Mostrar mensagens com a etiqueta Afilhados. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Afilhados. Mostrar todas as mensagens

domingo, 9 de abril de 2017

Domingo de Ramos

O Domingo anterior à Páscoa é especial - começa a semana santa. É dia de ir à missa e de dar mimos ao afilhado. 

E como é que se explica que o sermão do Padre nos diga precisamente algo que precisávamos ouvir? "Por vezes preferimos não mudar porque isso dá muito trabalho, não fazer o que é o mais acertado porque isso exige muito de nós"

Nós arranjamos sempre forma de levar um ramo mas só desta vez soubemos que devem ter três ramos de plantas/árvores simbólicas: 

  • Oliveira - cujo fruto dá lugar ao azeite, que benzido se torna em óleo de sacramentos;
  • Alecrim - que simboliza o perfume de Deus, que deve ser presente nas nossas vidas;
  • Louro - que alude ao triunfo, neste caso do bem.

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Fim de semana com amigos


O fim-de-semana passado começou com um jantar e ida às compras à noite, com os nossos futuros padrinhos de casamento. Ele vai trabalhar para fora em Janeiro e precisava de umas roupas novas pelo que, fomos com eles ao outlet ao pé de nossa casa.

No sábado fomos ter com os pais dele, em jeito de surpresa, e contámos-lhes que nos vamos casar. A reacção não foi nada má e foi uma tarde bem agradável. Nessa noite tivemos outro casal amigo nosso a jantar em nossa casa e a noite terminou com uma actuação do grupo ao qual o meu homem pertence enquanto eu fiquei a conversar com a rapariga do casal nosso amigo. Houve tempo para nos rirmos, partilharmos ideias e jogarmos às cartas. Um sábado em cheio!

O domingo começou com uma ida à missa na paróquia do nosso coração. No final fomos falar com o padre para que averbasse o crisma do G. e soubesse que nos iríamos casar no próximo ano. Pelos vistos não foi surpresa nenhuma para ele...tal como para os pais do G. que nos pareceram já estar à espera.
Fomos às compras, fizemos bons negócios (pen 16gb a 3,99€ FNAC, sapatos em pele clássicos por 15€) e passámos a tarde novamente nas compras com os nossos futuros padrinhos, mais uma vez, desta feita noutro outlet. O dia terminou com chuva no regresso a casa mas ainda lanchámos todos juntos em nossa casa e assim terminou um fim-de-semana bem preenchido.

Haverá melhor do que reunir os amigos queridos à volta de uma mesa?

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Neura de dona de casa?


Desde que viemos cá para casa que já aconteceu de tudo um pouco. Para nós esta mudança foi mesmo muito importante. Para além de ser a partir daí que moramos juntos, a casa tem muito do que queríamos e precisávamos e por isso, como o preço a que está a arrendar o G. podia suportar, foi a nossa rampa de lançamento para uns próximos anos (esperemos) felizes e satisfeitos. Mas, como é óbvio, o prédio e o apartamento em si são antigos e este último foi muito mal tratado pelos antigos inquilinos pelo que já nos tem acontecido de tudo um pouco.

Desde ficarmos semanas sem água quente porque o esquentador tinha sido mal instalado, passando por ter-nos entrado água dentro de um quarto (pelo tecto) porque havia uma fenda da fachada/telhado do prédio, sem faltar semanas e semanas sem estore porque simplesmente se despedaçou e começou a cair (porque são antigos demais já), com torneiras que não fechavam bem e nos faziam desperdiçar (e pagar) muito mais água que a consumida e portas que tinham fechaduras partidas (ficávamos sempre com o puxador na mão quando as tentássemos fechar)...enfim! Há para todos os (des)gostos. 

De cada vez que uma destas coisas acontecem temos de ligar ao responsável pelo arrendamento da casa para que ele fale com o senhorio e nos diga se a equipa de consertos que trabalha para eles pode ir lá. Depois temos de esperar que o senhor dos arranjos se digne a aparecer, quando e como quer. 
Desde que as coisas sejam arranjadas por mim não há problema, a questão é que colocam sempre entraves, inventam sempre problemas: ou porque "as coisas não são novas", ou porque "não conseguem lá ir", ou porque "têm de ter mais alguma coisa para ir fazer ao prédio para poderem ir a nossa casa", ou porque "não podem mudar as coisas da nossa casa e não mudar as das outras casas"...

Bem, isto tudo para dizer que ontem, depois de um jantar muito agradável com a minha afilhada e a família cá em casa, em que tudo correu bem, o lavatório da cozinha cedeu. Sim, leram bem. O lavatório está colocado num armário de cozinha que estava apoiado num barrote de madeira, que cedeu e, por isso, o móvel todo, incluindo a pia, cederam. 

A sério?! Eu tinha quase a louça toda por lavar e fiz questão de lavar tudo o mais depressa que consegui para não correr o risco de ficar com aquilo tudo em cacos. Depois tive de tirar TUDO de cima do lavatório e parte do escorredor. Estão a ver?

Eu juro que tento mas há alturas em que só me apetece esganar alguém e começo a disparatar. Opah! Não dá para aguentar tanta tensão! É uma coisa atrás da outra, quando pensamos que finalmente temos as coisas em ordem porque finalmente vieram arranjar o que estava há semanas à espera de conserto, eis que surge mais uma coisa (muitas vezes umas piores que as outras). Ninguém merece. E o pior é que com certeza acham que nós queremos é que cá venham a casa, porque gostamos ou sei lá o quê pois têm uma atitude de quem está farto de lá ir e que nós só "chateamos". Mas nós é que somos os verdadeiros incomodados com isto. 

