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quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Férias de Natal!

Ontem foi um dia em cheio. Duas celebrações típicas, almoço com a avó e festa noite fora.


Hoje precisámos de dormir mais umas horas para recuperar já que a noite anterior (dada a viajem que atrasou e ter de levanar cedo no dia a seguir) não permitiu mais do que 3h de sono. 
Tivemos oportunidade de estar com amigos muito queridos e de lhes anunciarmos o nosso noivado. A notícia foi recebida com tanto carinho que nos encheu de alegria podermos ter pessoas tão especiais nas nossas vidas. Que assim seja sempre!

Reencontrámos família e amigos, relembrei e ele conheceu tradições e aguentámo-nos até ao máximo das nossas forças porque a alegria é contagiante e porque não há nada como a partilhar e celebrar conquistas com aqueles de quem mais gostamos.

Esta noite o jantar será em casa da namorada do meu pai e esperamos poder contar finalmente a novidade. A missa do galo esta noite é tradição e a troca de presentes depois disso também. Amanhã espera-nos um dia sossegado, por casa, em família.

Quais são os vossos planos?

terça-feira, 30 de julho de 2013

A minha Lisboa


O exame foi à tarde e quando sai fui ter com a minha mãe, fomos "ver montras", só voltámos às 23h. Deixei-a em casa e preparava-me para voltar para a dele mas não fui capaz. 

Apetecia-me ver Lisboa. Porque Lisboa é mesmo uma cidade linda e à noite tem mais encanto. Fui até ao Bairro sozinha, andei pelas ruas de sorriso escondido nos lábios, tentando absorver tudo o que acabava de deixar para trás. Sentei-me finalmente num banco de jardim com o Castelo e a Sé como vista perfeita, iluminados numa noite agradável, ainda sem lua. 

Acabei por encontrar-me com alguém especial, que já não via há algum tempo. A lua apareceu entretanto, bem baixinha, quase fazia crer que a conseguíamos alcançar, primeiro amarela e só depois, mais alta, branca luz. Como fundo da nossa conversa tivemos um concerto peculiar, no miradouro de São Pedro de Alcântara, os Farra-Fanfarra.

Vou ter saudades da capital, é só cerca de um mês em casa mas esta Lisboa é já a minha casa. Desta vez, estar cá sem ele, é estranho. Esta cidade sabe-me a casa mas sem ele falta-me o lar.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Aniversário

O dia começou logo depois da meia noite com os primeiros parabéns, ainda que distantes, da minha irmã. 
Como costume fiquei à espera que ele saísse do trabalho e, depois disso, seguimos para casa. Devia ser meia noite e meia ou mais tarde. Fomos deitar depois de arrumarmos algumas coisas e ainda fazermos um bolo para levar ao ensaio. 

Sábado começou atrasado. Tínhamos coro de manhã mas só conseguimos chegar uma hora depois da hora. Ele desceu primeiro para ir buscar o carro mas não só, chegou-me com um ramo de flores lindas (foi comprá-lo à senhora que tínhamos visto ali perto no sábado do grande vendaval em Lisboa e nos impressionou por estar na rua, ainda com aquele temporal incrível, a vender as suas flores). Cantaram-me os parabéns e partilhámos com todos o bolo feito na noite anterior. 

Saídos de lá fomos ter com a minha mãe e acabámos por almoçar fora, os três. Recebi uma coisa fantástica para por acessórios como brincos e outra bijutaria e ainda ganhei um top lindo que ela descobriu nos saldos (enquanto passeávamos) e me comprou.

Não me posso queixar, o telemóvel não parou e muita gente fez questão de se lembrar do meu aniversário, com um simples gesto de lembrança e atenção, o que me deixou contente.

Fomos até a um centro comercial perto porque apesar do sol o dia estava tão mas tão gelado que fazia doer os ossos e a pele. Brrrrr! Entretanto já eram 18h e deixámos a minha mãe, fomos buscar bolo e espumante e fomos a casa arranjar-nos para o jantar.

