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segunda-feira, 24 de outubro de 2016

A nossa Lua-de-mel

Apesar de inicialmente termos concordado não ter lua-de-mel depois de casarmos, quando nos demos conta de que o homem teria uma semana livre, além do tempo que dispenderemos no casamento, achámos que podíamos procurar uma viagem a uma qualquer capital europeia, que não nos custasse muito caro. Nós só estivemos juntos para fora do país quando eu estive em Erasmus e já se passaram tantos anos que gostávamos de sair de Portugal naquela altura, além disso há tanto sítio que queremos conhecer e ultimamente viajar não tem sido (de todo) possível.

A verdade é que, apesar de termos ponderado a questão, vimos algumas viagens mas, como também nunca o fizemos, não sabíamos muito bem como organizar toda a viagem, como encontrar os preços que podíamos pagar, onde ir, o que fazer. A juntar a isso, o nosso orçamento era muito limitado, que é como quem diz como não tínhamos orçamento, o que tínhamos para a lua-de-mel era "o mínimo dos mínimos que fosse possível". A ideia de gastarmos uma quantia considerável numa viagem de lazer, ainda que fosse especial (afinal era a nossa lua-de-mel, só acontece uma vez na vida, nestas condições), custava-nos a interiorizar. Afinal, é já tanto o investimento para organizar e fazer um casamento, nós temos um orçamento tão limitado e há tantas outras coisas que são prioridade na nossa vida que, apesar de termos procurado e tentado informar-nos, não sabíamos por onde começar, para onde nos virar e íamos adiando a decisão de ir ou não ir, para onde, como e quando.


Na semana passada recebi um telefonema de uma grande amiga a contar-me que se tinha juntado às restantes do nosso círculo próximo e tinham decidido oferecer-nos a lua-de-mel como prenda de casamento. Estavam a contar-nos para que nós não reservássemos nem marcássemos nada como sabiam que estávamos a ver...mas não nos diriam para onde iríamos. Não pude decidir nada sem falar primeiro com o G. e por isso liguei-lhe deixando a minha amiga em suspenso por uns minutos. Ele respondeu-me precisamente aquilo que eu sentira. Por isso soubemos que felizmente estávamos de acordo no assunto e que a resposta era clara - isto porque a R. me deixou à vontade para dizer francamente se queríamos aquela prenda ou se preferíamos outra coisa. Liguei-lhe de volta depois de falar com o homem e dei-lhe a única resposta possível, que aquela prenda era óptima para nós!!! Nessa altura já toda eu tremia, não encontrava as palavras e mal podia acreditar.

A verdade é que a lua-de-mel não era uma coisa essencial para nós pois, caso fosse, teríamos tratado logo do assunto e no fundo, o que nos aconteceu é que não estávamos realmente decididos a fazê-la - atendendo às nossas circunstâncias e limitações actuais - e no nosso interior quase nos tínhamos conformado com não fazê-lo depois do casamento. Entre gastar 500€-1000€ numa viagem ou guardar esse mesmo valor, tendo em conta o que iremos gastar no casamento, a nossa opção é clara e simples neste momento. Mas também temos plena consciência de que, se não o fizéssemos depois de casar provavelmente não o faríamos e com certeza não seria a mesma coisa. Se podíamos viver com isso? Perfeitamente. Aliás, só assim fazia sentido que estivéssemos confortáveis e de acordo com não o fazermos de todo. E, francamente, acho que se não nos tivesse sido oferecida não a faríamos, acabaríamos por continuar a adiar indefinidamente a sua marcação (como aliás vínhamos fazendo há já algum tempo). Disse logo à minha amiga que nós não estávamos a contar com prenda nenhuma, mas também conheço bem o grupo que é e sei perfeitamente que fazem questão de nos oferecer algo especial e muito simbólico, daí a ideia de uma coisa que ficará para sempre nas nossas memórias e corações. Não podia ser uma prenda mais especial, ainda mais vinda de quem veio! Sem dúvida uma das melhores prendas de sempre, como, aliás, lhes faz jus.