Cá em casa, não tem passado uma ou duas semanas que não tenhamos de os chamar. Mas não é por gosto, é mesmo por necessidade. E o que me atormenta agora é mesmo não saber quanto tempo levarão a resolver este problema, isto se o resolverem!

Isto dá cabo de mim, não consigo evitar. Ter tudo constantemente inseguro, corroí-me por dentro! Tenho de estar sempre à espera que algo de mal aconteça, por mais que o não deseje, só porque já sei que tenho de estar preparada, porque tudo acontece.

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

2013: o ano em revista

Para 2013 pedi força, saúde e amor. Não posso deixar de estar grata por tanta coisa importante e boa. Para 2014 peço (só) o mesmo em dobro. Conquistas e desejos realizados, ousadia e atrevimento, oportunidades e... o que quiser vir que seja bom! Que eu seja capaz.



- Consegui pôr dinheiro de parte;
- Fui ao circo pela primeira vez na vida;
- Experimentei comida nepalesa, a adorei;
- Ele fez-me uma mini serenata de aniversário;
- Fui pela primeira vez às Serenatas à Primavera;
- Passámos um fim-de-semana fora (Nazaré);
- Comemorei o São Valentim; 
- Descobrimos a nossa esplanada de eleição;
- O Patanico caiu da varanda pela segunda vez, ficou internado vários dias, teve de ser operado e andou com a pata engessada;
- Experimentei comida indiana;
- Ele teve um acidente com o carro;
- Disfarcei-me a valer, encarnei uma personagem à séria, gravei um vídeo publicado no YOUTUBE, no Carnaval, pela primeira vez;
- Viajei com amigas, de carro, fui a Espanha (tudo pela primeira vez);
- Passei a Páscoa em casa mas sem a minha mãe;
- A minha bênção das fitas aconteceu;
- Conseguimos finalmente vender o carro que estava em nome dele;
- Terceira NTO e primeira foto juntos, finalmente (tirada por um invisual, espantem-se!);
- Afastei-e (inconsciente e não intencionalmente) das minhas amigas mais próximas - o grupo afastou-se;
- Fui mandada parar, pela primeira vez, no dia da mulher e correu tudo bem;
- Arranjámos uma amiga para o Patanico (ele adoptou uma gatinha);
- Completámos um ano de namoro;
- Fomos ao concerto dos UB40; 
- Descobri a paixão pela culinária e experimentei muitas receitas;
- Fomos aos Santos mesmo ele tendo o pé muito inchado;
- Passei cada vez mais tempo em casa dele;
- Foi a minha última serenata como finalista;
- Comprámos bicicletas;
- Ele foi comigo a uma gala da faculdade;
- Fiz uma maratona de exames e cheguei ao fim com um para trás, um só, que me obrigou a ir a época especial para o passar, e consegui, contra todas as probabilidades;
- Licenciei-me;  
- Fomos a um casamento (tendo sido convidados para dois);
- Voltei ao zoo, 14 anos depois da primeira vez;
- Passei mais um verão (curtíssimo) a trabalhar para juntar dinheiro, promotora e empregada de mesa;
- Fiz novos (bons) amigos;
- Ele pôs o carro em seu nome;
- Pelo terceiro ano consecutivo ele foi comigo de férias, à terrinha;
- Revi uns tios emigrantes que não via há anos;
- Entrei no mestrado e paguei a propina anual, duma só vez;
- Completei dois anos de carta; 
- Comprei uma máquina de fazer pão;
- Conheci a Figueira da Foz, Mangualde, o Castelo de Leiria, Óbidos,... 
- Enchemos e decorámos a casa dele;
- Fiz uma nova afilhada muito especial;
- Voltei à natação embora só tenha ido efectivamente umas duas ou três vezes;
- Revi a D. e o namorado e foi tão bom, recebi-os em Lisboa;
- Fui a Leiria várias vezes;
- Saímos do coro da universidade;
- Pus dinheiro de parte a dois, num porquinho vermelho; 
- Estive internada com amigdalite (primeira vez na vida); 
- Fui ao Budha Eden Garden no Bombarral;
- Ele finalmente arranjou um trabalho (decente) na sua área e pôde sair da loja de roupa;
- Primeiro casal de amigos que serão pais;
- Nunca tive o cabelo tão comprido (como quero há anos);
- Trabalhei num restaurante típico a um ritmo alucinante; 
- Recebi o diploma da licenciatura;
- A minha avó veio visitar-me (!);
- Visitámos Viseu e a minha querida MJ; 
- Fui várias vezes ao cinema (adoro!);
- Aumentei a minha colecção de MELISSA a óptimos preços;
- Fui a Fátima duas vezes; 
- Fiz e apresentei tantos trabalhos para a faculdade;
- O meu pai esteve três vezes na capital (completamente inédito!);
- Nunca passara tanto calor nem frio em Portugal; 
- Passámos a arrastar-nos para fora da cama levantar-nos cedo;
- Ingressei um jornal académico; 
- Fui juiz por um dia;
- Fomos juntos à Serra da Estrela;
- Vendi brigadeiros para fora/ por encomenda;
- Pela primeira vez na vida não passei o dia de Natal com o meu pai;
- Voltei a passar o Natal com a minha mãe, um ano depois;
- Pintei o cabelo e voltei a usar franja;
- Recebi dele um anel lindíssimo, muito especial;
- Passei o ano longe da terrinha, dos meus pais e da minha irmã, mas com ele, junto à praia, com direito a fogo de artifício.



