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segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

1 de Janeiro de 2012

Foi passado em casa, o dia todo de pijama, com o rabo assolapado no sofá a tentar ler, estudar e enfiar na cabeça tudo aquilo de que tenho de me lembrar. Estava cansada e quando decidi ir deitar-me ainda era cedo (meia noite) mas já não tinha cabeça para estudar mais.


Que ideia a minha!
Fui para a cama e só rebolava por entre os lençóis. Não conseguia adormecer (como era de esperar uma vez que estou habituada a estar acordada até às 2h) e só me vinham à cabeça coisas tristes. Ainda por cima só me conseguia lembrar do F e cheguei ao cúmulo de sonhar com tal personagem para mal dos meus pecados! Comecei a sentir-me miserável e dei comigo a não conseguir calar os soluços, a chorar como uma desesperada, sem saber ou conseguir parar. 

Valeram-me o B e o G com quem troquei várias mensagens - tiveram a paciência de me aturar com a neura e trocámos confidências - e só às 2h é que adormeci vencida pelo cansaço de tanta lágrima derramada e tanta tristeza...


E foi assim que começou o meu segundo dia do novo ano.
Hoje foi dormir até às 13h e passar, mais uma vez, como tantas que já até perdi a conta, em casa, o dia todo, a estudar (ou tentar!) - pelo menos tive cá em casa a minha querida C para conversar durante algumas horas! e a boa notícia da possibilidade de estar com um grande amigo meu que está cá de férias da Polónia onde está agora a morar. Tenho imensas saudades suas, já não o vejo há imenso tempo e espero amanhã conseguirmos encontrar-nos antes de ambos voltarmos ao estudo/trabalho bem longe um do outro. 
Esperam-me dias bem mais "animados" este ano, prevejo (e espero!)...

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Incógnita


Na segunda o F. perguntou-me se tinha alguma coisa combinada à tarde e eu disse-lhe que não. Ficou de ir ter comigo, disse que era sua intenção, mas acabou por não ir como eu já esperava.

Na terça não veio à faculdade e ontem quando estávamos no curso (última sessão) mandou-me mensagem a sugerir que faltássemos à segunda hora e estivéssemos juntos. Mas não estava só em casa e então acabámos por não vir para cá e estar a sós. Ficámos com o D. na brincadeira e a rir-mo-nos de parvoíces até que eles se tiveram de ir embora. 


Quando cheguei a minha colega saiu mas ele já estava longe dali. Mesmo assim, disse-lho. Ele ligou-me a perguntar-me se eu queria que ele cá viesse e voltou. Passados minutos estava à minha porta. 
Voltou como se fosse o FD daquela última noite em Mafra. Não esperava nada daquilo e já não tinha intenções ou expectativas nenhumas quanto a voltarmos a estar juntos desta maneira. Tão próximos. Ele tinha pouco tempo porque ia para casa do D. dormir portanto quando ele se despachasse seguiam para lá juntos. 


"Gosto de ti" segredou-me da mesma maneira que da primeira vez o dissera...
Não esteve ali a mesma pessoa que naquela quinta feira ou que foi capaz de agir como na quarta.
Espantada, cheguei a perguntar-lhe se "tinha voltado" aquele FD das noites de Mafra que eu descobrira diferente de qualquer (pré) concepção que eu pudesse ter feito antes - "Depende"... respondeu-me ele.
Mas sei que só voltará (se voltar sequer) a ser o mesmo de ontem e que me "prende" e faz até gostar dele se e quando estivermos os dois, frente a frente, dentro de quatro paredes, a "sós" (só de olhos postos/ centrados um no outro como acontece sempre que estamos os dois num ambiente "dual"). 
Tinha saudades daquele FD, confesso. Já fazia falta. Abraçou-me, quis olhar-me, deu-me a mão - fez-me sentir


Na minha cabeça não é claro nada do que ele faz, nenhuma das suas atitudes e o que lhe passa pela cabeça. Para ser sincera é uma verdadeira incógnita. Mas não espero nada, não acredito em nada, nem quero pensar sobre isso. Não vale a pena. 
Foi muito bom estar com ele ontem...