Se podíamos dizer que, apesar de não esperarmos nada, se nos queriam dar alguma coisa preferíamos dinheiro? Claro, não somos hipócritas. Aquilo que é realmente essencial para nós está tratado desde o momento em que o decidimos e não contámos nem esperámos por ninguém para o fazermos. Por isso não esperamos nada dos convidados. Mas obviamente que se me perguntarem se prefiro uma prenda como um jarrão, uma máquina para casa, uma coisa de enfeite ou dinheiro, eu direi sem dúvida que a nós nos faz muito mais jeito o dinheiro. Afinal já moramos juntos à algum tempo, pelo que não nos faltam coisas importantes e necessárias em casa e o que nos pudessem oferecer podia servir nesta casa e não naquela que um dia queremos ter (moramos numa casa arrendada e o nosso maior sonho é ter a nossa própria casa). E apesar de não estarmos, naquele momento, juntos, quando soubemos da notícia, tanto eu como o homem ficámos radiantes e mal cabíamos em nós de felicidade.

Dito isto: TEMOS LUA-DE-MEL!!! E é a prenda mais maravilhosa que podíamos receber deste nosso grupo de amigos. Só demonstra o quão especiais são o facto de terem pensado nisto, de terem sido eles a tratar de tudo e fazerem segredo até à data. Só demonstra que são pessoas muito queridas e importantes nas nossas vidas, serem capazes de ver através de nós.


Não sei para onde vamos mas de uma coisa tenho a certeza: será inesquecível. E a notícia não nos podia encher mais o coração!

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Sábado e Domingo


Juntei amigas e fomos passar a manhã em provas de vestidos de noiva. Vi, escolhi e experimentei vários. Mas nenhum me arrebatou o coração. Sai das provas cansada...e confesso um pouco desapontada. Já me começa a cansar o veste e despe, as rendas, as aplicações, os detalhes e principalmente os preços absurdos. Mas serviu para juntar as miúdas e isso vale sempre a pena.
Apesar de não terem ido todas às provas (só três foram), conseguimos o feito incrível de juntar-mo-nos todas (éramos seis) para almoçar ainda que meio à pressa devido aos compromissos pessoais e variados de cada uma.
A tarde foi passada com o meu noivo, a passear por aí, como tanto gostámos. O pôr do sol na Várzea é sempre uma escolha acertada. O melhor? Terminar um dia cheio de coisas boas, no conforto da nossa cama dupla que nos serve de sofá, a ver um filme à luz das luzes, bem acompanhado com um chá quente e cheiroso.


O domingo foi passado mais em casa. Dormimos até tarde, deixá-mo-nos ficar no quentinho dos lençóis e fizemos gazeta à missa que há tanto estamos para ir. Ele fez o almoço. Eu experimentei mais dois vestidos, desta feita em segunda mão. Passeámos outra vez. E assim terminou, num instante, o fim-de-semana.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Amor de amigas

A reacção das minhas amigas do coração à notícia de que nos vamos casar encheu-me de alegria!


Combinámos almoçar juntas mas supostamente faltaria uma delas, que não poderia estar presente. Como a sua agenda é muito complicada, decidimos juntar-nos ainda que sem ela e assim foi. 
Demorou imenso tempo até que todas estivessem presentes (3h depois do combinado) e não foi fácil guardar segredo. Primeiro fomos surpreendidas por aquela que supostamente não podia ir e apareceu lá - o meu coração disparou de tanta felicidade por estarmos todas juntas afinal. Depois quando finalmente estávamos todas, alguém propôs um brinde e eu decidi começar desafiando-as para uma ida à minha terra no próximo ano todas juntas. "A que propósito" alguém perguntou e em resposta mostrei a mão esquerda com o anel de noivado. A resposta foi a euforia total, muitos abraços, muitos parabéns e beijinhos. E assim me aqueceram e encheram o coração. Ainda que possam não ter consciência disso, deram-me muita força por ficarem felizes por mim /nós e me apoiarem em mais esta aventura. 

segunda-feira, 15 de junho de 2015

Nosso Santo António


A sexta-feira, véspera de feriado do Santo António, Lisboa saiu à rua para comemorar como manda a tradição. Apesar de este ano não ter ido ver as marchas, pela primeira vez, foi uma noite de festa deliciosa!