Estava marcado para as 20h/20.15h mas só depois das 20.30h é que chegámos. A DD (que me ofereceu umas flores lindas e chocolates) foi connosco, apanhámo-la em casa, é vizinha. E estavam já todos à minha espera. A Ney, a J. e o seu A. e o Jules (amigo e companheiro do G.). Contava com mais duas pessoas que no final não apareceram, uma delas avisou mas a TM, tal como no ano passado, não me disse nada nem atendeu chamadas nenhumas (mandou-me mensagem ontem a desculpar-se).

O jantar alongou-se até pelas 23h ou não fosse buffet e não fosse eu moça de gostar de comer. Cantaram-se os parabéns mais uma vez, partiu-se o bolo e pouco depois estávamos a ir embora. A intenção era darmos um salto ao BA mas uns estavam cansados, outros cansados estavam ou tinham de trabalhar então foram-se embora. Restamos eu, ele e a DD.
Despedimo-nos da Ney e do J. e fomos para o carro mas, depois de abrir a porta do carro, voltou a ir ter com ele porque se tinha esquecido de lhe dizer alguma coisa prometendo não demorar. Entrámos nós duas no carro, continuava um frio de rachar.

Quando dou conta estavam ambos junto ao carro, ele com a guitarra pedindo-me que abrisse a janela e tive a serenata mais bonita de sempre. Ainda foram algumas músicas, as minhas preferidas ele soube adivinhar e pude ver no seu olhar, quanto cantava, o quão importante era para ele. Foi uma surpresa linda, não estava nada à espera e adorei, claro!

Depois o J. foi-se mesmo embora e lá fomos os três restantes para o BA. O DA estava lá e mais um amigo do G. por isso combinámos encontrar-nos todos. Assim foi. Mais uma ou duas horinhas de dança e gargalhadas. Voltámos a casa ainda não eram 3h.


Ter tido os meus amigos a meu lado naquele dia não tem preço e tê-lo gozado o dia todo também não, a melhor parte do dia foi tê-lo sempre comigo.

domingo, 27 de maio de 2012

Já sinto próximo o regresso


Soube que tive 21,5 no segundo teste; tinha tido 20 no primeiro e a nota final é 22. Amanhã às 11h vou oficializá-la. Graças a Deus que não tenho de ir a exame oral!

Passei o dia quase todo sozinha em casa. Tive a organizar as coisas que tenho de levar, o que quero e posso levar já e o que, pelo contrário tem de ficar cá (porque não tenho tanto peso para levar como na última viagem). Organizei apontamentos e folhas soltas. Escrevi uns últimos postais (para o escritório e para o meu pai) - durante o tempo que cá estou já mandei para a SL, TM, MJ, Ney, AM, G, DA e antiga casa... 


Comecei a fazer e pesar malas para quinta feira. Desde ontem à noite que já sinto uma ansiedade que me dá um nó no estômago. Mal posso esperar por voltar. Sei que não será fácil e que me espera muito trabalho pela frente ainda mas sinto que, estar "em casa" far-me-á tão bem! Afinal de contas estarei perto "dos meus" e as saudades são tantas!!!

