o que vem por aí abaixo.
E agora? O que faço?

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Fim de semana

Na sexta tivemos um jantar cá em casa, reunindo um grupo de amigos que raramente se vê. Aproveitámos a estadia de um dos membros para nos juntarmos e o início de um novo ano foi o pretexto ideal. Foi um serão muito bom, no qual partilhámos a notícia de que nos iremos casar e em que recebemos o convite do outro casal do grupo para o casamento deles, em Setembro deste ano também.
O sábado foi dedicado aos preparativos para o casamento. Fomos experimentar vestido e fato e passámos a tarde na Exponoivos. Aquilo é que é uma chuva de informação e oferta. Foi bom para ficarmos com uma ideia do que podemos fazer, daquilo em que temos de pensar e para nos inspirarmos. Encontrámos as alianças de que gostamos e decidimos aproveitar o desconto da feira para as sinalizar. Mais tarde tratamos do resto para as termos para nós.
Domingo foi dia de ficar mais tempo por casa, ficar mais tempo na cama, cozinhar com mais calma, comer com a mãe e ir até ao shopping para algumas trocas. Terminámos o dia da melhor forma: no quentinho de casa, com uma chávena de chá delicioso e um jantar diferente, a ver um filme, enfim sós.


É de mim ou os saldos, excepção feita para algumas coisas na PRIMARK, não estão nada de interessante? Eu nem me reconheci quando experimentei um vestido de que gostei e que estava por 2,99€ e decidi ainda assim não o trazer porque "não precisava". Acho que até comprar o meu vestido de noiva não quero saber de vestidos nenhuns para este ano... Nem parece meu. Mas como recebi há uns meses umas roupas de uma amiga e agora mais recentemente umas da minha madrinha também não tenho propriamente falta de vestuário. Comprei um casaco por 12€ na primark e o resto foram coisas para o meu homem.

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Roupa "nova"

Eu adoooooooro receber roupa e, por isso, domingo foi o meu dia de sorte! Ahahaha. A namorada do meu pai trouxe umas calças de ganga que eram das filhas mas já não lhes servem e a minha madrinha, como já é seu costume quando a vou visitar, deu-me umas peças que já não usa ou não lhe servem. De várias calças de ganga só três pares me serviram mas ainda assim já fiquei contente. As roupas da minha madrinha serviram todas bem como também já é hábito, dois vestidos (um deles lindo!) e dois tops! 


Sempre que venho a casa tento seleccionar as roupas que já não uso para não acumular demasiado sem necessidade, doando aquelas que ainda podem servir para alguém. Mas desta vez fiz mais do que isso. Retirei todas as roupas de todos os armários e experimentei tudo. Era mais que um provador de roupa! Vestir, despir, vestir e despir vezes e vezes, imaginando como poderia usar isto e aquilo, com quê, se valia a pena manter... Aquele quarto ficou uma confusão, parecia ter passado por ali um furacão mas assim pude escolher o que serve ou não, o que está bom para guardar, separando e organizando melhor, recordando o que tenho e decidindo o que fica ou vai embora. Algumas horas depois, muita roupa foi para lavar (por estar guardada há tanto tempo), ainda mantive muitas peças que estavam em bom estado e serviam e as restantes estão de parte para rumarem a outras mãos. Ainda descobri umas peças interessantes que nunca usei e podem ser aproveitadas. 
Fico feliz por aproveitar peças de roupa sem ter de gastar dinheiro. E para mim, podem já ter sido usadas, ter pertencido a outras pessoas ou serem alteradas, que são sempre roupas "novas". Há melhor do que ter peças novas sem ter de as comprar? Eu fico feliz da vida! Só tenho pena de não me darem roupa mais vezes.

sábado, 11 de janeiro de 2014

De olho em...

Vestidos (como não poderia deixar de ser, ou não seria eu)



Stradivarius 12,99€

Ou neste padrão

estou indecisa...