Desde que conheço o G. que vamos aos santos, todos os anos neste dia. Espreitamos as marchas e vamos até aos bairros. 
Este ano foi diferente, fomos mais cedo que o costume e combinámos com as minhas amigas queridas da faculdade. Como estacionámos para os lados de Santa Apolónia (bem longe!) e não chegámos todas ao mesmo tempo, pelo que tivemos de esperar pelas que faltavam também naquela zona. O tempo foi passando e a intenção de ir até aos Restauradores espreitar as marchas acabou por esmorecer. Acabámos por abandonar a ideia e ficámos pelo campo das cebolas e arredores. Encontrámos um bailarico muito bom, com espaço para dançar e muita animação...muito divertido mesmo! Entre paragens para comer, ir ter com as pessoas que faltavam, fotos, tentativas de ida aos bairros (infrutíferas porque estava tudo entupido) e muito bailarico foi uma noite muito especial porque revi amigas muito especiais e das quais já tinha muita saudade. 
Foi uma noite para desanuviar e espantar preocupações, dançando e brincando muito. Foi uma noite de encher o coração e alegrar a alma. E isso não tem preço. Regressei a casa pelas 4h da madrugada, cansada mas muito feliz. É uma bênção poder contar com pessoas destas nas nossas vidas. Obrigada!

sexta-feira, 7 de março de 2014

Semana de Carnaval 2014

Pela primeira vez na vida não tive férias de Carnaval, nem sequer a Terça-feira de Carnaval foi feriado. A melhor parte foi ter o G. em casa - vantagens de quem trabalha na educação

Na Sexta reunimos amigas para um almoço de meninas onde aproveitámos para matar saudades. O tempo passou a voar e tive de vir embora com a SL para a aula. 


Foi também o dia em que paguei o imposto de circulação da minha estrelinha (carro) e soube que já estava finalmente em nome do meu pai (descobrimos, passado quase um mês do meu pai o ter comprado, que ainda não tinha sido transferida a propriedade e isso já nos estava a preocupar porque quem nos vendeu o carro não resolvia nada).  



Também foi o dia em que o G. começou um curso para fazer o Crisma, algo em que ele já pensava há muito e, depois de um empurrãozinho meu, surgiu a oportunidade (e veio de lá radiante)! Como era à noite, não jantámos juntos. Eu jantei com o meu pai e os colegas no restaurante da rua da casa do G. depois de deixá-lo no curso e ele foi lá ter quando se despachou.
Depois do jantar tentámos ir beber um copo a um sítio diferente mas não sabíamos onde, acabámos por andar às voltas sem ir a lado nenhum, deixando-os finalmente na pensão onde ficaram alojados e voltando para casa (dele - como tem sido sempre este ano lectivo) mas pelo caminho chateámo-nos tanto que acabei por ir dormir a minha casa, deixando o G. à porta da sua e vindo-me embora, de tão chateada que estava. 


Sábado começou tarde...ele foi ter comigo mesmo eu não lhe tendo dito nada nem respondido às suas tentativas de contacto. Fomos lanchar à esplanada do costume (e eleição) aproveitando um desconto especial. Acabámos o dia com um jantar de grupo (combinado poucas horas antes) com o grupo do fim-de-ano no rodízio de comida oriental, na margem sul. Ainda houve tempo para irmos ter com o meu pai e os amigos e beber um copo num sítio novo e bem acolhedor.


No Domingo o meu pai ficou finalmente livre do trabalho e, depois de irmos pôr os colegas ao aeroporto, fomos passear com ele para os lados do trabalho do G., acabámos por almoçar em Sesimbra - onde estava tudo pronto para o cortejo que acabou por ser cancelado devido ao mau tempo, cheia de gente disfarçada e na rua, ... - pelo caminho de regresso passámos no Freeport e fomos deixá-lo também no aeroporto ao final da tarde.

Então, na segunda não tive aulas e deu para recuperar dos dias atarefados do fim-de-semana: muita ronha, muito mimo e para terminar em beleza um grande filme no cinema - 12 anos escravo.

Na terça (sim, dia de Carnaval) eu tive aulas o dia todo e saímos juntos de manhã porque ele foi ao dentista. Almoçámos juntos e apesar da vontade de fazer qualquer coisa diferente, depois das minhas aulas só fomos ao supermercado e acabámos o dia no conforto e sossego de casa.



Quarta o G. acordou mais cedo que eu para ir jogar ténis com um amigo. Voltou para almoçarmos juntos e deixou-me nas aulas que, felizmente, acabaram bem mais cedo que o normal e, como tal, quisemos ir passear para aproveitar. Lá nos lembrámos (depois de perdermos a paciência como tem sido costume) de ir experimentar um sítio novo (depois conto tudo) e ainda passeámos por Lisboa (de carro que o frio não permite aventuras) até voltarmos a casa para terminar com um chá o nosso dia.