Nem tudo é mau, nem tudo é um mar de rosas. A mistura equilibrada de ambos resultaria num equilíbrio perfeito mas talvez não tivesse metade da piada de viver. O saldo é mais que positivo: foram maiores as alegrias, foram superiores ao sofrimento e angústia pesados. Dei muito de mim e recebi tanto!!!

Que seja um ano mágico!

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Uma noite divertida, para desanuviar

Ontem a noite foi de festa, de reencontros, de boa disposição e desanuvio. Entre amigos, entre conhecidos, entre desconhecidos até. Foi uma noite sem muitos planos que se transformou numa noite muito bem passada, divertida e animada. 



Depois do cabeleireiro (pintei, cortei, voltei à franja e estiquei), fui com a minha irmã comprar duas últimas prendas, comemos e fomos estacionar. Era noite típica e muito concorrida por isso preferimos ir cedo como já estávamos perto.
Éramos só nós duas e, primeiro, fizemos o reconhecimento à zona toda. Encontrámos um e outro, cumprimentámos e continuámos. Pouco depois já estávamos com um amigo meu (o J.P.) à espera da H. e de outros amigos dele. Demos por nós e já éramos mais de 10 (ainda encontrei a minha afilhada mai nova e os pais). Com o pretexto de utilizar o wc, descobrimos, por acaso, um bar Vintage e acabámos a dançar hits da nossa idade ou mais velhos como se não houvesse amanhã. E foi muito bom! Há muito que já não dançava e me divertia assim.
Confesso que, às 4h quando decidi que era hora de voltar para casa, estava morta de cansaço, com dor de cabeça e já com sono. Deve ser o peso da idade! Aahahaha

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Dias de passeio e inverneio


Sexta passei o dia quase todo a passear pela baixa lisboeta. Depois de ter aula de manhã fui ter com o meu pai, fomos fazer compras de supermercado e depois estacionámos o carro e fomos de metro até à baixa. Fomos almoçar com dois amigos dele e depois fizemos uma espécie de rally tascas (eu só acompanhei, não participei) com um deles. Depois do Pirata e da Ginja no Eduardinho, fomos à igreja. Sim, é verdade, não é para rir, nem se tratou de uma tentativa de redenção, fomos à procura de um dos padres que esteve muitos anos na nossa paróquia (na terrinha) e eu, por acaso, encontrei no restaurante onde estive a trabalhar. Nessa altura fiquei a saber que estava numa igreja ali próximo e na sexta decidimos procurá-lo para que o meu pai o voltasse a ver. Lá fomos nós à rua da Prata e lá conseguimos falar com ele uns minutos, o suficiente para relembrá-lo quem éramos, de onde vínhamos, explicar o que estávamos ali a fazer e como o encontráramos e convidá-lo a juntar-se a nós mais tarde, num jantar já marcado para aquela noite, no restaurante madeirense.



Depois da igreja fomos ter com o outro amigo com quem tínhamos almoçado (que entretanto se tinha ido embora) e pelo caminho apaixonei-me por um carro que o meu pai desencantou e para o qual me chamou a atenção - está à venda, é uma boa oportunidade, mas é a última das minhas possibilidades e prioridades. Até agora ando a suspirar tentando evitar pensar muito nisso. Tomámos um copo e fomos ao encontro do G., que entretanto tinha saído do trabalho, no metro. Daí fomos os três para a baixa, passear e fazer tempo até a hora de jantar.


Tinha marcado aquele jantar para repetirmos o anterior, mais ou menos com o mesmo grupo, aproveitando para nos despedirmos da DD que partia esta semana em ERASMUS. O plano acabou por sair furado e acabaram quase todos por desistir do jantar, porque ela não pôde ir. Mesmo assim, eu, o meu pai, o G., a minha mais nova afilhada e o JP fomos. Juntaram-se a nós o padre e o amigo do meu pai, meu antigo chefe. Foi uma noite divertida, rica em partilha de conhecimentos, experiências, histórias e memórias. Bem regada com bebidas especiais e grátis, com direito a rosas oferecidas pelo responsável a todas as senhoras/meninas na casa, num ambiente familiar, bem descontraído e genuinamente divertido.

Voltámos a casa de metro, eu fiquei na minha e o G. foi com o meu pai para a dele. E só me lembro de acordar no dia seguinte: levantei-me bem cedo para ir por a minha avó e tia ao aeroporto com a minha mãe - uma vez que elas tinham ido para o norte e não tinha estado com elas desde quarta.



Feitas as despedidas, a minha mãe deixou-me na casa do G. Tive de o acordar para que me abrisse a porta e enfiei-me, por mais umas 2horas, no quentinho da sua cama, a dormir.
Quando nos levantámos rumámos a Fátima. O meu pai queria ir e eu e o G., apesar de termos lá estado há pouco tempo, sentíamos que tínhamos de lá voltar para agradecer a bênção que foi o seu novo trabalho (foi no santuário que ele recebeu a chamada para a entrevista deste emprego). Foi muito especial aquela visita ...e emocional. Muito nossa. 
"Não tenhais medo"

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Um fim de semana finalmente!