Botas


Pull&Bear 39,99€




 Stradivarius 29,99€



 Zara 49,99€
Umas botas pretas em pele davam jeito. Nota-se?

Saias

 Bershka 3,99€ 
Mas noutras cores (preto, azul).

Bershka 3,99€
Um padrão/textura diferente.

Já a pensar no calor...
Stradivarius 15,99€

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Conjunto infalível








Um pormenor com padrão leopardo (sabrinas) num look do mais básico que há de vestido e collants pretos, conjugado com um casaco/blazer/sobretudo camel têm sido os salvadores dos dias que começam em manhãs de "SOCORRO! Não sei o que vestir!!!"
Adoro esta combinação e sei que não me deixa ficar mal. E posso ir variando nas peças a ver se ninguém nota que a receita é sempre a mesma.

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Correndo o risco de ser amaldiçoada...

 Não me posso queixar.

Tenho sido brindada com dias lindos de sol e calor. Que já fazem lembrar o Verão, que já convidam dias na praia, a passeios na areia, a pés em sandálias, vestidos sem alças e a arrumar casacos e collants no armário!
Mas realmente uma pessoa nunca está satisfeita (por mim falo, claro): hoje até praguejei o facto de estar toda a pegar e já não saber o que fazer de mim, pouco depois de banho tomado, com tanta humidade / calor que estava.
E já cheira a primavera por aqui!

segunda-feira, 18 de março de 2013

Felling Girly

Para começar a semana da melhor maneira (possível), quando a segunda custa tanto, há que arranjar estratégias para as enfrentar de frente e com um sorriso no rosto.
Há uns tempos "não eram para mim" porque "não me favoreciam" e preferia os justos a direito mas desde que ele me ofereceu o preto em veludo que os vestidos mais ameninados passaram a encher-me as vistas. O estilo favorecedor, acentuando a meninice mas com um toque de mulher, de saia rodada inocente mas decote nas costas ou no peito originais convenceu-me e já conto com alguns modelos. Que venha o verão para usar e abusar deles!
Para mim o segredo é conjugá-los com peças mais "crescidas" como um salto alto e ou um blazer que dão um toque mais elegante e ainda assim divertido e diferente.

O que acham vocês? Quem gosta e ou usa?

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

In love with ZARA

Ok, porque raio é que me terá dado para passar na ZARA mesmo a 5minutos de fechar esta noite? Fiquei completamente apaixonada por uma série de vestidos que são tão a minha cara!!! São mesmo o meu género. Oh ZARA como é que fazes isto comigo?!? A colecção TRF está gira, elegante, sofisticada e sensual em pormenores como aplicações em dourado ou pedras coloridas, costas decotadas...com vestidos em linhas simples e elegantes, com classe.

29,95€
Gosto muito desta cor mas há noutras. Aplicação de detalhe nos ombros.

29,95€
Adoro a elegância e simplicidade da conjugação perfeita do preto com o detalhe do decote decorado.

22,95€
Gosto mesmo muito desta cor. Não sei até que ponto me ficará bem este género com o folho lateral (tenho de experimentar estas coisas ainda) mas adoro o vestido. As costas decotadas são coisa para me apaixonar.

29,95€
Adoro o detalhe nos ombros, sofisticado e original embora simples. Desta vez o decote é à frente. A cor também me agrada!

29,95€
Este foi o único que não vi na loja mas encontrei pelo site. É, na mesma linha, muito elegante, sóbrio mas particular pelo decote ornamentado delicadamente. Gosto.

29,95€
Este foi o que mais gostei na loja. Adoro este verde conjugado com os detalhes dourados preciosos. Gosto do tecido diferente e original. As costas decotadas...! Só não tenho a certeza de que gostarei de ver a parte da frente. Receio que seja demasiado fechado o decote frontal, muito junto ao pescoço e eu não gosto nada disso. Só experimentando o saberei...

Dois anos volvidos

 A última publicação aqui foi em 2020...será que ainda sei como isto se faz? Será que ainda está por aí alguém? Não foi isso que me incentiv...