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Pessoas


Desde antes de vir de férias que ando desapontada com uns amigos meus. Mais propriamente, dois meninos: um porque fez questão de me excluir de um acontecimento importante da sua vida e parece só se lembrar de mim quando lhe dá na cabeça lá muito de vez em quando (mas vem com mil e uma ternuras e age como se fossemos inseparáveis o tempo todo) e outro porque me desiludiu imenso ultimamente com uma atitude que não me cabe na cabeça quanto a dinheiro (vejam lá!). A situação chega a ser estúpida mas ele deve-me dinheiro há quase dois meses. Entre amigos nunca pensei que isto se passasse mas não é uma quantia assim tão irrisória e eu não sou rica então faz-me falta (o dinheiro faz sempre falta não é?!). Então eu passei muito tempo sem nem falar no assunto ou apenas referia lá muito de tempos a tempos mas chegou a uma altura em que me pareceu que me andava a enrolar e isso deixou-me extremamente triste. Predispus-me a empatar do meu dinheiro sem lhe pedir nada mais em troca, sem problemas nenhuns e ele nem tem essa consciência de me dizer "Não vale a pena porque neste momento não te posso pagar (nem nos próximos MESES!!!)", acho uma falta de consideração. E depois eu é que pergunto por isso, eu é que lhe tenho de pedir ou tentar encontrar uma forma (um local) para nos encontrarmos quando ELE é que está em falta para comigo. Acho que são coisas que não se fazem e deixa-me muito triste mesmo este tipo de situação, já perdi a paciência e a boa vontade. Acho que tudo tem limites e é preciso ter noção das coisas e ele parece não ter (de que ELE é que me deve dinheiro e há já muito tempo)...

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Já está!


Finalmente já acabei os exames todos! E foram muitos!
Estou exausta e com a cabeça feita num oito mas pelo menos disso já estou despachada e posso estar mais descansada porque não tenho a pressão de ter exame em tal dia.
Acho que ainda nem caí em mim porque ainda não consigo estar descansada.
Agora atormentam-me os resultados dos exames.
Ainda não saiu nenhum desde aquele que vos falei. Nem sei o que esperar e é isso que me preocupa. O de ontem ficou inacabado, deixei algumas perguntas por responder por falta de tempo e fico muito triste comigo mesma e preocupada com isso!
Ora, agora ando aqui com o coração nas mãos até que saiam as notas porque só depois de saber os resultados todos é que poderei ficar descansada.


Estou preocupada e atormenta-me o desconhecido, não saber o que esperar e ter tudo dependente disto, não saber com o que contar...
Até saber tudo não consigo descansar por isso, mesmo já não tendo exames, ando preocupada. Além disso Domingo vou para casa e, apesar de levar a S. comigo durante uma semana (que me deixa bem mais feliz), vou ficar sem o G.
Por outro lado ele já comprou viagem e irá visitar-me na última semana deste mês, fica lá 15dias, o que será óptimo. Mas nós não somos namorados (logo teremos de agir como meros amigos lá) e eu não sei se poderei estar com ele todos os dias como gostaria...
Enfim.

Ontem ele veio dar-me um beijinho antes do exame e quando saí já estava à minha espera.
Fomos jantar a Belém e passeámos (mas pouco porque a noite estava fresca). Ainda passámos pelo café com o D. e estivemos no carro a conversar até às 2h quase.
Hoje estou em arrumações e encaixotando o ano inteiro porque amanhã saio cá de casa. Espera-me um loooooongo dia!


Divirtam-se e aproveitem bem, o fim de semana está à porta!

domingo, 3 de julho de 2011

Um amargo "necessário"

Ontem (sexta) levantei-me por volta das 10h para começar a estudar para o exame de segunda, era suposto ir cedo para casa logo depois do concerto de quinta à noite mas acabámos por ficar até lá para as 2h no café e a conversar porque tivemos o nosso primeiro "desentendimento", digamos assim. Não nos chateámos, apenas acho agimos de uma maneira que magoou o outro, ambos sem essa intenção, mais ou menos ao mesmo tempo porque não houve uma correcta percepção disso mesmo (do que estávamos a provocar um no outro com as nossas acções), não nos demos conta, percebemos mal as coisas e pela primeira vez não me senti confortável com ele como é característico.