Foi um fim-de-semana delicioso!
Claro que passou a voar e não fiz metade do que tinha planeado nem do que precisava. Claro! Mas já se sabe que é sempre assim. 

Na sexta fomos jantar lá ao sítio de que falei com cheiro a casa, mesa cheia, bem regada com amigos, boa disposição e comida típica.

No Sábado (depois de combinado no dia anterior), passámos o dia com a minha mais nova afilhada académica e com os pais - foi dia de Freeport, Cascais e acabar em beleza no Cruzes Credo.

Domingo foi dia de trabalho, quase todo em casa. Terminado com a visita ao Festival de Inovação e Criatividade, na companhia da mãe.

Boa semana!

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Na quinta feira baptizei a minha mai nova

Num dia em que tive de tratar de papelada na faculdade, como coincidia com as inscrições dos novos alunos, estive imenso tempo à espera para ser atendida e à minha frente na fila estava um casal com a filha, uma nova aluna que, pela pronúncia, percebi logo, eram meus conterrâneos.


Lá me pediram um esclarecimento quando perceberam que eu era aluna já "antiga" e perguntaram-me (a mãe) se era conterrânea, insistindo que a minha cara lhes era familiar. Eu não conhecia a senhora mas o senhor não me era estranho, só não sabia de onde o poderia estar a reconhecer. Depois de meia dúzia de troca de informação sobre de que zona eram, perceberam que conheciam muito bem os meus pais. A minha mãe tinha sido colega de escola da mãe da caloira e o pai dela conhecia e vê frequentemente o meu. 

Dali se desenrolou muita conversa enquanto esperávamos, entre conselhos, trocas de opiniões, pedidos de informação, disponibilizando-me para ajudar no que estivesse ao meu alcance e troca de contactos. Criou-se logo ali uma certa afinidade que não sei descrever. Acabámos (eu e o G.) por lhes dar boleia para o centro comercial para onde iam e que nos ficava de caminho.

Apesar de ser só via sms, fomos falando, aqui ou ali, quis saber sempre como estava, se já se tinha instalado, se estava bem ou precisava de alguma coisa - não sei porquê mas preocupei-me com a miúda.



Tive pena mas este ano não participei nas praxes - os horários e o nível de exigência de um novo ciclo obrigaram-me a preferir as aulas em detrimento da recepção aos caloiros deste ano lectivo. Mas, ainda assim, (ao contrário do ano passado em que não tive nenhum(a) afilhado(a)), fui convidada para ser madrinha daquela nova aluna. No dia anterior ao baptismo recebi uma mensagem da caloira a perguntar-me se ia ao baptismo e se podia ser sua madrinha.

Não foi fácil mas lá consegui trajar e estar à hora marcada, no local combinado para comemorar o fim das praxes baptizando aquela nova aluna - que, não sei porquê, sinto especial. Apesar de não conhecer metade dos que lá estavam, porque não estive presente nas praxes e porque os colegas do meu ano não estavam, fiquei contente por ter conseguido ir e abençoar aquela menina.

É a minha afilhada mais nova e sim, todos os afilhados são especiais...e esta não é, de todo, excepção. Só espero podermos ter oportunidade para nos conhecermos melhor daqui em diante.

Na quinta feira baptizei a minha mai nova afilhada.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Uma noite em Mafra


Ontem, depois das aulas, lá para as 19.30h ou mais, saímos da faculdade. Éramos três caloiras, dois colegas meus de turma e mais um amigo deles que eu já conhecia. Fomos de carro até Mafra, pelo caminho apanhámos outro colega nosso de turma, meu amigo e fomos às compras para o jantar (e bebida claro). O plano era jantarmos na casa do D. e ficarmos por lá a noite toda a beber, ver filmes, conversar... de manhã saíamos cedo e íamos à aula das 9h que tínhamos.


A casa era fantástica, o espaço era bom e estava-se mesmo bem.
Depois de jantarmos pizzas e lasanhas, fomos para o quintal, numa noite fantástica, nada fria, mesmo agradável, com o céu limpo. No balançar da rede que ele lá tinha eu quase adormeci. Estava a beber e, quando me fui levantar de lá, o chão ia fugindo debaixo dos meus pés.


Às tantas eu estava a partilhar a rede com um dos meus colegas de turma (o FD) com quem me estou sempre a picar, é um "mete-nojo" que faz questão de parecer arrogante para toda a gente e andar sempre "mal humorado" e de nariz empinado a achar-se melhor que os outros - na verdade, lá no fundo é óptima pessoa, aquilo tudo é só uma mascara como aquela que eu também ponho para a plateia sociedade.
Tinha um palpite mas, ontem, confirmou-se que tinha razão, ele é muito parecido comigo. Aliás, entende as minhas meias palavras, motivos e razões para ter atitudes que ninguém compreende porque é como somos e como nos defendemos do exterior.
A nossa conversa começou por ser a mesma de sempre, a mandarmos vir um com o outro mas acabámos por, não sei como, falarmos do que e como somos e de constatarmos muitas semelhanças, demasiadas.
Ele acabou um namoro de 6anos há cerca de um mês e está muito magoado (eu já sabia antes disto) e é um ano mais velho que eu. 


