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segunda-feira, 22 de abril de 2013

Sábado e Domingo

Finalmente mais tempo juntos.
Finalmente deu para fazer o que ele adiava há tempo demais e assim resolver pequenos problemas. Deu para dar um jeito à casa e cozinhar, tratar de estar com o Patanico e, mais importante, juntos. Deu para espreitar um filme de Sábado à tarde num dos canais públicos. Deu para comer mais e com calma e inventar na cozinha. Deu para recebermos a minha mãe e irmã. Deu para darmos um passeio ao fim da noite e para, mais tarde, voltarmos para casa juntos, sem hora para acordar no dia seguinte. Deu para acordar calmamente, nos seus braços, bem mais tarde que o habitual. Deu para ainda almoçarmos e tratarmos de mais lides domésticas. Deu para um corte de cabelo novo e (até) deu, à tarde, para nos termos de despedir porque ele foi trabalhar.
Se todos os fins de semana pudessem ser tão bons para fazer o que precisamos e nunca conseguimos durante a semana (lides domésticas, avanços para a semana que começa e estar mais com ele) eu seria tão mais feliz. Mas estes dias que nos fazem bem são tão poucos e, mais que isso, são ridiculamente curtos! Passam num ápice, nem damos por eles. Ainda ontem era quarta já é (quase) segunda outra vez.

Este ritmo é verdadeiramente alucinante, assim não dá! A minha vontade era só puder por em stand by o tempo que posso estar nos seus braços, mandar o mundo parar, esperar e não nos escapar escorregadiamente por entre os dedos sem o podermos deter.

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