Fomos ao concerto com a irmã do G. e uma amiga (da irmã).
Combinámos encontrar-nos com elas num local onde nós estacionámos, chegámos primeiro. Como não sabíamos onde era fomos pedir informações mas não nos souberam dizer onde é que era o local e então andámos uns 10minutos quase a pé até que encontrámos um polícia e perguntámos e lá ele nos explicou como lá íamos. Tivemos de voltar o caminho todo para trás e já estávamos em cima da hora, elas ainda não tinham chegado e nós não tínhamos a certeza do caminho. Ele mal falou comigo o tempo todo, não foi carinhoso como é o jeito dele, estava estranho. Nem dei muita importância embora tenha reparado nestas pequenas mudanças. Calculei que não fosse intencional e que nem se estivesse a aperceber e fosse por acaso assim. Depois lá encontrámos o caminho e ficámos à espera da irmã e da amiga. Ainda demoraram uns 10minutos e já passava da hora do concerto. Ele estava ansioso e preocupado, parecia inquieto, mal o reconheci quando elas chegaram. Depois de chegarem a nossa proximidade decresceu a olhos vistos. Ele não foi, o pouco tempo que andámos a pé (desde que as encontrámos até à Academia Recreativa onde foi o espectáculo) em contacto físico comigo (mão dada ou lado a lado) e o pensamento longe que nem o consegui alcançar…
O concerto todo esteve distante, exceptuando ao início em que trocámos algumas gracinhas e nos rimos ou brincámos. Não estava sequer perto de mim mesmo estando ao meu lado sentado, era tão estranho. Fez-me sentir uma qualquer, uma estranha que ele nem conhecia e lhe era completamente indiferente, que estava sentada por infortúnio do destino ao seu lado.
Mas achei que eram tudo coisas da minha cabeça. No final do concerto estivemos algum tempo na rua a conversar e ele mal me dirigia a palavra, fez-me sentir deslocada pela primeira vez e que se calhar não devia estar ali... até chegou a ser mau para mim quando não alinhou numa brincadeira e me deixou fazer figura sozinha (deixou-me ficar mal).
No caminho para o carro nada me disse, continuou aquele ambiente desconhecido. Entrámos no carro e igual continuou... eu pus-lhe a mão na perna, fiz festas no braço e nem a isso me "respondeu". Perguntei o que se passava, o que é que ele estava a pensar e ele hesitou até que finalmente me acabou por atirar um "O que se passa é que eu estou com uma crise de ciúmes, estou a morrer de ciúmes de ti". Eu mal podia acreditar, ri-me porque não estava mesmo nada à espera. Disse-me aquilo como que a castigar-se a si mesmo...não era o que ele queria sentir e sabia que não fazia o mínimo sentido. Depois percebi. Realmente, assim que saímos do concerto, já cá fora disse-me "Esse telemóvel não parou, com quem é que estavas a falar?" e eu respondi prontamente "Ah era com o D." (tinha estado a falar com ele durante o concerto...já há muito não falávamos e como o G. nem se chegava ao pé de mim...não tinha nada que me estivesse a ocupar e ele estava a responder-me logo porque àquela hora já estava em casa e tinha disponibilidade para falar mas nada demais) com a maior das naturalidades e sem pensar duas vezes. Nem me lembrei mais daquilo e só depois liguei as peças. Disse-me que não me conhecia nem às relações que eu tinha (e é verdade e é normal) e eu percebi e concordei que a relação que tenho é de uma amizade muito especial capaz de intrigar muita gente e que se calhar eu sentiria o mesmo. Ele ficou inseguro.  Deixou claro que o problema não era o meu amigo mas o conjunto de coisas que o levaram a sentir-se inseguro por não conhecer o tipo de relação que eu tenho e não estava em causa eu falar com ele! Disse-me ainda que a condição em que ele está (por não sermos namorados) é ingrata porque não tem o direito de sequer me dizer que tem ciúmes ou pedir qualquer tipo de satisfação. Ao mesmo tempo, por estar tão envolvido, não consegue não sentir insegurança e não querer tudo de mim (que é o que eu sinto também).
"Podes ter ciúmes mas não tens de ter, nem deves, nem tens razões ou fundamentos." foi o que lhe disse. É saudável, em qualquer relação haver ciúme e eu sei que o facto de ter amigos (homens) com quem me dou muito bem é algo que é "menos fácil" de aceitar (porque a mim também me custa mais aceitar amigas mulheres da parte de algum homem de quem goste, não é por falta de confiança ou pelo que seja, é mesmo assim, faz parte ser menos fácil, como é óbvio, não é indiferente) mas são coisas que ambos aceitam a partir do momento em que conhecem o outro e as suas relações, nós conhecemo-nos há muito pouco tempo e essa é uma das coisas que não conhecemos um no outro e tem de ser dadas a conhecer, faz parte do processo.