Quando me dei conta estávamos praticamente sós naquele quintal, na rede que baloiçava e a falar um com o outro de coração aberto, sobre tudo - sob um céu negro de estrelas. O álcool também ajudou muito a "desprender" a língua mas nós estivemos sempre perfeitamente conscientes de tudo.
Entre sorrisos e conversas sérias, muito confessámos e admitimos...
E veio um beijo, nem sei como, sem que eu me preocupasse muito com esse facto (quase sem dar conta do que realmente tinha acontecido) - "Tens a noção que todos os homens que estão nesta casa davam tudo para estar no meu lugar!?!". Falei-lhe do meu ex (R) e do G que ele já tinha visto quando saímos.


Depois, do nada, decidimos saltar o muro de casa do D. e passámos para a propriedade contígua, só os dois, eu de meias - lembro disso ter sido depois de um "Eu preciso que alinhem comigo nas coisas, que eu diga uma coisa e alguém alinhe comigo em fazê-lo" espontâneamente, um "pouco de loucura". E para voltarmos? Foi lindo. Já tocados e com um muro para trepar, sem força e eu descalça...mas lá passámos. Diverti-me e senti-me bem.


Às tantas eu estava a falar de coisas do coração e deixei escapar umas lágrimas, nem sei bem porquê mas relacionado com o estado interior em que me encontro depois de ter amado como amei.
Ele ficou surpreendido, acho, tentou puxar-me a cabeça para junto dele a consolar-me limpando-me as lágrimas e eu afastei-me, limpei eu própria a cara com as costas da mão e continuei a falar levando com um "Bolas! Até a chorar és forte!". Falámos de Itália, ele tem uma paixão pelo país, tal como eu. Falámos do que estávamos a sentir, ele disse-me que não conseguia chorar e que ainda não o tinha feito mesmo sofrendo imenso com o fim da relação com a namorada...enfim, mil e uma coisas.


Acabámos por ter de nos render e ir para dentro tentar dormir alguma coisa com promessas mútuas de que não nos esqueceríamos de nada daquilo e que era mesmo surreal aquela nossa aproximação.
Tentámos ir dormir para um dos quartos e deitá-mo-nos (com mais 3pessoas na mesma divisão) mas não foi fácil. Eram umas 7.30h e não conseguíamos dormir trocando beijos e amassos.
Ele, ao contrário, mais uma vez do que deixa transparecer, é muito atencioso e carinhoso e disse-me que eu o surpreendera, que já tinha uma "panca" por mim desde o ano passado mesmo me tendo achado piada logo no primeiro ano (em que era raro ele por os pés na faculdade) e que percebera que a imagem que eu transmito é apenas uma capa (tal como ele faz) - eu não me importo que me achem fútil e fácil porque não o sou e quem o quiser achar ou entender é, pura e simplesmente, porque não me conhece nem fez um mínimo esforço para tal, senão saberia...no fundo, até gosto e me dá um certo gozo isso acontecer porque pouca gente me conhece de verdade e, os que me conhecem, surpreendem-se positivamente.


Não dormimos nada (deitei-me com a camisa dele vestida), ele saiu da cama eram umas 8.30h e eu tive a sensação de que tinha dormido umas 3h quando afinal devem ter sido apenas alguns minutos em que não aguentei mais e o corpo deu parte fraca. Já não consegui voltar a adormecer mesmo, depois de nos termos levantado e ido à cozinha e ao quintal - relembrando o que tínhamos feito horas antes e parando ele para me puxar para si e beijar-me - e termos voltado ao quarto para tentar dormir alguma coisa. Desistimos, não conseguíamos e fomos comer. Depois desceram todos e começaram a comer e nós subimos e ficámos a sós no quarto até às 11h quando nos foram chamar para irmos embora para Lisboa.


Lembro-me dele me ter dito, antes de eu adormecer e em resposta a um "Amanhã fingimos que não aconteceu nada e vais continuar a tratar-me mal!?":  
"A primeira coisa que vou fazer quando acordar vai ser encher-te de beijos" e, como primeiro saiu da cama e não o fez depois relembrou o que tinha dito e redimiu-se beijando-me na altura.

Viemos todos para Lisboa, dois carros, ele veio a conduzir, tal como foi e, igualmente, eu vim no seu carro.
Quando voltámos a estar a sós (ele veio mudar de roupa a minha casa porque não teve tempo de o fazer no casa do D. e tinha assuntos a tratar ainda antes de ir para casa de fim de semana) ele voltou a puxar-me para bem junto de si e beijar-me. Repetiu-me o que me tinha dito durante a noite, "Não podemos passar muito tempo juntos." e eu perguntei-lhe porquê "Já te disse que me apaixono facilmente" - fala quem teve seis anos apaixonado pela mesma pessoa...e já não se lembra como, depois de um grande amor, é difícil voltar a apaixonar ou sequer envolver-se com mais alguém.