Ontem (quinta) passámos muito pouco tempo juntos porque ele voltou ao trabalho, era dia de reunião até tarde (todas as quintas) e teve um jantar com elementos do grupo para tratarem de assuntos sérios e importantes.

Hoje estou em casa sozinha até ele voltar do trabalho. Daqui a pouco devo sair de casa e esperá-lo mais perto de onde ele chega para depois seguirmos para um jantar diferente.

E assim se passou a nossa semana de Carnaval este ano. Não nos disfarçámos como tínhamos intenção e acabámos por não sair para comemorar especificamente o Entrudo mas felizmente pudemos desfrutar de uns dias e programas diferentes. Já foi tão bom termos passado mais tempo juntos que não podíamos pedir muito mais!

Espero que tenham tido um bom Carnaval.
Um doce Fim de Semana!!!

domingo, 4 de setembro de 2011

Este coraçãozinho


Desde que o meu namoro de longa data terminou (no final do ano passado) com o RN vim a envolver-me com uma pessoa que conheci e me fez sentir novamente capaz e desejada, que podia conquistar alguém e que valia algo (RC) - trouxe a adrenalina que precisa à minha vida. O BF, antes disso, é sempre alguém que me faz sentir muito bem e me é importante, marcou-me e é muito especial! E no início do ano, antes de conhecer o RC, houve um beijo entre nós. Com o RC foi algo muito passageiro e meramente carnal. Passou depressa. 


Reencontrei o NG que foi o meu primeiro grande amor e nunca me será indiferente. Ficámos muito próximos e, no entretanto, conheci o GT. Envolvi-me imenso e afastei-me (tal como ele também se afastou) do NG. No dia antes de poder voltar a casa e ver o NG, o GT beijou-me e fez-me festas ao coração. Quando voltei a ver o NG já não foi a mesma coisa... (talvez porque estava fascinada pela novidade que era o GT, sei lá, não sei...) mesmo assim, beijá-mo-nos mas não me podia decidir por ele porque iria voltar a estar longe. Ele está cá e eu em Lisboa, seria o mesmo da minha relação anterior (com o RN) que é tudo o que eu não queria (nem quero), além de que se me envolvesse (se me envolver) com ele será arrebatador, não sei, ele foi tão especial para mim e marcou-me de tal maneira que não aguentaria estar longe dele... sem ter nada já me faz falta... Enfim. 


A verdade é que me imagino com o GT e ele faz-me muito feliz mas não sei até quando e quanto tempo será assim e se uma relação séria, assumida e de longa data será o que eu quero neste momento. Eu, além de estar sempre cá e lá, ainda vou de ERASMUS no segundo semestre deste ano. A situação piora... 


Mas o que é que eu faço?
Tenho-me esforçado por não perder muito tempo a pensar nisso.
Não sei se isto será "apenas" medo e estar assustada com uma relação que não queria neste momento...ou se não consigo gostar das pessoas da mesma forma que um dia gostei, se já fui magoada ao ponto de não me querer entregar por ter medo de amar de verdade.

domingo, 10 de abril de 2011

Sábado


Dia de reencontros.
De por a conversa em dia.
De muitas gargalhadas e recordações.
Bons velhos tempos.


Por impulso e sem planear as coisas podem sair bem melhor.
Sporting em Alvalade, primeira vez (2-0).
Convite recusado.
Muita risota e nervoso miudinho, muito asneiranço.
Dois dias depois voltámos a ver-nos.
Ainda estou a tentar descobrir e dar nome à noite de ontem...
Regresso a casa (cedo). Dormir com uma sensação estranha a apoderar-se de mim.