Tive de sair porque tinha combinado ir jantar com o meu padrinho que veio cá ontem a Lisboa e não podia deixar de estar com ele. Ele só desceu as escadas comigo, seguiu para casa e eu fui jantar com o B. Não voltei tarde, fomos até ao Centro Comercial mais próximo porque ele não tinha muito tempo - tinha jogo a seguir. Apesar de pouco tempo soube bem voltar a estar com ele, voltar a vê-lo, é uma pessoa que sinto que fará para sempre parte da minha história e isso é raro e único. Infelizmente, por agora, ele está longe e não sabe quando volta (se volta...) mas vai correr tudo bem, ele merece.

domingo, 6 de novembro de 2011

Shiuuu! É segredo

Tenho saudades do meu padrinho!
Foi-se embora para a terrinha enquanto tenta arranjar emprego cá para voltar. Mas nunca mais volta e faz cá falta.  
Ontem estava capaz de ir dormir ao seu quarto - se ele ainda morasse mesmo aqui ao lado!

NOTA: Imagem do Filme 500days of Summer de que gostei muito e recomendo!

O pior é que não estou!

Apaixonada.
Por nenhum nem por ninguém.

sábado, 1 de outubro de 2011

Não sei onde fui buscar tanta certeza


Ele: "E se eu me for embora e nunca mais voltar?"
Eu: "Tu voltas! Já voltaste. Voltaste agora..."

Segunda, 26.09.2011

Uma relação única

Na sexta feira passada o meu padrinho de faculdade deixou a cidade onde nos conhecemos e rumou a casa depois de anos de estudo e da sua última etapa de formação obrigatória cumprida (estágio). Não sabe ainda como será o seu futuro mas eu acredito e espero que a vida lhe sorria e lhe permita alcançar tudo o que ele mais deseja e merece. 

Desde o primeiro dia em que trocámos as primeiras palavras para mim foi claro (embora nada fácil de compreender) que aquilo que nos aproximava e unia era algo único e que nunca antes tinha sentido nem viria a sentir nunca. Não consegui perceber o porque nem foi fácil aceitar o que estava a sentir por ele porque era algo que nunca me tinha acontecido e com o qual não sabia lidar. Hoje já aprendi que não tenho de compreender, é uma das pessoas que passou pela minha vida e deixou/deixará para sempre uma marca muito própria e característica, única.

Quando temos perto de nós aqueles de quem gostamos, muitas vezes não lhes damos o devido valor mas sabemos o quão importantes são bem dentro do nosso peito. Agora ele foi para longe de mim, não sei se algum dia voltará, se se esquecerá de mim e não voltaremos a ver-nos ou se viremos a cruzar-nos muito brevemente, não sei. Mas sei que EU nunca o esquecerei por ser quem é e o que significa para mim. Sei que como a relação que temos, nunca terei - é algo que não dá para explicar e muito menos se compreende, é único.

Não preciso sequer dizer que gosto mesmo muito de ti e vou sentir imenso a tua falta <3
Da tua afilhada, não te esqueças de mim!

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Há coisas que nunca mudam nem mudarão

Ontem vieste, como quem nada queria.
E como quem nada esperava abri-te a porta e deixei-te entrar.
Pus-te à vontade, disse-te que podias falar.
E tu falaste. 

Disseste coisas que não esperava, de todo, ouvir e fizeste-me lembrar coisas que julguei, um dia, esquecidas. 
Disseste que me querias, que me desejavas, que nunca me esquecerias, para a vida.
Provaste-me que me conheces e compreendes de uma forma que provavelmente nunca ninguém conheceu ou conhecerá.
Confessaste-me que te lembras do que passámos, que o recordas.
Adivinhaste o quanto parecidos somos e como será sempre tão complicado mesmo tentado fazer-me ver algo simples (que não é).
Fizeste-me pensar, emocionaste-me.
 Ficaste.
De manhã saíste. 