Não sei se nos voltaremos a envolver mas ele é tão parecido comigo que acho que não, é isso que nunca se sabe quando se está numa situação delicada e se tem medo, está-se confusos e baralhados, com o coração magoado... Sinceramente não estou nada preocupada. Fui surpreendida, não estava mesmo nada à espera do que aconteceu mas foi, no fundo, uma agradável surpresa descobrir esta pessoa que suspeitava estar lá dentro daquela carapaça rija.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Uma boa noite

Depois de um dia muito atarefado e de uma semana intensa, baptizamos os caloiros e terminámos em beleza a melhor semana das suas vidas saindo numa mega festa da faculdade - comemorava-se o fim das praxes com os novos alunos de primeiro ano.
Eu tenho mais três afilhados (mais um rapaz e as primeiras raparigas, duas!) e os do ano passado provaram à madrinha, mais uma vez, como é bom ter este papel e deixaram-me orgulhosa como sempre! Gosto tanto deles, sou uma madrinha babada!
Diverti-me tanto, tanto!!! Com os meus amores T e S, como não podia deixar de ser.
O jantar foi com os rapazes em minha casa e a T. foi lá ter mais tarde e a S. depois.
Dancei muito, ri, saltei, rodopiei, cantei...foi lindo, diverti-me mesmo como há muito não fazia. 


Foi uma noite memorável. E senti que amo de verdade aquelas duas.
A amizade é mesmo uma coisa fantástica e única.
Sei que estarão sempre lá para o que eu precisar tal como eu estou, para tudo, disponível para elas. E não é preciso estarmos sempre a dizer isto umas às outras porque há coisas que se sentem e há coisas que se demonstram com os gestos e atitudes muito mais do que com as acções.
A T teve um momento em que se sentiu mais em baixo e começou a chorar e nós abraçá-mo-nos a ela e quando dei por mim já estava também eu a chorar por "solidariedade" - e também por achar fantástico o que estava a sentir por elas e me emocionar com a relação que temos (já vai para o terceiro ano, desde o início da faculdade). É uma pessoa impecável e uma grande mulher, de quem gosto muito e que admiro (assim como a S) e tem passado muito e não merece tudo o que lhe tem acontecido e como as coisas têm sido difíceis e complicadas para ela.
Quando a S nos viu às duas de lágrimas nos olhos ia chorando também.


A noite acabou cedo para a T que fomos por ao táxi.
E nós ficámos até às 7.30h da manhã a pé em boa companhia e com muitas aventuras pelo meio.
O G foi ter à festa da faculdade e eu estive com ele lá fora. Ficámos a conversar como tão bem fazemos e nos faz sentir ainda melhor...porque apesar e acima de tudo sei que ele é um amigo fantástico que tenho e adoro estar com ele, sempre nos demos, desde o primeiro momento, muito bem.
Ele ainda foi ter com os amigos mas acabou a noite connosco, trouxe-nos para casa para fazermos tempo até a S poder ir-se embora...
Tinha aulas hoje cedo mas era impossível não me deitar, exausta como estava e, se fosse à cama, não me conseguia levantar uma hora depois e estar nas aulas em condições.
Fiquei a dormir até às 15h quase, não seguido mas fui ficando na cama.

Vem aí o fim de semana e tem de ser dedicado à faculdade e ao estudo uma vez que esta semana foi quase sem fazer nada e já estou cheia de trabalho.

Está um dia lindo, é sexta feira!
Aproveitem e divirtam-se.
Bom fim de semana!

sexta-feira, 20 de maio de 2011

A noite da gala.


Apesar de não ter sido das melhores devido às escolhas feitas ao nível de comida, música e falta de organização, acabei por me divertir imenso com algumas peripécias à mistura.

Resultado final? Estou desde as 9h em aulas depois de cerca de 3h de sono (desde as 5.40h até às 8.45h) com um café forte que me tem mantido esperta. Não estou nada habituada a café e não bebo mas hoje teve de ser e digo: bem dito seja senão não me tinha aguentado de pé este tempo todo. Com aulas até agora? Ai ai!


Ontem, quando as minhas amigas decidiram ir embora da festa (T., S. e N.) eu estive para vir com elas porque estava aborrecida com a gala e muito decepcionada com aquilo tudo. Além do mais os meus sapatos estavam a matar-me e não conseguia estar com eles a dançar (não estava sobre o efeito do álcool por isso não era suportável) e também não me podia descalçar porque não levei meias e não sou apologista disso embora me tenha passado pela cabeça! 
O que me fez pensar duas vezes foram os meus ricos 20€ já empregues naquela bodega (jantar e festa), o facto de ter passado a semana a criar expectativas no sentido da noite ser bem divertida e animada all night long e, principalmente, estar lá o T. e o J.P. com quem tanto tinha insistido para irem. Mas ao mesmo tempo tinha vindo com as meninas...só que ainda nem eram 2h!
Depois de muita indecisão lá me decidi: fui com elas que me deixaram em casa, passei a mudar para umas sabrinas e deixaram-me onde podia apanhar táxi e voltei para a festa. Lá para as 2.30h estava de volta e pronta a dançar a noite toda, cantar e rir muito. E foi o que aconteceu! 


Quando se juntam madeirenses aliados a amigos de há algum tempo a história muda de figura. Foi mesmo divertido! Adorei, fartei-me de dançar, de rodopiar e "dar voltinhas" para aqui e para acolá...enfim. A noite toda, sem sequer ter bebido nada, diverti-me imenso. Além do mais fartei-me de me rir com as parvoíces dos que já estavam levados pelo álcool e seus conselhos e não sei mais quê. Estava mesmo bem disposta. Os seguranças do local até dançavam e estavam na festa connosco, ai o que me ri com um dos velhotes lá a fazer uns passos fantásticos. 