Pela primeira vez senti necessidade de me esforçar por manter conversa, como que "quebrar o gelo" com ele. Ou então tinha de ser eu a procurar a sua mão ou a aconchegar-me ao seu braço e a puxá-lo para mim o que não tem nunca de ser pensado entre nós porque, como “sentimos” acontece naturalmente ambos fazermos esse tipo de coisas e não apenas um (que aliás acho que é o que tem de acontecer em qualquer relação para que seja saudável, há que regar e existir investimento igual de ambas as partes). Nunca me tinha acontecido, connosco é tudo tão natural e flui duma forma mesmo "fácil" que isto fez-me uma impressão tremenda.
Foi tudo o que lhe disse e fiz questão de lhe mostrar.
Só consegui arrancar-lhe as primeiras palavras já ele estava ao portão de minha casa para deixar-me, poucos minutos depois e as primeiras palavras ditas, desvendado o mistério e já tudo a encaixar disse-lhe que fossemos a algum sítio e fomos a um miradouro onde conversámos durante à volta de 2h. Voltei tarde para casa como não queria mas ficou tudo bem. Acho que ambos percebemos e depois disto nos conhecemos melhor o que é fundamental para nós. 
Disse-lhe "não te podes afastar de mim porque me fazes sentir que não me queres e isso magoa-me"
Ele respondeu-me "hoje, depois disto tudo, quero-te mais do que nunca, nunca te quis tanto na minha vida porque te vou conhecendo e isso faz-me perceber!"


Cada dia me é mais querido.
Perdoe-me o testamento!

quarta-feira, 1 de junho de 2011

A sexta feira

...foi para mim um dia extremamente stressante e frustrante.
Tenho o péssimo hábito de deixar tudo para a última da hora. Só funciono sob pressão, o que é mau porque podia fazer as coisas com muito mais calma, de uma forma completamente diferente e tudo mais e depois fico chateada comigo mesma por saber disso. É algo que tenho mesmo de mudar porque não é saudável (depois fico com uma camada de nervos descomunal à conta disso e ando sempre a correr, sempre à última da hora).
Até às 18.30h estive a terminar o trabalho, fui encaderná-lo à reprografia e entregar no último minuto na faculdade por volta das 19h. Depois disso fiquei super preocupada sem saber se podia estar descansada porque este é um trabalho que decidirá a nota da cadeira e pelo qual tinha oportunidade de ter uma boa nota... mas uma coisa deixou-me mais feliz: "Logo à noite então vemo-nos" depois de me ter perguntado se logo à noite ia logo dormir depois de tanto stress com o trabalho e eu ter respondido que nem sabia se conseguia dormir. Fiquei bem mais animada embora continuasse cá com uma camada de nervos...
Enfim!
Às 21h o D. teve concerto da orquestra na Reitoria da Faculdade e lá fui eu. Fez-me bem embora não estivesse, antes de lá chegar, com disposição absolutamente nenhuma. Fez-me mesmo bem.
A música é uma bênção e os amigos outra... por isso foi muito bom.
Regressei a casa já por volta das 23h (ou já passava) sempre na esperança de ainda conversar um pouquinho com o G.
Ele ligou-me já passava das 0h. Tinha estado o dia todo a organizar um evento para sábado (ao longo da semana toda andou de volta disso) e essa noite foi a última de ensaio antes do mesmo. Eu já calculava mas ele ligou-me a dizer que só agora estava a sair do ensaio e que com muita pena sua não ia conseguir ir ter comigo porque já era tão tarde e no sábado seria um dia comprido e cansativo e tinha de se levantar cedo e que então estava a ligar-me para falar, mesmo assim, um bocadinho comigo.
Eu tinha, pouco antes de me ligar, lhe mandado uma mensagem a dizer exactamente isso, que ele devia ir descansar porque seria um sábado comprido e que devia estar muito cansado porque a semana tinha sido muito atarefada e ainda na quinta se tinha ido embora tão tarde... Assim foi. Ele foi descansar e eu também.
No sábado iríamos estar juntos.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Quem diria