Talvez não saibas mas voltaste a ter-me ontem.
Estar nos teus braços, sentir-te de novo...não esperava nada daquilo e não sei sequer o que pensar ou o que me permitir sentir quanto a tal.
Sei que connosco será sempre assim. Por mais que eu eu seja estúpida para ti, lá no fundo, quero é dar-te mimo. Por mais que faças questão de desfazer na verdade só me queres segredar coisas bonitas. Por mais que tentemos afastar-nos um do outro, sempre que nos reencontremos, voltará a ser assim, no matter what, tenho esse felling... Eu vou sempre perceber-te como ninguém, tu irás sempre desvendar-me como ninguém e nós saberemos sempre ler nas entre-linhas um do outro. Nos olhares, nos gestos e mesmo nas palavras ferozes que atiramos um ao outro tanta vez.

domingo, 4 de setembro de 2011

Este coraçãozinho


Desde que o meu namoro de longa data terminou (no final do ano passado) com o RN vim a envolver-me com uma pessoa que conheci e me fez sentir novamente capaz e desejada, que podia conquistar alguém e que valia algo (RC) - trouxe a adrenalina que precisa à minha vida. O BF, antes disso, é sempre alguém que me faz sentir muito bem e me é importante, marcou-me e é muito especial! E no início do ano, antes de conhecer o RC, houve um beijo entre nós. Com o RC foi algo muito passageiro e meramente carnal. Passou depressa. 


Reencontrei o NG que foi o meu primeiro grande amor e nunca me será indiferente. Ficámos muito próximos e, no entretanto, conheci o GT. Envolvi-me imenso e afastei-me (tal como ele também se afastou) do NG. No dia antes de poder voltar a casa e ver o NG, o GT beijou-me e fez-me festas ao coração. Quando voltei a ver o NG já não foi a mesma coisa... (talvez porque estava fascinada pela novidade que era o GT, sei lá, não sei...) mesmo assim, beijá-mo-nos mas não me podia decidir por ele porque iria voltar a estar longe. Ele está cá e eu em Lisboa, seria o mesmo da minha relação anterior (com o RN) que é tudo o que eu não queria (nem quero), além de que se me envolvesse (se me envolver) com ele será arrebatador, não sei, ele foi tão especial para mim e marcou-me de tal maneira que não aguentaria estar longe dele... sem ter nada já me faz falta... Enfim. 


A verdade é que me imagino com o GT e ele faz-me muito feliz mas não sei até quando e quanto tempo será assim e se uma relação séria, assumida e de longa data será o que eu quero neste momento. Eu, além de estar sempre cá e lá, ainda vou de ERASMUS no segundo semestre deste ano. A situação piora... 


Mas o que é que eu faço?
Tenho-me esforçado por não perder muito tempo a pensar nisso.
Não sei se isto será "apenas" medo e estar assustada com uma relação que não queria neste momento...ou se não consigo gostar das pessoas da mesma forma que um dia gostei, se já fui magoada ao ponto de não me querer entregar por ter medo de amar de verdade.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

02.02.2011



Estou estafada. Dói-me a cabeça e só me apetece dormir.
O dia foi passado em casa até à hora do exame (17h) e depois disso estive com poucos mas bons amigos a conviver e jogar cartas e poker ! Ofereceram-me bolo, tão queridos, e cantaram-me os parabéns. OH!
Foi bom só por poder estar com algumas das poucas pessoas que me são queridas.
Como já contei, recebi rosas da minha mãe (que me fez a surpresa, não estava mesmo nada à espera).
E recebi uma chamada de parabéns muito especial das minhas antigas colegas de casa de quem gosto tanto (C., A.R., E., I., F.). E o fim de tarde/ noite foi repleto de gargalhadas e diversão com o D., o B., a N., o F., o L. e a M., muito obrigada a todos, (gosto tanto deles) que me trouxeram um bolo de noz delicioso com chantily de surpresa (e kinder)! De resto, muitos votos de parabéns e um dia tranquilo no geral.
Amanhã tenho exame novamente e sexta rumo a casa finalmente.
Já sei que vou sentir falta disto mas pronto. Por agora só quero é fugir daqui o mais depressa possível.
Amanhã ainda tenho um longo dia pela frente por isso, como estou exausta, acho que não tarda estou na cama...

Muito obrigada a todas pelos votos de feliz dia e parabéns, são uns amores. 
Obrigada!


Dois anos volvidos

 A última publicação aqui foi em 2020...será que ainda sei como isto se faz? Será que ainda está por aí alguém? Não foi isso que me incentiv...