Tinha expectativas criadas que foram defraldadas logo ao jantar e fiquei mesmo decepcionada, furiosa, tive realmente para me vir embora, só dizia asneiras... mas depois, como já não haviam expectativas nenhumas e estava já preparada a ir para casa tudo o que veio foi do melhor !
Uma noite muito bem passada realmente, a repetir.
Mais uma prova de que o que faz a noite ou o local são as pessoas com quem estamos e o espírito que adoptamos. Obrigada meus queridos, foi uma noite memorável, penso que a relembraremos ainda durante alguns tempos. Muito boa.


E no final de contas, a noite que ia ser "de meninas" acabou por ser com os rapazes.
Não tenho culpa, dou-me mesmo bem com eles e sinto-me muito àvontade mesmo quando sou a única rapariga (claro que é se forem os meus amigos!). Regressei a casa por volta das 5.30h com o Ag.


Nota: o que me arrependi de não ter levado as sabrinas e tinham ficado dentro do carro da S. Não tinha de ter vindo a casa e gasto dinheiro em táxi e perdido tempo... Vou aprender, para a próxima não esquece!

terça-feira, 10 de maio de 2011

Peripécias (round 4)



O B. estava de moletas, coitado, teve um acidente no Futebol! Que triste sorte. Foi o "caloiro exemplo" que foi traçado primeiro pela K.  (sua madrinha) e dei-lhe logo um beijinho de parabéns e desejei-lhe muitas felicidades, é um rapaz especial, muito diferente de qualquer outra pessoa e impecável. Estamos sempre a picar-nos e a mandar vir mas é a nossa maneira de mostrar que nos importamos e gostamos um do outro. Não fazia a mais pálida ideia mas depois de já não estarmos juntos ele mandou-me mensagem a agradecer eu ter sido a primeira a felicitá-lo e a confessar-me que, para ele, eu era a sua verdadeira madrinha, a de coração mesmo, mas na altura ela escolheu-o e não sei que mais. Foram umas palavras mesmo bonitas e fiquei emocionada e feliz porque foi algo sentido e que eu sei que é mesmo genuíno e surpreendeu-me, não estava mesmo nada à espera dizendo e mostrando que eu tive um (bom) impacto na vida dele.


Estive com a F. e a R. da minha antiga casa que também trajaram e, embora pouco tempo, foi bom termos nos encontrado! 
O meu querido padrinho foi dar-me um beijinho e para mim isso foi importante. É o último ano dele na Faculdade e o ano passado nem estivemos juntos naquele dia infelizmente.Fiquei contente por ter por perto pessoas tão importantes para mim embora me faltem essenciais, ainda assim mas que terão que levar comigo um dia destes não tarda!
Acabámos por ir para o Bairro Alto um bocado pois já estávamos fartos da Serenata e ficámos lá num bar no qual só estávamos nós. Eu, a S., a I.P., os meus queridos afilhados (F. e A.), o M. e o Y...
O F. foi um querido o tempo todo e foi um bocado bem passado com todos eles. Ohhhh! Agora já não tenho caloiros e os meus "bebés" já estão crescidinhos! Nostalgia...
Às tantas fomos despachados do local por ser hora de fecho e, apesar de ter ainda alguma vontade de ficar com o pessoal e continuar o serão, ficámos só mais algum tempinho e fomos para casa. A S. trouxe-me, eram pouco depois das 3h da manhã estava na cama, finalmente. Na minha cama. 


Hoje estou a morrer de sono e tenho muitas forças e energias a recuperar e pôr muita coisa em dia para esta semana porque já tenho muito trabalho em atraso e estamos em Maio (os exames estão mesmo aí à porta e este mês será muito agitado e concorrido)!!! E pronto parece que, finalmente, é tudo, por agora!

Peripécias (round 3)


Rondavam as 10h quando nos levantámos e pouco depois já estávamos a sair com boleia à espera para irmos ao FreePort às compras! Até que lá chegássemos ainda demorou mas lá conseguimos e ficámos umas 3horas mais ou menos. Fizemos boas compras mas tivemos de nos vir embora a correr sem termos tido tempo de ver quase lojas nenhumas (demorámos muito tempo numa delas, a LANIDOR) infelizmente. Mas pronto, foi muito bom de qualquer forma. 
Apanhámos transporte e fomos até ao Vasco da Gama onde finalmente, às 16h e tal, lá almoçámos. Continuámos ainda a ver algumas lojas e às 17.30h fomos visitar as I's. 
Já passavam das 19h quando regressámos a casa e me comecei a preparar para a serenata. As malas foram feitas, o check in online também, banho tomado, emblemas cosidos e traje vestido e sair à pressa depois das 21h com a S. e o J. (ainda demorámos mais de meia hora a lá chegar e estacionar!).
A mummy só pode ficar 10minutos ou algo assim connosco no Terreiro do Paço mas foi melhor do que nada!
O J. deu-me o broche (colher roubada na tasca dos caracóis!).
Estivemos algum tempo a mandar vir com um curso de R.I. da nossa Universidade para animar a coisa e seguimos para o Largo do Município... Estava um pouco morto a nível de Tunas mas assim que os meus afilhados chegaram já achei mais piada à coisa. 
Por volta das 0h traçámos as capas aos caloiros enterrando-os! Tracei ao meu querido F., depois ao A., depois o Y. (que me pediu antes que o fizesse porque não tinha/tem madrinha nem padrinho) e por fim, ao S. 
O R. não apareceu tal como os adoptados que também não trajaram nem trajam ainda.