Que a vida ainda seria capaz de me surpreender (e tanto)!

Recuperei, recentemente, na minha vida pessoas muito importantes, especiais demais para mim, únicas mesmo! Pessoas com quem perdi o contacto e a ligação tão próxima e óptima que tive no passado durante imenso tempo (anos sem nos falarmos, vermos, etc.) e que hoje estão de novo de volta na minha vida. E não foi só uma delas ou duas, foram várias neste curto espaço de tempo e fizeram-me lembrar o quanto a amizade é fundamental, juro-vos que me esqueci durante, pelo menos, 3anos...
É tão bom ter/estar com alguém que já nos conhece como mais ninguém, com quem não temos de fazer rodeios, que nos poupa palavras e/ou longas explicações porque nos conhece bem demais e sabe o que e como somos, que nos percebe, com quem mantemos a mesma empatia e facilidade de entendimento, compreensão, etc., com quem tanta vez basta um gesto ou um olhar para expressar ou perceberem o que nos vai na alma, que, apesar de tanto tempo passado, de ambos termos vivido tanto e tão diferente e termos estado sem contacto um com o outro parece que falámos ainda ontem e nos damos tão bem como no auge da nossa relação inicial... Podia ficar nisto até amanhã!


Sabem o que acho que isto me ensina? Que tudo acontece por um motivo, tudo tem uma razão (mesmo que nós não sejamos tanta vez capazes de compreendê-los, mas isso é porque ainda não estamos capazes a esse nível e porque há coisas que não se entendem, limitamo-nos a aceitá-las e é assim que tem e deve ser!) Tenho-me dado conta de que cresci enquanto pessoa e hoje vejo e encaro a vida e as coisas que acontecem de uma forma completamente diferente. Cresci tanto desde que decidi tomar eu as rédeas da minha vida (desde a passagem de ano)... durante quase 3anos senti-me completamente estagnada enquanto ser humano independente e autónomo. Aprendi muito durante esse tempo mas sobre o que é amar e do que se é capaz, do quanto o amor nos muda e transforma, nos pode cegar se permitirmos.

As voltas que a vida dá!

Hoje tenho a meu lado pessoas especiais, que já conheço há imenso tempo e que faço questão de manter bem perto e estar presente nas suas vidas também porque já estivemos separados durante muito tempo e, tendo agora voltado as circunstâncias a juntar-nos, é porque temos algum propósito a prosseguir juntos.
Eu não quero sequer que nos afastemos, quero é ter-vos a todos mais próximos porque me são importantes demais mas se a vida tiver mais surpresas guardadas para nós, nunca deixarão de ser as mesmas pessoas (com a mesma importância) na minha vida e tenho a certeza de que por muito mais tempo vamos poder partilhar uns com os outros partes essenciais de nós mesmos.


Estou mais completa convosco e isso deixa-me imensamente feliz e muito melhor pessoa. Porque me fazem bem, querida e única C., meus amigos do coração D., T., P. e P.F. e o especial N.