Não tenho conseguido dormir além das 10h mesmo deitando-me mais tarde.
Estudar, fazer alguma coisa da vida.
Dia LINDO de sol. 
Tenham um bom domingo.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Ontem



Pesquisa. Obrigações, INR outra vez.
Um calor impensável o dia todo.
Uma vista fantástica e um café na melhor das companhias (meus amores T. e N.)
Baixa lisboeta panorâmica.
Mais uma saída, 23.30h até às 3h.
Uma noite muito agradável (entenda-se: muito bom tempo e temperatura amena).
Uma boa companhia. Muito boa. 
Muita conversa, muita brincadeira.
Passeio... Belém! 
Junto ao Tejo. Carinhos.
Mimos. Despedidas.



terça-feira, 5 de abril de 2011

You make me feel alive



Mais uma saída combinada à última da hora quando a primeira não pode acontecer.
Mais duas horas de conversa. Boa conversa. Sorrisos e olhares trocados.
Mais um chegar tarde a casa. Mas por uma optima razão.
Eram 23h quando me ligaste "Eu vou ter contigo, só para falarmos uma "beca". Também não me posso demorar" depois de eu ter dito que não podia ficar muito tempo e que já era tarde.
Fez-me bem sentir que querias estar comigo, mesmo que pouco tempo.
Fizeram-me bem aquelas palavras, aqueles gestos, aqueles carinhos.
Fez-me bem arranjar-me e sair de casa àquela hora só para estar contigo.
Obrigada.
Ainda por cima não estás assim aqui tão perto...
Meia hora depois já estavas à minha porta.
És um amor...
E pões-me um sorriso na cara, tens esse dom. Sinto-me bem.
E, por isso, obrigada! Já não sabia o que isso era há muito tempo...


Tenham um bom dia !
P.s. Boa sorte :)


domingo, 3 de abril de 2011

É impressionante



...como quando planeamos as coisas, muito mais provavelmente, sai-nos tudo ao contrário. 
A noite de ontem foi exemplo disso. Disso e de como as pessoas ainda são capazes de me surpreender pela positiva em relação à imagem com que fico delas ao início...
O café combinado foi desmarcado à última da hora e o serão ficou livre, sem compromisso.
No último instante, um "vamos ao café" marcado em cima do joelho correu muito melhor do que se poderia prever.
Conversa agradável, gargalhadas, sorrisos trocados...bom ambiente!
Moscatel e uma madrugada à beira mar. E que saudades que eu tinha das ondas. Do mar.
Até às 6h da manhã... 
Obrigada pela noite bem passada!
Obrigada por teres sido uma "surpresa boa"!


sexta-feira, 1 de abril de 2011

Frenético


Um trabalho para apresentar no dia seguinte.
Acordada até depois das 4.30h.
Levantar às 8.15h.
Apresentação (até correu bem)
Dia com aulas.
Maratona para carregar o passe.
Autocarro para Alcântara. Carteiristas.
2h na ronha.
Regresso a casa.
Pintar as unhas.
Receber um telefonema inesperado. Um pedido de desculpas.
Sair depois das 0h de casa.
Bairro Alto. Aniversário.
Um susto. Ameaça de regresso a casa.
Girls Night Out. Boa companhia.
Ambiente porreiro.
Não gastar dinheiro em bebida.
Gente engraçada.
Um elogio.
Até depois das 5h da manhã.
Dormir até às 11.30h.
Sair para almoçar pouco depois das 12h.
Passeio de mota.
Dia lindo.
Sol e calor.
Um convite. Aliciante.
Confusão. Indecisão.
Muita confusão.
Conversa. Muita conversa. Disto e daquilo.
Faculdade (casa apenas para apanhar o dossier).
Três horas de aulas intensivas.
Contratos. Incumprimento.
Finalmente o merecido banho.
Pensar.
Sair de casa.
Tostas, vinho e sumo.
Decisão.
Poker night.
Muita conversa.
Confissões. Sinceridade.
Convite. Troca de palavras. 
"Eu nunca".
Sinceridades. Imagens.
Galhofa. Muita galhofa.
Gargalhadas. Chorar de tanto rir.
Um belo serão.
Cozinhar às 6h (massa).
Dormir depois das 7h.
Acordar depois das 10h.
Relógio novo!
Orientar-me.
Aulas às 13.30h.
Sono. Muito sono em 3h de aulas.
Mais um dia lindo.
Sol e calor.
 

Resumidamente, esta tem sido a minha vida nos últimos três dias/noites... Pelas minhas contas tenho cerca de 11h de sono em três noites. A idade já pesa. Este fim-de-semana é estudar e ficar de molho. Quieta um bocadinho (ou o máximo possível).

Dois anos volvidos

 A última publicação aqui foi em 2020...será que ainda sei como isto se faz? Será que ainda está por aí alguém? Não foi isso que me incentiv...