To be continued...

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Actualizações


Na quarta um fim de tarde fantástico. Imenso calor, só foi pena não poder fazer praia. Mesmo assim, um passeio pela areia ao fim de tarde com a querida S. soube pela vida. Muito bem recebida e acolhida, boa gente. Boa comida, ambiente irrepreensível, uma sorte.


Uma noite a dançar, boa companhia, boa música, excelente humor.
Diversão garantida!
Muito cansaço e não pudemos ir à praia de manhã (não nos conseguimos levantar já que nos deitamos eram quase 6h)...a seca da tarde: 3h de aulas intensivas.
A boa surpresa? Só tivemos uma hora e meia. O V.N. mandou-nos de férias mais cedo!


Lanche à beira mar mais uma vez. Bons profiteroles e conversa.
Passeio na areia, um dia lindo de sol e calor.
Estou cansada, já vou sair outra vez a levar amêndoas e desejar boa Páscoa aos meus amores da antiga casa. Era para ir para casa do afilhado mas hoje já não dá... impossível.
Tardou mas sempre veio o reencontro, já desde sábado. Das 0h quase até às 2h sensivelmente… foi muito bom voltar a estar contigo apesar de ter sido como foi!
A continuar assim estarei muito bem! Venham mais dias como os últimos.
Amanhã vou para casa, finalmente. Mas só depois de um dia inteiro de aulas.



Divirtam-se! O fim de semana está aí!

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Frenético


Um trabalho para apresentar no dia seguinte.
Acordada até depois das 4.30h.
Levantar às 8.15h.
Apresentação (até correu bem)
Dia com aulas.
Maratona para carregar o passe.
Autocarro para Alcântara. Carteiristas.
2h na ronha.
Regresso a casa.
Pintar as unhas.
Receber um telefonema inesperado. Um pedido de desculpas.
Sair depois das 0h de casa.
Bairro Alto. Aniversário.
Um susto. Ameaça de regresso a casa.
Girls Night Out. Boa companhia.
Ambiente porreiro.
Não gastar dinheiro em bebida.
Gente engraçada.
Um elogio.
Até depois das 5h da manhã.
Dormir até às 11.30h.
Sair para almoçar pouco depois das 12h.
Passeio de mota.
Dia lindo.
Sol e calor.
Um convite. Aliciante.
Confusão. Indecisão.
Muita confusão.
Conversa. Muita conversa. Disto e daquilo.
Faculdade (casa apenas para apanhar o dossier).
Três horas de aulas intensivas.
Contratos. Incumprimento.
Finalmente o merecido banho.
Pensar.
Sair de casa.
Tostas, vinho e sumo.
Decisão.
Poker night.
Muita conversa.
Confissões. Sinceridade.
Convite. Troca de palavras. 
"Eu nunca".
Sinceridades. Imagens.
Galhofa. Muita galhofa.
Gargalhadas. Chorar de tanto rir.
Um belo serão.
Cozinhar às 6h (massa).
Dormir depois das 7h.
Acordar depois das 10h.
Relógio novo!
Orientar-me.
Aulas às 13.30h.
Sono. Muito sono em 3h de aulas.
Mais um dia lindo.
Sol e calor.
 

Resumidamente, esta tem sido a minha vida nos últimos três dias/noites... Pelas minhas contas tenho cerca de 11h de sono em três noites. A idade já pesa. Este fim-de-semana é estudar e ficar de molho. Quieta um bocadinho (ou o máximo possível).

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

02.02.2011



Estou estafada. Dói-me a cabeça e só me apetece dormir.
O dia foi passado em casa até à hora do exame (17h) e depois disso estive com poucos mas bons amigos a conviver e jogar cartas e poker ! Ofereceram-me bolo, tão queridos, e cantaram-me os parabéns. OH!
Foi bom só por poder estar com algumas das poucas pessoas que me são queridas.
Como já contei, recebi rosas da minha mãe (que me fez a surpresa, não estava mesmo nada à espera).
E recebi uma chamada de parabéns muito especial das minhas antigas colegas de casa de quem gosto tanto (C., A.R., E., I., F.). E o fim de tarde/ noite foi repleto de gargalhadas e diversão com o D., o B., a N., o F., o L. e a M., muito obrigada a todos, (gosto tanto deles) que me trouxeram um bolo de noz delicioso com chantily de surpresa (e kinder)! De resto, muitos votos de parabéns e um dia tranquilo no geral.
Amanhã tenho exame novamente e sexta rumo a casa finalmente.
Já sei que vou sentir falta disto mas pronto. Por agora só quero é fugir daqui o mais depressa possível.
Amanhã ainda tenho um longo dia pela frente por isso, como estou exausta, acho que não tarda estou na cama...

Muito obrigada a todas pelos votos de feliz dia e parabéns, são uns amores. 
Obrigada!


Dois anos volvidos

 A última publicação aqui foi em 2020...será que ainda sei como isto se faz? Será que ainda está por aí alguém? Não foi isso que me incentiv...