Em tão pouco tempo, no meio de tanta coisa má, foram das melhores coisas que me aconteceram! Obrigada a cada um de vós, do fundo da minha alma, de coração aberto!


terça-feira, 5 de abril de 2011

O dia de hoje


Uma tarde de sol e calor fantástica.
Passeio, aproveitando o belo dia.
Boa disposição para dar e vender.
Um café numa esplanada.
Pensamentos soltos. Sonhos! que julgava esquecidos...
Aos poucos e poucos vai tudo recompor-se.
Eu sei que vai, custe o que custar.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Frenético


Um trabalho para apresentar no dia seguinte.
Acordada até depois das 4.30h.
Levantar às 8.15h.
Apresentação (até correu bem)
Dia com aulas.
Maratona para carregar o passe.
Autocarro para Alcântara. Carteiristas.
2h na ronha.
Regresso a casa.
Pintar as unhas.
Receber um telefonema inesperado. Um pedido de desculpas.
Sair depois das 0h de casa.
Bairro Alto. Aniversário.
Um susto. Ameaça de regresso a casa.
Girls Night Out. Boa companhia.
Ambiente porreiro.
Não gastar dinheiro em bebida.
Gente engraçada.
Um elogio.
Até depois das 5h da manhã.
Dormir até às 11.30h.
Sair para almoçar pouco depois das 12h.
Passeio de mota.
Dia lindo.
Sol e calor.
Um convite. Aliciante.
Confusão. Indecisão.
Muita confusão.
Conversa. Muita conversa. Disto e daquilo.
Faculdade (casa apenas para apanhar o dossier).
Três horas de aulas intensivas.
Contratos. Incumprimento.
Finalmente o merecido banho.
Pensar.
Sair de casa.
Tostas, vinho e sumo.
Decisão.
Poker night.
Muita conversa.
Confissões. Sinceridade.
Convite. Troca de palavras. 
"Eu nunca".
Sinceridades. Imagens.
Galhofa. Muita galhofa.
Gargalhadas. Chorar de tanto rir.
Um belo serão.
Cozinhar às 6h (massa).
Dormir depois das 7h.
Acordar depois das 10h.
Relógio novo!
Orientar-me.
Aulas às 13.30h.
Sono. Muito sono em 3h de aulas.
Mais um dia lindo.
Sol e calor.
 

Resumidamente, esta tem sido a minha vida nos últimos três dias/noites... Pelas minhas contas tenho cerca de 11h de sono em três noites. A idade já pesa. Este fim-de-semana é estudar e ficar de molho. Quieta um bocadinho (ou o máximo possível).

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

02.02.2011



Estou estafada. Dói-me a cabeça e só me apetece dormir.
O dia foi passado em casa até à hora do exame (17h) e depois disso estive com poucos mas bons amigos a conviver e jogar cartas e poker ! Ofereceram-me bolo, tão queridos, e cantaram-me os parabéns. OH!
Foi bom só por poder estar com algumas das poucas pessoas que me são queridas.
Como já contei, recebi rosas da minha mãe (que me fez a surpresa, não estava mesmo nada à espera).
E recebi uma chamada de parabéns muito especial das minhas antigas colegas de casa de quem gosto tanto (C., A.R., E., I., F.). E o fim de tarde/ noite foi repleto de gargalhadas e diversão com o D., o B., a N., o F., o L. e a M., muito obrigada a todos, (gosto tanto deles) que me trouxeram um bolo de noz delicioso com chantily de surpresa (e kinder)! De resto, muitos votos de parabéns e um dia tranquilo no geral.
Amanhã tenho exame novamente e sexta rumo a casa finalmente.
Já sei que vou sentir falta disto mas pronto. Por agora só quero é fugir daqui o mais depressa possível.
Amanhã ainda tenho um longo dia pela frente por isso, como estou exausta, acho que não tarda estou na cama...

Muito obrigada a todas pelos votos de feliz dia e parabéns, são uns amores. 
Obrigada!


Dois anos volvidos

 A última publicação aqui foi em 2020...será que ainda sei como isto se faz? Será que ainda está por aí alguém? Não foi isso que me incentiv...